Heloísa Helena declara no TSE que não apóia ninguém

A senadora Heloísa Helena (PSOL-AL), que ficou em terceiro lugar na corrida à Presidência da República, declarou oficialmente ao Tribunal Superior Eleitoral que não apóia nem Lula nem Geraldo Alckmin no segundo turno das eleições. Ela também não permite o uso de sua imagem nas campanhas.

No documento, assinado por seu advogado, a senadora afirma ao presidente do TSE, ministro Marco Aurélio, que encaminhou cópia do texto aos representantes das coligações de Geraldo Alckmin e Luiz Inácio Lula da Silva. A senadora também pede que seja recolhido material da campanha tucana que faz referência ao seu nome com o candidato Geraldo Alckmin.

Embira disse:
12 de outubro de 2006 às 11:44

O sectarismo chegou aí, parou. Há outros ex-petistas que reagem, também, de forma personalista e revanchista. Não apóiam Lula de forma alguma, não por uma análise objetiva do programa de governo do PT, mas, por questões de ordem pessoal. Luís Carlos Prestes deixou um exemplo para a esquerda brasileira. Ao sair da prisão, depois de torturado pela ditadura do Estado Novo, para espanto geral, disse que apoiaria Getúlio porque seu programa de governo era o melhor para o Brasil. Na decisão dos ex-petistas (e há vários por aí) o que pesa não é a realidade política, mas, questões de ordem pessoal. Os petistas, também, já foram mais sectários. Em 1985, Airton Soares foi expulso do partido porque votou em Tancredo Neves no colégio eleitoral. Queriam que ele anulasse o voto. O PSOL é um partido formado, em sua maioria, por pessoas da classe média. Esse segmento social não é favorável à anulação do voto e não vai aprovar a decisão de HH. Afinal, estamos no Brasil, não no Iraque, onde o modelo ocidental de democracia não tem tantos adeptos.

Armando do Prado disse:
12 de outubro de 2006 às 14:29

Heloísa Helena e o primo do Collor, atual presidente do TSE, por caminhos diferentes chegaram ao mesmo lugar: combate à esquerda e à democracia. Ambos, direta ou indiretamente, tentam favorecer o retrocesso representado pela candidatura de Alk. Como os eleitores de H. Histérica não são gado, tendem a votar no Lula.

Por enquanto: Lula - 51% Alk - 40%
Vai piorar para Alk, pois o povo não é bobo.

www.professormanuel.blogspot.com disse:
12 de outubro de 2006 às 17:01

Lula só é da esquerda na mente doente de alguns.
HH bem que serviu quando Lula queria chegar no poder...
Agora, que ele já está lá, seus idólatras acham bonito ele pisar quem todos que o ajudaram a sentar no trono.
O povo pode não se bobo, mas alguns comentaristas aqui...

Armando do Prado disse:
12 de outubro de 2006 às 17:49

Alck e a educação: perguntem a qualquer professor do Estado o que acham da administração tucanalha em relação à educação?

www.professormanuel.blogspot.com disse:
12 de outubro de 2006 às 19:05

O Lula fez muito pela educação: engavetou todos os projetos do Cristóvam Buarque!
Mas, também, tem sua lógica.
Se o povo estuda, melhora de vida e não vai mais precisar do bolsa-miséria.
Aí, como é que Lula vai comprar o voto deles?
Além disso, quanto mais estudam, mais as pessoas param de acreditar nas mentiras deste (des)governo.
Mas não todas, claro.
Tem os idólatras.
Eles sempre vão acreditar.

Robespierre disse:
12 de outubro de 2006 às 22:29

...Lula tem 52% , 12 pontos à frente de Alckmin, aponta Ibope

...é a derrota acachapante se aproxima...

Claudio Meireles disse:
13 de outubro de 2006 às 16:30

Com a campanha eleitoral muito se fala da Opus Dei (Obra de Deus), segmento da Igreja Católica que tem práticas das mais reacionárias possíveis. Vários livros de ex-seguidores da Opus Dei foram escritos onde denunciam desde a invasão de privacidade até a proibição de sexo e os flagelos através de um instrumento, o cilício que tem que ser usado diariamente apertado a uma parte do corpo.

Várias famílias já perderam seus filhos quando ingressam na seita. Começam como numerários que são membros celibatários, que vivem em centros da obra e cumprem um rígido programa diário de rezas e rituais comprometendo-se com a pobreza pessoal e a obediência irrestrita aos superiores. Os ganhos auferidos na atuação profissional são administrados pela instituição, assim como o patrimônio. Mulheres e homens vivem separados. Depois têm os supernumerários, adscritos, adjuntos, auxiliares, sacerdotes numerários e cooperadores. Uma mãe, revoltada com a perda do filho para a seita, lançou um manual de alerta as famílias católicas contra a falsa obra de Deus. "A gente se prepara para não perder os filhos para as drogas e para a violência. Ninguém se preocupa em perder o filho para a religião".

No Brasil a Opus Dei tem cerca de 2 mil seguidores, mas seus admiradores são estimados na casa dos milhões. Entre os executivos da Opus Dei no Brasil está o jornalista Carlos Alberto Di Franco, que entre outras coisas deu aulas de formação cristã ao então governador e hoje candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin. O tucano se aproximou da seita através de uma prima, Maria Lúcia Alckmin (que tem o mesmo nome da esposa dele) e pelo tio, o desembargador aposentado José Geraldo Rodrigues de Alckmin, falecido em 1978 que foi o primeiro supernumerário do Brasil. A Opus Dei ajudou a Alckmin a anular o primeiro casamento da esposa junto ao vaticano, para que os dois casassem também na Igreja Católica.

Leia um trecho do depoimento de Alckmin sobre a Opus Dei: "Quero agradecer em primeiro lugar aos meus companheiros de partido de São Paulo. Foi graças São Paulo que estamos virando o jogo. E agradecer aos meus irmãos da Opus Dei, que me confortaram nos piores momentos da campanha até aqui. Mas quero agradecer acima de tudo aos jornalistas brasileiros, sem os quais seria impossível desconstruir esse verdadeiro mito da política que estamos enfrentando. Parecia uma tarefa impossível. O arquétipo do "pai dos pobres" estava profundamente enraizado no imaginário popular, mas certos preconceitos também estavam e a imprensa foi muito feliz em fazer aflorar esses preconceitos. Lembro a todos da associação dos petistas a ratos através do poder da imagem, na capa de Veja que vocês todos conhecem". Está claro a manipulação da imprensa. Este jornalista não tem religião, mas respeita a todas elas, porém tem uma certeza por tudo que leu e vem sendo questionado por diversas pessoas, inclusive lideres católicos no Brasil: a Opus Dei é um câncer católico.

Luiz P. Carlos (((ô''ô))) disse:
14 de outubro de 2006 às 09:21

Vote consciente Dr. Nullo para presidente !!!
http://www.youtube.com/watch?v=7EpgV8Zg7vI
QUEM TEM MEMORIA TEM HISTORIA - LULA & AMBULÂNCIAS
http://rjtv.globo.com/RJTV/0,19125,VRV0-3119-98955-20050621-362,00.html
http://www.olhardireto.com.br/videos/reportagem.wmv

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