O maior índice de aprovação entre os alunos que prestaram o exame da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal foi obtido pela Escola de Direito do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP. A instituição alcançou o índice de 65% de aprovação, superando pela primeira vez a UnB (Universidade de Brasília), que registrou 60%.
Peço vênia para comentar negativamente a notícia acima, tentando fazê-la corresponder à realidade: outras fontes estão dizendo que os dois primeiros lugares em número de alunos aprovados nesse mais recente Exame de Ordem teriam sido da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (onde dou aula) e do Curso de Direito do IBMEC/MG. É claro que poder-se-ia alegar que a reportagem/notícia focou apenas o Distrito Federal, mas como não se explicitou essa particularidade, há um induzimento ao erro na interpretação.
O mérito da aprovação no exame da OAB não é da faculdade e sim dos formandos.
e a vantagem da aprovação no Exame da OAB é que fica desempregado e pagando as anuidades que geram mordomias para os advogados donos da OAB.........................
e a vantagem da aprovação no Exame da OAB é que fica desempregado e pagando as anuidades que geram mordomias para os advogados donos da OAB.........................
Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista .
Onde está responsabilidade social da OAB? Se para ser Ministro do Egrégio STF não precisa ser advogado, basta o cidadão ter mais de 35 anos e menos de 65 anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada (art. 101 CF)? Se para ocupar vagas nos Tribunais Superiores OAB se utiliza de listas de apadrinhados? Via o Quinto dos apadrinhados? Por quê para ser advogado o bacharel tem que passar por essa cruel humilhação e terrorismo? OAB deveria se espelhar no exemplo do CIEE. Enquanto o Centro de Integração Empresa Escola – CIEE com meio século de atividade, se orgulha dos números que coleciona, ou seja 13 milhões de jovens encaminhados para o mercado de trabalho, dando-lhes cidadania, gerando emprego e renda, a retrógrada OAB, na contramão da história, comemora o inverso, com seu exame caça-níqueis, triturando sonhos e diplomas de jovens e idosos, gerando fome, desemprego depressão, síndrome do pânico, síndrome de Estocolmo e outras comorbidades diagnósticas, causando incomensuráveis prejuízos ao país com esse contingentes de milhares de bacharéis em direito (advogados), desempregados, e ainda acha que que está contribuindo para o belo quadro social. Existem alternativas inteligentes e humanitárias: tipo estágio supervisionado, residência jurídica, etc.. Nos idos da minha infância na terra do saudoso conterrâneo e colega jurista, Ruy Barbosa, aprendi que “A bove majore discit arare minor” (O boi mais velho ensina o mais novo a arar). Vamos parar e pregar o medo o terror e a mentira. Fim dessa excrescência, significa mais emprego mais renda, mais cidadania e maior respeito ao primado do trabalho, aos direitos humanos. Qual o real destino de quase R$ 1,0 bilhão de reais tosquiados dos bels?
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