A coligação de Geraldo Alckmin recorreu da decisão do Tribunal Superior Eleitoral que concedeu direito de resposta de dois minutos ao presidente-candidato Luiz Inácio Lula da Silva no horário eleitoral dos tucanos. O PSDB pede a suspensão do direito de resposta até o julgamento dos Embargos de Declaração.
Os advogados de Lula pediram o direito de resposta por causa de afirmações feitas na propaganda de Alckmin na televisão, nos dias 15 e 16 deste mês. Na decisão de quinta-feira (19/10), os ministros entenderam que o presidente foi ofendido pessoalmente porque se insinua que ele saberia de onde veio o dinheiro, mas que não revela.
A propaganda de Alckmin afirmava que: “Lula manda na Polícia Federal; Lula manda nos ministros; Lula manda no PT. E por que até agora nem o Lula nem ninguém revelou de onde veio o dinheiro para comprar o dossiê”.
No recurso ao TSE, a coligação tucana alega que, durante análise das ações, o tribunal não se manifestou sobre o “princípio da proporcionalidade”, uma vez que a ofensa foi veiculada em pequeno trecho das propagandas. Por isso, argumenta que dois minutos seria um tempo exagerado para a resposta.
Sustenta também que no julgamento da Representação 1.265 — em que o TSE concedeu direito de resposta a Alckmin — apesar da parte não ter suscitado a questão da proporcionalidade, ela foi considerada de ofício pelo tribunal, isto é, sem ter sido pedida.
“Na representação que a ora embargante promoveu contra a embargada, aplicou-se o princípio da proporcionalidade e o tempo de resposta foi reduzido pela metade. Na RP promovida pela embargada contra a embargante, não se cogitou da proporcionalidade e, como resultado, o tempo de resposta foi aplicado de acordo com a letra da lei, resultando, com todas as vênias, numa situação anti-isonômica.
Com base no argumento da proporcionalidade, a coligação pede que o tempo de dois minutos concedido à coligação de Lula, seja reduzido para apenas um minuto de direito de resposta, valendo pelas duas Representações.
Mais respostas
A coligação de Lula ajuizou mais uma Representação no TSE contra a mesma propaganda, mas que foi veiculada no dia 19 de outubro. Os advogados alegam que a propaganda é “ofensiva, caluniosa, difamatória e inverídica, em desconformidade com a legislação vigente” e que o objetivo da coligação de Geraldo Alckmin é “difundir inverdades e desacreditar o candidato Lula”.
Em liminar, pede que seja impedida a reapresentação do trecho contestado no horário eleitoral gratuito. No mérito, pede direito de resposta, no mesmo tempo, modalidade e horário de transmissão, de um minuto por cada inserção veiculada na TV.
RP 1.279 e 1.280
Visite o blog Consultor Jurídico nas Eleições 2006.
As vivandeiras de tribunais, outrora vivandeiras de quartéis, capitaneadas pelas tias fofoqueiras, Bornhausen, ACM e Jeiressati (todos derrotados em seus Estados), não desitem e tentam ganhar no tapetão. Não ganharão, pois o povo não é bobo e sabe bem como foram os 8 anos de (des)governo de FFHH: privatarias, ajuda a bancos particulares com dinheiro do povo, Sivam, compra de votos para a reeleição, pasta rosa, etc, etc.
Hoje nada, absolutamente nada, fica sem investigação. A Polícia Federal e o M.P. têm liberdade total para agir. Nunca tantos do andar de cima foram presos.
É preciso que os democratas não permitam que a onda de boatos envenene os brasileiros, devemos denunciar os boatos, se preciso for passando para a P.F. e TRE de onde está saindo falsas notícias. A liberdade de expressão existe, mas não para calhordices e denuncismos.
Ibope:
Lula 62% Alck % (deferença: 24%)
votos válidos.
Será?!
Dia 29 nós veremos!
FORA DELINQÜENTE(S),
ALCKMIN PRESIDENTE!
LULLA PARA PRESIDENTE!
(Presidente Bernardes ou Presidente Venceslau!)
Como o profssor gosta de "aparelhar" este espaço com "noticias" do blog do minúsculo josé dirceu (é por isso que os médicos são tão contra os "radicais livres"!) eu tomo a liberdade de repetir "post" com assunto da maior importância, cuidadosamente escondido pelo Excomungado:
LULLA/PT E A QUESTÃO DO ABORTO
O próprio Lula, várias vezes já se declarou favorável ao aborto. E isso durante pelo menos duas décadas:
O Partido dos Trabalhadores (PT) havia acabado de nascer. A Editora "O Repórter de Guarulhos" publicou então o livro Lula - Luís Inácio da Silva: Entrevistas e Discursos. A obra não é muito agradável de ser lida. A linguagem é vulgar, cheia de palavrões, que refletem o nível cultural e moral do atual candidato. Lula fala sobre os contatos sexuais que as crianças de sua época tinham com animais, já aos 10 ou 12 anos. Aos dezesseis anos, ele teve sua primeira experiência sexual. Foi com uma mulher "numa dessas casas de São Paulo" (pg. 204). Depois que ficou viúvo, diz ele que endoidou de vez: "Eu queria sair com mulher de segunda a domingo" (pg. 204). Sua posição sobre o aborto é perfeitamente coerente com a libertinagem de sua vida, a respeito da qual não demonstra vergonha ou arrependimento. Vejamos:
"- O que você acha da legalização do aborto?
- Eu posso até ser mal interpretado, sabe, mas sou contra a legalização do aborto. Sou contra por dois aspectos, espera aí, sou contra não, minto, minto, minto. Eu sou a favor do aborto.Primeiro porque eu acho que a pessoa pode cometer um erro. Às vezes, nascer a criança é muito mais prejudicial do que praticar o aborto. O que não adianta é a coisa ficar na clandestinidade e acontecerem milhões de casos. Muitas vezes as pessoas perdem a vida arriscando-se a tomar remédios inadequados, arriscando-se a se tratar com pessoas incapacitadas. Então, seria muito melhor legalizar isso, sabe, dar condição de salvar pelo menos a vida da mãe. Para evitar que as mulheres tomem remédios feitos em casa, tentem ir atrás de feiticeiros, de chá de cobra, de enfermeiros, de parteiros, sei lá. O ideal seria que não precisasse ninguém abortar, mas, como existe essa necessidade, o aborto deveria ser legalizado." (LULA - Luiz Inácio da Silva: Entrevistas e Discursos. 2ª. edição, Guarulhos: O Repórter de Guarulhos, 1981. pg. 238).
b) Nas eleições de 1990, um fato decisivo na derrota para Collor, foi a exibição da ex-namorada de Lula, Miriam Cordeiro, dizendo que o presidenciável havia-lhe oferecido dinheiro para abortar sua filha Lurian. Miriam recusou-se, levou a gravidez até o fim, deu à luz e apresentou a menina ao pai, dizendo: "Toma e mata". Mesmo que tenham criticado o uso do fato para fins eleitorais, não conheço nenhum depoimento posterior de Miriam Cordeiro confessando que o que disse era mentira.
c) Em 1994, o PT resolveu tirar a máscara. Propôs publicamente como PROGRAMA DE GOVERNO do candidato Lula, a legalização do aborto e do casamento de homossexuais. Creio que, até hoje, esta foi a atitude mais sincera do Partido. O resultado foi desastroso. Pressionado, Lula voltou atrás. Mas não conseguiu ganhar a eleição.
d) Nas eleições de 1998, Lula, candidato da coligação Muda Brasil, que reunia PT - PDT - PSB - PCdoB e PCB, escreveu um "Programa de Saúde da União do Povo", no qual, depois de muito "blá,blá,blá", disse com todas as letras que se comprometia a oferecer o aborto às vítimas de estupro. Vejamos suas palavras:
(http://www.datasus.gov.br/cns/programas/PROGRAMACARTALULA.htm)
"Finalmente, não poderia deixar de assumir um compromisso especial com as mulheres brasileiras, tanto a respeito da necessária humanização do parto, como na questão do aborto. Eu, pessoalmente (...) sou contrário ao aborto. Mas como presidente da República não poderei ignorar que no Brasil mais de 2 milhões de abortos [esta estatística baseia-se na mais científica "chutometria"] são realizados anualmente de forma ilegal, clandestina, sem os necessários cuidados médicos (...).".
e) Nas eleições de 2.002, Lula tomou uma postura conhecida como "paz e amor", evitando atacar seus adversários e entrar em temas polêmicos. Suas 73 páginas do Programa de Governo não mencionam o tema aborto. No entanto, o aborto está presente em um dos "Cadernos Temáticos do Programa de Governo" intitulado "Saúde para a Família Brasileira". Este caderno de 26 páginas apresenta a seguinte passagem na página 14:
Nosso governo assumirá o compromisso de assegurar tratamento diferenciado e efetivo para a população feminina, priorizando as seguintes ações públicas:
(...)
- o da garantia dos serviços de assistência nos casos previstos no artigo 128 do Código Penal.
f) Lula defende que rede pública de saúde possa fazer abortos:
00:07 07/09/2002
Redação (editor ultimosegundo@ig.com)
SÃO PAULO - "O estado tem que cuidar e não apenas proibir". Segundo o candidato do PT à presidência, Luiz inácio Lula da Silva, o aborto é uma questão mais de saúde pública que de ideologia. "Todo mundo é contra", disse, em entrevista à "Rede TV!" nesta sexta-feira. No entanto, o governo não pode ignorar que a prática existe, seja legal ou não."Milhares de meninas ficam grávidas todos os dias e tentam tirar com agulha de tricô ou chás", afirmou. Nesses casos, segundo ele, "O ABORTO É UMA QUESTÃO DE SÁÚDE PÚBLICA E DEVE FICAR A CARGO DO ESTADO". (!!!)
São de autoria do PT:
1º) Projeto de Lei 20/1991: dos deputados Eduardo Jorge (PT/SP) e Sandra Starling - (PT/MG): Dispõe sobre a obrigatoriedade de atendimento dos casos de aborto previstos no Código Penal, pelo Sistema Único de Saúde. Situação: Pronto para Pauta. [Nota: foi a dificuldade em fazer aprovar esse projeto que levou os abortistas a pressionarem o Ministro José Serra para que introduzisse o aborto no SUS com uma única canetada, driblando o Congresso Nacional.]
2º) Projeto de Lei 176/1995: do deputado José Genoíno (PT/SP) Dispõe sobre a opção da interrupção da gravidez (por simples solicitação da gestante!). Situação: Apensado ao Projeto de Lei-1.135/1991, ora tramitando em conjunto.
3º) Projeto de Lei 605/1999: do deputado Professor Luizinho (PT/SP) Dispõe sobre a obrigatoriedade dos servidores das Delegacias de Polícia informarem às vítimas de estupro sobre o direito de aborto legal. Situação: Aprovado pela Câmara. Enviado ao Senado, onde recebeu o nome PLC 18/2001. Tramitação em regime de urgência sustada graças a requerimento do Senador Pedro Simon (PMDB/RS). Aguardando Parecer do relator Sebastião Rocha (PDT/AP) da Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
4º) Projeto de Lei 1.135/1991 dos deputados Eduardo Jorge (PT/SP) e Sandra Starling (PT/MG): Suprime o artigo 124 do Código Penal Brasileiro (o aborto provocado pela própria gestante deixa
de ser crime). Situação: Pronto para Pauta.
5º) Projeto de Lei 1.174/1991 do deputado Eduardo Jorge (PT/SP) Dá nova redação ao artigo 128 do Código Penal (ampliando os casos de não punição do aborto). Situação: Apensado ao Projeto
de Lei 1.135/1991, tramitando em conjunto.
6º) Projeto de Lei 1.956/1996 da deputada Marta Suplicy (PT/SP) Autoriza a interrupção da gravidez nos casos que menciona (má formação fetal - aborto eugênico). Situação: Apensado ao
Projeto de Lei 1.135/1991, tramitando em conjunto.
São de autores fora do PT:
7º) Projeto de Lei 3.280/1992 do deputado Luiz Moreira (PTB/BA) Autoriza a interrupção da gravidez até a 24ª semana nos caso previstos na presente lei (má formação fetal - aborto eugênico). Situação: Apensado ao Projeto de Lei 1.135/1991, tramitando em conjunto.
8º) Projeto de Lei 2.929/1997 do deputado Wigberto Tartuce (PPB /DF) Permite às mulheres estupradas por parentes a interrupção da gravidez. Situação: Apensado ao Projeto de Lei
1.135/1991, tramitando em conjunto.
FORÇAS OCULTAS:
1. Em 1995 estava em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara dos Deputados o famoso Projeto de Lei 20/91, de autoria dos deputados Eduardo Jorge (PT/SP) e Sandra Starling (PT/MG), que pretendia obrigar os hospitais públicos a abortar crianças no caso de um estupro e no caso (inexistente) em que o aborto fosse "necessário" para salvar a vida de uma gestante enferma. No dia 30 de outubro de 1995 o deputado Hélio Bicudo(PT/SP) foi designado como relator do projeto. No dia 6 de dezembro, Hélio Bicudo ousou emitir um relatório em desacordo com a bandeira abortista de seu Partido (PT). Seu parecer não continha nenhum permissivo para o aborto. Em caso de estupro, ele propunha uma solução genial: se a mulher não desejasse ficar com a criança após o nascimento, o Estado assumiria para si o encargo de educá-la. O substitutivo de Hélio Bicudo fez com que forças ocultas o obrigassem a deixar o cargo de relator do projeto, em favor da abortista Zulaiê Cobra Ribeiro (PSDB/SP), que assumiu tal função em 28 de março de 1996.
2. No dia 26 de novembro de 1996, a nova relatora emitiu seu parecer, obviamente favorável ao projeto abortista. No entanto, Hélio Bicudo (PT/SP) continuava a pertencer à Comissão (CCJR) e poderia votar contra o parecer da relatora. Pelo menos teoricamente...
Chegou o dia 28 de agosto de 1997, quando, depois de inúmeros adiamentos, finalmente o projeto abortista foi votado. Hélio Bicudo (PT/SP) compareceu e fez um solene discurso contra o aborto.
Uma multidão lotava as galeria da sala da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR). Vários parlamentares, sentindo a pressão popular, posicionaram-se a favor da vida. A relatora Zulaiê Cobra (PSDB/SP) não escondeu seu desespero diante de uma possível e iminente derrota.
A votação foi nominal. Como de costume, todos os deputados do PT votaram a favor do aborto. E Hélio Bicudo? Forças ocultas obrigaram-no a ausentar-se na hora da votação. Sua ausência, infelizmente, foi decisiva. Graças a ela, houve um empate (23 x 23 votos). Prevaleceu então, o parecer favorável da relatora e o projeto foi aprovado na Comissão.
Depois, Hélio Bicudo tentou justificar-se dizendo que, sendo ele suplente, achou que não seria chamado para votar e, por isso, não permaneceu na sala. No entanto, vale lembrar que a deputada Marta Suplicy (PT/SP), chamada para votar em lugar dele, também era suplente e permaneceu até o fim da sessão (e votou a favor do projeto, é óbvio).
3. Em Goiânia, no início de 1997, os vereadores perceberam um clamor popular pela revogação da lei municipal do aborto. O primeiro que se prontificou a apresentar um projeto revogando a lei 7.488/95 foi Djalma Cotinguiba Araújo. Eu estava presente quando no dia 3 de junho de 1997 ele fez a proposta, recebida com grande exultação pelos jovens reunidos em certa paróquia. No entanto, por infelicidade Djalma pertencia ao PT. Forças ocultas obrigaram-no a retirar o projeto de pauta (!), renunciando àquilo que um político mais preza - a popularidade - em favor das diretrizes do Partido. Resultado: a glória da revogação da lei do aborto ficou para um outro vereador: Iram Saraiva Júnior, de um outro partido(PMDB).
4. Em abril de 2001, o PT preparava mais um golpe: desejava que o Projeto de Lei 18/2001, recém-chegado ao Senado, de autoria do deputado Professor Luizinho(PT/SP) fosse votado e aprovado em regime de urgência. Tal projeto deveria obrigar os delegados de polícia a mentir, informando às vítimas de estupro que a lei lhes assegurava o direito de matar a criança concebida. Os delegados deveriam também indicar às mulheres os lugares próprios para o aborto.
No dia 18 de abril de 2001, o projeto seria votado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. Na tarde do mesmo dia, ele seria apressadamente apreciado pelo plenário. Depois, vitorioso, seria encaminhado para a sanção do Presidente da República.
Graças a Deus, o regime de urgência foi sustado, mediante um requerimento assinado pelo Senador Pedro Simon(PMDB/RS) e o projeto voltou a tramitar normalmente.
Um detalhe interessante, porém, é que a primeira pessoa indicada para relatar o projeto foi a senadora Marina Silva (PT/AC). Como ela, porém, é protestante e contrária ao aborto, mas pertencia ao PT, forças ocultas obrigaram-na a renunciar à relatoria do projeto. Tal informação eu obtive no próprio gabinete da senadora. A "batata quente" ficou então para sua correligionária Heloísa
Helena (PT/AL), a qual, depois, passou o encargo para o senador Sebastião Rocha(PDT/AP).
5. No dia 25 de abril de 2001, estava em pauta na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 947/1999, de autoria do deputado Severino Cavalcanti (PPB/PE), que "institui o Dia do Nascituro, a ser festejado no dia 25 de março de cada ano". Por felicidade, foi escolhida como relatora do projeto a deputada Ângela Guadagnin (PT/SP).
Amicíssima de Dom José Nélson Westrupp, ela é membro da Comissão Diocesana de Defesa da Vida de São José dos Campos. Obviamente, a deputada não podia deixar de emitir um parecer favorável ao projeto. No entanto, como conciliar isso com a bandeira abortista de seu Partido(PT)? Forças ocultas permitiram que ela redigisse um belíssimo relatório em defesa da vida, mas impediram que ela comparecesse no dia da votação. Assim, a tramitação do projeto não pôde prosseguir pela ausência da relatora.
Mais ainda: no dia 30 de maio de 2001, a deputada petista Ana Corso (PT/RS) pediu vistas do projeto a fim de emitir um voto em separado, obviamente, contrário ao projeto. E a votação do projeto foi sendo protelada indefinidamente... até os dias de hoje.
NO PT NÃO HÁ LIBERDADE
À luz dos fatos acima (contra os quais não há argumentos), pode-se perceber o autoritarismo com que o PT trata os seus filiados. Fica agora fácil compreender o alcance das palavras contidas no Estatuto do Partido, aprovado em 11 de março de 2001. Vejamos um artigo que trata dos mandatos dos parlamentares:
"Art. 66: O Partido concebe o mandato como partidário e os integrantes das Bancadas nas Casas Legislativas deverão subordinar sua ação parlamentar aos princípios doutrinários e programáticos,
às deliberações e diretrizes estabelecidas pelas instâncias de direção partidária, na forma deste Estatuto."
Aliás, desde sua pré-candidatura, o petista deve reconhecer sua inteira submissão ao Partido:
"Art. 69: Desde o pedido de indicação como pré-candidato a cargo legislativo, o filiado comprometer-se-á rigorosamente a:
I- reconhecer de modo expresso que todo mandato eletivo pertence ao Partido e que suas instâncias de direção poderão adotar todas as medidas necessárias para preservar esse mandato se deixar a legenda ou dela for desligado."
É de se notar, pelos exemplos já citados, que o mandato dos parlamentares, em vez de pertencer
aos eleitores ou de pertencer a Deus, pertence de maneira absoluta ao Partido.
(PT), que tem o poder de punir qualquer desobediência.
Alguém poderia invocar alguma exceção. Sim, há exceções. Todas elas, em confirmação da regra. Houve casos, raríssimos, de parlamentares petistas votando contra o aborto. Mas sempre, em tais casos, o voto contrário do petista não iria fazer diferença para a aprovação do projeto.
Assim, por exemplo, encontramos Hélio Bicudo (PT/SP) no dia 23 de abril de 1996, votando a favor da Proposta de Emenda Constitucional 25A/95, do deputado Severino Cavalcanti, que pretendia incluir em nossa Constituição o direito à vida "desde a sua concepção". Hélio Bicudo foi um entre 32 que votaram SIM contra 356 que votaram NÃO. Essas concessões são importantes para dar ao público uma aparência de liberdade, que de fato não existe no PT.
Vejamos o caráter extremamente excepcional com que um petista pode votar segundo a sua consciência:
"Art. 67: § 2º: Excepcionalmente e somente por decisão conjunta da Bancada e da Comissão Executiva do Diretório correspondente, precedida de debate amplo e público, o parlamentar poderá ser dispensado do cumprimento de decisão coletiva, face a graves objeções de natureza ética, filosófica ou religiosa, ou de foro íntimo.
Para o PT, portanto, a ditadura é a regra. A liberdade é exceção.
Nenhum petista, portanto, é livre:
a) para ser autor de um projeto de lei que valorize a vida intra-uterina, que desestimule a prática do aborto ou que revogue uma lei abortista (pode-se procurar em vão, desde a mais humilde Câmara Municipal até o Senado Federal por um único parlamentar petista que tenha conseguido fazê-lo);
b) para dar parecer favorável, como relator, a um projeto de lei pró-vida, e comparecer no dia da votação (ver o caso Ângela Guadagnin);
c) para votar contra o aborto em uma sessão em que o seu voto poderá influir decisivamente no resultado (ver o caso Hélio Bicudo).
TOTALITARISMO
O controle do PT sobre seus membros é mantido através de uma rígida disciplina. "O Partido não reconhece o direito de seus filiados organizarem-se em frações, públicas ou internas" (art.233, §3º.). Os organismos superiores podem intervir nos inferiores (art. 229), inclusive dissolvendo-os
(art. 230). "A infidelidade partidária se caracteriza pela desobediência aos princípios doutrinários e programáticos, às normas estatutárias e às diretrizes estabelecidas pelos órgãos competentes"
(art. 211 "caput"). Os parlamentares podem ser infiéis ao Partido "pela atitude ou pelo voto" (art.211, §2º). As sanções vão desde a advertência até a perda de mandato (art. 210).
UMA EXCELENTE ORGANIZAÇÃO CONTRA A VIDA E A FAMÍLIA
Como visto, no Congresso, o PT é líder absoluto em autoria de projetos de lei abortistas Outra bandeira do Partido é a do direito ao homossexualismo. Desde 1992, o PT possui um Núcleo de Gays e Lésbicas (NGL) (1) O filiado ao PT tem o dever de "combater todas as manifestações de discriminação em relação à [...] orientação sexual"(art. 14, inciso II). Todas as marchas de "orgulho homossexual" recebem apoio expresso do PT. No Congresso, há várias matérias pró-homossexualismo: além do Projeto de Lei 1.151/1995, da ex-deputada Marta Suplicy (PT/SP), que "dispõe sobre a parceria civil registrada de pessoas do mesmo sexo e dá outras providências", encontramos a Proposta de Emenda Constitucional 67/1999 do deputado Marcos Rolim (PT/RS)
que pretende tornar o homossexualismo um direito constitucional e o Projeto de Lei 5003/2001, da deputada Iara Bernardi (PT/SP), que pretende punir aqueles que "discriminarem" os homossexuais (talvez a Igreja Católica, por não admitir homossexuais nos seminários e
conventos...). Uma rápida visita às várias Assembléias Legislativas e às Câmaras Municipais revela que o PT tem um plano de ação nacional, muito bem orquestrado, para a implantação do aborto e do "casamento" de homossexuais em nosso país. São incontáveis os projetos de lei de vereadores e deputados estaduais petistas visando o favorecimento da prática do aborto e do
homossexualismo. Uma ação de tal magnitude não se encontra em nenhum outro partido.
Anápolis, 30 de setembro de 2002.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis."
(www.providaanapolis.org.br)
(1) Verificar em http://listas.pt.org.br/homo.htm
Como o profssor gosta de "aparelhar" este espaço com "noticias" do blog do minúsculo josé dirceu (é por isso que os médicos são tão contra os "radicais livres"!) eu tomo a liberdade de repetir "post" com assunto da maior importância, cuidadosamente escondido pelo Excomungado:
LULLA/PT E A QUESTÃO DO ABORTO
O próprio Lula, várias vezes já se declarou favorável ao aborto. E isso durante pelo menos duas décadas:
O Partido dos Trabalhadores (PT) havia acabado de nascer. A Editora "O Repórter de Guarulhos" publicou então o livro Lula - Luís Inácio da Silva: Entrevistas e Discursos. A obra não é muito agradável de ser lida. A linguagem é vulgar, cheia de palavrões, que refletem o nível cultural e moral do atual candidato. Lula fala sobre os contatos sexuais que as crianças de sua época tinham com animais, já aos 10 ou 12 anos. Aos dezesseis anos, ele teve sua primeira experiência sexual. Foi com uma mulher "numa dessas casas de São Paulo" (pg. 204). Depois que ficou viúvo, diz ele que endoidou de vez: "Eu queria sair com mulher de segunda a domingo" (pg. 204). Sua posição sobre o aborto é perfeitamente coerente com a libertinagem de sua vida, a respeito da qual não demonstra vergonha ou arrependimento. Vejamos:
"- O que você acha da legalização do aborto?
- Eu posso até ser mal interpretado, sabe, mas sou contra a legalização do aborto. Sou contra por dois aspectos, espera aí, sou contra não, minto, minto, minto. Eu sou a favor do aborto.Primeiro porque eu acho que a pessoa pode cometer um erro. Às vezes, nascer a criança é muito mais prejudicial do que praticar o aborto. O que não adianta é a coisa ficar na clandestinidade e acontecerem milhões de casos. Muitas vezes as pessoas perdem a vida arriscando-se a tomar remédios inadequados, arriscando-se a se tratar com pessoas incapacitadas. Então, seria muito melhor legalizar isso, sabe, dar condição de salvar pelo menos a vida da mãe. Para evitar que as mulheres tomem remédios feitos em casa, tentem ir atrás de feiticeiros, de chá de cobra, de enfermeiros, de parteiros, sei lá. O ideal seria que não precisasse ninguém abortar, mas, como existe essa necessidade, o aborto deveria ser legalizado." (LULA - Luiz Inácio da Silva: Entrevistas e Discursos. 2ª. edição, Guarulhos: O Repórter de Guarulhos, 1981. pg. 238).
b) Nas eleições de 1990, um fato decisivo na derrota para Collor, foi a exibição da ex-namorada de Lula, Miriam Cordeiro, dizendo que o presidenciável havia-lhe oferecido dinheiro para abortar sua filha Lurian. Miriam recusou-se, levou a gravidez até o fim, deu à luz e apresentou a menina ao pai, dizendo: "Toma e mata". Mesmo que tenham criticado o uso do fato para fins eleitorais, não conheço nenhum depoimento posterior de Miriam Cordeiro confessando que o que disse era mentira.
c) Em 1994, o PT resolveu tirar a máscara. Propôs publicamente como PROGRAMA DE GOVERNO do candidato Lula, a legalização do aborto e do casamento de homossexuais. Creio que, até hoje, esta foi a atitude mais sincera do Partido. O resultado foi desastroso. Pressionado, Lula voltou atrás. Mas não conseguiu ganhar a eleição.
d) Nas eleições de 1998, Lula, candidato da coligação Muda Brasil, que reunia PT - PDT - PSB - PCdoB e PCB, escreveu um "Programa de Saúde da União do Povo", no qual, depois de muito "blá,blá,blá", disse com todas as letras que se comprometia a oferecer o aborto às vítimas de estupro. Vejamos suas palavras:
(http://www.datasus.gov.br/cns/programas/PROGRAMACARTALULA.htm)
"Finalmente, não poderia deixar de assumir um compromisso especial com as mulheres brasileiras, tanto a respeito da necessária humanização do parto, como na questão do aborto. Eu, pessoalmente (...) sou contrário ao aborto. Mas como presidente da República não poderei ignorar que no Brasil mais de 2 milhões de abortos [esta estatística baseia-se na mais científica "chutometria"] são realizados anualmente de forma ilegal, clandestina, sem os necessários cuidados médicos (...).".
e) Nas eleições de 2.002, Lula tomou uma postura conhecida como "paz e amor", evitando atacar seus adversários e entrar em temas polêmicos. Suas 73 páginas do Programa de Governo não mencionam o tema aborto. No entanto, o aborto está presente em um dos "Cadernos Temáticos do Programa de Governo" intitulado "Saúde para a Família Brasileira". Este caderno de 26 páginas apresenta a seguinte passagem na página 14:
Nosso governo assumirá o compromisso de assegurar tratamento diferenciado e efetivo para a população feminina, priorizando as seguintes ações públicas:
(...)
- o da garantia dos serviços de assistência nos casos previstos no artigo 128 do Código Penal.
f) Lula defende que rede pública de saúde possa fazer abortos:
00:07 07/09/2002
Redação (editor ultimosegundo@ig.com)
SÃO PAULO - "O estado tem que cuidar e não apenas proibir". Segundo o candidato do PT à presidência, Luiz inácio Lula da Silva, o aborto é uma questão mais de saúde pública que de ideologia. "Todo mundo é contra", disse, em entrevista à "Rede TV!" nesta sexta-feira. No entanto, o governo não pode ignorar que a prática existe, seja legal ou não."Milhares de meninas ficam grávidas todos os dias e tentam tirar com agulha de tricô ou chás", afirmou. Nesses casos, segundo ele, "O ABORTO É UMA QUESTÃO DE SÁÚDE PÚBLICA E DEVE FICAR A CARGO DO ESTADO". (!!!)
São de autoria do PT:
1º) Projeto de Lei 20/1991: dos deputados Eduardo Jorge (PT/SP) e Sandra Starling - (PT/MG): Dispõe sobre a obrigatoriedade de atendimento dos casos de aborto previstos no Código Penal, pelo Sistema Único de Saúde. Situação: Pronto para Pauta. [Nota: foi a dificuldade em fazer aprovar esse projeto que levou os abortistas a pressionarem o Ministro José Serra para que introduzisse o aborto no SUS com uma única canetada, driblando o Congresso Nacional.]
2º) Projeto de Lei 176/1995: do deputado José Genoíno (PT/SP) Dispõe sobre a opção da interrupção da gravidez (por simples solicitação da gestante!). Situação: Apensado ao Projeto de Lei-1.135/1991, ora tramitando em conjunto.
3º) Projeto de Lei 605/1999: do deputado Professor Luizinho (PT/SP) Dispõe sobre a obrigatoriedade dos servidores das Delegacias de Polícia informarem às vítimas de estupro sobre o direito de aborto legal. Situação: Aprovado pela Câmara. Enviado ao Senado, onde recebeu o nome PLC 18/2001. Tramitação em regime de urgência sustada graças a requerimento do Senador Pedro Simon (PMDB/RS). Aguardando Parecer do relator Sebastião Rocha (PDT/AP) da Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
4º) Projeto de Lei 1.135/1991 dos deputados Eduardo Jorge (PT/SP) e Sandra Starling (PT/MG): Suprime o artigo 124 do Código Penal Brasileiro (o aborto provocado pela própria gestante deixa
de ser crime). Situação: Pronto para Pauta.
5º) Projeto de Lei 1.174/1991 do deputado Eduardo Jorge (PT/SP) Dá nova redação ao artigo 128 do Código Penal (ampliando os casos de não punição do aborto). Situação: Apensado ao Projeto
de Lei 1.135/1991, tramitando em conjunto.
6º) Projeto de Lei 1.956/1996 da deputada Marta Suplicy (PT/SP) Autoriza a interrupção da gravidez nos casos que menciona (má formação fetal - aborto eugênico). Situação: Apensado ao
Projeto de Lei 1.135/1991, tramitando em conjunto.
São de autores fora do PT:
7º) Projeto de Lei 3.280/1992 do deputado Luiz Moreira (PTB/BA) Autoriza a interrupção da gravidez até a 24ª semana nos caso previstos na presente lei (má formação fetal - aborto eugênico). Situação: Apensado ao Projeto de Lei 1.135/1991, tramitando em conjunto.
8º) Projeto de Lei 2.929/1997 do deputado Wigberto Tartuce (PPB /DF) Permite às mulheres estupradas por parentes a interrupção da gravidez. Situação: Apensado ao Projeto de Lei
1.135/1991, tramitando em conjunto.
FORÇAS OCULTAS:
1. Em 1995 estava em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara dos Deputados o famoso Projeto de Lei 20/91, de autoria dos deputados Eduardo Jorge (PT/SP) e Sandra Starling (PT/MG), que pretendia obrigar os hospitais públicos a abortar crianças no caso de um estupro e no caso (inexistente) em que o aborto fosse "necessário" para salvar a vida de uma gestante enferma. No dia 30 de outubro de 1995 o deputado Hélio Bicudo(PT/SP) foi designado como relator do projeto. No dia 6 de dezembro, Hélio Bicudo ousou emitir um relatório em desacordo com a bandeira abortista de seu Partido (PT). Seu parecer não continha nenhum permissivo para o aborto. Em caso de estupro, ele propunha uma solução genial: se a mulher não desejasse ficar com a criança após o nascimento, o Estado assumiria para si o encargo de educá-la. O substitutivo de Hélio Bicudo fez com que forças ocultas o obrigassem a deixar o cargo de relator do projeto, em favor da abortista Zulaiê Cobra Ribeiro (PSDB/SP), que assumiu tal função em 28 de março de 1996.
2. No dia 26 de novembro de 1996, a nova relatora emitiu seu parecer, obviamente favorável ao projeto abortista. No entanto, Hélio Bicudo (PT/SP) continuava a pertencer à Comissão (CCJR) e poderia votar contra o parecer da relatora. Pelo menos teoricamente...
Chegou o dia 28 de agosto de 1997, quando, depois de inúmeros adiamentos, finalmente o projeto abortista foi votado. Hélio Bicudo (PT/SP) compareceu e fez um solene discurso contra o aborto.
Uma multidão lotava as galeria da sala da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR). Vários parlamentares, sentindo a pressão popular, posicionaram-se a favor da vida. A relatora Zulaiê Cobra (PSDB/SP) não escondeu seu desespero diante de uma possível e iminente derrota.
A votação foi nominal. Como de costume, todos os deputados do PT votaram a favor do aborto. E Hélio Bicudo? Forças ocultas obrigaram-no a ausentar-se na hora da votação. Sua ausência, infelizmente, foi decisiva. Graças a ela, houve um empate (23 x 23 votos). Prevaleceu então, o parecer favorável da relatora e o projeto foi aprovado na Comissão.
Depois, Hélio Bicudo tentou justificar-se dizendo que, sendo ele suplente, achou que não seria chamado para votar e, por isso, não permaneceu na sala. No entanto, vale lembrar que a deputada Marta Suplicy (PT/SP), chamada para votar em lugar dele, também era suplente e permaneceu até o fim da sessão (e votou a favor do projeto, é óbvio).
3. Em Goiânia, no início de 1997, os vereadores perceberam um clamor popular pela revogação da lei municipal do aborto. O primeiro que se prontificou a apresentar um projeto revogando a lei 7.488/95 foi Djalma Cotinguiba Araújo. Eu estava presente quando no dia 3 de junho de 1997 ele fez a proposta, recebida com grande exultação pelos jovens reunidos em certa paróquia. No entanto, por infelicidade Djalma pertencia ao PT. Forças ocultas obrigaram-no a retirar o projeto de pauta (!), renunciando àquilo que um político mais preza - a popularidade - em favor das diretrizes do Partido. Resultado: a glória da revogação da lei do aborto ficou para um outro vereador: Iram Saraiva Júnior, de um outro partido(PMDB).
4. Em abril de 2001, o PT preparava mais um golpe: desejava que o Projeto de Lei 18/2001, recém-chegado ao Senado, de autoria do deputado Professor Luizinho(PT/SP) fosse votado e aprovado em regime de urgência. Tal projeto deveria obrigar os delegados de polícia a mentir, informando às vítimas de estupro que a lei lhes assegurava o direito de matar a criança concebida. Os delegados deveriam também indicar às mulheres os lugares próprios para o aborto.
No dia 18 de abril de 2001, o projeto seria votado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. Na tarde do mesmo dia, ele seria apressadamente apreciado pelo plenário. Depois, vitorioso, seria encaminhado para a sanção do Presidente da República.
Graças a Deus, o regime de urgência foi sustado, mediante um requerimento assinado pelo Senador Pedro Simon(PMDB/RS) e o projeto voltou a tramitar normalmente.
Um detalhe interessante, porém, é que a primeira pessoa indicada para relatar o projeto foi a senadora Marina Silva (PT/AC). Como ela, porém, é protestante e contrária ao aborto, mas pertencia ao PT, forças ocultas obrigaram-na a renunciar à relatoria do projeto. Tal informação eu obtive no próprio gabinete da senadora. A "batata quente" ficou então para sua correligionária Heloísa
Helena (PT/AL), a qual, depois, passou o encargo para o senador Sebastião Rocha(PDT/AP).
5. No dia 25 de abril de 2001, estava em pauta na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 947/1999, de autoria do deputado Severino Cavalcanti (PPB/PE), que "institui o Dia do Nascituro, a ser festejado no dia 25 de março de cada ano". Por felicidade, foi escolhida como relatora do projeto a deputada Ângela Guadagnin (PT/SP).
Amicíssima de Dom José Nélson Westrupp, ela é membro da Comissão Diocesana de Defesa da Vida de São José dos Campos. Obviamente, a deputada não podia deixar de emitir um parecer favorável ao projeto. No entanto, como conciliar isso com a bandeira abortista de seu Partido(PT)? Forças ocultas permitiram que ela redigisse um belíssimo relatório em defesa da vida, mas impediram que ela comparecesse no dia da votação. Assim, a tramitação do projeto não pôde prosseguir pela ausência da relatora.
Mais ainda: no dia 30 de maio de 2001, a deputada petista Ana Corso (PT/RS) pediu vistas do projeto a fim de emitir um voto em separado, obviamente, contrário ao projeto. E a votação do projeto foi sendo protelada indefinidamente... até os dias de hoje.
NO PT NÃO HÁ LIBERDADE
À luz dos fatos acima (contra os quais não há argumentos), pode-se perceber o autoritarismo com que o PT trata os seus filiados. Fica agora fácil compreender o alcance das palavras contidas no Estatuto do Partido, aprovado em 11 de março de 2001. Vejamos um artigo que trata dos mandatos dos parlamentares:
"Art. 66: O Partido concebe o mandato como partidário e os integrantes das Bancadas nas Casas Legislativas deverão subordinar sua ação parlamentar aos princípios doutrinários e programáticos,
às deliberações e diretrizes estabelecidas pelas instâncias de direção partidária, na forma deste Estatuto."
Aliás, desde sua pré-candidatura, o petista deve reconhecer sua inteira submissão ao Partido:
"Art. 69: Desde o pedido de indicação como pré-candidato a cargo legislativo, o filiado comprometer-se-á rigorosamente a:
I- reconhecer de modo expresso que todo mandato eletivo pertence ao Partido e que suas instâncias de direção poderão adotar todas as medidas necessárias para preservar esse mandato se deixar a legenda ou dela for desligado."
É de se notar, pelos exemplos já citados, que o mandato dos parlamentares, em vez de pertencer
aos eleitores ou de pertencer a Deus, pertence de maneira absoluta ao Partido.
(PT), que tem o poder de punir qualquer desobediência.
Alguém poderia invocar alguma exceção. Sim, há exceções. Todas elas, em confirmação da regra. Houve casos, raríssimos, de parlamentares petistas votando contra o aborto. Mas sempre, em tais casos, o voto contrário do petista não iria fazer diferença para a aprovação do projeto.
Assim, por exemplo, encontramos Hélio Bicudo (PT/SP) no dia 23 de abril de 1996, votando a favor da Proposta de Emenda Constitucional 25A/95, do deputado Severino Cavalcanti, que pretendia incluir em nossa Constituição o direito à vida "desde a sua concepção". Hélio Bicudo foi um entre 32 que votaram SIM contra 356 que votaram NÃO. Essas concessões são importantes para dar ao público uma aparência de liberdade, que de fato não existe no PT.
Vejamos o caráter extremamente excepcional com que um petista pode votar segundo a sua consciência:
"Art. 67: § 2º: Excepcionalmente e somente por decisão conjunta da Bancada e da Comissão Executiva do Diretório correspondente, precedida de debate amplo e público, o parlamentar poderá ser dispensado do cumprimento de decisão coletiva, face a graves objeções de natureza ética, filosófica ou religiosa, ou de foro íntimo.
Para o PT, portanto, a ditadura é a regra. A liberdade é exceção.
Nenhum petista, portanto, é livre:
a) para ser autor de um projeto de lei que valorize a vida intra-uterina, que desestimule a prática do aborto ou que revogue uma lei abortista (pode-se procurar em vão, desde a mais humilde Câmara Municipal até o Senado Federal por um único parlamentar petista que tenha conseguido fazê-lo);
b) para dar parecer favorável, como relator, a um projeto de lei pró-vida, e comparecer no dia da votação (ver o caso Ângela Guadagnin);
c) para votar contra o aborto em uma sessão em que o seu voto poderá influir decisivamente no resultado (ver o caso Hélio Bicudo).
TOTALITARISMO
O controle do PT sobre seus membros é mantido através de uma rígida disciplina. "O Partido não reconhece o direito de seus filiados organizarem-se em frações, públicas ou internas" (art.233, §3º.). Os organismos superiores podem intervir nos inferiores (art. 229), inclusive dissolvendo-os
(art. 230). "A infidelidade partidária se caracteriza pela desobediência aos princípios doutrinários e programáticos, às normas estatutárias e às diretrizes estabelecidas pelos órgãos competentes"
(art. 211 "caput"). Os parlamentares podem ser infiéis ao Partido "pela atitude ou pelo voto" (art.211, §2º). As sanções vão desde a advertência até a perda de mandato (art. 210).
UMA EXCELENTE ORGANIZAÇÃO CONTRA A VIDA E A FAMÍLIA
Como visto, no Congresso, o PT é líder absoluto em autoria de projetos de lei abortistas Outra bandeira do Partido é a do direito ao homossexualismo. Desde 1992, o PT possui um Núcleo de Gays e Lésbicas (NGL) (1) O filiado ao PT tem o dever de "combater todas as manifestações de discriminação em relação à [...] orientação sexual"(art. 14, inciso II). Todas as marchas de "orgulho homossexual" recebem apoio expresso do PT. No Congresso, há várias matérias pró-homossexualismo: além do Projeto de Lei 1.151/1995, da ex-deputada Marta Suplicy (PT/SP), que "dispõe sobre a parceria civil registrada de pessoas do mesmo sexo e dá outras providências", encontramos a Proposta de Emenda Constitucional 67/1999 do deputado Marcos Rolim (PT/RS)
que pretende tornar o homossexualismo um direito constitucional e o Projeto de Lei 5003/2001, da deputada Iara Bernardi (PT/SP), que pretende punir aqueles que "discriminarem" os homossexuais (talvez a Igreja Católica, por não admitir homossexuais nos seminários e
conventos...). Uma rápida visita às várias Assembléias Legislativas e às Câmaras Municipais revela que o PT tem um plano de ação nacional, muito bem orquestrado, para a implantação do aborto e do "casamento" de homossexuais em nosso país. São incontáveis os projetos de lei de vereadores e deputados estaduais petistas visando o favorecimento da prática do aborto e do
homossexualismo. Uma ação de tal magnitude não se encontra em nenhum outro partido.
Anápolis, 30 de setembro de 2002.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis."
(www.providaanapolis.org.br)
(1) Verificar em http://listas.pt.org.br/homo.htm
Trago fatos e opiniões para debate, não recomendações da TFP e Opus Dei e posturas medievais e fundamentalistas.
Lula no comício hoje em Curitiba na Boca Maldita, para milhares de pessoas:
"Neste Estado até preconceito contra o meu dedo eles já fizeram. É uma doença que fica dentro da pessoa. Na campanha se espalha pela cabeça dos preconceituosos".
Lula se referia a um adesivo que fizeram no Paraná, com a mão com 4 dedos e um sinal de proibido em cima.
Em seguida disse:
"Se eles tem preconceito contra quem nao tem um dedo, imaginem o preconceito contra os negros, as mulheres, os pobres"
O POVO GRITAVA DEMAIS... BANDEIRA PRA TODO LADO.
E ainda tem os reaças que acham que o povo é bobo
Mais uma vez, a PeTralhada ao invés de afrontar, com argumentos, as colocações feitas pelos opositores à candidatura do Excomungado (agora vocês percebem porque o chamo assim?!) prefere partir para o achincalhe e a desqualificação moral do "ofensor" ("TFP" e outras sandices mais).
Eles julgam a intenção do contendor e não as suas colocações. Desonestidade intelectual máxima, como sói acontecer com canalhas PeTralhas.
Quá, quá, quá, quá!
Mas e aí putada PeTralha e quanto ao ABORTO e o PT mesmo?
O gatinho comeu a linguinha de vocês?
Espero que não, pois gosto muito de gatinhos para quer vê-los mortos por envenamento e podridão!
...mas, richard pode ser sincero: v. pertence à opus dei, ou à tfp? qual o problema, pode contar para os leitores do conjur?
PeTralha canalha e caloteiro:
Posso contar sim.
Tirando a triste bosta que o PT - Partido Totalitário, fez com o meu País, problema nenhum...!
Quanto a ser da TFP, movimento de imbecis subjugados a um "profeta" delirante que pregava que um dia seria arrebatado aos céus num carro de fogo como o Profeta Elias, nunca faria parte de algo assim.
Quanto a ser do "Opus Dei" prelazia católica de Direito Pontifício (acho que você nem faz idéia do que seja isso, talvez), não pertenço e nunca pertenci a ela, embora reconheça que a sua via de espiritualidade (a santificação de qualquer pessoa através do trabalho e do cumprimento dos deveres do cotidiano com perfeição e oferecidos à Deus)
seja muito interessante.
Satisfeito, caloteiro?!
...seu país? desde quando defensores de privatarias que entregam bens públicos para outros países, tem país, pátria, ou que nome se dê?
...seu ilusionista maluco!
O lucro das grandes empresas mais que quadruplicou nos três anos e meio de governo Lula em relação a igual período do segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, superando em muito a rentabilidade dos bancos. A soma do lucro líquido das 227 principais empresas do setor produtivo com ações negociadas em Bolsa cresceu de R$ 29,3 bilhões para R$ 131,7 bilhões entre os dois governos, diz reportagem do jornal O Estado de S. Paulo. A diferença, de R$ 102,4 bilhões, representa um salto de 349,8%.
Na mesma comparação, o lucro dos 23 bancos de capital aberto teve crescimento bem mais modesto, de 104,2%: passou de R$ 26,7 bilhões para R$ 54,5 bilhões. Nesse grupo, estão as maiores instituições financeiras do País, como Bradesco, Itaú e Banco do Brasil.
Sinal que não é por falta de lucro que a Zelite quer que se moralize o país. Mas por estar estarrecida pela falta de moral do partido governista. Seja quem ganhe, os mesmos continuarão ganhando!
O sr. Alckmin está desmoralizando a tudo e a todos no se afã egoísta de chegar a Presidência da República.
Caso o TSE admita os abusos que esse senhor está impondo teremos um Bush ou um Hitler?
Alguém precisa puxar o freio de mão desse senor, pois no regime democrático decisão jurídica não se discute. Se cumpre. Ou o Alckmin está acima da lei?
Com a palavra, o TSE.
Avelino
"O sr. Alckmin está desmoralizando a tudo e a todos no se afã egoísta de chegar a Presidência da República" (?!!!)
MEU DEUS! Estamos partindo para o BIZARRO!
Só o Excomungado pode aspirar à presidência. Porque é SANTO!!
Todos os demais são uns aproveitadores egoístas que ousam desafiar o "líder".
Bem, bem, o Lulla é tão bom e santo que a nós só resta clamar aos céus para que o leve, a fim de que "lá do alto" ele possa melhor cuidar dos destinos desta Nação!
De joelhos todos, oremos...
Canalhas safados!
E aproveito para perguntar novamente aos "aparelhadores" e cultores da candidatura do Excomungado:
E sobre a ligação instrínseca entre Lulla, PT e ABORTO, vocês não tem nada a dizer?
FORA DELINQÜENTE(S),
ALCKMIN PRESIDENTE!
Não sou partidário de nenhum desses canditados que estão aí, como também não tenho a menor simpatia por nenhum politico desse pais. Mas é inacreditável a atenção que a mídia concede a turma do PSDB. Lembro que o Sr Lula só está no planalto graças a inércia e absoluta inoperância do tão decantado sociólogo que enquanto estava no poder sua cabeça era um verdadeiro vazio após 8 longos e sofridos anos virou um gênio com ideias extra - ordinárias. Com relação ao "bom moço" sabemos a verdadeira situação do estado de S.Paulo talvez ele tenha sido contaminado pelo sociólogo e sua passagem pelo palacio dos Bandeirantes todos já conhecem, durante a campanha jamais foi objetivo apenas se preocupou com que seu concorrente fez ou deixou de fazer o que nos leva a crer que todos eles são rigorosamente iguais, é uma pena que não foi dessa vez que apareceu alguem normal apenas manteve-se a mesmice. A politica já chegou ao ponto do intolerável, talvez seja uma utopia pensar que cada eleitor desse pais chegou a conclusão que brasilia será fechada e o planalto ficará sem um governante por pura falta de opção. Mas um dia as pessoas levaram esse pais a sério e essa gente terá que cuidar de seus do que lucro nesse periodo.
Lula manda na Polícia Federal; Lula manda nos ministros; Lula manda no PT. E por que até agora nem o Lula nem ninguém revelou de onde veio o dinheiro para comprar o dossiê”.
...
Onde está uma unica inverdade?
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login