O ministro Ari Pargendler, do Tribunal Superior Eleitoral, determinou que seja retirado do ar o site com o domínio www.lula13.com.br. A decisão foi tomada neste domingo (22/10) e atende ao pedido protocolado pela coligação do candidato-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O site já foi retirado do ar. De acordo com a empresa Registro.BR, o criador da página é o gaúcho Leandro Augusto de S. Venturini. A coligação de Lula explicou que o site foi criado irregularmente, sem autorização ou conhecimento do candidato à reeleição.
Alegou também que o site faz campanha contra a coligação e que houve “grande prejuízo da coligação pela divulgação criminosa na rede mundial de computadores”, já que o site oficial da campanha é bastante semelhante: www.lula13.can.br.
A coligação A Força do Povo lembrou, ainda, que o domínio “Lula 13”, seja qual for a sua terminação, pertence à própria coligação, conforme o artigo 71 da Resolução 22.261/06, sobre propaganda eleitoral. “Até para evitar, como no caso em tela, a utilização indevida e criminosa do nome e do número do candidato”.
Os advogados de Lula observaram que, além da incidência de tipos criminais que afetam a honra, a pessoa que utiliza o domínio “Lula 13” perturba o exercício da propaganda pela coligação, pois muitos de seus simpatizantes podem confundir o endereço com o site oficial da campanha.
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De novo andou bem o TSE. Está se redimindo de alguns equívocos iniciais.
Não se pode tolerar banditismo no mundo da internet, achando que é um "mundo de ninguém". A lei alcança os fraudadores que tentam reverter a derrota esmagadora e acachapante que terão no próximo dia 29, através de manobras e factóides num verdadeiro vale-tudo. É bom que aprendam que o povo na sua ampla maioria não se deixa levar por atentados à legalidade.
Desculpem-me a repetição, mas a importância dos assuntos aqui tratados e a falta de resposta por parte dos partidários da candidatura do Excomungado, o exigem:
LULLA/PT E A QUESTÃO DO ABORTO
O próprio Lula, várias vezes já se declarou favorável ao aborto. E isso durante pelo menos duas décadas:
O Partido dos Trabalhadores (PT) havia acabado de nascer. A Editora "O Repórter de Guarulhos" publicou então o livro Lula - Luís Inácio da Silva: Entrevistas e Discursos. A obra não é muito agradável de ser lida. A linguagem é vulgar, cheia de palavrões, que refletem o nível cultural e moral do atual candidato. Lula fala sobre os contatos sexuais que as crianças de sua época tinham com animais, já aos 10 ou 12 anos. Aos dezesseis anos, ele teve sua primeira experiência sexual. Foi com uma mulher "numa dessas casas de São Paulo" (pg. 204). Depois que ficou viúvo, diz ele que endoidou de vez: "Eu queria sair com mulher de segunda a domingo" (pg. 204). Sua posição sobre o aborto é perfeitamente coerente com a libertinagem de sua vida, a respeito da qual não demonstra vergonha ou arrependimento. Vejamos:
"- O que você acha da legalização do aborto?
- Eu posso até ser mal interpretado, sabe, mas sou contra a legalização do aborto. Sou contra por dois aspectos, espera aí, sou contra não, minto, minto, minto. Eu sou a favor do aborto.Primeiro porque eu acho que a pessoa pode cometer um erro. Às vezes, nascer a criança é muito mais prejudicial do que praticar o aborto. O que não adianta é a coisa ficar na clandestinidade e acontecerem milhões de casos. Muitas vezes as pessoas perdem a vida arriscando-se a tomar remédios inadequados, arriscando-se a se tratar com pessoas incapacitadas. Então, seria muito melhor legalizar isso, sabe, dar condição de salvar pelo menos a vida da mãe. Para evitar que as mulheres tomem remédios feitos em casa, tentem ir atrás de feiticeiros, de chá de cobra, de enfermeiros, de parteiros, sei lá. O ideal seria que não precisasse ninguém abortar, mas, como existe essa necessidade, o aborto deveria ser legalizado." (LULA - Luiz Inácio da Silva: Entrevistas e Discursos. 2ª. edição, Guarulhos: O Repórter de Guarulhos, 1981. pg. 238).
b) Nas eleições de 1990, um fato decisivo na derrota para Collor, foi a exibição da ex-namorada de Lula, Miriam Cordeiro, dizendo que o presidenciável havia-lhe oferecido dinheiro para abortar sua filha Lurian. Miriam recusou-se, levou a gravidez até o fim, deu à luz e apresentou a menina ao pai, dizendo: "Toma e mata". Mesmo que tenham criticado o uso do fato para fins eleitorais, não conheço nenhum depoimento posterior de Miriam Cordeiro confessando que o que disse era mentira.
c) Em 1994, o PT resolveu tirar a máscara. Propôs publicamente como PROGRAMA DE GOVERNO do candidato Lula, a legalização do aborto e do casamento de homossexuais. Creio que, até hoje, esta foi a atitude mais sincera do Partido. O resultado foi desastroso. Pressionado, Lula voltou atrás. Mas não conseguiu ganhar a eleição.
d) Nas eleições de 1998, Lula, candidato da coligação Muda Brasil, que reunia PT - PDT - PSB - PCdoB e PCB, escreveu um "Programa de Saúde da União do Povo", no qual, depois de muito "blá,blá,blá", disse com todas as letras que se comprometia a oferecer o aborto às vítimas de estupro. Vejamos suas palavras:
(http://www.datasus.gov.br/cns/programas/PROGRAMACARTALULA.htm)
"Finalmente, não poderia deixar de assumir um compromisso especial com as mulheres brasileiras, tanto a respeito da necessária humanização do parto, como na questão do aborto. Eu, pessoalmente (...) sou contrário ao aborto. Mas como presidente da República não poderei ignorar que no Brasil mais de 2 milhões de abortos [esta estatística baseia-se na mais científica "chutometria"] são realizados anualmente de forma ilegal, clandestina, sem os necessários cuidados médicos (...).".
e) Nas eleições de 2.002, Lula tomou uma postura conhecida como "paz e amor", evitando atacar seus adversários e entrar em temas polêmicos. Suas 73 páginas do Programa de Governo não mencionam o tema aborto. No entanto, o aborto está presente em um dos "Cadernos Temáticos do Programa de Governo" intitulado "Saúde para a Família Brasileira". Este caderno de 26 páginas apresenta a seguinte passagem na página 14:
Nosso governo assumirá o compromisso de assegurar tratamento diferenciado e efetivo para a população feminina, priorizando as seguintes ações públicas:
(...)
- o da garantia dos serviços de assistência nos casos previstos no artigo 128 do Código Penal.
f) Lula defende que rede pública de saúde possa fazer abortos:
00:07 07/09/2002
Redação (editor ultimosegundo@ig.com)
SÃO PAULO - "O estado tem que cuidar e não apenas proibir". Segundo o candidato do PT à presidência, Luiz inácio Lula da Silva, o aborto é uma questão mais de saúde pública que de ideologia. "Todo mundo é contra", disse, em entrevista à "Rede TV!" nesta sexta-feira. No entanto, o governo não pode ignorar que a prática existe, seja legal ou não."Milhares de meninas ficam grávidas todos os dias e tentam tirar com agulha de tricô ou chás", afirmou. Nesses casos, segundo ele, "O ABORTO É UMA QUESTÃO DE SÁÚDE PÚBLICA E DEVE FICAR A CARGO DO ESTADO". (!!!)
São de autoria do PT:
1º) Projeto de Lei 20/1991: dos deputados Eduardo Jorge (PT/SP) e Sandra Starling - (PT/MG): Dispõe sobre a obrigatoriedade de atendimento dos casos de aborto previstos no Código Penal, pelo Sistema Único de Saúde. Situação: Pronto para Pauta. [Nota: foi a dificuldade em fazer aprovar esse projeto que levou os abortistas a pressionarem o Ministro José Serra para que introduzisse o aborto no SUS com uma única canetada, driblando o Congresso Nacional.]
2º) Projeto de Lei 176/1995: do deputado José Genoíno (PT/SP) Dispõe sobre a opção da interrupção da gravidez (por simples solicitação da gestante!). Situação: Apensado ao Projeto de Lei-1.135/1991, ora tramitando em conjunto.
3º) Projeto de Lei 605/1999: do deputado Professor Luizinho (PT/SP) Dispõe sobre a obrigatoriedade dos servidores das Delegacias de Polícia informarem às vítimas de estupro sobre o direito de aborto legal. Situação: Aprovado pela Câmara. Enviado ao Senado, onde recebeu o nome PLC 18/2001. Tramitação em regime de urgência sustada graças a requerimento do Senador Pedro Simon (PMDB/RS). Aguardando Parecer do relator Sebastião Rocha (PDT/AP) da Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
4º) Projeto de Lei 1.135/1991 dos deputados Eduardo Jorge (PT/SP) e Sandra Starling (PT/MG): Suprime o artigo 124 do Código Penal Brasileiro (o aborto provocado pela própria gestante deixa
de ser crime). Situação: Pronto para Pauta.
5º) Projeto de Lei 1.174/1991 do deputado Eduardo Jorge (PT/SP) Dá nova redação ao artigo 128 do Código Penal (ampliando os casos de não punição do aborto). Situação: Apensado ao Projeto
de Lei 1.135/1991, tramitando em conjunto.
6º) Projeto de Lei 1.956/1996 da deputada Marta Suplicy (PT/SP) Autoriza a interrupção da gravidez nos casos que menciona (má formação fetal - aborto eugênico). Situação: Apensado ao
Projeto de Lei 1.135/1991, tramitando em conjunto.
São de autores fora do PT:
7º) Projeto de Lei 3.280/1992 do deputado Luiz Moreira (PTB/BA) Autoriza a interrupção da gravidez até a 24ª semana nos caso previstos na presente lei (má formação fetal - aborto eugênico). Situação: Apensado ao Projeto de Lei 1.135/1991, tramitando em conjunto.
8º) Projeto de Lei 2.929/1997 do deputado Wigberto Tartuce (PPB /DF) Permite às mulheres estupradas por parentes a interrupção da gravidez. Situação: Apensado ao Projeto de Lei
1.135/1991, tramitando em conjunto.
FORÇAS OCULTAS:
1. Em 1995 estava em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara dos Deputados o famoso Projeto de Lei 20/91, de autoria dos deputados Eduardo Jorge (PT/SP) e Sandra Starling (PT/MG), que pretendia obrigar os hospitais públicos a abortar crianças no caso de um estupro e no caso (inexistente) em que o aborto fosse "necessário" para salvar a vida de uma gestante enferma. No dia 30 de outubro de 1995 o deputado Hélio Bicudo(PT/SP) foi designado como relator do projeto. No dia 6 de dezembro, Hélio Bicudo ousou emitir um relatório em desacordo com a bandeira abortista de seu Partido (PT). Seu parecer não continha nenhum permissivo para o aborto. Em caso de estupro, ele propunha uma solução genial: se a mulher não desejasse ficar com a criança após o nascimento, o Estado assumiria para si o encargo de educá-la. O substitutivo de Hélio Bicudo fez com que forças ocultas o obrigassem a deixar o cargo de relator do projeto, em favor da abortista Zulaiê Cobra Ribeiro (PSDB/SP), que assumiu tal função em 28 de março de 1996.
2. No dia 26 de novembro de 1996, a nova relatora emitiu seu parecer, obviamente favorável ao projeto abortista. No entanto, Hélio Bicudo (PT/SP) continuava a pertencer à Comissão (CCJR) e poderia votar contra o parecer da relatora. Pelo menos teoricamente...
Chegou o dia 28 de agosto de 1997, quando, depois de inúmeros adiamentos, finalmente o projeto abortista foi votado. Hélio Bicudo (PT/SP) compareceu e fez um solene discurso contra o aborto.
Uma multidão lotava as galeria da sala da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR). Vários parlamentares, sentindo a pressão popular, posicionaram-se a favor da vida. A relatora Zulaiê Cobra (PSDB/SP) não escondeu seu desespero diante de uma possível e iminente derrota.
A votação foi nominal. Como de costume, todos os deputados do PT votaram a favor do aborto. E Hélio Bicudo? Forças ocultas obrigaram-no a ausentar-se na hora da votação. Sua ausência, infelizmente, foi decisiva. Graças a ela, houve um empate (23 x 23 votos). Prevaleceu então, o parecer favorável da relatora e o projeto foi aprovado na Comissão.
Depois, Hélio Bicudo tentou justificar-se dizendo que, sendo ele suplente, achou que não seria chamado para votar e, por isso, não permaneceu na sala. No entanto, vale lembrar que a deputada Marta Suplicy (PT/SP), chamada para votar em lugar dele, também era suplente e permaneceu até o fim da sessão (e votou a favor do projeto, é óbvio).
3. Em Goiânia, no início de 1997, os vereadores perceberam um clamor popular pela revogação da lei municipal do aborto. O primeiro que se prontificou a apresentar um projeto revogando a lei 7.488/95 foi Djalma Cotinguiba Araújo. Eu estava presente quando no dia 3 de junho de 1997 ele fez a proposta, recebida com grande exultação pelos jovens reunidos em certa paróquia. No entanto, por infelicidade Djalma pertencia ao PT. Forças ocultas obrigaram-no a retirar o projeto de pauta (!), renunciando àquilo que um político mais preza - a popularidade - em favor das diretrizes do Partido. Resultado: a glória da revogação da lei do aborto ficou para um outro vereador: Iram Saraiva Júnior, de um outro partido(PMDB).
4. Em abril de 2001, o PT preparava mais um golpe: desejava que o Projeto de Lei 18/2001, recém-chegado ao Senado, de autoria do deputado Professor Luizinho(PT/SP) fosse votado e aprovado em regime de urgência. Tal projeto deveria obrigar os delegados de polícia a mentir, informando às vítimas de estupro que a lei lhes assegurava o direito de matar a criança concebida. Os delegados deveriam também indicar às mulheres os lugares próprios para o aborto.
No dia 18 de abril de 2001, o projeto seria votado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. Na tarde do mesmo dia, ele seria apressadamente apreciado pelo plenário. Depois, vitorioso, seria encaminhado para a sanção do Presidente da República.
Graças a Deus, o regime de urgência foi sustado, mediante um requerimento assinado pelo Senador Pedro Simon(PMDB/RS) e o projeto voltou a tramitar normalmente.
Um detalhe interessante, porém, é que a primeira pessoa indicada para relatar o projeto foi a senadora Marina Silva (PT/AC). Como ela, porém, é protestante e contrária ao aborto, mas pertencia ao PT, forças ocultas obrigaram-na a renunciar à relatoria do projeto. Tal informação eu obtive no próprio gabinete da senadora. A "batata quente" ficou então para sua correligionária Heloísa
Helena (PT/AL), a qual, depois, passou o encargo para o senador Sebastião Rocha(PDT/AP).
5. No dia 25 de abril de 2001, estava em pauta na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 947/1999, de autoria do deputado Severino Cavalcanti (PPB/PE), que "institui o Dia do Nascituro, a ser festejado no dia 25 de março de cada ano". Por felicidade, foi escolhida como relatora do projeto a deputada Ângela Guadagnin (PT/SP).
Amicíssima de Dom José Nélson Westrupp, ela é membro da Comissão Diocesana de Defesa da Vida de São José dos Campos. Obviamente, a deputada não podia deixar de emitir um parecer favorável ao projeto. No entanto, como conciliar isso com a bandeira abortista de seu Partido(PT)? Forças ocultas permitiram que ela redigisse um belíssimo relatório em defesa da vida, mas impediram que ela comparecesse no dia da votação. Assim, a tramitação do projeto não pôde prosseguir pela ausência da relatora.
Mais ainda: no dia 30 de maio de 2001, a deputada petista Ana Corso (PT/RS) pediu vistas do projeto a fim de emitir um voto em separado, obviamente, contrário ao projeto. E a votação do projeto foi sendo protelada indefinidamente... até os dias de hoje.
NO PT NÃO HÁ LIBERDADE
À luz dos fatos acima (contra os quais não há argumentos), pode-se perceber o autoritarismo com que o PT trata os seus filiados. Fica agora fácil compreender o alcance das palavras contidas no Estatuto do Partido, aprovado em 11 de março de 2001. Vejamos um artigo que trata dos mandatos dos parlamentares:
"Art. 66: O Partido concebe o mandato como partidário e os integrantes das Bancadas nas Casas Legislativas deverão subordinar sua ação parlamentar aos princípios doutrinários e programáticos,
às deliberações e diretrizes estabelecidas pelas instâncias de direção partidária, na forma deste Estatuto."
Aliás, desde sua pré-candidatura, o petista deve reconhecer sua inteira submissão ao Partido:
"Art. 69: Desde o pedido de indicação como pré-candidato a cargo legislativo, o filiado comprometer-se-á rigorosamente a:
I- reconhecer de modo expresso que todo mandato eletivo pertence ao Partido e que suas instâncias de direção poderão adotar todas as medidas necessárias para preservar esse mandato se deixar a legenda ou dela for desligado."
É de se notar, pelos exemplos já citados, que o mandato dos parlamentares, em vez de pertencer
aos eleitores ou de pertencer a Deus, pertence de maneira absoluta ao Partido.
(PT), que tem o poder de punir qualquer desobediência.
Alguém poderia invocar alguma exceção. Sim, há exceções. Todas elas, em confirmação da regra. Houve casos, raríssimos, de parlamentares petistas votando contra o aborto. Mas sempre, em tais casos, o voto contrário do petista não iria fazer diferença para a aprovação do projeto.
Assim, por exemplo, encontramos Hélio Bicudo (PT/SP) no dia 23 de abril de 1996, votando a favor da Proposta de Emenda Constitucional 25A/95, do deputado Severino Cavalcanti, que pretendia incluir em nossa Constituição o direito à vida "desde a sua concepção". Hélio Bicudo foi um entre 32 que votaram SIM contra 356 que votaram NÃO. Essas concessões são importantes para dar ao público uma aparência de liberdade, que de fato não existe no PT.
Vejamos o caráter extremamente excepcional com que um petista pode votar segundo a sua consciência:
"Art. 67: § 2º: Excepcionalmente e somente por decisão conjunta da Bancada e da Comissão Executiva do Diretório correspondente, precedida de debate amplo e público, o parlamentar poderá ser dispensado do cumprimento de decisão coletiva, face a graves objeções de natureza ética, filosófica ou religiosa, ou de foro íntimo.
Para o PT, portanto, a ditadura é a regra. A liberdade é exceção.
Nenhum petista, portanto, é livre:
a) para ser autor de um projeto de lei que valorize a vida intra-uterina, que desestimule a prática do aborto ou que revogue uma lei abortista (pode-se procurar em vão, desde a mais humilde Câmara Municipal até o Senado Federal por um único parlamentar petista que tenha conseguido fazê-lo);
b) para dar parecer favorável, como relator, a um projeto de lei pró-vida, e comparecer no dia da votação (ver o caso Ângela Guadagnin);
c) para votar contra o aborto em uma sessão em que o seu voto poderá influir decisivamente no resultado (ver o caso Hélio Bicudo).
TOTALITARISMO
O controle do PT sobre seus membros é mantido através de uma rígida disciplina. "O Partido não reconhece o direito de seus filiados organizarem-se em frações, públicas ou internas" (art.233, §3º.). Os organismos superiores podem intervir nos inferiores (art. 229), inclusive dissolvendo-os
(art. 230). "A infidelidade partidária se caracteriza pela desobediência aos princípios doutrinários e programáticos, às normas estatutárias e às diretrizes estabelecidas pelos órgãos competentes"
(art. 211 "caput"). Os parlamentares podem ser infiéis ao Partido "pela atitude ou pelo voto" (art.211, §2º). As sanções vão desde a advertência até a perda de mandato (art. 210).
UMA EXCELENTE ORGANIZAÇÃO CONTRA A VIDA E A FAMÍLIA
Como visto, no Congresso, o PT é líder absoluto em autoria de projetos de lei abortistas Outra bandeira do Partido é a do direito ao homossexualismo. Desde 1992, o PT possui um Núcleo de Gays e Lésbicas (NGL) (1) O filiado ao PT tem o dever de "combater todas as manifestações de discriminação em relação à [...] orientação sexual"(art. 14, inciso II). Todas as marchas de "orgulho homossexual" recebem apoio expresso do PT. No Congresso, há várias matérias pró-homossexualismo: além do Projeto de Lei 1.151/1995, da ex-deputada Marta Suplicy (PT/SP), que "dispõe sobre a parceria civil registrada de pessoas do mesmo sexo e dá outras providências", encontramos a Proposta de Emenda Constitucional 67/1999 do deputado Marcos Rolim (PT/RS)
que pretende tornar o homossexualismo um direito constitucional e o Projeto de Lei 5003/2001, da deputada Iara Bernardi (PT/SP), que pretende punir aqueles que "discriminarem" os homossexuais (talvez a Igreja Católica, por não admitir homossexuais nos seminários e
conventos...). Uma rápida visita às várias Assembléias Legislativas e às Câmaras Municipais revela que o PT tem um plano de ação nacional, muito bem orquestrado, para a implantação do aborto e do "casamento" de homossexuais em nosso país. São incontáveis os projetos de lei de vereadores e deputados estaduais petistas visando o favorecimento da prática do aborto e do
homossexualismo. Uma ação de tal magnitude não se encontra em nenhum outro partido.
Anápolis, 30 de setembro de 2002.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis."
(www.providaanapolis.org.br)
(1) Verificar em http://listas.pt.org.br/homo.htm
Aliás, falando em "honra":
Do "blog" de REINALDO AZEVEDO
A Cavalgadura das Valquírias do Wagner petista: sobre pais e filhos e o suposto direito de mentir no Estado de Direito
Estamos falando com gente amoral. Então, tudo é permitido. O governador eleito da Bahia, Jaques Wagner, que tem se comportado como uma espécie de porta-voz da campanha de Lula, concedeu uma coletiva e atingiu alturas no cinismo raramente alcançadas antes.
Pais e filhos
Afetando generosidade, disse que, se a oposição explorar o episódio da Gamecorp, o PT não vai contra-acatar com “a filha de Alckmin” e os vestidos de Dona Lu. É pilantragem retórica. A filha do candidato tucano era empregada de uma loja acusada de sonegação. Aliás, até agora, a multa na Daslu não foi aplicada. O objetivo era mais desmoralizar Eliana Tranchesi (e, a esta altura, desconfio que se queria atingir Alckmin por meio da filha) do que punir desvios. Dona Lu ganhou vestidos de um costureiro com síndrome de estrela. Estava errada. Mas são erros diferentes. A Gamecorp recebeu R$ 15 milhões de uma empresa de que o Estado é sócio. O filho do presidente e seus amigos são acusados de fazer lobby. Esforçaram-se até para mudar a Lei de Telecomunicações para beneficiar uma empresa. Depois de o petismo decretar um “somos todos iguais”, agora querem declarar “nossos filhos são todos iguais”. Não são não. Em sentido amplo e restrito...
Direito de mentir
Sabem quando vamos ficar sabendo o que aconteceu com o dossiê? Nunca! Wagner, chefão do PT, deu hoje a pista: o Estado de Direito, como ele pomposamente disse, garante ao réu “o direito de mentir”. Não é isso, não. Essa é uma leitura tarada, deformada, do petismo. O Estado de Direito não obriga alguém a dizer alguma coisa que possa incriminá-lo. Para petistas, que não sabem a diferença entre roubar e não roubar, pode parecer a mesma coisa, mas não é.
Você não é obrigado a se acusar numa investigação — isto é: nenhuma punição adicional lhe será aplicada por não se acusar —, mas, se você mentir, induzindo a investigação a erro, está, sim, cometendo um crime. Um país governado por mequetrefes e médiocres, vai fazendo tabula rasa de todas as sutilezas O PT está bem instruído por criminalistas. Reparem que Wagner associa a mentira ao Estado de Direito assim como Lula associa a confissão à tortura.
Oposições
No mesmo pronunciamento em que defende a mentira e a considera atributo do Estado de Direito, Wagner diz de seus contatos com Aécio Neves e José Serra para manter a governabilidade. É mais uma pilantragem política. Transforma-se o que é um contato regular numa espécie de acordo de bastidores, do qual Alckmin estivesse fora. Alguns dirão: são práticas típicas da política. Não! São praticas típicas da delinqüência política.
É a Cavalgadura das Valquírias!
Como sempre ninguem sabia de nada, apesar do beneficio. Quero ver se haverá processo contra o individuo, condição normal para qualquer outro cidadão não petista.
Ei, PeTralha Lafaiette:
Cumé quié?
O Excomungado é "a favor DA VIDA"?!
Vida de quem?
Você também acha que "milhares" de mulheres morrem por ano no Brasil por causa de complicações do Aborto, mané?
Hajam IML´s e cemitérios para tanta gente, você não acha?
Isso é "estatística" de ABORTEIRAS E ABORTEIROS como você, pois na realidade, são poucas dezenas apenas.
Depois, como alguém pode ser "a favor da vida", se propicia o cometimento do crime mais horroroso e nefando contra ela, que é o aborto, ou seja, o assassinato violento de uma criança ABSOLUTAMENTE INDEFESA, ó infeliz!
Se alguém tentar matar a pontapés uma velhinha, no meio da rua, poderá contar a eventual resistência desta, com o auxílio de algum passante ou morador do local. No caso de conseguir, com o testemunho de alguém contra si, com a existência de um corpo, com um inquérito policial etc. E a pobre criança, entregue a um acougueiro PELA PRÓPRIA MÃE? Será morta, despedaçada e atirada ao lixo!
Como você mesmo disse, de há muito já se esclareceu que o zigoto assume aspecto DIFERENCIADO da mãe, desde o instante da concepção, coisa que qualquer exame de DNA mostrará. Com duas semanas já existem IMPRESÕES DIGITAIS, com um mês, a conformação futura do corpinho já está toda presente.
Como então uma mãe pode dispor dos direitos dessse OUTRO SER?
Só na sua cabeça ABORTISTA mesmo e de paixões quase eróticas pela candidatura do Excomungado!
Pelo menos você é um PeTralha que, diferentemente de outros que pululam neste espaço, tem a sinceridade de admitir que o Canalha Excomungado e o seu partido É A FAVOR MESMO DO ABORTO.
Ocorre porém, que 92% (NOVENTA E DOIS POR CENTO!) da população brasileira É CONTRA, (segundo recente levantamento procedido pelo Datafolha e publicado na Folha de São paulo em agosto passado), sendo que 75% destes, contra EM QUALQUER SITUAÇÃO, mesmo naquelas em que não há punição atualmente.
Democrático o Canalha Excomungado, não?
Porisso concordo com mais uma parte do que você disse:
"É HITLERISMO PURO. FASCISMO dos bons!"
FORA DELINQÜENTE(S),
ALCKMIN PRESIDENTE!
Caros amigos e leitores:
Como o "aparelhamento" deste espaço virou norma entre os PeTralhas, tomo a liberdade de reproduzir abaixo, comentários do Blog "pitacos políticos", para conhecimento e apreciação:
O alto comando da campanha tucana trabalha com dois trackings diários, um do Instituto IPSON, outro do IBOPE. Um deles está dando 7% de vantagem pró-Lula e outro, 12%. Os tucanos, para efeitos externos, trabalham com a média de 9 pontos percentuais de diferença.
Um “general tucano de 3 estrelas” segredou para Pitacos que hoje de tarde, um novo tracking estava dando empate técnico, ou seja, diferença já na margem de erro. Tibério pediu para passarmos o recado tal como ele recebeu. "O sujeito tem credibilidade, não iria me dar este dado à toa", respondeu Tibério quando perguntei mais de uma vez se ele tinha ouvido corretamente.
Este mesmo dirigente passou uma informação bombástica. O tracking petista fecha todo dia às 22h00. Lá pelas 19h00, estava dando uma vantagem pró-Lula abaixo de 10 pontos.
Estes dados confirmam o que nosso marqueteiro nos vem informando. Existe a diferença, é grande, mas não é impossível revertê-la. Até ontem não se estavam detectando mudanças de vento. As informações de hoje começam a apresentar novidades, no sentido de tendências, que apontam discretamente para o crescimento de Geraldo Alckmin. Não há surpresas, pois a definição de votos de parcela decisiva do eleitorado costuma acontecer nos dois ou três dias que antecedem o pleito. César Maia hoje, em seu ex-blog, discute esta questão, indo até mais longe, falando das definições de sábado para domingo. O Prefeito do Rio roga para as classes médias do sul e sudeste não se ausentarem no domingo, pensando que seu voto não significa mais nada.
'Transmita aí um recado para os nossos leitores', gritou Tibério no celular, já rouco. 'A opinião geral dos generais de 3 e 4 estrelas com quem acabei de conversar é a de que nada está decidido'. A opinião unânime, mesmo entre os mais pessimistas, é que a virada ainda é possível."
Pronto, passei o recado tal qual recebi.
FORA DELINQÜENTE(S),
ALCKMIN PRESIDENTE!
...smith, já que v. insiste tanto em saber sobre ABORTO, lá vai: o único ABORTO que conheci aqui no conjur é você. richard v. é um ABORTO da natureza.
...todos os tucanos, exceto o aborto richard, são respeitáveis e passíveis de diálogo. o único incauto - lembra-se? - é o aborto richard: mau educado, desbocado, ignorante e que não entende patavinas - lembra-se? - de nada. cada verborragia dele é um voto a menos do geraldinho.
...minhas escusas aos demais tucanos, todos discordantes mas, suficientemente civilizados, para uma discussão sobre assuntos políticos.
...depois do que o aborto richard escreveu e escreve aqui que "parte" o cotrataria para uma perícia e/ou cosultoria? só se quiser perder "de plano"...
richard, o aborto, vou fazer com v. o que as crianças fazem com os chatos de galocha: v. está invisível. gente, o richard, o aborto, está invisível.
...lá vem latidos, grasnidos, ranger de dentes, palavrões de corar seguidores da opus dei, mas ele está invisível...
Quá, quá, quá, quá!
Como você é infantil PeTralha Caloteiro!
Estou "invisível", é? Bem que você e outros por aqui e no Blog "Eleições 2006" gostariam, né?
Da próxima vez que tal você me chamar de "cara-de-mamão", hein?
E quanto ao ABORTO, PeTralha?
Neca? Nadinha? Nufas?
Quá, quá, quá, quá!
PeTralha canalha (rima ou pleonasmo?)
Ok. PeTralha caloteiro, sua opinião sobre mim eu já sei, mas e sobre o Canalha Abortista Excomungado e Lesa-Pátria, o seu partido e a seu projeto de lei instalando o ABORTO INTEIRAMENTE LIVRE NO PAÍS, hein?
PeTralha canalha e caloteiro (e boquirroto também).
p.s. Ficou "nervosa" com a notícia do "tracking", hein?
FORA DELINQÜENTE(S),
ALCKMIN PRESIDENTE
Ah, e antes que eu me esqueça: é MAL-educado e não MAU-educado.
Você tomou aulas com o professor, PeTralha caloteiro?
No mais, obrigado por você fazer propaganda dos meus serviços profissionais, viu?
E sobre a ligação entre o PT/Canalha Excomungado e Aborto, hein?
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