A Polícia Federal em Foz do Iguaçu (PR) desencadeou nesta quarta-feira (29/8) a Operação Rapel. Foram cumpridos 13 mandados de prisão e nove mandados de busca e apreensão O objetivo da operação era desarticular uma organização criminosa que atuaria com contrabando na cidade. Os supostos contrabandistas faziam a travessia das mercadorias do Paraguai através de barcos pelo Rio Paraná e organizavam estoques na região do Jardim Jupira.
Cinco agentes da Guarda Municipal foram presos, acusados de transportar as mercadorias e escoltar as cargas. Segundo a PF, a quadrilha ingressava as mercadorias através da tática do rapel, comum até bem pouco tempo na Ponte Internacional da Amizade, o que originou o nome da operação.
Posteriormente, verificou-se a utilização dos barcos e o transporte em pequenos carros até cidades vizinhas. O transporte em pequenos volumes e em grande escala dificultou a atividade de repressão, mas ainda assim foram realizadas onze ações policiais, entre flagrantes e apreensões, no decorrer da investigação. Em duas delas, no mês de julho, houve a prisão de guardas municipais.
Avante PF! Sem esquecer dos predadores acostados nas "elites".
Com toda sinceridade...Eu acho que eles não deveriam ser presos. Por mais gritante que soe minhas palavras, frente a brutal ignorância, a maioria dos presos nesta operações de caça aos contrabandistas, são os pequenos sobreviventes de uma sociedade cruel e mal interpretada, confusa e desumana.
Os grandes contrabandistas, aqueles que financiam as operações ilegais e ficam milionários, jamais são presos ou permanecem lá.
Existe esquema pra tudo nas fronteiras do Brasil com participação de todos e para finalizar, em Belo Horizonte, existe um shopping popular, apelidado carinhosamente de OI (Oiapoque), que vende de tudo: tênis falsificado, perfume que somente Deus sabe qual tipo de componente foi usado, ferramentas para automóveis feitas com a escória do ferro, cigarros, pneus, cds, dvds e eletrônicos aos montes. Tudo falso, sem imposto e aberto a sociedade mineira que faz a festa todos os dias. Até aí, tudo bem! Em toda cidade brasileira existe uma espécie de local "liberado" para o crime. Isso é uma forma do Governo poder ter seus votos nas eleições, mas daí permitir a instalação de um caixa rápido da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL já é o fim da picada.
No Shopping Oiapoque de Belo Horizonte, existe uma extensão do único banco oficial brasileiro, a Caixa, e está lá, funcionando e sendo abastecido todos os dias; não bastasse isso, a Caixa concedeu ao local, permissão de instalar também uma Agência Lotérica, ou seja, um correspondente legal.
Eu sugiro a caixa inventar o CARTÃO CRIME, para que usuários de cocaína não mais andem com dinheiro e possam comprar drogas nos morros cariocas, utilizando as maquininhas para pagamento. Agindo assim, eles estariam com o acote completo...
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