A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) divulgou os 49 trabalhos finalistas da 4ª edição do Prêmio AMB de Jornalismo. Eles foram selecionados entre os 327 trabalhos inscritos nas seguintes categorias: Nacional (102), Associações Regionais (28), Regional (116) e Mude um Destino (81).
A categoria Nacional é sub-dividida por mídia: jornal, revista, Internet, TV e rádio. O primeiro e o segundo colocados de cada uma delas serão contemplados com R$ 7 mil e R$ 3 mil respectivamente.
Na categoria Regional, o vencedor de cada uma das cinco regiões ganhará R$ 5 mil, independente do veículo de atuação. A categoria Associações Regionais premiará com R$ 5 mil o autor da melhor matéria publicada em informativos impressos (jornais ou revistas) institucionais produzidos pelas associações regionais afiliadas à AMB.
Este ano o Prêmio AMB de Jornalismo traz uma categoria especial: a Mude um Destino, que premiará com R$ 10 mil o autor da melhor matéria sobre adoção ou relacionada a crianças que vivem em abrigos.
Os vencedores serão anunciados no dia 27 de novembro (terça-feira). A festa de premiação acontecerá no dia 11 de dezembro, em Brasília (DF).
Veja os finalistas
Categoria Nacional
Jornal
Valor Econômico: Receita anual dos cartórios no país chega a R$ 7 bilhões. Autor: Felipe Frisch
O Estado de S.Paulo: Réus trocam pena por ajuda a ONG. Autor: Fausto Macedo
Jornal do Brasil: Série sobre exame da OAB. Autor: Juliana Rocha, Duilo Victor e Felipe Sáles
O Globo: Concurso para juiz do TJ do Rio sob suspeita. Autor: Chico Otávio
O Globo: O Brasil vive o crime sem castigo. Autor: Silvia Fonseca Barbosa Torres e equipe.
Revista
Revista Época: Alguém vai para a cadeia? Autor: Ronald Freitas e Andréa Mendes Leal
Revista Cesa: Celeridade e Justiça. Autor: Ludimila Silva, Ivonete Lucirio, Rafaela Cléo e Heverton Nascimento
Revista Justilex: Defesa judicial dos pobres. Autor: Lis Weingãrtner
Internet
Pernambuco.com: Série sobre agricultor condenado por roubo de galinha. Autor: Ana Addobati
Pernambuco.com: Série mulheres com H. Autor: Adriana Reis e Patrícia Fonseca
Última Instância: Informatização revoluciona Judiciário e também a sociedade. Autor: Rosanne D’Agostino
Televisão
TVE e TV Brasil: Correntes. Autor: Caio Cavechini, Evelyn Kuriki e Ivan Paganotti
Profissão Repórter (TV Globo): Brasileiros sem documentos. Autor: Caco Barcellos, Janaína Pirola, Caio Cavechini e Thiago Jock
RSBTV de Florianópolis: Justiça no trabalho. Autor:Ricardo Von Dorff
TV Globo: Certidões Fantasma. Autor: Daniela Assayag Gioia e Sisley Monteiro Furtado
TV Justiça: Planejamento estratégico humanitário. Autor: Vera Carpes
Rádio
Rádio Justiça: Cobertura jornalística sobre um ano da Lei Maria da Penha. Autor: Equipe jornalística e técnica da Rádio Justiça
Rádio Bandnews FM; Brinquedos proibidos. Autor: Aiana Freitas
Agência Rádioweb: Seja um pai legal. Autor: Everton Menezes
Agência Rádioweb: Reforma Política. Autor: Alexandra Fiori, Apolos Neto e Walmor Parente
Agência Rádioweb: Tempo para a Justiça. Autor: Alexandra Fiori
Mude um Destino
Correio Braziliense: Adoção sem barreiras. Autor: Flávia Duarte
Folha de S.Paulo, caderno Equilíbrio: Adoção Incondicional. Autor: Flávia Mantovani
O Dia: Uma nova chance para os filhos da esperança. Autor: Flávia Duarte
Globo Repórter: Adoção. Autor: Beatriz Helena, Arlete Heringer, Ana Helena Nogueira, Edílson da Silva, Lilian Nascimento, Francisco Lemos e Roberto Carvalho
Domingo Espetacular (TV Record): Adoção. Autor: Adriana Bittar, Guiliana Marabello, Inês Salles e Milena Buosia
Rádio CBN: “Abandono, preconceito e esperança: o que está por trás da adoção”. Autor: Tânia Morales, Fabíola Cidral e equipe
SBT Brasil: Série Infância Roubada. Autor: Cilene Frias, Maria José Gondim Peixoto e Sérgio Utsch
Associações Regionais
Apamagis: Justiça e sociedade reduzem homicídios pela metade. Autor:Gizele Rochel Wanderoscki
Revista Amamjus: Juízes de Mato Grosso desenvolvem projetos de ressocialização de presos. Autor: Claudia Deliberai
Amagis: Criminoso vira cidadão. Autor: Bruno Gontijo, Lílian Bellotti e Mariana Bueno
Amma: Fórum de São Luis é o retrato do abandono. Autor: Jaqueline Barros Heluy
Apamagis: Inclusão pela educação. Autor: Gizele Rochel Wanderoscki e Joyce Kassim
Categoria Regional
Sul
Jornal O Pioneiro: O acidente. Autor: Felipe Boff
Jornal O Pioneiro: O flagelo da Justiça. Autor: Guilherme Augusto Zatti Pulita
Rádio Gaúcha: Saúde via Justiça. Autor: Felipe Chemale
Centro-Oeste
O Popular: Menor já cumpre pena na cadeia de Goiás. Autor: Vinicius Jorge Sassine
Correio Braziliense: Banco despeja pobres com lei da ditadura. Autor: Amaury Ribeiro Júnior, Edna Simão e Vicente Nunes
TV Morena: Audiência ao ar livre. Autor: Honório Jacometto Neto, Domingos Lacerda e Ana Raquel Rocha
Norte
Jornal O Liberal: Walder Góes é campeão do nepotismo. Autor: Ronaldo Brasiliense
Rádio Liberal AM: Série de reportagens “Pará: Terra de conflitos”. Autor: Celso Luis Barbosa Freire
Jornal Roraima Hoje: Juizados especiais cíveis e criminais e o Projudi. Autor: Albani da Silva Mendonça e Vânia Coelho de Souza
Nordeste
Diário de Pernambuco: Presos impedidos de voltar ao estado. Autor: Ana Addobbati
Diário do Nordeste: O caminho das armas. Autor: Maristela Crispim
Diário do Nordeste: A vida após a denúncia…vale a pena? Autor: Filipe Palácio
Sudeste
Correio Popular: Cresce número de homens que assumem filhos após separação. Autor: Fabiano Ormaneze
Extra: Vítimas de farda. Autor: Camilo Coelho e Marcos Nunes
Extra: A execução de um inocente. Autor: Carlos Brito
Jornal da Tarde: Seus direitos valem dinheiro. Autor: Rodrigo Gallo
Os olhos mortos da Justiça!
Estabeleceu-se que para ser justo é preciso ser cego. É por isso que a Justiça se apresenta de olhos vendados, como se a cegueira fosse à garantia simbólica da imparcialidade para julgar. Mas, como também consta que é preciso ver para crer, só mesmo vendo acreditamos nos monstros que a cegueira da Justiça pode, eventualmente, conceber.
Você que é advogado ou jornalista, muito interessa a história a seguir narrada e pedimos aos Srs. um mínimo de atenção, pois os fatos aqui relatados, muito interessa aos causídicos, os homens do direito, para poderem entender melhor o que significa o Poder Judiciário do Brasil pós ditadura. Este site está voltado inteiramente em revelar o obscurantismo da Justiça quando se juntam para destruir um jornalista profissional comprometido com a verdade de cada reportagem e de sua própria profissão.
Tomamos alguns cuidados depois do verdadeiro massacre promovido pela Justiça Paulista contra a pessoa do jornalista, por isso, os nomes dessas autoridades, serão preservados, pois não merecem um mínimo de mídia, uma vez que, a Justiça, neste caso, é exercida pelas próprias mãos, desses Juízes e Desembargadores.
Com efeito, apenas uma Justiça cega até ao absurdo da razão se permite produzir sentenças por motivos meramente políticos e de ordem “superior”, ao arrepio das leis e do melhor ordenamento jurídico, cuja causa da tenebrosa perseguição contra o jornalista, se deveu unicamente porque ele se noticiou isto mesmo; reportou em seu jornal semanário, crimes e crimes, todos praticados pelas autoridades locais e devidamente acobertados por membros do “Poder Judiciário de São Paulo”.
Esta “Justiça” que impera no Estado de São Paulo, afirme-se, na região mais pobre do Estado, “Vale do Ribeira”, aliás, que está abaixo, totalmente, do nível da miséria, que se explique, em todos os sentidos e literalmente, não vê e nem viu o limiar de uma Justiça no mínimo justa ao se produzir sentenças com o único objetivo de sufocar, melindrar, vilipendiar, hostilizar, desmoralizar, destruir e aniquilar a credibilidade de um profissional de imprensa que exerce a profissão há mais de 30 anos e que não deve absolutamente nada a ninguém na face da Terra.
Querem ver o que significa produzir sentenças por mero sentimento de vingança, perversidade e crueldade, veja na íntegra este documentário, temos, portanto, em nome da deificação do dinheiro nesta sociedade cruel, um profissional jornalista, condenado por mãos cruéis e violentas, em nome do imperialismo de se proteger aos extremos, certas autoridades, corruptas, assassinas, mentirosas, estúpidas e reacionárias.
Eis aonde pode chegar à cegueira da Justiça: racionalidade, bom senso, sensibilidade humana, tudo surge virado do avesso a esses olhos não apenas vendados, mas mortos, como o bronze ou a pedra das próprias estátuas dos Tribunais.
Com efeito, nada é mais revoltante do que a injustiça da Justiça.
Por isso, aquilo que poderia resumir-se a um anônimo sacrifício de homens poderosos que bem poderiam, se quisesse, por obrigação, e por dever de suas funções e cargos, ao menos apurar os fatos noticiados pelas reportagens e investigá-los, afinal, são “servidores públicos”, pagos com o dinheiro dos contribuintes, para fazerem exatamente isso, apurar a veracidade das noticias, acabaram por gerar um grande sentimento de indignação moral e de ódio por quem vive e espera no mínimo Justiça.
Entretanto, uma coisa é certa: para nada contaram os direitos da informação, da liberdade da manifestação do pensamento e de uma imprensa livre, ou, ainda, as contradições de comportamento das ilustres autoridades envolvidas em diversos crimes na cidade de Registro (SP), nada disso foi relevante, apenas o sentimento de vingança e perversidade contra o jornalista, e isto está de forma contundente, provado em vários habeas corpus conquistados no Superior Tribunal de Justiça.
Pelo contrário, este aparece quase santificado como herói de telenovela em alguns melodramáticos excertos dos Acórdãos do Tribunal que fariam chorar as pedras da calçada se, pura e simplesmente, não deixassem a imagem da Justiça pelas ruas da amargura e do ridículo, uma Justiça que não se presta para nada, a não ser para desgraçar a vida de homens honrados e honestos, como é este caso específico.
Assim, entre outras pérolas reproduzidas em diversos habeas corpus impetrados no Tribunal de Justiça de São Paulo, aliás, todos, meramente negados, sem fundamento legal, sem o mínimo de respeito ao direito e as leis, pode ler-se, sobre os direitos de um jornalista profissional, que até então "sonhava com a liberdade de imprensa há mais de 30 anos de profissão e com uma Justiça totalmente justa, mas isto é mera utopia de pessoas sonhadoras e sem defeitos...".
No entanto, sentimentos tão nobres e comoventes não impedem contrapartidas bem mais prosaicas que os Acórdãos que consagraram nestes termos de antologia: "Embora vigore a regra da prioridade da restauração natural, tem-se entendido que o lesado pode optar pela indenização em dinheiro (...) uma satisfação concedida ao lesado para minorar o seu sofrimento, paliativo que numa sociedade que deifica o dinheiro e os ilustres Juízes e Desembargadores, membros da “santa magistratura brasileira” assumem então, naturalmente esta feição."
Na verdade, depois de 20 meses de prisão, perambulando de uma Cadeia para outra, sem condenação, apenas por capricho e vingança de seres inescrupulosos que utilizam o “Poder” para promoverem perversidades, e sendo processado por Tribunal totalmente incompetente, por fim, os Srs. Ministros do Superior Tribunal de Justiça – STJ, (DF), através dos Habeas Corpus nº 65.678/SP, 69.196/SP e 69.201/SP, revogam-se a nefasta prisão preventiva e determina-se que as sinistras ações penais, todas prescritas, fossem remetidas aos Juízos competentes: Sorocaba (SP) ou São Vicente (SP). (arts. 66 e 42 da Lei de Imprensa, 5250/67).
Um fato inusitado de muita perversidade, crueldade e vingança de mãos poderosas que utilizam a caneta para assinarem nefastas sentenças no uso e atribuição de um cargo público, de uma Justiça cega porque querem e porque gostam, afinal, para eles, é conveniente ficarem com os olhos vendados, é mais fácil para agredir e destruir pessoas de bem como neste caso específico e de muitos outros que sequer sonhamos que já aconteceu com outras pessoas...
Para que se compreenda melhor essa história macabra de muito horror e monstruosidade, vamos apresentar capítulos em forma de artigos, com fatos e documentos importantes que poderão ser baixados, em forma de “download”, no site: www.tvimprensalivre.com
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