Jorge Reis da Costa, radialista que ganhou fama sob o epíteto de Jorge Kajuru, foi condenado a 18 meses de detenção. A acusação é de crime de difamação contra a Organização Jaime Câmara (OJC) e contra o presidente da empresa, Jaime Câmara Junior. A empresa é o braço das Organizações Globo em Goiânia.
Quem determinou a condenação foi o juiz Alvarino Egídio da Silva Primo, da 12ª Vara Criminal, em 23 de junho de 2003. Mas, após ter sido negado seguimento ao recurso especial, os defensores de Kajuru perderam prazo para interpor recurso de agravo.
Nesta quarta-feira (13/3), o desembargador Jamil Pereira de Macedo, presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, deferiu pedido do advogado da Organização Jaime Câmara, Alex Neder, para a execução da pena. Ela deverá ser cumprida em regime aberto, na Casa do Albergado.
Alvarino Egídio marcou audiência para o próximo dia 28 de abril, em que informará a Kajuru as condições do cumprimento da pena. A decisão transitou em julgado, segundo o advogado Neder.
A Justiça paulista chegou a dar um pito em Kajuru a 10 de março passado. O juiz Sidney Celso de Oliveira oficiou despacho ao comandante do 23º Batalhão da Segunda Cia. da PM paulista, na rua Itapicuru, em Perdizes, zona oeste de São Paulo, em que pediu reforço policial para acompanhar os oficiais de Justiça que jamais conseguiram encontrar Kajuru. Ele escreveu:
“Para o efetivo cumprimento pelo oficial de Justiça do mandado de citação do querelado Jorge Reis da Costa, conhecido como Jorge Kajuru, trabalhando no programa televisivo “Linha de Passe”, apresentando “ao vivo”, todas as segundas-feiras, às 21h00, na emissora “ESPN Brasil”, localizada nesta Capital, na rua Piracicaba, nº 175, Sumaré, requisito de Vossa Senhoria reforço policial, caso necessário”.
Falar o que se pensa neste país, dá cadeia. Sequestrar, matar, desviar recursos públicos, nem sempre.
Em menos de 4 anos, Jorge Reis da Costa, conhecido como Jorge Kajuru recebeu uns 10 Processos. Óbvio que as penas aplicadas visam apenas “admoestar”, em face delas serem brandas. Ofender moralmente, insinuar, caluniar, etc., mesmo estando em um país democrático, com liberdade de expressão, com garantias individuais dos cidadãos, temos que aprender a respeitar as pessoas. A liberdade de imprensa não deve tolerar esses dolos. Jorge Kajuru é, sem dúvida, um dos melhores apresentadores de programas esportivos da televisão, mas as vezes passa dos limites.
Está demorando demais para esse Kajuru ficar preso na gaiola.
O que ele tem que a maioria das pessoas nao tem? Bons advogados?
Ele pode ser um bom exemplo para os "autenticos" e que se cuide o grande amigao dele, o Datena!
Em um pais que vc tem como presidente que acusa sem provas é não acontece nada c/ pode ter um jornalista que não tem direito de colocar sua opinião? VOLTAMOS A DITADURA!!! Sera que o presidente tbm sera condenadoa prisão?
Realmente, falar o que se pensa neste país dá cadeia. Sequestrar, matar, desviar recursos públicos nem sempre. Ocorre que é preciso analisar o que se pensa, falar depois com bases sólidas, com provas, estando devidamente coberto, principalmente em público. Infelizmente, as vezes, Kajuru estrapola, ultrapassa os limites da tolerância. Uma pena, um sujeito inteligente, simpático, tem boa audiência, mas, se perde em muitas ocasiões e isso só o compromete. Eu não sei, realmente, o motivo dessa condenação, mas, na sua saida da Band, Kajuru, principalmente na entrevista com Parreira (um dos motivos, creio eu, do seu desligamento da emissora, além das críticas ao governador de Minas, isso já é outra área, Jornalismo Político, não Esportivo) interpretou errôneamente as declarações do arqueiro, colocando-o, até, em máus lençóis, perante o Técnico do Selecionado Brasileiro. É que Parreira é um sujeto equilibrado, inteligente, por certo foi se inteirar do que realmente ocorreu, antes de tomar qualquer decisão, o que Kajuru deveria sempre fazer, antes de ir falando o que pensa sem medir conseqüências. Uma pena, gosto do Kajuru, um sujeito franco, honesto, mas, infelizmente, "meio doido", parece, as vezes.
Sem dúvida este é um profissional da área da comunicação inconsequente, provavelmente bom amigo, mais creio que deverá se lapidar um pouco mais para enfrentar a vida e para um bom entendimento com boas atitudes em seu trabalho com suas regras reais, afinal esse é o mundo real, cheio de "tretas & mutretas". Para aquele que pode estar bem amparado por bons amigos, mas porém, sempre ignorando as advertencias sobre o tom a ser usado.
Vejam vcs a quantas chegam nossas leis, no entanto driblá-la não é assim tão fácil como imaginam alguns "pobres mortais".
???
Processos a parte , trata-se indiscutivelmente de um genuino "mala" metido a dizer o que vem na cabeça, mais cedo ou mais tarde termina esbarrando com uma pedreira dessas pela proa. Na moita , duvido que realmente acabe indo em cana pois esse tipo de "personalidade" sempre termina arranjando uma saidinha pelos varios buracos conhecidos de nosso codigo. Com certeza vai se aborrecer bastante a "transferir" uma boa soma para os bolsos dos Advogados espertos de plantão. Alias se reparar bem , ele é uma versão piorada e arrogante do decano dos malas no esporte, o galvão bueno, aquele que entende literalmente de tudo, do pinico à bomba atomica, de cuspe a distancia ao campeonato de bola de gude no Nepal.
Caros amigos.
esses , casos de difamação de pessoas atraves da imprensa, por seus funcionarios devem ser punidos sim, por que se não nunca havera ordem no BRASIL, pois quando a "critica " é construtiva já mais devemos interpretar por dano moral , mas o seguinte apresentador pega pesado com todos que caiem na sua boca , dizendo coisas que muitas vezes fere os sentimentos das pessoas , mas muitos deixam passar, neste caso o Exmo.Sr.DR. JUIZ da 12° vara criminal , colocou redias nesse tipo de gente mostrando que nem sempre pode se falar de todos o que quiser se nao viraria uma baderna total.
Tendo en vista a sabia descisão do magistrado ,muitos agora pensaram antes de falar, criticar, ou se diga até defarmar terceiros , que não terão meios de se defender até dentro da propria imprensa , mas sim atraves dos inumeros caminhos legais como o DANO MORAL. nada mais
HENRIQUE LUCIANO WANNER
ESTUDANTE
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