O Ministério Público Federal encaminhou ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região Recomendação para que seus concursos públicos não tenham perguntas cuja resposta necessite expressamente da leitura de livros escritos por desembargadores do próprio tribunal. Para o MPF, ainda que não seja essa a intenção, as perguntas fazem propaganda das obras.
Segundo o MPF, a formulação de perguntas que expressamente cobram conhecimento de obras escritas pelos desembargadores viola os princípios constitucionais da impessoalidade, moralidade administrativa e vinculação ao edital.
“Por mais academicamente importantes que seus livros sejam, não é dado ao membro de comissão examinadora de concurso público exigir expressamente — especialmente quando as obras não constam do edital do certame — que os candidatos tenham deles prévio conhecimento”, entendem os procuradores responsáveis pela Recomendação, Bruno Costa Magalhães e Gustavo Torres.
A Recomendação do MPF se baseou em duas questões da primeira prova escrita do concurso para juiz federal substituto do TRF da 2ª Região. Para os procuradores, as perguntas fizeram propaganda das obras de um desembargador membro da Comissão Examinadora. O MPF deu prazo de 90 dias para o TRF da 2ª Região cumprir a recomendação.
Quero parabenizar o MPF, realmente o que ocorreria no TRF2 era uma vergonha o Desembargardo Alberto Nogueira em total desrespeito com os candidatos fazendo perguntas específicas que só são encontradas no livro dele, sendo que não eram questões comuns que todos os livros de tributário mencionam, tipo, global player, questões relacionadas sobre o julgamento de Jesus Cristo, e sobre impostos da época da revolução francesa.
Chegou ao ponto de em um dos concursos ele questionar o significado de terminada frase escrita em certo livro por certo autor.
Ora, com uma vaidade imensa pouco se importou com os candidatos que pagam cursinhos e se esforçam para conseguir exito.
Mais triste é o TRF2 Tribunal tão respeitado aceitar por diversas vezes(tal examinador participou de 3 bancas) e jamais tomar qualquer atitude.
Apenas para se ter uma idéia no último concurso de 1800 inscrito apenas 29 ou 31 passaram para a segunda fase.
Parabéns ao MPF e o TRF/2 que tanto respeito merece nesse caso foi conivente com uma vergonha cometida por tal Desembargador.
Rodrigo (Advogado Autônomo 19/10/2005 - 23:51
Quero parabenizar o MPF, realmente o que ocorria no TRF2 era uma vergonha o Desembargardo Alberto Nogueira em total desrespeito com os candidatos nos faz em todos os concursos que está na banca questões sem qualquer relevancia para o mundo juridico em relação ao direito tributário,perguntas específicas que só são encontradas no livro dele, sendo que não são questões comuns que todos os livros de tributário mencionam, são questões com termos utilizados em seu próprio livro e que em nada acrescenta a um futuro magistrado, ao invés de questionar sobre imunidade, IR etc prefer arguir sobre global player, questões relacionadas sobre o julgamento de Jesus Cristo, e sobre impostos da época da revolução francesa.(todas constantes do seu livro)
Chegou ao ponto de em um dos concursos questionar o significado de terminada frase escrita em certo livro por certo autor.
Ora, com uma vaidade imensa pouco se importou com os candidatos que pagam cursinhos e se esforçam para conseguir êxito.
Mais triste é o TRF2 Tribunal tão respeitado aceitar por diversas vezes(tal examinador participou de 3 bancas) e jamais tomar qualquer atitude.
Apenas para se ter uma idéia, no último concurso de 1800 inscrito apenas 29 ou 31 passaram para a segunda fase.
Parabéns ao MPF; e ao TRF/2 que tanto respeito merece nesse nossa total indignação por ter sido conivente com uma vergonha cometida por tal Desembargador.
Rodrigo (Advogado Autônomo 19/10/2005 - 23:51
Quero parabenizar o MPF, realmente o que ocorria no TRF2 era uma vergonha o Desembargardo Alberto Nogueira em total desrespeito com os candidatos por diversas vezes fez perguntas específicas que só são encontradas nos seus livros, todas as questões sem qualquer importancia para o mundo jurídico em nada acrescendo aos futuros magistrados, ao invés de indagar sobre imunidade, IR, isenção etc, como qualquer examinador de bom senso faria preferia questionar sobre o que eram 'global players' ou relacionadas sobre o julgamento de Jesus Cristo, e sobre impostos da época da revolução francesa.
Chegou ao ponto de em um dos concursos ele questionar o significado de terminada frase escrita em certo livro por certo autor.
Com uma vaidade imensa pouco se importou com os candidatos que pagam cursinhos e se esforçam para conseguir êxito.
Mais triste é o TRF2 Tribunal tão respeitado aceitar por diversas vezes(tal examinador participou de 3 bancas) e jamais tomar qualquer atitude.
Apenas para se ter uma idéia no último concurso de 1800 inscrito apenas 29 ou 31 passaram para a segunda fase.
Parabéns ao MPF e lamentável o TRF/2 que tanto respeito merece nesse caso foi conivente com uma vergonha cometida por tal Desembargador.
As questões do TRF2 feitas pelo Alberto Nogueira não avaliam absolutamente nada dos candidatos só faz aumentar a venda de seus livros segue abaixo as questões de direito tributário do TRF2, aposto que nem Ives Gandra, nem Hugo de Brito nem qualquer outro renomado tributarista responderia essas bobeiras:
1- Qual o significado da expressão 'sutileza da legislação fiscal' na obra de Jean Carbonnier?
2- o que significa 'tirania legislativa' no pensamento do espanho Jose Puig Brutau?
3- o que significa na idade média as ' redevance' do sistema de corvéia?
Essas são algumas das questões que o candidato a magistrado federal do TRF2 tinha que saber?
Vcs sabem em quais livros encontram as respostas...?
Ramos. (advogado autônomo) Corroborando com o Dr. Rodrigo, certas pessoas realmente têm necessidade de exercitar o próprio EGO, assim como, todo atleta têm a necessidade de exercitar os músculos. Paciência, Dr. Rodrigo, mas tenho a lhe dizer o seguinte. Parabéns pela sua coragem. Se todos agissem dessa forma, teríamos um Brasil melhor.
Eu não sabia que para ser Juiz Federal ou Procurador Federal o candidato deve decorar o conteúdo de certos livros. Que bacana heim, ser Juiz ou Procurador com a medalha de Decorador.
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