Quando cursei o mestrado em Direito, na Universidade Gama Filho, em 2005, o meu orientador, Roberto Kant de Lima, um antropólogo-advogado (ou, talvez, um advogado-antropólogo), me “iniciou” no curioso e produtivo mundo da interdisciplinaridade, fazendo-me perceber a importância de se estudar o Direito a partir de outras perspectivas, que não apenas a positivista-legalista-dogmática. Assim como […]