“A Polícia Federal agiu na mão grande. No arrepio da lei”. Assim o conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil por São Paulo, Alberto Zacharias Toron, classificou a ação da PF no caso do norte-americano Jesse James Hollywood, o mais jovem entre os criminosos procurados pelo FBI.
Jesse James foi preso pela Interpol no último dia 9 em Saquarema, no Rio de Janeiro. Ele era procurado desde agosto de 2000 por assassinato e seqüestro e, segundo Toron, deixou o país sem que tivesse sido instalado pela Justiça brasileira o devido processo de extradição.
A declaração de Toron é parte de seu voto preliminar como relator da matéria, apresentado nesta segunda-feira (14/3) durante reunião do Conselho Federal da OAB. Após a leitura do voto, os conselheiros optaram por converter a matéria em diligência e solicitar à Justiça e à Polícia Federal informações oficiais sobre o procedimento utilizado para permitir que o criminoso norte-americano deixasse o Brasil.
A Polícia Federal brasileira determinou a deportação de Jesse James para os Estados Unidos depois de obter uma autorização judicial sob a justificativa de que o americano estava “em situação irregular no Brasil, sem documento necessário para ingresso em território nacional”. Em seu voto, que voltará a ser apreciado pelo plenário da OAB, Toron critica a ação da Polícia Federal, afirmando que houve uma “burla de etiqueta”.
“A pretexto de se realizar uma deportação rápida, deixou-se de lado o procedimento legal da extradição, o que não podemos aceitar”, afirmou o criminalista. Segundo ele, a deportação de Jesse James sem um pedido oficial do governo dos Estados Unidos de instalação do processo de extradição feriu a legislação brasileira.
Jesse James, de 25 anos, era procurado pelo FBI. Em 6 de agosto de 2000, ele e quatro cúmplices seqüestraram e mataram Nicholas Markowitz, de 15 anos. Eles pretendiam obrigar o irmão adotivo de Nicholas, Benjamin, a saldar uma dívida de mais de US$ 1,5 mil. A dívida seria referente ao tráfico de drogas.
Um dos integrantes da gangue, acusado do mesmo crime, foi condenado à morte. Jesse James era o único dos cinco envolvidos no assassinato que ainda não havia sido preso. Ele pode ser condenado à pena de morte, vigente na Califórnia.
"Que a punição convenha ao crime."
Aproveito o espaço para lembrar do meu saudoso amigo Francisco Balthazar, que tão bem conduziu a federal aqui em São Paulo.
No mais, salientar o talento do Alberto Toron é medida repetitiva e que não traz nenhuma novidade, já que fato público e notório.
Igualmente público e notório que a federal avança, avança e avança desmedidamente. Em breve os subalternos vão entrar em uma "fria" por cumprirem ordens superiores de vanguarda, repetindo mais uma vez a tragédia: o "pepino" sempre sobra para o mais fraco, ou para o imbecíl que cumpre ordem ilegal. Exemplos temos às pencas. A chefia leva a fama e o "bucha de canhão" um chute nos fundilhos (mais sindicância, P.A. e rua - com os coleguinhas lhe virando as costas).
Ei Balthazar! apareça no sítio para uma cavalgada.
é...talvez a extradição tenha sido precipitada. Uma pequena temporada desse suposto fascínora nas nossas prisões teria feito muito bem para ele...
Hambbuzad hanzjuf amnegaf aira habakaha airel airirm eoitric homenmedh.
Ora, ora, ora, qual a surpresa da vassalagem da Polícia Federal aos gringos? É público e notório que a PF é comandada pelos americanos (cia, fbi).
Direitos , direitos Ora bolas e os Cidadãos direitos como ficam ?
tomara que jesse james leve uma agulhada
Chega de bigss por aqui.
depois vão ficar reclamando que americanos sempre mostram em seu filmes que brasil é o paraíso de bandidos.
Também estou torcendo para que o governo da INDONESIA jogue a carta do excelentíssimo senhor presidente LULA no lixo e mande o nosso lixo para o inferno.
Não vou torcer para que jesse james fique pór aqui e prepare uma das suas no brasil nem mesmo que a suposta vitima seja um filho/filha de defensor dos direitos dos desumanos.
Um abraço de realismo a todos.
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