A Frente Parlamentar Pelo Direito da Legítima Defesa não está de acordo com o apoio da Organização Não Governamental Viva Rio à frente Por um Brasil Sem Armas.
A frente que defende o “não” à proibição do comércio de armas e munições no país entrou nesta terça-feira (30/8) com Representação no Tribunal Superior Eleitoral contra o apoio da ONG, que estaria organizando e participando de vários eventos pela campanha da frente Por um Brasil Sem Armas para o referendo de 23 de outubro. A representação será julgada pelo ministro José Delgado. As informações são do TSE.
Para os advogados da frente “Pelo Direito da Legítima Defesa” o apoio da ONG Viva Rio à campanha pelo “sim” gera desigualdade de oportunidades, bem como o abuso de poder econômico e o desequilíbrio entre as duas frentes parlamentares que participam da campanha do referendo.
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Inacreditável, até empresa em "RECUPERAÇÃO JUDICIAL" está interessada em financiamento de campanha do referendo. Na campanha do referendo, parlamentares terão exposiçãO privilegiada na mídia - o que mais? Não admira o empenho também de ONGS.
Ao invés de continuar com essa campanha absurda para ligar as ARMAS LEGAIS com o índice de crimes, a ONG Viva Rio deveria concentrar suas ações no combate e prevenção ao consumo de drogas, crime que alimenta o tráfico e consequentemente a violência, pois motiva a maioria absoluta dos crimes.
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