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Dispõe o artigo 3º da Lindb (Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro) que “ninguém se escusa de cumprir a lei alegando que não a conhece”. Trata-se de princípio
Curto demais para uma novela ou para um romance, e um pouco longo para ser considerado um conto, Bartleby, o escrevente, de Herman Melville (1819-1891), é uma estória surpreendente. O
Em Uma Confissão [1], Tolstói detalha seu mergulho em um niilismo intensamente suicida e sua subsequente emersão. Em busca de alguma resposta para o sentido da vida, Tolstói se detém
Cândido Mendes de Almeida (1818-1881) foi um dos mais importantes juristas brasileiros do século 19. Maranhense, formado em Olinda, em 1839, atuou como promotor, advogado militante na Corte e professor.
Causou um certo burburinho [1], poucas semanas atrás, que Aurora Fornoni Bernardini — professora aposentada da Universidade de São Paulo e tradutora renomada — tenha, do alto dos seus 84
Em estudo sobre os paradoxos que permeiam a experiência do Direito Administrativo, Cassese lança uma conclusão que se dirige ao estudo da ciência jurídica em sua inteireza: “Em particular, é
Em Chamado da Tribo, Mario Vargas Llosa pretendia fixar um painel do pensamento liberal do mesmo modo como o crítico norte-americano Edmund Wilson fixou um painel do pensamento socialista em
No último 30 de agosto, no Festival Internacional de Teatro de Brasília, Cena Contemporânea 2025, encenou-se uma versão esquisitíssima e belíssima da peça Medida por Medida, de William Shakespeare. Não
Há muitos livros sobre “Como morrem as democracias”, “como sobrevivem as democracias”, “como vencem as democracias”. Todavia, há poucos estudos sobre como nascem, sobrevivem e se reproduzem os néscios. Como
A burocracia é tema permanente em Eça de Queiroz (1845-1900). O escritor português (que também foi burocrata, atuando como cônsul durante muitos anos, em Cuba, na Inglaterra e na França)