Atendendo a pedidos dos bacharéis em Direito que estão prestando o Exame da Ordem, a seccional paulista da OAB propôs ao Conselho Federal da entidade que permita ao candidato aprovado na primeira fase das provas que faça apenas a segunda fase da edição seguinte do Exame em que foi reprovado.
“Atualmente, o candidato reprovado pode repetir o Exame, mas não é dispensado de qualquer uma das provas. Dessa forma, estaremos sendo mais justos com os bacharéis, sem abandonar o critério de seriedade que sempre norteou o Exame de Ordem”, afirma o presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D´Urso.
No próximo domingo (22/1), será primeira fase do 128º Exame de Ordem da OAB-SP. Na capital paulista, as provas serão aplicadas na Unip e Uninove, unidades da rua Vergueiro, no Centro. O Exame de Ordem é requisito obrigatório para o exercício da profissão de advogado e é destinado aos bacharéis de Direito que tenham concluído a graduação. Ao todo 28,3 mil candidatos farão o Exame, o segundo maior número de inscritos em um Exame de OAB-SP. São 10,4 mil na capital e 17,9 mil no interior, distribuídos por 27 cidades.
No dia 5 de dezembro passado, o Conselho Federal da OAB editou o Provimento 109, que define algumas novas diretrizes. Entre outras questões, aumentou para cinco o número de perguntas objetivas da prova prático-profissional (segunda fase). “Em São Paulo, serão mantidas quatro questões, porque o edital do Exame 128 já tinha sido publicado quando saiu o provimento. No próximo Exame, a nova diretriz estará implantada”, explica D’Urso.
A prova da primeira fase do Exame de Ordem é objetiva, com 100 questões de múltipla escolha com quatro opções cada. A segunda prova é prático-profissional, feita apenas pelos aprovados na primeira fase e tem redação de peça profissional e quatro questões práticas. Serão considerados habilitados para a segunda fase os candidatos que acertarem metade das questões na primeira fase. A segunda fase do Exame 128 será feita no dia 19 de fevereiro.
Confira quantos candidatos prestarão o exame em cada cidade
| Cidade de Prova | Candidatos | |
| 1 | Americana | 289 |
| 2 | Araçatuba | 609 |
| 3 | Araraquara | 373 |
| 4 | Barretos | 218 |
| 5 | Bauru | 934 |
| 6 | Bragança Paulista | 299 |
| 7 | Campinas | 1494 |
| 8 | Espírito Santo Do Pinhal | 162 |
| 9 | Franca | 422 |
| 10 | Guarulhos | 864 |
| 11 | Itapetininga | 201 |
| 12 | Jundiaí | 416 |
| 13 | Marília | 598 |
| 14 | Mogi das Cruzes | 672 |
| 15 | Osasco | 1129 |
| 16 | Piracicaba | 567 |
| 17 | Presidente Prudente | 672 |
| 18 | Ribeirão Preto | 817 |
| 19 | Santos | 1334 |
| 20 | São Caetano do Sul | 1617 |
| 21 | São Carlos | 274 |
| 22 | São João da Boa Vista | 260 |
| 23 | São José do Rio Preto | 1302 |
| 24 | São José dos Campos | 686 |
| 25 | São Paulo – Capital | 10378 |
| 26 | Sorocaba | 878 |
| 27 | Taubaté | 590 |
| 28 | Tupã | 267 |
Eu sou advogado após prestar o exame da OAB. Na época, quem passava na primeira fase e era reprovado na segunda fase, era obrigado a fazer tudo novamente, isto é, a primeira e a segunda fases. Foi exatamente isso que ocorreu comigo. Na segunda vez que eu prestei o exame, eu passei na primeira fase e depois passei na segunda fase. Não tem segredo: basta estudar um pouco! Agora vem a OAB e deixa um exame, que já era tão fácil quanto tirar pirulito da boca de uma criança, e o deixa mais fácil ainda, facilitando que um exército de despreparados despenquem sobre a sociedade todo semestre. Realmente, a nossa profissão de advocacia de há muito já perdeu qualquer importância, virando uma verdadeira zona, entrando qualquer um (OBS: Notícias de jornal nos informam que o Cristian, aquele que foi co-autor do assassinato do casal Ricthofen quer ser advogado, pois fique sabendo ele que agora ficou bem mais fácil - já era fácil - passar no exame da OAB
Eu sou advogado após prestar o exame da OAB. Na época, quem passava na primeira fase e era reprovado na segunda fase, era obrigado a fazer tudo novamente, isto é, a primeira e a segunda fases. Foi exatamente isso que ocorreu comigo. Na segunda vez que eu prestei o exame, eu passei na primeira fase e depois passei na segunda fase. Não tem segredo: basta estudar um pouco! Agora vem a OAB e deixa um exame, que já era tão fácil quanto tirar pirulito da boca de uma criança, e o deixa mais fácil ainda, facilitando que um exército de despreparados despenquem sobre a sociedade todo semestre. Realmente, a nossa profissão de advocacia de há muito já perdeu qualquer importância, virando uma verdadeira zona, entrando qualquer um (OBS: Notícias de jornal nos informam que o Cristian, aquele que foi co-autor do assassinato do casal Ricthofen quer ser advogado, pois fique sabendo ele que agora ficou bem mais fácil - já era fácil - passar no exame da OAB
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Oi Son 33
Se fosse tão facil passar no Exame de Ordem como você proprio diz, por que o Dr. não conseguiu passar na 2ª fase quando prestou o Exame pela primeira vez ? Deixar de ser convencido e também passar a imagem de que o Exame de Ordem é facil e simples, pois todos os acadêmicos e bachareis em Direito sabem que nesses últimos anos, o Exame de Ordem ficou muito mais dificil do que os anteriores. Tive a curiosidade de ver os Exames de Ordem antigos, fiquei espantado pela facilidade o objetividade das questões, comparado aos aplicados nos dias de hoje, portanto, não fique se vangloriando por ter passado no Exame de rdem, pois provavelmente você Dr. deve ter feito esses exames daquela época que não podem ser comparados com os de hoje,sendo que, os atuais tem como o proposito evitar que venham ao mercado mais Advogados nessa área tão saturada que é a Advocacia. Se hoje as pessoas procuram cursos juridicos para se tornarem advogados e porque os proprios advogados, no caso, os mais antigos sempre envaideceram a classe dos advogados, criando uma imagem de homens sabios de bastante cultura " e realmente são " Agora esses advogados não podem reclamar dessa epidemia de bachareis em direito, pois foram vocês próprios que criaram essa imagem dos advogados como pessoas de grande inteligencia e cultura, agora, fazendo as pessoas ficarem encantadas com essa profissão, indo elas procurarem e buscarem os cursos de Graduação em Direito. Agora ficou bem claro, não é Dr.
Meu Caro Dr. "SON 33 ( CRIMINAL) :
Não se preocupe com a "INCOMPETÊNCIA" dos "neófitos" que tentam adentrar o mercado de trabalho, mediante a OAB que, em vez de ( como único Órgão da Classe), apoir aqueles que se formaram em Direito, criam-lhes óbices inconstitucionais,injustificáveis e sem precedentes na hístória , porque, hipocritamente, os
consideram "incapazes" , mas, na verdade têm medo da capacidade deles de , eventualmente, lhes subtrair a sua clientela .
O pior e mais irônico de tudo isto, é que, aqueles que mandam e dominam a OAB, não só nunca fizeram o Exame, como jamais passariam no exame que eles impõem aos novatos .
O que é mais lamentável, é que tudo isto ocorre dentro duma Instituição e de uma Classe que, antes de tudo, deveria saber e defender que todos têm direito ao trabalho. E este direiro é mais antigo do que a OAB .
Quanto à "incompetência" que o Dr. se refere, permita que as pessoas sejam acusadas e condenadas, apenas, depois de cometerem erros e não "ad limina" ,pela presunção daqueles que "muito competentes" (incoerentemente) temem a concorrência dos "despreparados" .
Com certeza, o Dr. sabe que é o exercício da atividade que aprimora ,assegura capacidade, e aumenta a competência dos atuantes .
Afinal, no princípio, quando ainda não havia a advocacia , todos eram "lavradores", todos trabalhavam nos campos, pois era o único meio de vida : "comerás o pão pelo suor do teu rosto" . - Naquele tempo não havia restrições no "mercado de trabalho". Muito pelo contrário, havia a "obrigação" de trabalhar .
Entretanto, naquele tempo com hoje, aqueles que estiverem mais preparados e melhor direcionados, haverão de colher muito mais frutos .
Meu Deus, quanta indignação em razão de algumas linhas. Vocês deveriam usar toda essa energia para fazer algo extremamente simples: ESTUDEM! Essa ojeriza ao estudo é típica de nosso país, no qual seu mais alto mandatário orgulha-se de dizer que tem preguiça de ler, dizendo mais precisamente quando precisa ler alguma coisa é acometido de uma "preguiça desgramada". Cada país tem o povo que merece.
Meu Deus, quanta indignação em razão de algumas linhas. Vocês deveriam usar toda essa energia para fazer algo extremamente simples: ESTUDEM! Essa ojeriza ao estudo é típica de nosso país, no qual seu mais alto mandatário orgulha-se de dizer que tem preguiça de ler, dizendo mais precisamente quando precisa ler alguma coisa é acometido de uma "preguiça desgramada". Cada país tem o povo que merece.
Meu Deus, quanta indignação em razão de algumas linhas. Vocês deveriam usar toda essa energia para fazer algo extremamente simples: ESTUDEM! Essa ojeriza ao estudo é típica de nosso país, no qual seu mais alto mandatário orgulha-se de dizer que tem preguiça de ler, dizendo mais precisamente quando precisa ler alguma coisa é acometido de uma "preguiça desgramada". Cada país tem o povo que merece.
Meu Deus, quanta indignação em razão de algumas linhas. Vocês deveriam usar toda essa energia para fazer algo extremamente simples: ESTUDEM! Essa ojeriza ao estudo é típica de nosso país, no qual seu mais alto mandatário orgulha-se de dizer que tem preguiça de ler, dizendo mais precisamente quando precisa ler alguma coisa é acometido de uma "preguiça desgramada". Cada país tem o povo que merece.
Meu Deus, quanta indignação em razão de algumas linhas. Vocês deveriam usar toda essa energia para fazer algo extremamente simples: ESTUDEM! Essa ojeriza ao estudo é típica de nosso país, no qual seu mais alto mandatário orgulha-se de dizer que tem preguiça de ler, dizendo mais precisamente quando precisa ler alguma coisa é acometido de uma "preguiça desgramada". Cada país tem o povo que merece.
Meu Deus, quanta indignação em razão de algumas linhas. Vocês deveriam usar toda essa energia para fazer algo extremamente simples: ESTUDEM! Essa ojeriza ao estudo é típica de nosso país, no qual seu mais alto mandatário orgulha-se de dizer que tem preguiça de ler, dizendo mais precisamente quando precisa ler alguma coisa é acometido de uma "preguiça desgramada". Cada país tem o povo que merece.
Meu Deus, quanta indignação em razão de algumas linhas. Vocês deveriam usar toda essa energia para fazer algo extremamente simples: ESTUDEM! Essa ojeriza ao estudo é típica de nosso país, no qual seu mais alto mandatário orgulha-se de dizer que tem preguiça de ler, dizendo mais precisamente quando precisa ler alguma coisa é acometido de uma "preguiça desgramada". Cada país tem o povo que merece.
Meu Deus, quanta indignação em razão de algumas linhas. Vocês deveriam usar toda essa energia para fazer algo extremamente simples: ESTUDEM! Essa ojeriza ao estudo é típica de nosso país, no qual seu mais alto mandatário orgulha-se de dizer que tem preguiça de ler, dizendo mais precisamente quando precisa ler alguma coisa é acometido de uma "preguiça desgramada". Cada país tem o povo que merece.
INSISTO : NÃO TEMA OS OS PREGUIÇOSOS, DESPREPARADOS E INCOMPETENTES.
AFINAL, QUE MAL ESTES "POBRES DIABOS" PODERÃO LHE FAZER ?
Oi Son 33
Alguns Comentários:
A Lei nº 8.906/94, no seu art. 87, revogou tanto a Lei nº 4215/63 quanto a Lei nº 5.842/72, que disciplinavam respectivamente o estagio profissional de advocacia e o estagio de pratica forense e organização judiciária, ambos facultativos para os alunos/discentes e para as instituições de ensino, e ambos dispensando o Exame de Ordem.
Os dois estágios tinham como objetiva exclusivamente a formação profissional para a advocacia.
Não era por acaso que a OAB interferia fortemente no desenvolvimento dos estágios , regulando-os em provimento para que pudessem ser aceitos como titulo de dispensa do Exame de Ordem.
Também não era por acaso que o conflito latente instalava-se no relacionamento da OAB com as instituições de ensino. Apesar de todo o esforço, e de experiências isoladas bem-sucedidas, o estágio de advocacia, em todas as suas modalidades, redundou em fracasso continuado. Com as exceções de sempre, as escolas patrocinavam verdadeiros simulacros de estágios, resumindo-se a vagas noções de pratica processual, em salas de aula.
A OAB reduziu sua fiscalização à participação de seus representantes nos exames finais do estágio ou à assinatura deles nos respectivos certificados, sendo que, estes certificados eram utilizados para se inscrever nos quadros da OAB sendo dispensado do Exame de Ordem.
Hoje em dia, semelhante tipo de estagio deixou de existir sendo obrigatório prestar o Exame de Ordem para aqueles aspirantes que desejarem ter habilitação para o exercício da advocacia, caso candidatos sejam aprovados em tal Exame.
Entretanto, os cursos da Magistratura Judicial até antes da constituição de 1988, eram apenas de habilitação, ou seja, entre os aprovados o Governador escolhia os que queria (art. 144, I da CF de 1969; art. 136, I, da CF de 1967; art. 124, III, da CF de 1946; art. 103, a) , da CF de 1937; Quanto aos juízes federais sempre foram indicados livremente pelo Presidente da República até 1979, quando passaram a ser escolhidos mediante um concurso de habilitação, onde o Presidente escolheria entre os aprovados (art. 5º e 78, parágrafo 3º da LC 35/79) destacando que de 1937 a 1967 o Judiciário Federal permaneceu extinto.
De forma curiosa no Brasil o juiz LEIGO do Juizado Especial deve ser formado em Direito e ter cinco anos de experiência, um prazo maior do que para ser juiz judicial em Minas Gerais, e sem falar que na maioria dos Estados não se exige tempo de experiência.
OBS: Portanto,não vem me dizer para estudar, pois isso já faço bastante, até pesquisas venho fazendo, como por exemplo essa supra mencionada, OK Dr. Son 33, passar bem !!!!
Sem dúvida é mesmo preciso estudar bastante, nunca parar de pesquisar, mas o enunciado acima já deveria ter sido visto há muito tempo, passando na 1ª fase e não tendo que repeti-la, podemos estudar bem melhor para a 2ª fase, gostei.
Maria Helena Gonsales Ferro
Senhor A.G. Moreira
Permita-me dizer-lhe que eu não nutro nenhum temor com relação aos futuros advogados. Eu me preocupo com o mal que profissionais despreparados possam causar para a sociedade (eu como estagiário do Ministério Público presenciei inúmeras barbaridades perpetradas por advogados que se valeram daquele simulacro de estágio mencionado pelo comentarista Andre) e, nessa mesma linha de pensamento, seria ideal que outras profissões também submetessem seus integrantes a exames. No sentido do texto, o Conselho Federal de Medicina aprovou uma norma que determina que os médicos se submetam a exames de 5 em 5 anos para que possam se reciclar (pesquisas com células tronco, novos medicamentos, etc). Em outros países, como na Inglaterra, professores se submetem a exames anuais nos quais são obrigados a atingir determinada pontuação, sob pena de serem mandados embora. Quem ganharia com isso seria a SOCIEDADE.
Senhor A.G. Moreira
Permita-me dizer-lhe que eu não nutro nenhum temor com relação aos futuros advogados. Eu me preocupo com o mal que profissionais despreparados possam causar para a sociedade (eu como estagiário do Ministério Público presenciei inúmeras barbaridades perpetradas por advogados que se valeram daquele simulacro de estágio mencionado pelo comentarista Andre) e, nessa mesma linha de pensamento, seria ideal que outras profissões também submetessem seus integrantes a exames. No sentido do texto, o Conselho Federal de Medicina aprovou uma norma que determina que os médicos se submetam a exames de 5 em 5 anos para que possam se reciclar (pesquisas com células tronco, novos medicamentos, etc). Em outros países, como na Inglaterra, professores se submetem a exames anuais nos quais são obrigados a atingir determinada pontuação, sob pena de serem mandados embora. Quem ganharia com isso seria a SOCIEDADE.
Senhor A.G. Moreira
Permita-me dizer-lhe que eu não nutro nenhum temor com relação aos futuros advogados. Eu me preocupo com o mal que profissionais despreparados possam causar para a sociedade (eu como estagiário do Ministério Público presenciei inúmeras barbaridades perpetradas por advogados que se valeram daquele simulacro de estágio mencionado pelo comentarista Andre) e, nessa mesma linha de pensamento, seria ideal que outras profissões também submetessem seus integrantes a exames. No sentido do texto, o Conselho Federal de Medicina aprovou uma norma que determina que os médicos se submetam a exames de 5 em 5 anos para que possam se reciclar (pesquisas com células tronco, novos medicamentos, etc). Em outros países, como na Inglaterra, professores se submetem a exames anuais nos quais são obrigados a atingir determinada pontuação, sob pena de serem mandados embora. Quem ganharia com isso seria a SOCIEDADE.
Senhor A.G. Moreira
Permita-me dizer-lhe que eu não nutro nenhum temor com relação aos futuros advogados. Eu me preocupo com o mal que profissionais despreparados possam causar para a sociedade (eu como estagiário do Ministério Público presenciei inúmeras barbaridades perpetradas por advogados que se valeram daquele simulacro de estágio mencionado pelo comentarista Andre) e, nessa mesma linha de pensamento, seria ideal que outras profissões também submetessem seus integrantes a exames. No sentido do texto, o Conselho Federal de Medicina aprovou uma norma que determina que os médicos se submetam a exames de 5 em 5 anos para que possam se reciclar (pesquisas com células tronco, novos medicamentos, etc). Em outros países, como na Inglaterra, professores se submetem a exames anuais nos quais são obrigados a atingir determinada pontuação, sob pena de serem mandados embora. Quem ganharia com isso seria a SOCIEDADE.
Senhor A.G. Moreira
Permita-me dizer-lhe que eu não nutro nenhum temor com relação aos futuros advogados. Eu me preocupo com o mal que profissionais despreparados possam causar para a sociedade (eu como estagiário do Ministério Público presenciei inúmeras barbaridades perpetradas por advogados que se valeram daquele simulacro de estágio mencionado pelo comentarista Andre) e, nessa mesma linha de pensamento, seria ideal que outras profissões também submetessem seus integrantes a exames. No sentido do texto, o Conselho Federal de Medicina aprovou uma norma que determina que os médicos se submetam a exames de 5 em 5 anos para que possam se reciclar (pesquisas com células tronco, novos medicamentos, etc). Em outros países, como na Inglaterra, professores se submetem a exames anuais nos quais são obrigados a atingir determinada pontuação, sob pena de serem mandados embora. Quem ganharia com isso seria a SOCIEDADE.
Senhor A.G. Moreira
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Senhor A.G. Moreira
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Senhor A.G. Moreira
Permita-me dizer-lhe que eu não nutro nenhum temor com relação aos futuros advogados. Eu me preocupo com o mal que profissionais despreparados possam causar para a sociedade (eu como estagiário do Ministério Público presenciei inúmeras barbaridades perpetradas por advogados que se valeram daquele simulacro de estágio mencionado pelo comentarista Andre) e, nessa mesma linha de pensamento, seria ideal que outras profissões também submetessem seus integrantes a exames. No sentido do texto, o Conselho Federal de Medicina aprovou uma norma que determina que os médicos se submetam a exames de 5 em 5 anos para que possam se reciclar (pesquisas com células tronco, novos medicamentos, etc). Em outros países, como na Inglaterra, professores se submetem a exames anuais nos quais são obrigados a atingir determinada pontuação, sob pena de serem mandados embora. Quem ganharia com isso seria a SOCIEDADE.
Oi Dr. Son 33
Fiquei feliz por essa idéia que espero que seja aprovado pelo Conselho Federal, pois é errado submeter novamente o aspirante a advogado a fazer outra vez o Exame da 1ª fase, quando este não conseguia passar pelo 2ª fase.
Aliás, essa medida vem a trazer mais justiça aos bachareis em direito sem comprometer a seriedade do Exame de Ordem.
Essa medida, caso seja aprovada, não compromete a categoria, pois se o aspirante consegue passar pela 1ª fase, e posteriormente não e aprovado na 2ª fase, por que ele tem que fazer novamente a 1ª fase novamente ?
Pra mim é totalmente desnecessário repetir a 1ª fase novamente, pois se o aspirante conseguiu passar pela 1ª fase em exame anterior, o mesmo já conseguiu provar seu conhecimento, não sendo necessário novamente provar-lhe novamente. Submeter outra vez o aspirante ao exame de 1ª fase cria um martírio ao mesmo e desnecessário, podendo até criar dificuldades psicologicas para o aspirante no momento que ele estiver fazendo o Exame, pois ele já ter sido reprovado anteriormente, e passar por tudo isso de novo, vem acriar uma barreira psicologica no aspirante a carreira de advogado
Veja você mesmo o comentário do presidente da OAB-SP
"O exame não estabelece um número máximo de aprovados, já que não oferece vagas, mas avalia "se o bacharel reúne condições profissionais mínimas para atuar", segundo D'Urso.
Não existe numero limitados de vagas, é só provar que tem as condições/conhecimento para o exercicio da profissão e pronto.
Portanto, caso o bacharel/aspirante que consiga obter aprovação na 1ª fase, o mesmo não precisa passar por ela de novo, pelo simples fato que o mesmo já provou sua capacidade de conhecimento, não sendo necessário provar ela de novo.
Caso seja necessário provar a todo momento a capacidade de conhecimento do bacharel, porque não fazemos o mesmo com os advogados a cada 5 anos como comentou o Sr. Son 33 ? Você concorda com isso Dr. Para que nós possamos ver o desempenho dos advogados e VOCÊ também que estão atuando hoje em dia, teriam condições de passar pela 1ª fase do Exame de Ordem. Agora queria ver se o Dr. teria paciência em faze-lo a todo momento !!!! Duvido que o Dr. teria paciência para tanto """""
OBS. lembrar que o Exame de Ordem da 1ª fase não é o mesmo que o Dr. fez anteriormente, na verdade, esses exames de antigamente, "esses que o Dr. fez" que são de tirar pirulito de boca de criança, são esses exames de antigamente
"da sua época" que são uma moleza de tão fáceis que eram, isso o Sr. vai ter que concordar comigo, não é Dr. !!!!!
A decisão de facilitar a vida de pessoas despreparadas para ingressar na atividade advocatícia é totalmente teratológica. Não bastasse faculdades que visam apenas vender diplomas de bacharéis em Direito, a OAB mostra-se em conluiu com tal decisão. Assim for feito, o candidato aprovado em exame vestibular (Unesp, Usp, Ufscar etc)na primeira fase e reprovado na segunda, teria o mesmo direito. A única diferença: no primeiro caso, estar-se-ia colocando no mercado de trabalho profissionais incapacitados, despreparados que tão-somente irão anarquisar o Judiciário, e no segundo caso, colocar-se-ia alunos dentro das melhores universidades do país visando desenvolver sua capacidade, durante o curso, para ingressar no mercado de trabalho. A verdade é somente uma: os bacharéis em Direito não fazem o curso com seriedade; as infinitas faculdades de Direito não se preocupam em capacitar seus alunos, mas sim, em vender diploma; a OAB se mantém alheia a esses fatos e, para evitar maiores críticas à sua Instituição, quer facilitar o acesso de incompetentes ao mercado. Melhor que essa decisão, VAMOS INICIAR UM MOVIMENTO PARA ACABAR COM OS EXAMES DA ORDEM!
Por que estão querendo facilitar para os despreparados ??? Onde existe esta regra semelhante ??? Por que não fazer novamente a primeira fase de uma "prova" que não reprova ???
Quem reprova nesta "prova" reiteradamente deve para e repensar a vida !!!
Aliás, esta proposta deve ser rejeitada e aprovada a proposta de limitar a cinco o número de exames possíveis.
Se o cidadão não conseguiu ser aprovado em, pelo menos, cinco exames, é porque há algo de errado no mundo dos fatos !!!
Essa moção da OAB paulista recende o aroma demagógico e lança a suspeita de que vai estimulada por interesses eleitoreiros, dadas as eleições que ocorrerão no segundo semestre deste ano. Em si mesma, a proposta é absurda. Imagine-se se num concurso para ingresso na magistratura, estadual ou federal, no Ministério Público, ou em outro qualquer, o candidato pudesse aproveitar o resultado das fases por que já passou em exames anteriores? Seria o caos total. Esse o ilogismo prático da questão. Adite-se, que no Brasil as leis mudam a todo momento. Tome-se por exemplo o CPC, que só em 2005 sofreu profundas alterações no que respeita ao agravo de instrumento e à execução. Quanto ao primeiro, poderão ser objeto de questão da prova objetiva no próximo exame (22/01/2006), pois já em vigor. Mas não constaram dos currículos dos bacharéis que obtiveram o grau antes da primeira fase desse exame. Nem por isso se pode eximi-los de saber sobre tais matérias. Quanto às regras da execução, como entram em vigor somente em junho de 2006, só se pode exigir conhecê-las dos candidatos à advocacia no exame de agosto ou setembro de 2006. Outro exemplo, a Constituição Federal e as leis tributárias, que mudam a toda hora. O bacharel que prestou exame e foi aprovado na primeira fase, mas restou reprovado na segunda, decerto, se deseja ingressar na advocacia, deve prestar o exame novamente em todas as suas fases. Aliás, tenho sustentado que a profissão de advogado vem sofrendo um esgarçamento moral e perda de credibilidade em função do baixíssimo nível dos profissionais que saem muito despreparados das faculdades (que hoje, mais do que nunca, tornaram-se apenas um comércio, divorciado do compromisso ético com a pedagogia e o ensino responsável que contribua efetivamente para a evolução do saber e da sociedade). Por essa razão, venho sugerindo que a OAB passe a adotar média 7 ou 70 em todas as fases para aprovação no exame. Além disso, que aumente o número de questões para 130, com mais uma hora de prova, no caso da objetiva (múltipla escolha, em que a resposta está lá, bastante que o candidato saiba identificá-la, por isso que serve ao propósito de avaliar sua erudição jurídica), com 20 questões sobre a língua portuguesa (gramática pura) e 10 de lógica, essa fantástica ferramenta da razão, instrumento da inteligência, que permite lapidar o raciocínio sem se perder em argumentos evasivos, emocionais e falaciosos. Francamente, se o Conselho Federal aprovar essa proposta da Seccional paulista, estará contribuindo para o maior retrocesso da história da classe. Se, ao contrário, adotasse minhas sugestões, fortaleceria a classe dos advogados, resgataria a dignidade e a credibilidade que aos poucos escoa pelo ralo da ignomínia profissional. A par disso, pergunto: onde e como arranjar colocação profissional para essa profusão de bacharéis em direito que as faculdades jogam no mercado todos os semestres (só em São Paulo são mais de 20.000 todo ano). Não haverá emprego para tanta gente. Não haverá clientes para tantos advogados. Os honorários, que representam a remuneração pelo ofício desenvolvido, restarão cada vez mais aviltados, como reação simples da lei da oferta e da procura: havendo muitos advogados necessitando de clientes, acabarão prostituindo a "nobre" profissão, para sobreviver. Será melhor ser motorista de táxi do que advogado. Este não precisa estudar durante cinco anos numa faculdade, e continuar estudando para acompanhar o passo evolutivo do direito e das relações sociais, que são, em síntese, o objeto material último sobre o qual deve desempenhar suas habilidades profissionais. Ademais, o taxista terá uma renda maior do que o advogado. Hoje, no Rio de Janeiro, talvez também em São Paulo, um motorista de táxi ganha entre R$2,5 e R$3,0 mil reais por mês, sem nenhuma qualificação além da CNH de motorista profissional. Um advogado com menos de 10 anos de carreira não ganha isso. Sinceramente, é preciso acabar com essa mentalidade Coimbrã, que insufla a necessidade de um diploma de curso superior (a malfadada idéia do canudo debaixo do braço). O advogado, que por lei tem o privilégio do tratamento de Doutor (pronome de tratamento, que se não confunde com a láurea de doutoramento, mas que deve ser empregado em respeito à erudição ínsita à profissão que exerce, como, aliás, está previsto na lei que criou os cursos de direito no Brasil, ainda em vigor nessa parte), paulatinamente o perderá por não corresponder o seu conhecimento aos reclamos do privilégio que lhe foi outorgado em lei.
Respeito todas as opiniões aqui citadas, porém gostaria apenas de frisar uma frase que diz " o direito se aprende estudando mas se exerce pensando".
A aprovação no exame de ordem não significa que o bacharel está preparado para exercer a advocacia ou que está mais capacitado a exercê-la do que os que não passaram no exame, pois se assim fosse, não haveria advogado buscando atendimento na Defensoria Pública por não saber conduzir um processo ou fazer uma audiênicia.
Estou dizendo isto porque sou estagiário na Defensoria Pública e já atendi uma advogada lá.
Nós não podemos nos achar superiores aos outros só porque passamos num exame de ordem, pois o que vai atestar a competência e a capacidade profissional de cada um é a prática da advocacia, o dia a dia forense.
Existem pessoas(como esta que eu atendi) que são capazes para passar num exame de ordem porque conhecem muito da teoria, mas quando lidam com o direito na prática, encontram uma realidade diferente; sabem até iniciar um processo mas não sabem como conduzí-lo, qual a medida judicial apropriada a ser tomada no caso concreto, qual a medida mas eficaz de se resolver uma questão.
Sabe por que isto acontece? é porque existem diferenças entre a teoria e a prática. Na teoria o direito é lindo, mas na prática nem sempre tudo acontece do jeito que a gente espera ou da forma como a lei diz.
conhecer o direito é uma coisa, saber operá-lo é outra e não é um exame de ordem que vai atestar isto. Por isso, a meu ver, dispensar o bacharel aprovado na 1ª fase de fazê-la novamente não vai tornar ninguém despreparado ou incapacitado para o exercicio da advocacia, ainda mais que o exame de ordem não é concurso, serve apenas para verificar se o bacharel possui conhecimentos "mínimos" para o exercício da advocacia, e tambem não lhe dará estabilidade, irredutibilidade de vencimentos, foro especial e outros privilégios adquiridos por aqueles que passam nos concursos públicos, assim, não tem que seguir as mesmas regras que lhes são dispensadas.
Assim, considero que as opiniões acerca deste assunto devem ser sob-pesadas. Devemos estabelecer um ponto de equilíbrio mas nunca nos apegarmos a posições extremistas, sob pena de cairmos no vício da injustiça, e entre o direito e a justiça, deve prevalecer a segunda.
A respeito do debate que se instaurou nessa questão, alinho-me com a opinião do Sr. João Bosco Ferrara, que excele em argumentos prenhes de inteligência. Deveras, como alertou Fernandes da Silva, o fato de alguém ser aprovado no exame de ordem não significa que está plenamente capacitado para o mister da advocacia. Isso, contudo, não constitui razão suficiente para se isentar aquele que tenha sido aprovado uma vez numa fase, de prestá-la novamente. O exame de ordem é uno. As fase em que se subdivide servem ao propósito de eliminação. É como uma prova ou gincana, em que se deve cumprir uma tarefa antes de passar para a próxima. Cumprida a primeira, passa-se à segunda, e se nesta não lograr ser bem sucedido, simplesmente está fora do jogo. É assim que deve ser. Quando mais não fora, alerto para a sofisma manejado no comentário de Fernandes da Silva, que afirmou ser a prática diferente da teoria. Ora, toda teoria tem por escopo a compreensão e o controle sobre a prática. Se ambas não estão sintonizadas, isto é, se uma não está conforme a outra, então a teoria está simplesmente errada, e deve ser abandonada para, em seu lugar, construir-se outra. A prática é a última instância de confirmação de toda teoria. Sugiro que leia o livro “Como vencer um debate sem precisar ter razão”, uma tradução por Olavo de Carvalho da fantástica “Dialética Erística” de ninguém menos do que Arthur Schopenhauer, o filósofo mais realista, ao lado de Friedrich Nietzsche, que história já conheceu. Ali, poderá encontrar um desfile de argumentos falaciosos e aprender como reconhecê-los e evitá-los. Além do mais, não se pretende com o exame de ordem que o aprovado saiba tudo o que sabe um advogado experiente. O predicativo que qualifica este último porta a diferença: experiência. Mas, de modo objetivo, e não há outro meio para isso, para averiguar se o candidato à advocacia sabe o mínimo necessário para o exercício da profissão, segundo os critérios de avaliação de quem tem competência para fazê-la, a OAB, senão submetendo-o ao exame de ordem. No Brasil, é freqüente o vezo dos que não são aprovados em querer saber mais do que seus avaliadores. Alunos acham que sabem mais do que professores, bacharéis se consideram superiores aos advogados que os avaliam para o ingresso na advocacia etc. Em alguns casos isso pode até ser verdadeiro, mas certamente são tão excepcionais (o reprovado saber mais do que quem o reprovou), que não justifica alterar as regras. Finalmente, as sugestões do Sr. João Bosco Ferrara parecem sensatas e, caso sejam adotadas pela Ordem dos Advogados do Brasil, certamente contribuirão para melhorar o nível técnico e de erudição do advogado.
(a) Sérgio Niemeyer
A OAB/SP não pode vir a dar uma "ajudinha" àqueles que não passaram no segundo ato da prova para o exercício profissional.
O bacharel tem que estar minimamente apto ao exercício da advocacia a partir daquele momento em que é aprovado no exame da ordem. O Exame, embora composto de duas fases, é um só e o bacharel deve provar, a cada inscrição, a cada primeira fase, estar acostumado e atualizado com a legislação.
Vejamos, por exemplo, o caso do Novo Código Civil: Imagine um candidato que terminou a graduação e aprovado em primeira fase anterior ao NCC. Ainda que viesse a realizar a segunda fase posteriormente, estaria minimamente preparado com os conhecimentos básicos após o início de vigência do NCC?
E quanto as demais materias importantíssimas?
A sociedade e a profissão exigem do profissional advogado, legalmente, conhecimentos atualizados. Como seria aprovar ao exercício da advocacia quem não provou estar atualizado com a prova de conhecimentos sobre as matérias no momento de sua aprovação.
ADEMAIS, AQUELE CANDIDATO QUE TEVE COMPETÊNCIA PARA SER APROVADO NA PRIMEIRA FASE DE EXAME ANTERIOR, SE COMPETENTE REALMENTE FOR, COM CERTEZA SERÁ APROVADO NA PRIMEIRA FASE DO EXAME SUBSEQUENTE E OS DEMAIS SUCESSIVOS.
Lembre-se que a segunda prova visa, dentre outras coisas, verificar a capacidade prática-escrita, fundamentação básica, do bacharel.
Mas como ficaria a peça, mecânicamente decorada, sem o conhecimento técnico atualizado do candidato para o exercício da advocacia.
A OAB é classe que representa grande força nacional, fomentadora de grandes mudanças e evoluções sociais. O que a sociedade espera de um profissional advogado?
Poderemos aplicar esta proposta aos concursos para a magistratuta e ministério público? Somos todos profissionais de direito e, muitas vezes mais exigidos que juízes e promotores.
Portanto o candidato competente, aquele que se dedicou, estudou, sempre terá seu lugar entre os advogados desta nação e conseguirá, com certeza, sua aprovação e inscrição ao exercício da profissão.
Os candidados imediatistas talvez confundam a aprovação com sucesso profissional mas pouco sabem pois o verdadeiro exame profissional está por vir. Por isso deveriam pensar em ser um dos poucos que conseguiram a aprovação no exame da ordem, pois assim iniciariam sua carreira valorizados internamente.
Grande abraço a todos!
Volto a esta tribuna para parabenizar a lúcida posição do Sr. João Bosco, que escreveu exatamente aquilo que eu penso. Já com relação ao bacharel Andre Luiz, tenho que informá-lo que na ocasião do meu exame da OAB, este já era bem elaborado e exigente. Todavia, bastava estudar (e olha que esse estudo não chega nem perto do estudo necessário para se passar na magistratura, ministério público, fiscal do ICMS, etc)para passar. O resto é choro!
OBS: Como protesto, esse D'Urso não terá o meu voto nunca mais.
Volto a esta tribuna para parabenizar a lúcida posição do Sr. João Bosco, que escreveu exatamente aquilo que eu penso. Já com relação ao bacharel Andre Luiz, tenho que informá-lo que na ocasião do meu exame da OAB, este já era bem elaborado e exigente. Todavia, bastava estudar (e olha que esse estudo não chega nem perto do estudo necessário para se passar na magistratura, ministério público, fiscal do ICMS, etc)para passar. O resto é choro!
OBS: Como protesto, esse D'Urso não terá o meu voto nunca mais.
Volto a esta tribuna para parabenizar a lúcida posição do Sr. João Bosco, que escreveu exatamente aquilo que eu penso. Já com relação ao bacharel Andre Luiz, tenho que informá-lo que na ocasião do meu exame da OAB, este já era bem elaborado e exigente. Todavia, bastava estudar (e olha que esse estudo não chega nem perto do estudo necessário para se passar na magistratura, ministério público, fiscal do ICMS, etc)para passar. O resto é choro!
OBS: Como protesto, esse D'Urso não terá o meu voto nunca mais.
Volto a esta tribuna para parabenizar a lúcida posição do Sr. João Bosco, que escreveu exatamente aquilo que eu penso. Já com relação ao bacharel Andre Luiz, tenho que informá-lo que na ocasião do meu exame da OAB, este já era bem elaborado e exigente. Todavia, bastava estudar (e olha que esse estudo não chega nem perto do estudo necessário para se passar na magistratura, ministério público, fiscal do ICMS, etc)para passar. O resto é choro!
OBS: Como protesto, esse D'Urso não terá o meu voto nunca mais.
Volto a esta tribuna para parabenizar a lúcida posição do Sr. João Bosco, que escreveu exatamente aquilo que eu penso. Já com relação ao bacharel Andre Luiz, tenho que informá-lo que na ocasião do meu exame da OAB, este já era bem elaborado e exigente. Todavia, bastava estudar (e olha que esse estudo não chega nem perto do estudo necessário para se passar na magistratura, ministério público, fiscal do ICMS, etc)para passar. O resto é choro!
OBS: Como protesto, esse D'Urso não terá o meu voto nunca mais.
Volto a esta tribuna para parabenizar a lúcida posição do Sr. João Bosco, que escreveu exatamente aquilo que eu penso. Já com relação ao bacharel Andre Luiz, tenho que informá-lo que na ocasião do meu exame da OAB, este já era bem elaborado e exigente. Todavia, bastava estudar (e olha que esse estudo não chega nem perto do estudo necessário para se passar na magistratura, ministério público, fiscal do ICMS, etc)para passar. O resto é choro!
OBS: Como protesto, esse D'Urso não terá o meu voto nunca mais.
Volto a esta tribuna para parabenizar a lúcida posição do Sr. João Bosco, que escreveu exatamente aquilo que eu penso. Já com relação ao bacharel Andre Luiz, tenho que informá-lo que na ocasião do meu exame da OAB, este já era bem elaborado e exigente. Todavia, bastava estudar (e olha que esse estudo não chega nem perto do estudo necessário para se passar na magistratura, ministério público, fiscal do ICMS, etc)para passar. O resto é choro!
OBS: Como protesto, esse D'Urso não terá o meu voto nunca mais.
Volto a esta tribuna para parabenizar a lúcida posição do Sr. João Bosco, que escreveu exatamente aquilo que eu penso. Já com relação ao bacharel Andre Luiz, tenho que informá-lo que na ocasião do meu exame da OAB, este já era bem elaborado e exigente. Todavia, bastava estudar (e olha que esse estudo não chega nem perto do estudo necessário para se passar na magistratura, ministério público, fiscal do ICMS, etc)para passar. O resto é choro!
OBS: Como protesto, esse D'Urso não terá o meu voto nunca mais.
Oi Dr. Son 33
Pelo que vejo, o Dr. não gosta mesmo de responder meus comentários de forma firme e convincente, pois o Dr. sabe e tem conhecimento que os Exames de Ordem de sua época eram muito mais simples e descomplicados comparados aos atuais.
Lembrar ao Dr. que eu ainda não sou bacharel em Direito, sou acadêmico, quando me graduar, prestarei o Exame de Ordem e, quando eu for aprovado, terei o muito orgulho de ter sido aprovado em um Exame muito mais dificil que o seu, entende. Só no proximo Exame, haverá 5 questões na segunda fase, sem falar da nota de corte que foi alterada de 46 para 50, sem falar que a nota da peça na 2ª fase, teve seu peso diminuido, sendo que,foi distribuido esse valor para as outras questões objetivas, lembrar que antigamente eram muito menos questões objetivas e não 5 como querem agora.
Mas mesmo assim, não ficarei me vangloriando por tal aprovação, graças a Deus, não sou igual a você que fica menosprezando os demais bachareis, dizendo que o Exame de Ordem, no que se refere em obter a sua aprovação é como se fosse tirar pirulito de boca de criança. A proposito, que infeliz exemplo que o Dr. veio a usar, isso é lamentável.
Concluindo, que não tenho medo desse Exame de Ordem, mas caso seja aprovado tal projeto pelo Conselho Federal, ficarei muito feliz.
OBS. cuidado com a concorrência, a proposito. Lembrar que, captação de clientela é infração ética disciplinar, é só para lembrar ao Dr. quando a concorrência estiver muito dura com você. Passar muito bem e bom começo de semana para você e sua familia e fiquem com Deus.
Atenciosamente
André Luís.
Ao Sr. Andre
Retorno a esta tribuna para pedir que o Sr. Andre leia as observações do comentarista JOÃO BOSCO FERRARA , cuja lucidez esclarece de uma vez por todas o posicionamento da OAB/SP com relação ao exame da OAB. Por fim eu realmente não sabia que o exame da OAB tinha ficado tão difícil, com esse aumento da nota de corte de 46 para 50! E olha que nem o Provão do MEC os estudantes de direito são obrigados a fazer. Que Deus tenha piedade da sociedade brasileira.
Ao Sr. Andre
Retorno a esta tribuna para pedir que o Sr. Andre leia as observações do comentarista JOÃO BOSCO FERRARA , cuja lucidez esclarece de uma vez por todas o posicionamento da OAB/SP com relação ao exame da OAB. Por fim eu realmente não sabia que o exame da OAB tinha ficado tão difícil, com esse aumento da nota de corte de 46 para 50! E olha que nem o Provão do MEC os estudantes de direito são obrigados a fazer. Que Deus tenha piedade da sociedade brasileira.
Ao Sr. Andre
Retorno a esta tribuna para pedir que o Sr. Andre leia as observações do comentarista JOÃO BOSCO FERRARA , cuja lucidez esclarece de uma vez por todas o posicionamento da OAB/SP com relação ao exame da OAB. Por fim eu realmente não sabia que o exame da OAB tinha ficado tão difícil, com esse aumento da nota de corte de 46 para 50! E olha que nem o Provão do MEC os estudantes de direito são obrigados a fazer. Que Deus tenha piedade da sociedade brasileira.
Ao Sr. Andre
Retorno a esta tribuna para pedir que o Sr. Andre leia as observações do comentarista JOÃO BOSCO FERRARA , cuja lucidez esclarece de uma vez por todas o posicionamento da OAB/SP com relação ao exame da OAB. Por fim eu realmente não sabia que o exame da OAB tinha ficado tão difícil, com esse aumento da nota de corte de 46 para 50! E olha que nem o Provão do MEC os estudantes de direito são obrigados a fazer. Que Deus tenha piedade da sociedade brasileira.
Ao Sr. Andre
Retorno a esta tribuna para pedir que o Sr. Andre leia as observações do comentarista JOÃO BOSCO FERRARA , cuja lucidez esclarece de uma vez por todas o posicionamento da OAB/SP com relação ao exame da OAB. Por fim eu realmente não sabia que o exame da OAB tinha ficado tão difícil, com esse aumento da nota de corte de 46 para 50! E olha que nem o Provão do MEC os estudantes de direito são obrigados a fazer. Que Deus tenha piedade da sociedade brasileira.
Ao Sr. Andre
Retorno a esta tribuna para pedir que o Sr. Andre leia as observações do comentarista JOÃO BOSCO FERRARA , cuja lucidez esclarece de uma vez por todas o posicionamento da OAB/SP com relação ao exame da OAB. Por fim eu realmente não sabia que o exame da OAB tinha ficado tão difícil, com esse aumento da nota de corte de 46 para 50! E olha que nem o Provão do MEC os estudantes de direito são obrigados a fazer. Que Deus tenha piedade da sociedade brasileira.
Ao Sr. Andre
Retorno a esta tribuna para pedir que o Sr. Andre leia as observações do comentarista JOÃO BOSCO FERRARA , cuja lucidez esclarece de uma vez por todas o posicionamento da OAB/SP com relação ao exame da OAB. Por fim eu realmente não sabia que o exame da OAB tinha ficado tão difícil, com esse aumento da nota de corte de 46 para 50! E olha que nem o Provão do MEC os estudantes de direito são obrigados a fazer. Que Deus tenha piedade da sociedade brasileira.
Ao Sr. Andre
Retorno a esta tribuna para pedir que o Sr. Andre leia as observações do comentarista JOÃO BOSCO FERRARA , cuja lucidez esclarece de uma vez por todas o posicionamento da OAB/SP com relação ao exame da OAB. Por fim eu realmente não sabia que o exame da OAB tinha ficado tão difícil, com esse aumento da nota de corte de 46 para 50! E olha que nem o Provão do MEC os estudantes de direito são obrigados a fazer. Que Deus tenha piedade da sociedade brasileira.
HIPOCRISIA DAS HIPOCRISIAS - TUDO É HIPOCRISIA :
Já cansei de ouvir os falsos "PALADINOS" da ética, moralidade e valorização da Classe, exigirem "maior rigor" para os novatos . - Tudo conversa !
Afinal, antes destes novatos serem inseridos no "reino dos impolutos" da OAB , a Classe , desde há muito , possui reputação nada lisonjeira .
Por outro lado, percebe-se que aqueles que defendem maiores dificuldades para a entrada dos novos baxareis na OAB , são , na verdade ( quase sempre ) advogados que fracassaram no exercício profissional e por isto , se abrigaram ou tentam se abrigar em cargos públicos , onde o salário é garantido , independentemente de produção e capacidades .
Até porque os advogados bem sucedidos , que atuam e vivem , exclusivamente, do exercício profissional, não têm nenhum tipo de rancor nem xenofobia .
A.G. Moreira,
Eu não deveria sequer perder tempo escrevendo essas linhas, que são especificamente dirigidas ao senhor, pela simples razão já identificada por Aristóteles há 2.500 anos: "contra negantem principia non est disputandum."
Porém, o senhor desfere um ataque generalizado. Tenta desqualificar os comentaristas que se rebelam contra a atitude da OAB paulista, no que incide no argumento "ad hominem" ofensivo, qualificando-os pejorativamente como "'PALADINOS' da ética, moralidade valorização da classe", com o propósito de se contrapor à opinião por eles (entre os quais me incluo) expendida. É natural, quando não se tem argumentos para confrontar o argumento alheio, deslocar o debate e partir para a ofensa pessoal. É próprio dos fariseus, que não dispõem de nenhum preparo para um debate isento de paixões. Mais adiante, o senhor profere outra afirmação tão leviana quanto equivocada, a qual bem demonstra sua absoluta falta de conhecimento e o quão desaconselhável é uma pessoa ingressar numa discussão para expressar uma opinião calcada em alicerces falsos, como um castelo de areia. Se estiver errado, então responda, concretamente, com exemplos indicativos, quais dos comentaristas neste fórum, que propugna maiores dificuldades para o ingresso na carreira de advogado, é ou foi causídico mal sucedido e que por essa razão buscou o abrigo seguro da função pública? Ademais, a discussão sequer cogitou, em qualquer instante, o sucesso profissional deste ou daquele debatedor. Isso porque se trata de matéria despicienda, que nada tem a ver com o tema aqui tratado. O senhor formula uma proposição universal quando afirma que advogados bem sucedidos não nutrem "rancor" ou "xenofobia" em relação a novos advogados. Aí está implicitamente afirmando que todos os que não são bem sucedidos são rancorosos e xenófobos, o que é uma grande besteira. O senhor não tem dados concretos que o autorizem fazer tal afirmação. Pelo menos, não acredito que os tenha. Se tiver, desafio-o a apontá-los! Na pior das hipóteses o senhor estará incorrendo na falácia da generalização apressada, ou do acidente convertido. Pode haver advogados bem ou mal sucedidos cujas opiniões sejam motivadas pelo rancor ou “xenofobia”, do mesmo modo como pode ocorrer de uns e outros formarem sua opinião escoltados em argumentos racionais sérios e bem estruturados. Como pode ter certeza de que todos os advogados bem sucedidos não são favoráveis a uma recrudescência do rigor para aprovação de novos profissionais no exame de ordem? Como pode perceber, o seu raciocínio está repleto de falhas. Falhas grosseiras, que qualquer cultor da lógica poderá apontar e simplesmente derruir todo o seu pensamento e sua opinião. Agora, se o senhor se satisfaz em emitir uma opinião que mais parece um desabafo, carregado de emotividade, sem nenhuma atenção para a racionalidade e o encadeamento lógico de suas proposições, isso é um direito seu, mas saiba que o argumento assim construído cai na vala da mediocridade e não suscita vontade de dar continuidade ao debate porque nada acrescenta aos interlocutores. É como discutir com um fanático, cujos argumentos assentam numa crença e não na razão. A razão, já dizia também Aristóteles, é para poucos; não é um característico do homem; é um privilégio de alguns, pois que não é natural, mas exige do homem um lavor sobre si mesmo para aprender a usar a inteligência, por isso que a razão é uma operação da inteligência, que tem na lógica seu mais fabuloso instrumento de realização. O senhor se expôs desnecessariamente, pelo menos para mim, demonstrou que não está à altura dos que aqui expressaram seus pensamentos de forma polida, educada e respeitosa, sem partir para a agressão pessoal, que, no seu caso, é ainda mais grave, porque generalizou apressadamente e sem conhecimento de causa. Sugiro que encerremos por aqui, porque depois da mostra de total despreparo para enfrentar o assunto, não me interessa mais saber o que o senhor pensa ou deixa de pensar, nem se o senhor é ou não um recalcado que foi preterido na advocacia por não ter logrado ser aprovado em algum exame de ordem pregresso. Nada disso mais me importa. Satisfaço-me em saber que o senhor é a comprovação viva e encarnada da tese peripatética: "contra negantem principia non est disputandum".
Apoio o Sr. João Bosco. Tudo na vida que conseguimos com dificuldade é mais legítimo e mais valorizado. Sempre ficaremos agradecidos àqueles que nos exigem superação própria.
Pelos comentários dar para ter uma idéia dos inscritos na OAB. Faço uma sugestão: o que acham de realizarmos uma prova a todos os advogados. Aqueles que não aprovados fariam alguns cursinhos de reciclagem... o que acham??? Não sobrará pedra, sob pedra...
Prezados senhores.
O Exame de Ordem é uno, e, sendo assim, mister que seja realizado como um todo.
Candidato não aprovado em exame anterior, no novo certame, deverá prestar todo o concurso.
Infelizmente, a explosão quantitativa dos cursos de direito implicou em uma significativa diminuição da qualidade dos bacharéis em direito.
Assim, não se pode flexibilizar o Exame de Ordem. É necessário que o rigor seja absoluto.
Com isso estaremos garantindo que somente os bacharéis bem preparados estarão aptos ao exercício da advocacia.
É preciso lembrar que o profissional despreparado não conseguirá defender os interesses de seus clientes.
Conclamo os senhores conselheiros federais a rechaçarem a proposta apresentada pelo Dr. D´Urso.
Atenciosamente,
Antonio Carlos Bellini Júnior
Bellini Júnior e Advogados Associados
www.bellinijunior.com.br
Rua Dr. Sampaio Ferraz n. 319
Cambuí - Campinas - SP
Fone: +55 19 3295.6633
Prezados senhores
Estou de pleno acordo com o comentarista Rodrigo. Tal como acontecerá com os médicos, seria interessante que os advogados se submetessem a um exame de reciclagem, tendo em vista as mudanças legislativas dos últimos anos (novo Código Civil, as várias modificações no Código de Processo Civil, Reforma do Judiciário, etc). Mas agora imaginem os protestos que isso iria ocasionar, tendo em vista os protestos que já existem em relação ao exame da OAB.
Prezados senhores
Estou de pleno acordo com o comentarista Rodrigo. Tal como acontecerá com os médicos, seria interessante que os advogados se submetessem a um exame de reciclagem, tendo em vista as mudanças legislativas dos últimos anos (novo Código Civil, as várias modificações no Código de Processo Civil, Reforma do Judiciário, etc). Mas agora imaginem os protestos que isso iria ocasionar, tendo em vista os protestos que já existem em relação ao exame da OAB.
Prezados senhores
Estou de pleno acordo com o comentarista Rodrigo. Tal como acontecerá com os médicos, seria interessante que os advogados se submetessem a um exame de reciclagem, tendo em vista as mudanças legislativas dos últimos anos (novo Código Civil, as várias modificações no Código de Processo Civil, Reforma do Judiciário, etc). Mas agora imaginem os protestos que isso iria ocasionar, tendo em vista os protestos que já existem em relação ao exame da OAB.
Prezados senhores
Estou de pleno acordo com o comentarista Rodrigo. Tal como acontecerá com os médicos, seria interessante que os advogados se submetessem a um exame de reciclagem, tendo em vista as mudanças legislativas dos últimos anos (novo Código Civil, as várias modificações no Código de Processo Civil, Reforma do Judiciário, etc). Mas agora imaginem os protestos que isso iria ocasionar, tendo em vista os protestos que já existem em relação ao exame da OAB.
Prezados senhores
Estou de pleno acordo com o comentarista Rodrigo. Tal como acontecerá com os médicos, seria interessante que os advogados se submetessem a um exame de reciclagem, tendo em vista as mudanças legislativas dos últimos anos (novo Código Civil, as várias modificações no Código de Processo Civil, Reforma do Judiciário, etc). Mas agora imaginem os protestos que isso iria ocasionar, tendo em vista os protestos que já existem em relação ao exame da OAB.
Prezados senhores
Estou de pleno acordo com o comentarista Rodrigo. Tal como acontecerá com os médicos, seria interessante que os advogados se submetessem a um exame de reciclagem, tendo em vista as mudanças legislativas dos últimos anos (novo Código Civil, as várias modificações no Código de Processo Civil, Reforma do Judiciário, etc). Mas agora imaginem os protestos que isso iria ocasionar, tendo em vista os protestos que já existem em relação ao exame da OAB.
Prezados senhores
Estou de pleno acordo com o comentarista Rodrigo. Tal como acontecerá com os médicos, seria interessante que os advogados se submetessem a um exame de reciclagem, tendo em vista as mudanças legislativas dos últimos anos (novo Código Civil, as várias modificações no Código de Processo Civil, Reforma do Judiciário, etc). Mas agora imaginem os protestos que isso iria ocasionar, tendo em vista os protestos que já existem em relação ao exame da OAB.
Prezados senhores
Estou de pleno acordo com o comentarista Rodrigo. Tal como acontecerá com os médicos, seria interessante que os advogados se submetessem a um exame de reciclagem, tendo em vista as mudanças legislativas dos últimos anos (novo Código Civil, as várias modificações no Código de Processo Civil, Reforma do Judiciário, etc). Mas agora imaginem os protestos que isso iria ocasionar, tendo em vista os protestos que já existem em relação ao exame da OAB.
Os antigos advogados não se preocupem com os novos, se vocês forem competentes, seus lugares ao sol está garantido. Se o novo advogado não for bom suficiente para esta tão difícil profissão, fiquem tranquilo, o próprio mercado se encarrega de engoli-los.... Não precisa de conclamar conselheiros federais... Nem tanto mestre.
Bom Dia,
Infelizmente, acredito que se os "atuais" advogados (inscritos uns 10 anos atrás)se submetessem novamente ao exame da ordem...não tenho certeza se todos continuariam a advogar....Sustento que o exame deveria ser denitifivo por etapa.
Atenciosamente,
Os bahcaréis estão corretos, e certamente eles candidatos, como alunos aplicados e que bem frequentaram as aulas do curso de Direito, não terão dificuldades em serem aprovados no Exame da Ordem. Mesmo que alguns não acreditem: os advogados que amam a profissão torcem por vocês. Tenham uma certeza: vocês verão que é muito bom quando deparamos com colegas qualificados e bem preparados nas lides processuais, pois o aprendizado em nossa profissão é constante. Bom preparo e boa sorte aos aspirantes.
Caros colegas,
Eu sou Bacharel em Direito, formada em SP. Assim como muitos bacharéis, estou em busca da tão sonhada carteira.
Venho de uma família muito humilde, lutei muito para conseguir realizar o sonho de concluir um curso universitário.
Comecei a trabalhar cedo, com 13 anos de idade, e como sempre estudei em colégio do Estado enfrentava longos periodos de greve. Também não tive condições financeiras para fazer um curso pré-vestibular , isto tornou ainda mais distante a possibilidade de entrar numa USP.
Assim que saí do colégio prestei vestibular em uma universidade particular com um bom conceito provão do MEC e com muito sacrifício consegui concluir o curso de direito.
Fiz o último exame de ordem e consegui obter sucesso na primeira etapa, na segunda, estava nervosa e coloquei tudo a perder.
Os ilibados doutores que já possuem a tão sonhada carteira vermelha nas mãos, devem pensar no aspecto psicológico do bacharel. Muitos, assim como eu, dependem da carteira para não serem demitidos do trabalho. A pressão psicológica da mídia em geral, a família e o trabalho são os maiores responsáveis pela reprovação no exame de ordem. Deve ser levado em consideração tb os imprevistos que podem ocorrer com o candidato entre uma etapa e outra, por exemplo, tenho um amigo que foi aprovado na 1a etapa do exame de ordem e, dois dias antes da 2a fase, perdeu a família num acidente automobilistico. Certamente, ele nao teve condições para fazer uma boa prova. Os senhores acham justo ele ter que prestar a 1a fase novamente?
Desta forma, acho que o canditado que conseguiu aprovação na 1a fase, nao precisa fazê-la novamente caso não obtenha sucesso na 2a fase.
PENSEM NISSO SENHORES, NÃO SE ESQUEÇAM QUE NÓS SOMOS HUMANOS...
Olá Jaque
Antes de qualquer coisa eu me solidarizo com você. Todavia você está confundindo as coisas. Todas as pessoas que passam por um exame ficam nervosas, são cobradas, etc. Isso não é motivo para aprovar a conduta da OAB/SP, cujo presidente D' Urso traiu os advogados de São Paulo, razão pela qual não terá o meu voto nas próximas eleições.
Olá Jaque
Antes de qualquer coisa eu me solidarizo com você. Todavia você está confundindo as coisas. Todas as pessoas que passam por um exame ficam nervosas, são cobradas, etc. Isso não é motivo para aprovar a conduta da OAB/SP, cujo presidente D' Urso traiu os advogados de São Paulo, razão pela qual não terá o meu voto nas próximas eleições.
Olá Jaque
Antes de qualquer coisa eu me solidarizo com você. Todavia você está confundindo as coisas. Todas as pessoas que passam por um exame ficam nervosas, são cobradas, etc. Isso não é motivo para aprovar a conduta da OAB/SP, cujo presidente D' Urso traiu os advogados de São Paulo, razão pela qual não terá o meu voto nas próximas eleições.
Olá Jaque
Antes de qualquer coisa eu me solidarizo com você. Todavia você está confundindo as coisas. Todas as pessoas que passam por um exame ficam nervosas, são cobradas, etc. Isso não é motivo para aprovar a conduta da OAB/SP, cujo presidente D' Urso traiu os advogados de São Paulo, razão pela qual não terá o meu voto nas próximas eleições.
Olá Jaque
Antes de qualquer coisa eu me solidarizo com você. Todavia você está confundindo as coisas. Todas as pessoas que passam por um exame ficam nervosas, são cobradas, etc. Isso não é motivo para aprovar a conduta da OAB/SP, cujo presidente D' Urso traiu os advogados de São Paulo, razão pela qual não terá o meu voto nas próximas eleições.
Olá Jaque
Antes de qualquer coisa eu me solidarizo com você. Todavia você está confundindo as coisas. Todas as pessoas que passam por um exame ficam nervosas, são cobradas, etc. Isso não é motivo para aprovar a conduta da OAB/SP, cujo presidente D' Urso traiu os advogados de São Paulo, razão pela qual não terá o meu voto nas próximas eleições.
Olá Jaque
Antes de qualquer coisa eu me solidarizo com você. Todavia você está confundindo as coisas. Todas as pessoas que passam por um exame ficam nervosas, são cobradas, etc. Isso não é motivo para aprovar a conduta da OAB/SP, cujo presidente D' Urso traiu os advogados de São Paulo, razão pela qual não terá o meu voto nas próximas eleições.
Olá Jaque
Antes de qualquer coisa eu me solidarizo com você. Todavia você está confundindo as coisas. Todas as pessoas que passam por um exame ficam nervosas, são cobradas, etc. Isso não é motivo para aprovar a conduta da OAB/SP, cujo presidente D' Urso traiu os advogados de São Paulo, razão pela qual não terá o meu voto nas próximas eleições.
Acho que esta nova medida não será "ajudinha" da OAB aos bacharéis, pois não será extinta nenhuma etapa do exame.
Acredito que o candidato que não estiver apto não vai passar na 2a fase, pois esta sim exige muita técnica do candidato. Certamente, esta nova medida, se aprovada, trará mais tranquilidade aos estudantes, já que muitos fazem a segunda fase preocupados em ter que fazer a primeira etapa novamente.
Quanto ao voto do Ilmo Sr. Presidente D'urso, quanto estiver inscrita nos quadros da OAB, certamente não terá meu voto caso ele se candidate, uma vez que complicou a vida dos bacharéis nos últimos exames. A propósito V.Sa já viu o exame aplicado ontem?
Por falar em D'urso, assim como ele existem centenas de advogados sem qualquer preparo, conseguiram a carteira antes da obrigatoriedade do Exame de Ordem. Já que a advocacia exige constante atualização, porque não aplicam uma prova de avaliação para estes "doutores" que pagam uma miséria aos estagiários que são explorados e humilhados por estes que são egocêntricos a ponto de olharem para o próprio umbigo. Acho que esqueceram que um dia sentaram nos bancos universitários e passaram por tudo isso. Ô ego inflamado!!!!
DIREITOS HUMANOS DOS BACHARÉIS - JÁ !!!!
Escrevo novamente para dizer que acredito que esta proposta do D'Urso não passa de uma especulação barata. Ele sempre defendeu o exame de ordem, criticou os cursos jurídicos, mas só complicou a vida dos estudantes.
Os advogados reclamam do judiciário, mas também pararam no tempo... os ilibados "doutores" pararam em 1993, na ocasião da instituição do exame de ordem.
Pagamos uma taxa consideravelmente alta para a realização do exame de ordem, e as provas continuam no papel. Hoje a maioria dos advogados utilizam um computador para suas petições. Eles podem corrigir seus erros com a tecla "delete" , podem "enfeitar" suas peças, pesquisar inúmeras jurisprudências, etc.
Por que a OAB não cria um curso preparatório presencial e opcional de uns 6 meses ou mais com uma boa carga horária para os bacharéis que vão exercer a advocacia? Certamente terá mais utilidade do que estes exames com conteúdo de "decoreba" .
É o que tenho a dizer.
ALÔ J. B. FERRARA :
"VANITAS VANITATIS, OMNI VANITAS EST" .
A arrogância e a vaidade são companheiras inseparáveis daqueles que nunca poderão ter qualquer poder sobre os outros. - A história nos mostra os "estragos" que este tipo de gente causou à humanidade !
Não seria necessário desenterrar o "endeusado" Aristóteles ( que nunca fez Exame da Ordem) nem , muito menos , toda uma "parafernália latínica" ( que não aparece [ ou não deveria aparecer ] no Exame da Ordem ) e se encontra, devidamente, sepultada em todas as culturas do mundo .
Até a própria, vetusta e conservadora, Igreja Católica ( que cultuou o latim , por muitos séculos ), desde há muito que o aboliu de seus ritos comuns hodiernos , para melhor se comunicar com os povos .
Atualmente, somente os que lidam com o DIREITO , "acham bonito" o uso de "frases feitas",(a maioria delas, sem qualquer significado prático moderno), sem qualquer consonância com as coisas, as práticas e o mundo em que vivemos.
Já está perto o tempo, em que a LEI impedirá que o Advogado, Juiz ou qualquer serventuário do povo, use idioma ou dialeto diferente da língua oficial do país.
A intensidade com que a legislação brasileira é alterada não permite que se aceite a proposta aparentemente precipitada do Presidente da Seccional Paulista da OAB.
Parece piada, mas há bacharéis em direito que precisam de anos para aprovação na segunda fase do exame da OAB, e mesmo assim não sem antes passar por "cursinhos" especializados nisso.
Imagine se um desses bacharéis (que foi aprovado na primeira fase em 2006 e na segunda fase apenas em 2009) poderá advogar com dignidade...
Depois a OAB reclama da AJUFE, cujo presidente jamais propôs essa afronta para os concursos de ingresso na magistratura.
Minha Posição
Esse "son 33" que se diz advogado, no caso,apresenta nesse foro seu posicionamento, contra a proposta do Presidente D'urso em alterar o Exame de Ordem, até ai tudo bem, o Dr. "son 33" tem todo o direito de expressar sua opnião, como prevê em nossa carta magna em seu art. 5º inciso IV, é livre a liberdade de pensamento. Porém, o Dr. fica se escondendo nesse nick, mas nem para apresentar o seu verdadeiro nome nesse foro teve coragem, lembar a ele que em nossa carta magna é livre a liberdade de pensamento, mas é vedado o anonimato,na verdade,o Dr. só quer mostrar sua posição mesquinha e ridicula sem querer paracer e se revelar.
Vamos combinar o seguinte Dr, quando eu me formar, bem que nós poderiamos prestar juntos esse Exame de Ordem, para ver quem se sai melhor, não é uma excelente idéia ?
Boa noite ao Dr. e sua familia e fiquem com Deus !!!!
Atenciosamente
André Luís.
Trabalho no Departamento Jurídico de uma grande empresa há 4 anos. Comecei como estagiária e depois que me formei fui efetivada como assistente jurídico. Atuo nas áreas trabalhista, cível e tributária, e apesar de ainda não ter conseguido passar no exame da ordem, acredito muita experiência e conhecimento. Acredito na minha competência, pois se assim não fosse a empresa não teria me efetivado e aguardando que eu consiga minha carteira da ordem. E enquanto estou aqui, na luta, sou obrigada a me deparar com "advogados" que não sabem o básico do básico ... que disparidade ...
Eu preferiria não retornar a esse assunto. Todavia, ao ler a prova corrigida da OAB/SP neste Consultor Jurídico, fiquei estarrecido com a sua facilidade. Para não me alongar, vou me restringir às três primeiras pergundas de Direito Constitucional, cujas respostas demandaria uma leitura superficial da CF/88. E ainda tem gente que fica com medo desse exame!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Eu preferiria não retornar a esse assunto. Todavia, ao ler a prova corrigida da OAB/SP neste Consultor Jurídico, fiquei estarrecido com a sua facilidade. Para não me alongar, vou me restringir às três primeiras pergundas de Direito Constitucional, cujas respostas demandaria uma leitura superficial da CF/88. E ainda tem gente que fica com medo desse exame!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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Eu preferiria não retornar a esse assunto. Todavia, ao ler a prova corrigida da OAB/SP neste Consultor Jurídico, fiquei estarrecido com a sua facilidade. Para não me alongar, vou me restringir às três primeiras pergundas de Direito Constitucional, cujas respostas demandaria uma leitura superficial da CF/88. E ainda tem gente que fica com medo desse exame!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Eu preferiria não retornar a esse assunto. Todavia, ao ler a prova corrigida da OAB/SP neste Consultor Jurídico, fiquei estarrecido com a sua facilidade. Para não me alongar, vou me restringir às três primeiras pergundas de Direito Constitucional, cujas respostas demandaria uma leitura superficial da CF/88. E ainda tem gente que fica com medo desse exame!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Eu preferiria não retornar a esse assunto. Todavia, ao ler a prova corrigida da OAB/SP neste Consultor Jurídico, fiquei estarrecido com a sua facilidade. Para não me alongar, vou me restringir às três primeiras pergundas de Direito Constitucional, cujas respostas demandaria uma leitura superficial da CF/88. E ainda tem gente que fica com medo desse exame!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Eu preferiria não retornar a esse assunto. Todavia, ao ler a prova corrigida da OAB/SP neste Consultor Jurídico, fiquei estarrecido com a sua facilidade. Para não me alongar, vou me restringir às três primeiras pergundas de Direito Constitucional, cujas respostas demandaria uma leitura superficial da CF/88. E ainda tem gente que fica com medo desse exame!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ave A.G. Moreira!
De omnibus potuit intueor quod te pertinet verba tua confirmatio est. Ad argumentandum non vales. Neque bonum studium habes. Ideo in vano argumento ad hominem succurreris. “vanitas vanitatis, omni vanitas” corrupta sententia, pura et incorrupta: “vanitas vanitatum, omnia vanitas.”
Infelizmente, alguns pseudos profissionais se preocupam em simplesmente ostentar o status de "Advogados", achando que um ultrapassado e famigerado exame pode qualificá-los para o exercício da profissão. Basta ver que alguns ditos letrados se preocupam mais em demonstrar seu conhecimento do Latim do que efetivamente tentar retirar a túnica de Rábula que os acompanha. É lamentável que ainda existam pessoas que se sentem melhores ao verem a forma com que são tratados os aspirantes à Advogados, pois a meu ver, o que eles sentem mesmo é o pergio da concorrência.
Eu gostaria de acreditar que o Sr. D'Urso está realmente preocupado conosco (Acadêmicos e recém formados)e está tentando "facilitar" o exame da ordem; contudo, isso parece mais promessa de Campanha do que uma realidade. Também acreditava em Papai Noel quando criança. Luís Carlos-Capivari-SP
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