A TAM divulgou na manhã desta quarta-feira (18/7) que subiu para 186 o número de mortos do vôo 3054, que derrapou no aeroporto de Congonhas e bateu em um prédio da TAM em São Paulo na noite de terça.
Não há sobreviventes. Apesar de esta ser a informação oficial do Corpo de Bombeiros, o fato pode ser constatado visualmente pelas imagens do acidente.
O número de mortos pode chegar a mais de 250. Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros no Estado de São Paulo, Manoel Antônio da Silva Araújo, não se sabe quantas pessoas estavam no prédio na hora do acidente. “Mas tivemos informações da empresa de que era muita gente, umas 200 pessoas”.
Até às 11h30 foram resgatados mais de 100 corpos. Se confirmadas as mortes, será o maior acidente da aviação brasileira.
Segundo a TAM, também estavam no Airbus A-320, Fernando Volpe Estato, Peter Finzsch, Helen de Cassia Zerillo e Alvaro Alexandre Rocha Pinto Breguez —funcionário da empresa.
Vítimas
Confira a lista com os nomes dos outros 176 ocupantes do Airbus:
Adelaide Moura
Akio Iwasaki
Alanis Andrade
Alejandro Camozzi
Alexandre Goes
Aline Castigio – funcionária da TAM
Ana Carolina Cunha
Anderson Cassel
Andre Dona
Andrea Seiczkowski
Andrei Melo
Angela Haensel
Angélica Rokek – funcionária da TAM
Antonio Carlos Araújo de Souza
Arnaldo Batista – funcionário da TAM
Arthur Queiroz
Atilio Sassa Bilibio
Bruna de Villi Chaccur
Bruno Ferraz
Bruno Nascimento
Caio Augusto Bueno Dal Prata
Caio Felipe Cunha
Carla Fioratti
Carlos Alberto Andriotti
Carlos Rockemback
Carlos Zanotto
Carmen Luisa Victoria Fonseca
Cassio Vieira Servulo da Cunha
Catilene Oliveira
Christine Souza
Ciro Numada
Claudemir Arriero
Clove Mendonça Junior
Decio Tevola
Demetrio Travessa
Denilson Lopes Costa
Deolinda Magaly Victor Fonseca
Douglas Teixeira
Edmundo Smith
Eduardo Mancia
Elcita Ramos
Elenilze Ferraz
Eliane Dornelles
Elida Dembinski
Emerson Freitag
Enrico Shiohara
Esio Freitas
Evelyn Campos – funcionária da TAM
Fabiana Amaral
Fabiane Ruzzante – funcionária da TAM
Fabiano Rosito Matos
Fabio Balsells
Fabio Marques
Fabio Velloza
Fabiola Ko Fratag – funcionária da TAM
Fatima Santiago
Felipe Fratezi
Fernando Antonio Laro Oliveira
Fernando Marques
Fernando Pessoa
Fernando Tergolina – funcionário da TAM
Gabriel Correia Pedrosa
Gilmar Tenorio Rocha
Gottfried Tagloehner
Guilherme Moraes
Guilherme Pereira
Gustavo Martins
Heloiza Helena Lopes
Heurico Tomita
Ines Maria Kleinowski
Ivalino Bonato
Ivanaldo Cunha
Jamille Leão
Janus Silva
Jaqueline Dias
João Brito
João Caltabiano
João Valmir
José A. Flores Amaral
José Carlos de Oliveira
José Carlos Pierucetti
José Lima Luz
José Pinto
Julia Camargo
Julia Elizabete Gomes
Julio Cesar Redecker
Katia Escobar
Katiane Lima
Larissa Ferraz
Leila Maria Oliveira dos Santos
Levi Leão
Lina Barbosa Cassol
Lisiane Schubert
Lucas Palomino Mattedi
Luciana Siqueira Lana Angelis
Luis Schneider
Luiz Baruffaldi
Luiz Zacchini
Luiz Luz
Madalena Silva – funcionária da TAM
Marcel Cassal Vicentim – funcionário da TAM
Marcelo Marthe
Marcelo Palmieri
Marcelo Pedreira
Marcelo Stelzer
Marcio Alexandre de Moraes
Marcio Andrade
Marco Antonio da Silva – funcionário da TAM
Maria Elizabete Caballero
Maria Isabel Gomes
Mariana Pereira
Mariana Sell
Mario Gomes
Marli Pedro Santos
Marta Almeida
Melissa Andrade
Mery Vieira
Michelle Silveira Unterberger – funcionária da TAM
Mirelle M. F. Bettiol – funcionária da TAM
Mirtes Suda
Nadia Moyses
Nadja Soczeck
Nelly Priebe
Paula Masseran de Arruda Xavier
Paulo Cassiano Feliza Oliveira
Paulo Pavi
Paulo Rogerio Amoretty Souza
Paulo Silveira
Pedro Abreu
Pedro Augusto Caltabiano
Priscila Bertoldi Silva
Rafaela Bueno Dal Prata
Raquel Warmiling
Rebeca Haddad
Remy Moller
Renan Klug Ribeiro
Renato Ribeiro
Renato Soares Almeida
Ricardo Kley Santos – funcionário da TAM
Richard Salles Canfield
Roberto Gavioli
Roberto Wilson Weiss Junior
Rodrigo Benachio
Rodrigo Prado
Rodrigo Souza Moreale
Rogerio Laurentis
Rogerio Sato
Rosangela Maria de Avil Severo
Rospierre Vilhena
Rubem Wiethaeuper
Sandro Schubert
Sergio Freitas
Simone Wetrupp
Nelson Wiebbelling
Silvan Stumpf
Silvania Regina de Avila Alves
Silvano Almeida
Silvia Grunewald
Sonia Machado
Soraya Charara
Sueli Fleck
Suely Fonseca
Thais Scott
Valdemarina Souza
Valdir Cordeiro de Moraes
Vanda Ueda
Vilma Klug
Vinicius Costa Coelho – funcionário da TAM
Vitacir Paludo
Zenilda Santos
Tripulação
Kleyber Lima – comandante
Henrique Stephanini di Sacco – comandante
Cássia Negretto – comissária
Daniela Bahdur – comissária
Renata Gonçalves – comissária
Michelle Leite – comissária
Vale colar o manifesto:
Tragédia do vôo 3054 da TAM: associações culpam governo pelo caos aéreo
18.07, 03h09
Loteamento de cargos faz mais vítimas inocentes
Não é possível continuar assistindo o massacre de inocentes. O caos aéreo e as tragédias começaram a ocorrer, exatamente, a partir do momento em que se retirou do Ministério da Aeronáutica a administração do Sistema de Aviação Civil. Isso não é coincidência. É o resultado da desprofissionalização do setor, da falta de subordinação entre órgãos e da quebra da hierarquia do sistema.
A Aeronáutica, organização altamente profissionalizada (e imune a loteamentos de cargos), administrou a aviação no Brasil de 1941 até março de 2006. Foram 65 (sessenta e cinco) anos de gestão. Sessenta e cinco anos, sem que nada sequer parecido com o que ocorreu nos últimos treze meses tivesse se verificado. Profissionais (militares) foram sendo substituídos por militantes políticos inexperientes. Órgãos que compõem o sistema de aviação civil foram inoculados com essa anomalia brasileira que a cada quatro anos distribui vinte e cinco mil cargos. Essa prática é inédita no mundo. Igualmente inédito é o caos aéreo brasileiro que não encontra precedente em toda a história do transporte aéreo mundial, desde Santos Dumont.
Pelo amor de Deus, devolvam o comando da aviação civil do País ao Ministério da Aeronáutica, única maneira de blindá-la a essa prática que está acabando com a administração pública brasileira. Acabem com o Ministério da Defesa e com a ANAC. Restabeleça-se o organograma que administrou a aviação no Brasil, de 1941 até a criação dessas duas peças inúteis.
O que mais precisa acontecer? Quantas vidas vale um cargo? A aviação simplesmente não funciona sem profissionalismo, disciplina e hierarquia. Isso não existe mais. Enquanto esses três requisitos estiverem ausentes, o caos aéreo, as tragédias e as mortes vão continuar.
A ANDEP e o FÓRUM, por suas diretorias, manifestam sua dor pela perda de vidas de inocentes, entre as quais identifica amigos e conterrâneos.
Porto Alegre, 17 de julho de 2007.
Cláudio Candiota Filho
pres. ANDEP - Associação Nacional em Defesa dos Direitos dos Passageiros do Transporte Aéreo
Alcebíades Adil Santini
pres. FÓRUM ESTADUAL DE DEFESA DO CONSUMIDOR
http://www.diegocasagrande.com.br/index.php
O Estado brasilileiro, representado pelos Três Poderes, inegavelmente, tem logrado êxito em determinados segmentos. Entretanto, é necessário aprofundar as ações, com firmeza, em outras áreas de suma e irrelegável necessidade: a segurança pública; a saúde; a educação (pilares), e outras ações "estravagantes". Com relação à segurança no tráfego aéreo, e a infra-estrutura para viabilizá-la, está de uma inércia de fazer "cair o queixo". Os acidentes aéreos se repetem, tragicamente, indignando a nação, não só intra muros, mas ganhando espaço deletério. É instante que o Ministério da Defesa tome providências. Não há mais lacunas justificáveis. Tamponar o ralo da corrupção, v,g,, é uma exigência legítima.
O que não falta é gente querendo tirar proveito político desse lamentável desastre aéreo. Uma conhecida repórter da Band, que cobria o acidente, dizia: tem vários pilotos ligando no meu celular e dizendo que a pista de Congonhas é um sabão e é muito difícil descer ali”. Depois, veio a informação de que a hipótese de derrapagem está praticamente descartada. Agora aparece aí um manifesto defendendo, ao que parece, uma volta ao passado. Ah, como era bom no passado: o dólar alto, pouca gente viajando. O problema é que há fila nas agências de câmbio: os mesmos privilegiados que aproveitam a valorização do real para viajar ao exterior não poupam críticas ao “caos aéreo”.
Meu pai é piloto aposentado com mais de 60 mil horas de vôo. Ontem, logo após a divulgação do acidente e da trajetória que o avião fez, ele, "na lata", afirmou que o problema não foi da pista, mas sim alguma falha no avião, pois, se ocorresse uma derrapagem ou aquaplanagem, o avião não teria se chocado naquela velocidade, mas sim derrapado na pista e caído no "barranco" da cabeceira da pista. Esta empresa já mostrou falta de ética total quando, verificado o caos aéreo decorrente do protesto dos controladores, praticou "overbooking, achando que poderia por a culpa no movimento.
Inúmeros funcionários desta emrpesa já denunciaram que os aviões voam "full" time 14 a 15 horas por dia, sendo que nos últimos meses inúmeros incidedentes (até a queda de uma porta em pleno vôo!) envolveram esta empresa.
Espero que a desastrosa e política administração da Infraero e ANAC não seja usada como bode expiatório para camuflar a real culpada da tragédia.
Prezado Embira,
Faço minhas as suas palavras. Não é hora de dar conotação política a esta tragédia, mas sim apurar, de forma isenta, de quem foi a culpa
A propósito, corroborando meu último comentário:
"Avião tocou no ponto correto da pista e
continuou em linha reta e alta velocidade
O comandante da FAB (Força Aérea Brasileira), Juniti Saito, recebeu informações dos funcionários da torre de controle do aeroporto de Congonhas atestando que o Airbus A-320 da TAM tocou a pista no local correto ao tentar aterrissar. Por alguma razão, disseram os funcionários, o avião continuou em alta velocidade. Esse dado terá de ser confirmado pela caixa-preta da aeronave.
Tocar o solo no local correto numa aterrissagem é o primeiro requisito para que a operação seja bem sucedida. Em seguida, o piloto deve empreender as ações necessárias para frear o equipamento. Ainda não se sabe a razão pela qual a velocidade não foi reduzida o tanto necessário.
Essa é a primeira informação técnica disponível, por enquanto, a respeito do acidente com o vôo 3054 da TAM no início da noite desta terça-feira (17.jul.2007) em Congonhas.
O fato de o avião ter continuado em alta velocidade depois de ter atingido o solo –informação pendente de ser oficialmente confirmada com dados da caixa-preta– reduz muito a hipótese de os supostos defeitos na pista de Congonhas serem os únicos possíveis causadores da tragédia. Quando o avião derrapa por deficiência da pista quase sempre ocorre uma mudança imediata na trajetória em solo. As informações preliminares (atenção: preliminares!) dão conta de que o Airbus da TAM seguiu em linha reta até praticamente o final da pista, sem frear nem perder a direção.
A MANEIRA MAIS FÁCIL DE EXIMIR A RESPONSABILIDADE DO ESTADO DE SEU DEVER DE FISCALIZAÇÃO, CONTROLE E MANUTENÇÃO EM NOSSO SISTEMA AÉREO É TENTAR IMPUTAR A RESPONSABILIDADE PELA TRAGÉDIA AO PILOTO, A EMPRESA OU QUALQUER OUTRO QUE ESTIVESSE EVENTUALMENTE PASSANDO NO LOCAL DO FATO.
TEMOS QUE DAR UM BASTA NESSA SITUAÇÃO E EXIGIR O MÍNIMO DE RESPEITO POR PARTE DE NOSSOS DIRIGENTES E GESTORES PÚBLICOS AS VIDAS HUMANAS QUE ESTÃO EXPOSTAS DIARIAMENTE A RISCOS DE ACIDENTE EM VÔOS!!! CHEGA!!!
É de todo modo precipitada qualquer conclusão sobre as causas do acidente.
No entanto, nos últimos tempos o que temos visto e lido são declarações precipitadas na tentativa de atribuir a culpa do caos sempre aos "outros", quando não descamba para o deboche.
Lula nunca sabe nada. Passageiros não estão voando porque estão voando demais, ou seja, é uma premiere do PAC (o espetáculo do desenvolvimento, ao favorecer o aumento da renda de alguns, permite a esses adquirirem mais passagens aéreas e às empresas oferecerem mais vôos que deviam sair de aeroportos melhorados e ampliados nas salas que deveriam ser de embarque mas não são porque os vôos são cancelados pelos mais estapafúrdios motivos). Solução: Relaxe e goze. Mas como e com quem? O Lula e seus ministros e ministras não disponibilizam local e gente para essa finalidade. A culpa era dos controladores amotinados ou em operação padrão. Segundo esses é dos equipamentos. Já quase que foi dos pilotos do Legacy. Às vezes é do mau tempo. Um juiz determinou a proibição da operação de aviões de grande porte em Congonhas. Um tribunal cassou a decisão.
Infelizmente somos agora campeões pan-americanos em acidentes aéreos. Sem receber medalha e sem pódio. Em lugar de subir para o ponto mais alto vamos tratar de colocar as vítimas embaixo da terra.
E o Lula decreta luto oficial e se diz chocado, constrangido; cancela os compromissos agendados. Não para cuidar de resolver um problema que é dele mas para evitar mais vaias. É injusto. Ele não merece nem vaias. Merece sim que todos virem as costas para ele em qualquer solenidade. Ou saiam dessa.
Por certo ele vai atribuir a São Pedro que não controlou o índice pluviométrico. E vai ligar para o Papa reclamando. Depois vai culpar a AIRBUS INDUSTRY. Até quando..
Lamento, de coração, não está na lista os seguintes individuos: Lula e toda a sua camarilha... Os 81 Senadores! E, os 513 deputados! Destes, o diabo levou apenas um. O que faz demonstrar, que até o diabo é corrupto...
Todos nós estamos tristes por este lamentável episódio. Pessoas cheias de sonhos e esperanças se foram, deixando os familiares e amigos. Que Deus os tenham e conforte os que ficaram.
REQ-68/2007 CPIAEREO CPIAEREO Pronta para Pauta
Autor: Wladimir Costa - PMDB/PA.
Ementa: Requer seja convidada a Dr.ª Denise Lapolla, Procuradora do Ministério Público do Trabalho (MPT), para prestar informações sobre as investigações que apuram denúncias de que pilotos e comissários da TAM - Linhas Aéreas, estariam voando acima do limite de horas estabelecido pela regulamentação profissional brasileira.
OBS: O REQUERIMENTO FOI REJEITADO PELA COMISSÃO
A Globo e os rábulas, já inquiriram, julgaram e deram o veredicto: o governo é o culpado. Fariseus que depois defendem a presunção de inocência.
Mas os petralhas não tem vergonha mesmo.
Respeitem pelo menos a dor das vítimas antes de vir defender o indefensável!
Quando o MPF entrou na justiça para fechar Congonhas por conta das derrapagens, a Anac brigou para manter as atividades do aeroporto independente de qualquer reforma (tudo devidamente registrado nos autos).
A reforma só houve por conta de um TAC com o MPF. Mesmo assim, a Anac resolveu liberar a pista sem o término das obras, para não prejudicar o movimento de Congonhas. Ficou faltando a execução das ranhuras, que serviriam para aumentar o atrito nos pousos, diminuindo o risco de derrapagens (os links para as reportagens da época estão no meu blog).
Houve uma derrapagem na segunda e, no domingo, aconteceu a tragédia. Chovia e pilotos já haviam pedido que a pista fosse fechada (tudo documentado).
A Anac e a Infraero podem não ser as únicas culpadas pelo acidente. Mas contribuíram decisivamente. Tentar negar isto é ridículo.
Tenho asco de ler certos comentários.
O problema não é atribuir a culpa ao presidente da República ou a seus subordinados diretos, responsáveis pela situação aérea no Brasil, porque realmente ainda é impossível afirmar o que ocasionou o acidente. Porém, as evidências apontam no sentido de que a liberação da pista sem as chamadas ranhuras, pode ter contribuído ou mesmo causado o acidente. Na verdade, tudo é fruto da incompetência, da negligência e da falta de investimento no setor aéreo. Temos um presidente da república que nunca sabe de nada, que nunca consegue ver nada, um ministro da defesa que parece sempre estar dormindo, alheio ao mundo e ao que acontece a sua volta, um presidente da Infraero, que afirma em cadeia nacional que a situação aérea brasileira foi pro espaço, sem apresentar uma possível solução para o problema, uma ministra do turismo que manda os sofridos passageiros relaxarem e gozarem. Ora, lá se vão dez meses de uma crise sem solução, sequer nosso presidente foi capaz de demitir o ilustre ministro da defesa, para que alguém competente e que entenda do assunto pudesse ter assumido.Como puderam liberar a pista sem as ranhuras necessárias? Como puderam permitir que o aeroporto continuasse funcionando depois dos vários acidentes com a pista molhada, inclusive o de anteontem com o avião da Pantanal? O que dizer agora aos familiares das vítimas? A dor que estão sentindo, como aliviá-los? Não há como. Fica-se a esperança que nossas autoridades que dormem em berço esplêndido acordem, ou que nós acordemos e coloquemos um basta nessa situação, nem que seja pra expulsarmos a ponto pé esses incompetentes e corruptos que se instalaram na direção do nosso país! É preciso que acordemos rápido, ou amanhã nós ou nossos familiares poderemos ser as próximas vítimas.
O ROS resumiu bem a indignação da maioria dos brasileiros.
Não importa quem seja o presidente. Poderia ser FHC, Collor, Sarney ou o Lula.
Não importa.
Repelir críticas ao comando do setor aéreo é politicagem da pior qualidade. São dez meses de crise e os dois maiores acidentes da aviação nacional.
Concordo que o comando do setor aéreo mereça críticas por toda confusão vista nos aeroportos até agora, mas desta vez parece que o que ocorreu foi realmente uma fatalidade. Tenho ouvido, de pilotos experientes, que a pista não poderia ter causado este acidente, o que foi endossado por um técnico da COPPE-UFRJ entrevistado pelo Jornal Hoje, da Globo. Mesmo que o sistema aéreo brasileiro fosse perfeito, esta tragédia aconteceria se as condições se repetissem, com ou sem ranhuras na pista.
Concordo ainda que eximir o governo de suas responsabilidades é politicagem da pior qualidade, mas acusá-lo precipitadamente por fatores que vão além de seu controle também o é.
Devemos cobrar do governo uma solução para o caos, não só do setor aéreo, mas também para o caos das estradas (esse muito mais antigo), que matam muito mais do que todos os acidentes aéreos somados, além de tantos outros, afinal caos é o que não falta nesse país.
...é impressionante como diante duma fatalidade desse tamanho, tenha mané que venha aqui fazer comentário de ordem política, culpando este ou aquele. fariseu é pouco, na verdade são oportunistas fascistóides. gente como v. mané, é que usam mortos para subir nos seus objetivos. professor! (sic)
Acho que certa qualidade de baratas só merecem desprezo.
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