A relação dos candidatos que buscam a reeleição e que respondem a processos criminais deve ser publicada, até o final de julho, no site da ONG Transparência Brasil. A informação é do diretor da entidade, Cláudio Weber Abramo, durante o 33º Encontro do Colégio de Presidente dos Tribunais Regionais Eleitorais, que começou nesta quinta-feira (13/7), em Cuiabá, e vai até sábado.
De acordo com Abramo, a idéia é divulgar o histórico parlamentar e judicial de cada candidato à reeleição, de cada estado. O objetivo é que a população conheça seu candidato antes de votar. Para o diretor, essa é uma das contribuições da Ong que desenvolve trabalho voltado ao combate à corrupção no país.
Durante o encontro, Cláudio Abramo lembrou de uma pesquisa que foi publicada em 2005. Ela revelou que 185 parlamentares do Congresso Nacional respondiam a 185 processos criminais. Entre as infrações estavam contrabando, assassinato e tráfico de drogas.
Abramo criticou as novas regras eleitorais que, na sua opinião, não vão acabar com o caixa dois. Para o diretor da ONG, o quadro da corrupção no país é tão alarmante que só uma fiscalização permanente da Receita Federal poderá coibir tal prática.
O grande problema é que a População, o Povo não pode confiar na Polícia Federal, e na Receita Federal pois são Órgãos do Poder Executivo que corrompe o Poder Legislatico, e muito menos no Ministério Público que tem seu Representante máximo, o PGR, indicado pelo Presidente da República. Ou seja, vamos confiar em quem?
O dr. Juancilio está começando mal.Parece sofre de dislexia ortográfica. Não existe qualquer justificativa para essa sua desconfiança(afirmação) em relação aos órgãos citados. O que se deve fazer é fiscalizar,sempre.
Fiscalizar quem tem o objetivo de galgar a imunidade parlamentar, para acobertar suas falcatruas, é responsabilidade de todos, independente de ser PF, PJ, representante do governo ou ONG.
Devemos sempre confiar numa entidade seria como esta ONG, ate mesmo nos candidatos, que mostram a verdade de seus concorrentes.
Precisamos de Candidatos, sérios, comprometidos com um projetos, que façam aquilo que prometeram.
A Legislaçao Eleitoral é que precisaria ser alterada, impedindo que "bandidos" pudessem fazer campanhas.
Excelente o trabalho desta ong. A forma de barrar o ingresso desses facínoras na vida pública é justamente a informação séria e responsável. Quantos "severinos",sanguessugas e mensaleiros estão prontos a se lançar novamente ao privilégio e à imunidade para o exercício de suas falcatruas.
O quadro de corrupção no país é e sempre foi "alarmante" desde abril de 1500. Quanto à essa ONG, há um problema sério! Alguns de seus associados também possuem ficha criminal por corrupção. Assim, parafraseando Cristo: "os incorruptíveis que atirem a primeira pedra!". Não é o caso de alguns deles. Será que os fundadores fazem vista grossa com seus associados? Assim, fica difícil confiar na seriedade desta ONG.
Muito engraçado, Sr. José Eduardo R. Camargo.
Quer dizer que se algum(ns) membro(s) ou dirigentes da referida ONG tem problemas com a "justa" a referida lista não presta?
E qual a alternativa? Nenhuma?
Ora, com um velho advogado com que trabalhei há alguns anos eu ouvi (e nnca esqueci):
"O ÓTIMO É INIMIGO DO BOM".
Será que não é exatamente o caso? Se a tal lista contiver erros ou omissões caberá à sociedae e a cada qual injustamente prejudicado reivindicar a sua correção. Agora, suspeitar da falta de lisura na elaboração da mesma de antemão é favorecer os safados que buscam o mandato para acobertar crimes e cometer outros, além da "mamadinha" básica de R$ 15 mil por mês, por quatro anos. è pouco?
Então, na falta de pena e piche (e de culhões por parte do povo), pelo menos LISTA!
Nãpo importa a coloração ideológica dessa ONG, se ela se porta de modo indiscriminado contra a corrupção: merece os nossos aplausos e apôio. Não pode caber dúvida que candidato a cargo político deve ser insuspeito. Não se trata de pré-julgar do ponto de vista criminal, que isto é mister do Judiciário. Trata-se, isto sim, de julgar POLITICAMENTE. O julgamento político é sempre pré-jurídico, é julgamento de conveniência. Quando o eleitor tem a oportunidade de escolher entre um candidato suspeito e um candidato insuspeito é claro que escolher este último implica julgamento político do primeiro, mesmo que que este primeiro venha a ser inocentado no plano criminal após o devido processo legal. Mas, na condição de suspeito, não merece a confiança de eleitor nenhum. Bem fará a ONG e4m publicar a lista dos supeitos para que o eleitorado tenha a opção consciente de negar o seu voto aos suspeitos. Estes, que cresçam (isto é, respondam e provem a sua inocência) e apareçam candidatos quando a sua inocência tiver sido reconhecida. A presunção de inocência é salutar principio de Direito Penal, não votar em suspeitos é salutar princípio de Direito Eleitoral.
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