Ao reunir-se com a diretoria do Conselho-Geral da Advocacia Espanhola nesta terça-feira (19/1), o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, ouviu do colega espanhol Carlos Carnicer que “a OAB deve liderar a advocacia no mundo, porque é a entidade que melhor defende os direitos dos cidadãos e, portanto, dos advogados”.
No encontro, as entidades acertaram iniciativas para proteção das garantias fundamentais para a preservação do Estado de Direito. A OAB também entregou o Prêmio Raymundo Faoro de Mérito da Advocacia à entidade espanhola.
A grande massa de advogados prestando desesperadamente qualquer concurso público, até de nível fundamental, é sinal de uma boa defesa dos advogados pela OAB?
Pior do que deixar os advogados jogados às traças, é essa mentira que propagam ao redor do mundo, afirmando que essa OAB é uma instituição séria. Quando as entidades da advocacia vão perceber isso e começar a dizer verdades e não piadas como a dita pelo tal advogado espanhol.
Pior do que deixar os advogados jogados às traças, é essa mentira que propagam ao redor do mundo, afirmando que essa OAB é uma instituição séria. Quando as entidades da advocacia vão perceber isso e começar a dizer verdades e não piadas como a dita pelo tal advogado espanhol.
Só mesmo alguém proveniente de outro país que não faz ideia da nossa realidade para passar esse vexame. Pobre homem.
Os brasileiros deveriam ficar orgulhosos de um órgão de tamanha credibilidade internacional. Infelizmente, os vira-latas tem sempre algo para falar de mal.
Só espanhol para ter uma opinião desta.....Manda ele vir pra cá tentar exercer a advocacia, garanto que muda de opinião em um piscar de olhos
O problema da Ordem dos Advogados não é a Ordem, mas os próprios advogados.
A atuação do advogado é dependente de agentes externos ao seu agir. A sua formação escolar continua sendo positivista, e acredita que as leis mudarão o mundo e não consegue entender que este é que influencia o arcabouço normativo.
O jurista Roberto A. R. Aguiar diz que o advogado preconiza a neutralidade, a equidistância, o combate à metafísica (que constitui uma nova metafísica), a busca de uma ciência com objeto e método são características dessa corrente.
O referido pensador aponta que o generalismo da formação, a ambiguidade de valores e a estreiteza do textualismo desembocaram na superficialidade. Os trabalhos jurídicos tendem a ser genéricos no fundamento e detalhistas no âmbito normativo. Acrescenta que os advogados integram uma categoria alienada, visto que, apesar de as condições de trabalho se revelarem adversas para a categoria dos advogados, ela não se mobiliza com tanta facilidade, pois as marcas individualistas e voluntaristas são difíceis de se remover. Assim, a categoria dos advogados corre o risco de alhear-se de si mesma, não conseguindo articular uma consciência para si, mesmo em condições objetivas propícias.
"Vive o causídico contradições e paradoxos que dificultam o enfrentamento profissional do mundo. Grande parte dos advogados é pobre, mas tem de viver segundo padrões materiais e sociais consentâneos com a imagem que os advogados pensam que a sociedade tem deles. Esse problema pode gerar vidas difíceis e tensas, sempre esperando que uma grande causa venha iluminar suas vidas e decretar sua aposentadoria gloriosa(in "A Crise da Advocacia no Brasil, p. 136/137; 139-140).
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login