Débora Normanton Sombrio

é advogada criminalista; membro-consultora da Comissão de Direitos Humanos da OAB-PR; conselheira do Comitê Estadual de Educação em Direitos Humanos da Secretaria de Justiça do Paraná.

Há justiça imparcial quando o julgador manifesta desprezo pelas mulheres?

Na última quarta-feira, dia 17 de julho, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) acolheu pedido formulado pela OAB do Paraná e decidiu afastar do cargo o desembargador Luís Cesar de Paula Espíndola, do Tribunal de Justiça do Paraná, por reiteradas manifestações misóginas proferidas em sessões de julgamento com competência para decidir casos relacionados, entre outras […]