O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, depõe neste momento na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. Os deputados questionam sobre a quebra de sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa, que provocou a demissão de Antonio Palocci, então ministro da Fazenda.
Quando questionado sobre a sua participação na quebra de sigilo, Bastos declarou: “Não participei da quebra de sigilo, nem eu, nem meus assessores. Pedimos à Polícia Federal um inquérito rigoroso, rápido para apurar e esclarecer a quebra. Não há provas, evidências de que participei da quebra de sigilo. Eu estava em Rondônia e só no outro dia tive conhecimento do que aconteceu”.
O presidente da Comissão, deputado Sigmaringa Seixas (PT-DF), afirmou que a Comissão é o local mais apropriado para as explicações do ministro, pois o debate poderá ocorrer de forma mais objetiva, sem muitas interferências.
Relatório da PF
A Polícia Federal apresentou nesta quarta-feira (19/4) à Justiça relatório preliminar sobre as investigações da quebra ilegal do sigilo bancário do caseiro. No documento, a PF aponta o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci como o mandante da operação. O ex-presidente da Caixa Econômica Federal Jorge Mattoso e o jornalista Marcelo Netto, ex-assessor de Palocci, são citados como co-autores do crime. O ministro Márcio Thomaz Bastos não é citado no relatório.

Bom dia!
Lamentamos profundamente a falta de respeito de alguns dos deputados por ocasião da audiência com o Ministro Thomáz Bastos.
Outra realidade marcante é que alguns dos parlamentares por desconhecer a nossa lingua trataram o ministro por Vossa Senhoria. Isto é um absurdo.
O tratamento ao ministro deve ser Vossa Excelência.
O comento aqui exposto não busca a avaliação de desempenho político almejado por tantos.
É um simples comentário
Atenciosamente,
Armindo Albuquerque
Eu só quero saber qual a pessoa que acusada de Corrupção, ou de participação em esquema de Corrupção vai assumir publicamente, tal fato? Ainda mais, participando de um Governo, ainda que do PT. Até agora o único que assumiu ser corrupto e ter praticado crime eleitoral foi o Roberto Jerfferson. Agora, é hipocrisia acreditamos que o "EXCELENTÍSSIMO" Senhor Ministro da Justiça, não teve participação no Caso da quebra de sigilo do "Caseiro" Fracenildo. A fragilidade do Sistema e a certeza da impunidade, por si só já revelam a participação, sem aprofundar-mos nos argumentos. Éticamente, Sua Excenlência, no mínimo deveria fazer companhia ao amigo Palocci.
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