Apesar de representarem a grande maioria da força de trabalho na saúde suplementar, as mulheres ainda ocupam poucos cargos de gestão. Diante desse cenário, promover o empoderamento feminino é fundamental para garantir representatividade e protagonismo corporativo.
A sustentação é de Danielle Feitosa, diretora da CNSaúde Mulher, setor da Confederação Nacional da Saúde voltado ao fortalecimento de lideranças femininas na área. A dirigente falou à revista eletrônica Consultor Jurídico durante o lançamento do Anuário da Saúde Suplementar 2026, no mês passado.
Danielle Feitosa, diretora Nacional da CNSaúde Mulher, no lançamento do Anuário da Justiça
A executiva destacou as ações criadas para incentivar a ascensão profissional no setor. Ela citou o lançamento do Selo CN Saúde Mulher, um reconhecimento às empresas que valorizam as profissionais tanto no empreendedorismo quanto na área de gestão. Ela também mencionou o livro “Mulheres na Saúde Suplementar”, que conta a trajetória de trabalhadoras que se destacaram no setor.
Segundo Feitosa, os dados estatísticos evidenciam a necessidade de transformar a estrutura empresarial atual, já que a atuação feminina ainda está muito restrita às bases operacionais.
“Nós sabemos que 76% das mulheres da saúde são ali de cargos mais, digamos assim, mais de chão de fábrica e a nossa intenção é que essas mulheres possam se empoderar e buscarem em novos cargos e até empreender na nossa área”, explicou.
Para a dirigente, a estruturação de novos projetos ajuda a dar visibilidade institucional, rompendo barreiras para que as profissionais alcancem espaços de decisão.
“Nossa intenção como confederação é trabalhar o empoderamento feminino e buscar essa voz e vez para as mulheres, não só na saúde, mas em todas as áreas da economia”, conclui.
Clique aqui para ver a entrevista ou assista ao vivo:
Seja o primeiro a comentar.
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login