José Maurício de Lima

é advogado, mestre em Filosofia pela Universidade de Brasília.

Decisões do Pleno do CNJ deveriam ser restritas a causas de magnitude

O que se pretende como Justiça (e não o Poder Judiciário) está alicerçado em um sofisma em que o Estado dita as políticas públicas de bem estar social, proporcionando educação, saúde, igualdade de oportunidades; acesso a escolas em igualdade qualidade e atualmente se eleva a princípio constitucional a felicidade da Nação; entretanto, quando há um […]