Liderança latino-americana nos rankings de combate à corrupção, o Chile quer conhecer o modelo brasileiro de financiamento de partidos políticos e fiscalização das contas eleitorais. O ministro Dias Toffoli, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, foi convidado para apresentar a experiência brasileira e as tendências envolvendo a reforma política. Ele fala na próxima terça-feira (31/3) a um conselho criado pela presidente Michelle Bachelet para tomar medidas institucionais que regulem a influência do poder econômico na política, tanto no âmbito público quando nos negócios privados.
Recomendo que o Ministro vá de avião até a Argentina, depois conclua a viagem de carro. Isso porque, quando ele entrar no espaço aéreo chileno nós termos um choque entre dois mundos. De um lado ele, Dias Toffoli, nomeado de forma puramente política pelo Partidos dos Trabalhadores, representando todo o atraso possível e imaginável, o primitivismo completo das instituições tupiniquins. De outro, o Chile com sua exitosa reforma no sistema de justiça, que se adiantou em exterminar por completo qualquer coisa que envolva nomeação de juízes por interesses partidários. É bem provável se gerar algum campo eletromagnético no momento do contato entre mundos tão diversos, desestabilizando a aeronave.
Os ministros do STF estão abarrotados de processos para julgarem, uns demoram até 10 anos ou mais para serem julgados.
Pergunta-se: Não seria mais útil para a justiça os ministros permanecerem no STF julgando ao invés de viajarem para fora do Brasil?
Deve-se dizer qualquer utopia, pois aqui os bandalhos petistas não fizeram qualquer reforma que possa intitular de alvissareira, ao revés, temos noticias que demonstram que a politica, economia, saúde, inventadas pela corja não passam de falcatrua mal resolvidas, que não fossem as nomeações suspeitosas e partidárias os rumos da decisões do pretório não seriam tão exitosas aos malandros plantonistas. Aliás, nós é que deveríamos convidar ministros chilenos para que nos ensinassem como funcionam, muito bem, o sistema de previdência daquela nação, que, aliás, pois fim ao caudilhamento que aqui teima em continuar dando as cartas. Temos um Carlos magno, que ao revés do Franco tem deixado muitos herdeiros diretos.
Que moral tem Dias Tofoli discursar a estrangeiros sobre "financiamento de partidos". Além de ter sido nomeado ministro do STF pelos seus cupinchas do PTralhas, ainda vai falar de um sistema dominado pela corrupção. Belo exemplo a ser dados aos nossos ermanos chilenos. Estes, sim, exemplo de povo ordeiro e progressistas.
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