A ONG Repórteres Sem Fronteiras entra no seu 17º dia de apoio público a jornalistas aprisionados. Juntamente com o Studio Harcourt está publicando um novo livro com 100 fotos sobre a liberdade de imprensa. Os dados divulgados, na terça-feira (21/11), pela ONG mostram que 131 jornalistas estão atrás das grades devido a reportagens ou por terem expressado seus pontos de vista em artigos.
A China detém o recorde – 25% das 131 prisões, seguida de Cuba, com 18% e Etiópia, com 16%. Um grupo de 87% dos presos é da mídia impressa. Dos presos, 28% estão atrás das grades por períodos de dois a cinco anos.
Desse grupo, 4 são mulheres: Serkalem Fassil, presa na Etiópia desde 27 de novembro de 2005, Tatiana Mukakibibi, detida em Ruanda desde 2 de outubro de 1996 e Evrim Dengiz e Nesrin Yazar, presas na Turquia desde 15 de fevereiro de 2006.
De todo esse grupo, dois jornalistas estão presos fora de seus países. Sami Al-Haj, um câmeraman do Sudão, que trabalhava para a Al Jazeera, está preso na Baia de Guantánamo pelas tropas dos Estados Unidos desde 15 de dezembro de 2001 e Ching Cheong, um jornalusta de Honk Kong, que escrevia para o jornal The Straits Times, está preso na China desde 22 de abril de 2005.
Agora enntedi onde um partideco conhecido de uma, agora, pequena nação tropical está buscando inspiração para suas toscas e autoritárias insinuações sobre liberdade de imprensa.
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