
Atos ocorrerão nesta quarta-feira
A Associação Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a Associação Nacional dos Procuradores e das Procuradoras do Trabalho (ANPT) e a Associação Brasileira da Advocacia Trabalhista (Abrat) promovem a Mobilização Nacional em Defesa da Competência da Justiça do Trabalho.
O movimento, marcado para esta quarta-feira (7/5), é motivado pela decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, de suspender todos os processos no país que discutem a legalidade da pejotização nas relações de trabalho.
As três entidades produziram uma nota técnica que vem sendo compartilhada com autoridades dos três poderes. O texto defende que a paralisação dos processos que discutem a pejotização prejudica o acesso à Justiça Trabalhista.
Também participarão da mobilização a seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP); o Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp); a Associação dos Advogados de São Paulo (Aasp); a Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo (AATSP); a Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 2ª Região (Amatra-2); e o Sindicato dos Servidores da Justiça do Trabalho (Sinjutra).
Em São Paulo, o ato ocorrerá no Fórum Trabalhista Ruy Barbosa, na Barra Funda, a partir das 12h. Eventos similares serão promovidos em diversas outras capitais brasileiras, como Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre e Curitiba.
A luz do meu conhecimento , a estrutura da Justiça do Trabalho
deve ser mantida ,ela é imprencidível para dirimir todos os atos entre trabalhadores e,empregadores sem nescessidade de uma convergência e intromissão de outros, a não ser quando invocados .É de suma importância desde sua criação e não deve ter modificações em sentido algum. Deve ter uma razão maior que essa atitude fora do comum e,do Estado de Direito Democrático.A CLT sempre foi justa em resolver os conflitos portanto ha de ser mantida .
Se toda justiça brasileira fosse como justiça do trabalho, muitas pessoas não morreriam sem ver justiça !
Pejotizaçao jamais poderia ser julgada por Gilmar Mendes, por ser sócio de empresa de ensino, vai julgar em causa própria, não quer que os professores ou prestadores de serviço tenham direito de acionar o instituto seu na justiça trabalhista! Suspeição cristalina! Brasilllllllll
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