A advogada Giovana Cecclia Jakiemiv Menegolo, de 29 anos, morreu no último domingo (3/8), em Curitiba, em decorrência de acidente de trânsito sofrido no dia anterior.

Giovana trabalhou em caso que levou Toffoli a anular atos da ‘lava jato’ contra Youssef
Giovana trabalhava no escritório Figueiredo Basto Advocacia e atuou no caso que levou o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, a anular todos os atos da ‘lava jato’ contra o doleiro Alberto Youssef. Para especialistas entrevistados pela revista eletrônica Consultor Jurídico, a medida de Toffoli deve provocar um efeito cascata e influenciar outros alvos da investigação.
“Perdemos uma colega dedicada, inteligente e leal, em uma tragédia pavorosa que poderia ter sido evitada se a rua estivesse sinalizada. Foi uma grande honra participar da vida da Giovana, temos certeza de que Deus já a acolheu”, disse o advogado Antonio Figueiredo Basto.
Imagens de câmeras de monitoramento mostram um motorista de aplicativo seguindo pela Rua Solimões, que estava em obras e sem sinalização. No cruzamento com a Rua Tenente João Gomes da Silva, ele atingiu o carro de Giovana.
Em nota divulgada no sábado, a Prefeitura de Curitiba informou que a pintura da sinalização estava prevista para a segunda-feira (4/8). Mesmo assim, alegou que o local contava com placas de sinalização vertical. Porém, com a repercussão do acidente, a sinalização foi implantada na manhã de domingo.
A seccional do Paraná da Ordem dos Advogados do Brasil declarou que “lamenta profundamente” a morte de Giovana. Ela era membro da Comissão de Direito Imobiliário e da Construção da entidade. “Aos familiares e amigos, a OAB Paraná presta condolências pela tão precoce perda.”
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