OAB-SP não receberá por gastos com Assistência Judiciária

A seccional paulista da OAB ainda não recebeu e provavelmente não receberá as verbas que lhe foram destinadas pela Assembléia Legislativa de São Paulo para o reembolso parcial das despesas da Ordem com a Assistência Judiciária.

No início deste ano, os deputados paulistas aprovaram em Emenda Orçamentária o repasse de R$ 8 milhões para a seccional por meio da Procuradoria-Geral do Estado. O dinheiro era para o reembolso dos gastos administrativos da Ordem com a Assistência Judiciária, prestada por convênio firmado com a Procuradoria.

Segundo Mariângela Sarrubbo, subprocuradora-geral do Estado, a Assembléia autorizou o repasse, mas não obrigou a Procuradoria a repassá-lo à Ordem. “O procurador-geral do Estado (Elival da Silva Ramos) não concorda com o repasse, porque pelo convênio a OAB deve arcar com o suporte administrativo e o estado deve pagar os advogados e disponibilizar o serviço para os inscritos sem obrigação de concurso”. A verba reclamada se refere justamente aos gastos com a administração do convênio.

São Paulo não tem Defensoria Público, o serviço de advocacia gratuita que a Constituição manda o Estado prestar às pessoas que não têm condições de pagar um advogado. Para suprir esta falha, o governo do estado, através da Procuradoria Geral do Estado celebrou com a OAB-SP um convênio de Assistência Judiciária.

Atualmente trabalham na assistência mais de 49 mil advogados, ganhando aproximadamente R$ 500 mensais. O presidente da Comissão da Assistência Judiciária da Ordem, Marcos Bernardelli, informou que a Ordem vai reagir duramente contra a conduta da Procuradoria do Estado, mas não deu detalhes sobre o que poderá ser feito.

O procurador-geral do Estado foi o principal alvo das críticas dos palestrantes do painel Assistência Judiciária — Defensoria Pública e Advocacia Dativa, que aconteceu no dia 25 de novembro na 30ª Reunião de Presidentes de Subsecções, promovida pela OAB paulista em Atibaia.

A reclamação era o reembolso da despesa anual da Ordem de aproximadamente R$ 12 milhões para a manutenção operacional dos serviços da Assistência Judiciária Gratuita para a população carente. Nesse contexto, a Ordem estaria financiando o estado, com uma estreita margem de manobra, já que pelo fato de o convênio sustentar um grande número de profissionais, a OAB não tem como denunciar o acerto.

O acesso à Justiça é direito assegurado na Constituição e deve ser promovido pelo Estado. O artigo 134 do texto constitucional prevê a implementação da Defensoria Pública, “instituição essencial à função jurisdicional do estado” com a missão de orientação jurídica e defesa dos necessitados. Em São Paulo, contudo, a Defensoria ainda não foi criada e a defesa dos pobres é feita por meio da Assistência Judiciária.

Maria Fernanda Erdelyi

é correspondente da Revista Consultor Jurídico em Brasília.

dendo disse:
06 de dezembro de 2005 às 10:09

Simples a solução a OABSP deve cortar o convênio e deixar o Estado fazer a sua obrigação, que é dar assistência judiciária aos cidadãos necessitados. Vamos ver se a Procuradoria da conta do serviço!

Sidnei Camargo Marinucci disse:
06 de dezembro de 2005 às 10:21

A OAB/SP simplesmente deveria rescindir o convênio com a Procuradoria, assim, criariam a Defensoria Pública e acesso a novos cargos públicos.

Acho que não deveria ser firmado convênio algum com a OAB, concordando com alguns Magistrados no sentido desse convênio burlar disposição constitucional, em outras palavras, deixa assim mesmo que dá menos gasto ao Governo Estadual.

Dijalma Lacerda disse:
06 de dezembro de 2005 às 10:22

Dijalma Lacerda - Presidente da OAB/Campinas/Cosmópolis/Paulínia/SP.

Dr.D.Urso e Nobres Conselheiros. Meu ponto de vista é no sentido de que o convênio deve ser denunciado já, pois a Ordem, pelo menos até onde sei, não tem como continuar arcando com despesas que são da obrigação do Estado. É um absurdo!
Além disso, enganam-se aqueles que pensam que o convênio, como vem sendo desenvolvido, traz benefícios à classe, já que os quase cinqüenta mil Advogados inscritos, na verdade estão concorrendo contra si próprios.

Dijalma Lacerda

Raul Haidar disse:
06 de dezembro de 2005 às 13:22

Os procuradores só se lembram que são advogados quando disputam as indicações para o "quinto constitucional". No entanto, a OABSP sempre os prestigia. Somente a criação da Defensoria Pública pode resolver a quesão. Enquanto isso, a OABSP deve denunciar esse convênio que só traz prejuizos para a Advocacia.

Son 33 disse:
06 de dezembro de 2005 às 15:49

Perfeito. Os três brilhantes comentaristas que me antecederam estão cobertos de razão. Acabem com o Convênio PGE/OAB/SP, jogando para o desemprego advogados que nele atuam. Olhem que belo cenário que se avizinha: faculdades de direito que brotam como geração espontânea; milhares de profissionais de direito fabricados em série; o convênio PGE/OAB, malgrado suas imperfeições, na forma de um colchão que serve de proteção para esse exército de advogados, sendo detonado; projetos de lei que retiram a atuação de advogados em tramitação, visando acelerar a prestação jurisdicional.
O que me causa náusea é ver a OAB/SP detonando o Convênio, quando deveria fiscalizar o verdadeiro tsunamis de faculdades de direito, que iludem milhares de jovens que, ao saírem delas, se verão vítimas de um engodo, pois não terão onde exercer a sua profissão. Nem esse convênio haverá mais.
Assina: futuro desempregado

Son 33 disse:
06 de dezembro de 2005 às 15:49

Perfeito. Os três brilhantes comentaristas que me antecederam estão cobertos de razão. Acabem com o Convênio PGE/OAB/SP, jogando para o desemprego advogados que nele atuam. Olhem que belo cenário que se avizinha: faculdades de direito que brotam como geração espontânea; milhares de profissionais de direito fabricados em série; o convênio PGE/OAB, malgrado suas imperfeições, na forma de um colchão que serve de proteção para esse exército de advogados, sendo detonado; projetos de lei que retiram a atuação de advogados em tramitação, visando acelerar a prestação jurisdicional.
O que me causa náusea é ver a OAB/SP detonando o Convênio, quando deveria fiscalizar o verdadeiro tsunamis de faculdades de direito, que iludem milhares de jovens que, ao saírem delas, se verão vítimas de um engodo, pois não terão onde exercer a sua profissão. Nem esse convênio haverá mais.
Assina: futuro desempregado

Son 33 disse:
06 de dezembro de 2005 às 15:49

Perfeito. Os três brilhantes comentaristas que me antecederam estão cobertos de razão. Acabem com o Convênio PGE/OAB/SP, jogando para o desemprego advogados que nele atuam. Olhem que belo cenário que se avizinha: faculdades de direito que brotam como geração espontânea; milhares de profissionais de direito fabricados em série; o convênio PGE/OAB, malgrado suas imperfeições, na forma de um colchão que serve de proteção para esse exército de advogados, sendo detonado; projetos de lei que retiram a atuação de advogados em tramitação, visando acelerar a prestação jurisdicional.
O que me causa náusea é ver a OAB/SP detonando o Convênio, quando deveria fiscalizar o verdadeiro tsunamis de faculdades de direito, que iludem milhares de jovens que, ao saírem delas, se verão vítimas de um engodo, pois não terão onde exercer a sua profissão. Nem esse convênio haverá mais.
Assina: futuro desempregado

Son 33 disse:
06 de dezembro de 2005 às 15:49

Perfeito. Os três brilhantes comentaristas que me antecederam estão cobertos de razão. Acabem com o Convênio PGE/OAB/SP, jogando para o desemprego advogados que nele atuam. Olhem que belo cenário que se avizinha: faculdades de direito que brotam como geração espontânea; milhares de profissionais de direito fabricados em série; o convênio PGE/OAB, malgrado suas imperfeições, na forma de um colchão que serve de proteção para esse exército de advogados, sendo detonado; projetos de lei que retiram a atuação de advogados em tramitação, visando acelerar a prestação jurisdicional.
O que me causa náusea é ver a OAB/SP detonando o Convênio, quando deveria fiscalizar o verdadeiro tsunamis de faculdades de direito, que iludem milhares de jovens que, ao saírem delas, se verão vítimas de um engodo, pois não terão onde exercer a sua profissão. Nem esse convênio haverá mais.
Assina: futuro desempregado

Son 33 disse:
06 de dezembro de 2005 às 15:49

Perfeito. Os três brilhantes comentaristas que me antecederam estão cobertos de razão. Acabem com o Convênio PGE/OAB/SP, jogando para o desemprego advogados que nele atuam. Olhem que belo cenário que se avizinha: faculdades de direito que brotam como geração espontânea; milhares de profissionais de direito fabricados em série; o convênio PGE/OAB, malgrado suas imperfeições, na forma de um colchão que serve de proteção para esse exército de advogados, sendo detonado; projetos de lei que retiram a atuação de advogados em tramitação, visando acelerar a prestação jurisdicional.
O que me causa náusea é ver a OAB/SP detonando o Convênio, quando deveria fiscalizar o verdadeiro tsunamis de faculdades de direito, que iludem milhares de jovens que, ao saírem delas, se verão vítimas de um engodo, pois não terão onde exercer a sua profissão. Nem esse convênio haverá mais.
Assina: futuro desempregado

Son 33 disse:
06 de dezembro de 2005 às 15:49

Perfeito. Os três brilhantes comentaristas que me antecederam estão cobertos de razão. Acabem com o Convênio PGE/OAB/SP, jogando para o desemprego advogados que nele atuam. Olhem que belo cenário que se avizinha: faculdades de direito que brotam como geração espontânea; milhares de profissionais de direito fabricados em série; o convênio PGE/OAB, malgrado suas imperfeições, na forma de um colchão que serve de proteção para esse exército de advogados, sendo detonado; projetos de lei que retiram a atuação de advogados em tramitação, visando acelerar a prestação jurisdicional.
O que me causa náusea é ver a OAB/SP detonando o Convênio, quando deveria fiscalizar o verdadeiro tsunamis de faculdades de direito, que iludem milhares de jovens que, ao saírem delas, se verão vítimas de um engodo, pois não terão onde exercer a sua profissão. Nem esse convênio haverá mais.
Assina: futuro desempregado

Son 33 disse:
06 de dezembro de 2005 às 15:49

Perfeito. Os três brilhantes comentaristas que me antecederam estão cobertos de razão. Acabem com o Convênio PGE/OAB/SP, jogando para o desemprego advogados que nele atuam. Olhem que belo cenário que se avizinha: faculdades de direito que brotam como geração espontânea; milhares de profissionais de direito fabricados em série; o convênio PGE/OAB, malgrado suas imperfeições, na forma de um colchão que serve de proteção para esse exército de advogados, sendo detonado; projetos de lei que retiram a atuação de advogados em tramitação, visando acelerar a prestação jurisdicional.
O que me causa náusea é ver a OAB/SP detonando o Convênio, quando deveria fiscalizar o verdadeiro tsunamis de faculdades de direito, que iludem milhares de jovens que, ao saírem delas, se verão vítimas de um engodo, pois não terão onde exercer a sua profissão. Nem esse convênio haverá mais.
Assina: futuro desempregado

Son 33 disse:
06 de dezembro de 2005 às 15:49

Perfeito. Os três brilhantes comentaristas que me antecederam estão cobertos de razão. Acabem com o Convênio PGE/OAB/SP, jogando para o desemprego advogados que nele atuam. Olhem que belo cenário que se avizinha: faculdades de direito que brotam como geração espontânea; milhares de profissionais de direito fabricados em série; o convênio PGE/OAB, malgrado suas imperfeições, na forma de um colchão que serve de proteção para esse exército de advogados, sendo detonado; projetos de lei que retiram a atuação de advogados em tramitação, visando acelerar a prestação jurisdicional.
O que me causa náusea é ver a OAB/SP detonando o Convênio, quando deveria fiscalizar o verdadeiro tsunamis de faculdades de direito, que iludem milhares de jovens que, ao saírem delas, se verão vítimas de um engodo, pois não terão onde exercer a sua profissão. Nem esse convênio haverá mais.
Assina: futuro desempregado

Amélia Soares da Rocha disse:
06 de dezembro de 2005 às 19:30

Convênio, data maxima venia, não resolve. Ao contrário, complica, não sendo eficaz ao acesso à Justiça, aos advogados nem à sociedade, principal interessada. É preciso, IMEDIATAMENTE, a implantação da Defensoria Pública como determina a Magna Carta Constitucional. Soluções paliativas não resolvem e são caras (basta que se compare o custo da DP do RJ com o convenio de SP).

É importante que se lembre, portanto, que o convênio existe como solução emergencial para o problema do acesso à Justiça e não pode ser confudindo com questão de mercado de trabalho e/ou emprego. O Estado deve contar com outros soluções para resolver o problema que criou ao autorizar, em desrespeito a pareceres da OAB, a criação de muitos cursos de direito. Ademais, para bons profissionais, não há problema de espaço. Tanto isto é verdade que ao mesmo tempo que tem bacharel em direito fazendo concurso para gari todos os anos sobram vagas no concurso para Procurador da República. Precisamos resolver e não protelar: DEFENSORIA EM SP JÁ!

Ricardo Moura disse:
07 de dezembro de 2005 às 10:19

O Estado não possui condições mínimas de atender um cidadão com a dignidade que este merece.
Nós advogados, oferecemos nosso escritório para recebê-lo com cortesia e presteza, defendendo seus interesses.
Bastaria uma pesquisa junto aos atendidos, pra verificar se o serviço deve ou não continuar!

Amélia Soares da Rocha disse:
08 de dezembro de 2005 às 12:39

Ricardo,

Nao ha como se comparar quando ainda nao se tem parametro. A Defensoria ainda nao existe em SP(antes da internet existir, por exemplo, nao dava para mensurar a sua importancia). Assim, a discussao nao e sobre competencia, ao contrario, a discussao e bem mais profunda e amplo. Nao duvido, e nem poderia, da competencia de advogados inscritos nos convenios, ao contrario, bem ao contrario. Duvido, sim - com base em dados - da eficacia do sistema ate agora adotado em SP por muitos e variados motivos que transcedem qualquer questao de mercado ou corporativismo e se esbarra na luta historica pela efetivacao de direitos.

Boaventura de Sousa Santos, desde a decada de setenta, ao criticar sistema semelhante ao paulista que EXISTIA na Inglaterra chama a atencao, em face do principio da igualdade, ao fato de que a solucao para o problema do acesso a Justica exige a criacao de instituicao que discuta o problemas dos carentes de justica social numa perspectiva multidisciplinar participando da discussao de politicas publicas e, sobretudo, da discussao e criacao de correntes jurisprudenciais que contemple a verdadeira realidade do excluido. Tal instituicao e a Defensoria Publica, a qual nao se pretende firmar apenas com profissionais do direito, mas tambem por assistentes sociais e psicologos, num trabalho integrado e em dialogo constante com outras instituicoes publicas. O problema do acesso a Justica e bem maior e nao se resume a defesa em Juizo, como acontece atualmente.

Amélia Soares da Rocha disse:
08 de dezembro de 2005 às 12:49

Ressalto, por verdadeiro, que nao faco - e nem poderia fazer - nenhuma apologia apaixonada e cega da Defensoria Publica. Nada funciona sozinho. A Defensoria e nenhuma outra instituicao, seja publica ou privada, resolvera o problema. O que digo e defendo e que sem ela tais problemas nao serao resolvidos. Em outras palavras, para que o sistema de justica vigente funcione, precisamos, com a mesma hierarquia e forca (embora, naturalmentem com tarefas distintas) da advocacia, do mininisterio publico, da magistratura e da Defensoria.

E como o ceu estrelado no sertao nordestino: infinitas estrelas brilham, mas cada uma no seu espaco e com o seu brilho proprio, nenhuma em cima da outra, cada uma com sua identidade. E preciso, entao, que saibamos discutir a questao sob o prisma que interessa: eficacia das normas constitucionais e consequente assuncao da ansiada sociedade livre, justa e solidaria.

Um forte abraco,

Amelia Rocha
amelia.rocha@uol.com.br

P S : meu teclado esta desconfigurado, perdoe-me pela ausencia de acentos.

Son 33 disse:
08 de dezembro de 2005 às 18:09

Peço permissão para retornar ao assunto imbróglio PGE/OAB/SP.
Eu não consigo imaginar como é que o Estado de São Paulo vai estabelecer um serviço de defensoria pública atendendo a sua população carente, ainda mais agora com a nova lei de custas judiciais, que ajudou a ampliar o número de pessoas que não têm condições de pagar um advogado ou melhor dizendo, de pagar as custas judiciais. Se esse serviço for idêntico ao existente nos hospitais públicos, escolas públicas, delegacias, só nos restará rezar. A defensoria só será boa para a contratação de estagiários ou escraviários, que imagino eu, irão fazer todo tipo de serviço pela mínima contraprestação financeira, desde a triagem passando por serviços administrativos e até quem sabe acompanhamento processual com a vigilância do defensor, retirando assim o serviço de advogados e de pessoal administrativo. A ironia é que quando eles deixarem de ser estagiários, toparão com um mercado absolutamente saturado, no qual nem aqueles que se esforçam conseguem um lugar ao sol. Eu falo isso pois já fui estagiário do MP e me dei mal. Moçada, eu falo isso de cátedra: o ideal é buscar um estágio na iniciativa privada quando ainda se é estudante, caso contrário a inês é morta - não se consegue recuperar o tempo perdido.
Que façam a Defensoria Pública, atendendo ao reclamo demagógico de que assim tudo estará lindo e maravilhoso (vide as greves de defensores no Rio, Minas, etc - falta de condições de trabalho), ainda mais agora que estamos a alguns meses do ano eleitoral de 2006: Governador sanciona lei da Defensoria Pública: assistência judicial gratuita e universal para todos os cidadãos do Estado de São Paulo. Nós brasileiros sabemos muito bem como essas coisas terminam.

Son 33 disse:
08 de dezembro de 2005 às 18:09

Peço permissão para retornar ao assunto imbróglio PGE/OAB/SP.
Eu não consigo imaginar como é que o Estado de São Paulo vai estabelecer um serviço de defensoria pública atendendo a sua população carente, ainda mais agora com a nova lei de custas judiciais, que ajudou a ampliar o número de pessoas que não têm condições de pagar um advogado ou melhor dizendo, de pagar as custas judiciais. Se esse serviço for idêntico ao existente nos hospitais públicos, escolas públicas, delegacias, só nos restará rezar. A defensoria só será boa para a contratação de estagiários ou escraviários, que imagino eu, irão fazer todo tipo de serviço pela mínima contraprestação financeira, desde a triagem passando por serviços administrativos e até quem sabe acompanhamento processual com a vigilância do defensor, retirando assim o serviço de advogados e de pessoal administrativo. A ironia é que quando eles deixarem de ser estagiários, toparão com um mercado absolutamente saturado, no qual nem aqueles que se esforçam conseguem um lugar ao sol. Eu falo isso pois já fui estagiário do MP e me dei mal. Moçada, eu falo isso de cátedra: o ideal é buscar um estágio na iniciativa privada quando ainda se é estudante, caso contrário a inês é morta - não se consegue recuperar o tempo perdido.
Que façam a Defensoria Pública, atendendo ao reclamo demagógico de que assim tudo estará lindo e maravilhoso (vide as greves de defensores no Rio, Minas, etc - falta de condições de trabalho), ainda mais agora que estamos a alguns meses do ano eleitoral de 2006: Governador sanciona lei da Defensoria Pública: assistência judicial gratuita e universal para todos os cidadãos do Estado de São Paulo. Nós brasileiros sabemos muito bem como essas coisas terminam.

Son 33 disse:
08 de dezembro de 2005 às 18:09

Peço permissão para retornar ao assunto imbróglio PGE/OAB/SP.
Eu não consigo imaginar como é que o Estado de São Paulo vai estabelecer um serviço de defensoria pública atendendo a sua população carente, ainda mais agora com a nova lei de custas judiciais, que ajudou a ampliar o número de pessoas que não têm condições de pagar um advogado ou melhor dizendo, de pagar as custas judiciais. Se esse serviço for idêntico ao existente nos hospitais públicos, escolas públicas, delegacias, só nos restará rezar. A defensoria só será boa para a contratação de estagiários ou escraviários, que imagino eu, irão fazer todo tipo de serviço pela mínima contraprestação financeira, desde a triagem passando por serviços administrativos e até quem sabe acompanhamento processual com a vigilância do defensor, retirando assim o serviço de advogados e de pessoal administrativo. A ironia é que quando eles deixarem de ser estagiários, toparão com um mercado absolutamente saturado, no qual nem aqueles que se esforçam conseguem um lugar ao sol. Eu falo isso pois já fui estagiário do MP e me dei mal. Moçada, eu falo isso de cátedra: o ideal é buscar um estágio na iniciativa privada quando ainda se é estudante, caso contrário a inês é morta - não se consegue recuperar o tempo perdido.
Que façam a Defensoria Pública, atendendo ao reclamo demagógico de que assim tudo estará lindo e maravilhoso (vide as greves de defensores no Rio, Minas, etc - falta de condições de trabalho), ainda mais agora que estamos a alguns meses do ano eleitoral de 2006: Governador sanciona lei da Defensoria Pública: assistência judicial gratuita e universal para todos os cidadãos do Estado de São Paulo. Nós brasileiros sabemos muito bem como essas coisas terminam.

Son 33 disse:
08 de dezembro de 2005 às 18:09

Peço permissão para retornar ao assunto imbróglio PGE/OAB/SP.
Eu não consigo imaginar como é que o Estado de São Paulo vai estabelecer um serviço de defensoria pública atendendo a sua população carente, ainda mais agora com a nova lei de custas judiciais, que ajudou a ampliar o número de pessoas que não têm condições de pagar um advogado ou melhor dizendo, de pagar as custas judiciais. Se esse serviço for idêntico ao existente nos hospitais públicos, escolas públicas, delegacias, só nos restará rezar. A defensoria só será boa para a contratação de estagiários ou escraviários, que imagino eu, irão fazer todo tipo de serviço pela mínima contraprestação financeira, desde a triagem passando por serviços administrativos e até quem sabe acompanhamento processual com a vigilância do defensor, retirando assim o serviço de advogados e de pessoal administrativo. A ironia é que quando eles deixarem de ser estagiários, toparão com um mercado absolutamente saturado, no qual nem aqueles que se esforçam conseguem um lugar ao sol. Eu falo isso pois já fui estagiário do MP e me dei mal. Moçada, eu falo isso de cátedra: o ideal é buscar um estágio na iniciativa privada quando ainda se é estudante, caso contrário a inês é morta - não se consegue recuperar o tempo perdido.
Que façam a Defensoria Pública, atendendo ao reclamo demagógico de que assim tudo estará lindo e maravilhoso (vide as greves de defensores no Rio, Minas, etc - falta de condições de trabalho), ainda mais agora que estamos a alguns meses do ano eleitoral de 2006: Governador sanciona lei da Defensoria Pública: assistência judicial gratuita e universal para todos os cidadãos do Estado de São Paulo. Nós brasileiros sabemos muito bem como essas coisas terminam.

Son 33 disse:
08 de dezembro de 2005 às 18:09

Peço permissão para retornar ao assunto imbróglio PGE/OAB/SP.
Eu não consigo imaginar como é que o Estado de São Paulo vai estabelecer um serviço de defensoria pública atendendo a sua população carente, ainda mais agora com a nova lei de custas judiciais, que ajudou a ampliar o número de pessoas que não têm condições de pagar um advogado ou melhor dizendo, de pagar as custas judiciais. Se esse serviço for idêntico ao existente nos hospitais públicos, escolas públicas, delegacias, só nos restará rezar. A defensoria só será boa para a contratação de estagiários ou escraviários, que imagino eu, irão fazer todo tipo de serviço pela mínima contraprestação financeira, desde a triagem passando por serviços administrativos e até quem sabe acompanhamento processual com a vigilância do defensor, retirando assim o serviço de advogados e de pessoal administrativo. A ironia é que quando eles deixarem de ser estagiários, toparão com um mercado absolutamente saturado, no qual nem aqueles que se esforçam conseguem um lugar ao sol. Eu falo isso pois já fui estagiário do MP e me dei mal. Moçada, eu falo isso de cátedra: o ideal é buscar um estágio na iniciativa privada quando ainda se é estudante, caso contrário a inês é morta - não se consegue recuperar o tempo perdido.
Que façam a Defensoria Pública, atendendo ao reclamo demagógico de que assim tudo estará lindo e maravilhoso (vide as greves de defensores no Rio, Minas, etc - falta de condições de trabalho), ainda mais agora que estamos a alguns meses do ano eleitoral de 2006: Governador sanciona lei da Defensoria Pública: assistência judicial gratuita e universal para todos os cidadãos do Estado de São Paulo. Nós brasileiros sabemos muito bem como essas coisas terminam.

Son 33 disse:
08 de dezembro de 2005 às 18:09

Peço permissão para retornar ao assunto imbróglio PGE/OAB/SP.
Eu não consigo imaginar como é que o Estado de São Paulo vai estabelecer um serviço de defensoria pública atendendo a sua população carente, ainda mais agora com a nova lei de custas judiciais, que ajudou a ampliar o número de pessoas que não têm condições de pagar um advogado ou melhor dizendo, de pagar as custas judiciais. Se esse serviço for idêntico ao existente nos hospitais públicos, escolas públicas, delegacias, só nos restará rezar. A defensoria só será boa para a contratação de estagiários ou escraviários, que imagino eu, irão fazer todo tipo de serviço pela mínima contraprestação financeira, desde a triagem passando por serviços administrativos e até quem sabe acompanhamento processual com a vigilância do defensor, retirando assim o serviço de advogados e de pessoal administrativo. A ironia é que quando eles deixarem de ser estagiários, toparão com um mercado absolutamente saturado, no qual nem aqueles que se esforçam conseguem um lugar ao sol. Eu falo isso pois já fui estagiário do MP e me dei mal. Moçada, eu falo isso de cátedra: o ideal é buscar um estágio na iniciativa privada quando ainda se é estudante, caso contrário a inês é morta - não se consegue recuperar o tempo perdido.
Que façam a Defensoria Pública, atendendo ao reclamo demagógico de que assim tudo estará lindo e maravilhoso (vide as greves de defensores no Rio, Minas, etc - falta de condições de trabalho), ainda mais agora que estamos a alguns meses do ano eleitoral de 2006: Governador sanciona lei da Defensoria Pública: assistência judicial gratuita e universal para todos os cidadãos do Estado de São Paulo. Nós brasileiros sabemos muito bem como essas coisas terminam.

Son 33 disse:
08 de dezembro de 2005 às 18:09

Peço permissão para retornar ao assunto imbróglio PGE/OAB/SP.
Eu não consigo imaginar como é que o Estado de São Paulo vai estabelecer um serviço de defensoria pública atendendo a sua população carente, ainda mais agora com a nova lei de custas judiciais, que ajudou a ampliar o número de pessoas que não têm condições de pagar um advogado ou melhor dizendo, de pagar as custas judiciais. Se esse serviço for idêntico ao existente nos hospitais públicos, escolas públicas, delegacias, só nos restará rezar. A defensoria só será boa para a contratação de estagiários ou escraviários, que imagino eu, irão fazer todo tipo de serviço pela mínima contraprestação financeira, desde a triagem passando por serviços administrativos e até quem sabe acompanhamento processual com a vigilância do defensor, retirando assim o serviço de advogados e de pessoal administrativo. A ironia é que quando eles deixarem de ser estagiários, toparão com um mercado absolutamente saturado, no qual nem aqueles que se esforçam conseguem um lugar ao sol. Eu falo isso pois já fui estagiário do MP e me dei mal. Moçada, eu falo isso de cátedra: o ideal é buscar um estágio na iniciativa privada quando ainda se é estudante, caso contrário a inês é morta - não se consegue recuperar o tempo perdido.
Que façam a Defensoria Pública, atendendo ao reclamo demagógico de que assim tudo estará lindo e maravilhoso (vide as greves de defensores no Rio, Minas, etc - falta de condições de trabalho), ainda mais agora que estamos a alguns meses do ano eleitoral de 2006: Governador sanciona lei da Defensoria Pública: assistência judicial gratuita e universal para todos os cidadãos do Estado de São Paulo. Nós brasileiros sabemos muito bem como essas coisas terminam.

Son 33 disse:
08 de dezembro de 2005 às 18:09

Peço permissão para retornar ao assunto imbróglio PGE/OAB/SP.
Eu não consigo imaginar como é que o Estado de São Paulo vai estabelecer um serviço de defensoria pública atendendo a sua população carente, ainda mais agora com a nova lei de custas judiciais, que ajudou a ampliar o número de pessoas que não têm condições de pagar um advogado ou melhor dizendo, de pagar as custas judiciais. Se esse serviço for idêntico ao existente nos hospitais públicos, escolas públicas, delegacias, só nos restará rezar. A defensoria só será boa para a contratação de estagiários ou escraviários, que imagino eu, irão fazer todo tipo de serviço pela mínima contraprestação financeira, desde a triagem passando por serviços administrativos e até quem sabe acompanhamento processual com a vigilância do defensor, retirando assim o serviço de advogados e de pessoal administrativo. A ironia é que quando eles deixarem de ser estagiários, toparão com um mercado absolutamente saturado, no qual nem aqueles que se esforçam conseguem um lugar ao sol. Eu falo isso pois já fui estagiário do MP e me dei mal. Moçada, eu falo isso de cátedra: o ideal é buscar um estágio na iniciativa privada quando ainda se é estudante, caso contrário a inês é morta - não se consegue recuperar o tempo perdido.
Que façam a Defensoria Pública, atendendo ao reclamo demagógico de que assim tudo estará lindo e maravilhoso (vide as greves de defensores no Rio, Minas, etc - falta de condições de trabalho), ainda mais agora que estamos a alguns meses do ano eleitoral de 2006: Governador sanciona lei da Defensoria Pública: assistência judicial gratuita e universal para todos os cidadãos do Estado de São Paulo. Nós brasileiros sabemos muito bem como essas coisas terminam.

Amélia Soares da Rocha disse:
08 de dezembro de 2005 às 21:26

Lutar por efetividade não é demagógico, é fato. Direitos são conquistas diárias (os direitos ditos hoje fundamentais, como lembra Carmen Lucia Antunes Rocha, já foram crimes politicos pelos quais muitas cabeças rolaram).

Problemas diferentes, soluções diferentes.

A questão do acesso à Justiça não pode ser confundida com questão de mercado de trabalho. Tanto isto é verdade que para quem sabe direito o Direito não há problema de "vaga em mercado", como se comprova a se observar que ao mesmo tempo em que bacharel em direito/advogado faz concurso para gari no Rio de Janeiro (noticias jornalisticas veiculadas nacionalmente), todos os anos SOBRAM vagas no concurso para Procurador da República.

Repito, problemas diferentes, soluções diferentes. Vamos continuar trocando idéias; só com debate ético e verdadeiro é que as soluções são encontradas, maturadas e exercidas.

Você precisa estar logado para enviar um comentário.

Leia também