Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (25/6), o Tribunal Superior de Justiça Eleitoral do Paraguai reconheceu Federico Franco como legítimo presidente do país e destacou que o ex-presidente Fernando Lugo “aceitou publicamente submeter-se ao julgamento político” que resultou na sua destituição. A corte descartou também a possibilidade de antecipar as eleições presidenciais, previstas para abril do ano que vem.
Além de enfrentar pressões externas, Franco — eleito vice-presidente de Lugo em 2008 — tem o desafio de articular as alianças políticas em ano eleitoral. No dia 9 de dezembro, os partidos terão eleições internas para definir seus candidatos à presidência do Paraguai.
“Por trás desta crise, que levou à destituição de Lugo e sua substituição por Franco, está a disputa pelos recursos para financiar a campanha”, afirmou à Agência Brasil o analista político Euclides Azevedo.
Franco pertence à Frente Liberal Radical Autêntica, a segunda força política no Paraguai, depois do Partido Colorado. “Fora do poder, Lugo terá muita dificuldade em eleger um candidato”, disse Azevedo. Com informações da Agência Brasil.
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