A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo divulgou na tarde desta quinta-feira (13/7) um novo balanço com o número atualizado dos ataques a bens públicos e privados e a pessoas, supostamente praticados por integrantes de organizações criminosas.
O número oficial de mortos continua em seis. Estão confirmados 65 ataques a ônibus. Foram atingidos 16 estabelecimentos bancários desde o início dos ataques, às 21 horas da terça-feira (11/7).
No total, a Secretaria de Segurança Pública registrou 102 ocorrências, contra 118 alvos. Dois suspeitos foram presos, aumentando de cinco para sete o número de detidos desde a noite de terça-feira.
Segundo o comandante geral da Polícia Militar, coronel Elizeu Eclair Teixeira Borges, um esquema de policiamento nos ônibus será implantado para proteger os usuários com a colocação de um policial a paisana nos coletivos.
Ocorrências
Vítimas
• Mortos: 1 Policial Militar, 3 vigilantes, 1 Guarda Municipal, 1 civil.
• Feridos: 2 Policiais Militares, 4 civis
Alvos
• Bases da Polícia Militar (2 vezes),
• Bases da Polícia Civil (3)
• Bases da Guarda Civil Metropolitana (7)
• Vigilantes privados (2)
• Administração Penitenciária (1)
• Prédios do Poder Judiciário (3)
• Ônibus (65)
• Agências bancaárias (16)
• Residências de PMs (5)
• Imóveis públicos (3)
• Sindicatos (1)
• Loja comercial (1)
• Revendedoras de veículos (6)
• Supermercados (1)
• Veículo particular (1)
• Total de ocorrências: 102
Detenções
• 8 suspeitos presos, sendo 2 menores

Num momento grave como este vivido por S. Paulo, vem o senador Bornhausen, aquele que disse que queria acabar com essa raça se referindo aos petistas e, novamente, perde oportunidade de ficar calado, fazendo acusações oportunistas, irresponsáveis, golpistas, rebaixando ainda mais o nível da discussão política em ano eleitoral.
Esse senador, fiel servidor dos governos militares, continua autoritário, arrogante e, principalmente, espalhando calúnias.
Perdoe-me professor, mas acho que quem está perdendo uma oportunidade de ficar calado é o senhor. Não se exponha em defesa de quem até hoje não se fez respeitar.
Caro Professor Armando do Prado,
A grave situação vivida em SP parece não ser fruto da incompetência de um só picolézinho de chuchu, mas sim de uma equipe que tem nome e sobrenome, ou seja: PSDB/PFL.
E o sapiente povo paulista parece estar gostando do que está vivendo, pois coloca o Serra em primeiro lugar nas pesquisas eleitorais para o governo de SP...
Diante disso, a culpa parece mesmo ser do Lulinha, que deveria deixar de ser tão ingênuo e decretar intervenção federal em SP logo de uma vez, pois assim acabaria com essa baderna instituída após 12 anos de governo (?) dos tucanos/pefelistas.
E o resto é sofisma e fermento dos fariseus de plantão.
Esta é, data vênia, a minha opinião.
Um grande abraço.
Acho engraçado! O Estado de Minas Gerais é governado pelo PSDB e não há baderna instituída. Por outro lado, o Lulinha não tem tanto poder como pensam seus defensores. Intervenção? Consulte a Constituição para ver se nesse caso é permitida. Mas saiba interpretá-la viu?
Será que seria muito inoportuno nós começarmos a perquirir das verdadeiras razões que estão levando as siglas que se dizem representantes dos presos a tomarem essas medidas radicais todas?
Sabe-se, e muito bem, que choca ter que admitir, mas os presos estão, hoje, em situação pior do que animais !
Assim, se alguém achar que está certo deixá-los em tal situação, também não poderá reclamar que eles estejam usando da única forma eficaz de manifestar o seu protesto, até porque nem ingresso de Advogados está sendo permitido em algumas unidades, não lhes sendo possível, assim, levar seus pedidos ao Judiciário.
Fiquem bem tranqüilos que eu não estou avalizando e nem concordando com nada o que está acontecendo. Estou apenas elocubrando.
Abraços.
Dijalma Lacerda.
Adivinhem quem foram os pombos correios?
a) celular
b) advogado
c) policial ou agente penitenciario
d) membro da quadrilha ou familia
e) a e b
Engraçado mesmo é comparar MG com SP, como se o Estado mineiro pudesse servir de exemplo para alguma coisa!
Por outro lado, não é o Lulinha que precisa propriamente de "defensores", pois, tendo em vista a "oposição" que temos no país, isso seria uma verdadeira covardia. Em MG, por exemplo, o Lulinha tem um de seus maiores índices eleitorais (apontado por recentes pesquisas de opinião).
Por fim, quanto à intervenção, não há que se interpretar muito, pois, como todos sabem, tal dispositivo legal ainda não foi utilizado após a promulgação da carta de 88. Logo, hão há jurisprudência, e sim entendimentos doutrinários vagos de quem, via de regra, jamais vai ser consultado quando da aplicação da lei.
Afinal de contas, estamos no Brasil.
Literalmente!
Gente, Deus nos deu inteligência para pensar, para discernir, enfim, para raciocinar e solucionar os problemas, sejam eles quais forem.
Nesse caso dos presos, estamos na verdade atacando as conseqüências, apenas os resultados de uma política insana, mal direcionada, irresponsável mesmo, da questão penitenciária em nosso país.
Não é hora de atacarmos Lula, Alckmin, etc. etc., nem de ficarmos criticando pontualmente, esquecendo-nos do que realmente está ocasionando isto tudo.
É verdadeiro que há ingresso de celulares nos presídios? Admitamos que há.
Há sim maus advogados (os quais aliás de há muito já deveriam ter perdido suas carteiras), felizmente poucos, que ultrapassam a linha do mero profissionalismo enveredando para a senda do crime? Sim, inegavelmente há.
Todavia, o que interessa é o PORQUÊ disso tudo estar acontecendo, cabendo-nos, e aí sim, indagações sérias, questionamentos responsáveis sobre essa política penitenciária canhestra que vem sendo praticada em nosso solo pátrio, e a total ausência de mecanismos sociais para desviar principalmente o jovem dos caminhos do crime.
Gasta-se tanto dinheiro em porcaria, e aplica-se ainda pouco nas causas sociais, e, quando se aplica alguma coisa é aquela demagogia politiqueria barata, "para inglés ver".
Falta-nos, acioma de tudo, EDUCAÇÃO .
Bem, não estou dizendo, com isto, que não devamos "acudir" as urgências agora ocorridas. Apenas, repito, devemos sim cuidar do presente, porém com olhos no futuro .
Dijalma Lacerda.
Senhores leitores, cada um é livre para pensar o que quiser, mas acho que diante dos seguintes números, não há muito o que pensar.
1. Entre 2002 e 2005, os investimentos do Orçamento Geral da União em segurança pública, corrigidos pelo IGP-DI, caíram 44%.
2. A União cortou os repasses em 87% – de R$ 223,2 milhões recebidos em 2002 para R$ 29,6 milhões no ano passado. O investimento per capita federal no Estado, com base em quatro programas (Fundo Nacional de Segurança Pública, Fundo Penitenciário, ações da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal), que era de R$ 6,67, passou para 81 CENTAVOS DE REAL.
3. Na crise de maio, o governo Lula ofereceu o serviço da Inteligência Federal. O mesmo Siafi mostra a precariedade dos investimentos na área: os investimentos foram cortados em 66%. Dos anos 90 para cá, as quadrilhas criminosas cresceram em organização, capacidade econômica e infiltração nos Poderes constituídos, mas o programa intitulado “Combate à Criminalidade” teve o orçamento ceifado em 70% – R$ 12,2 milhões pagos, contra uma autorização de R$ 40,8 milhões. A segurança pública nas rodovias federais perdeu 90%.
4. São Paulo, com a maior população carcerária do país (140 mil presos), recebeu R$ 136,6 milhões do Fundo Penitenciário em 2001; no ano passado, miseráveis R$ 4,6 milhões. O Fundo Nacional de Segurança Pública despencou de R$ 134 milhões em 2002 para R$ 22,5 milhões.
5. São Paulo foi uma das poucas unidades da federação que, de 2001 para cá, aumentou em 70% o orçamento da segurança. Logo depois das rebeliões de 2001, o Estado executou um orçamento de investimentos de R$ 128 milhões, maior do que o autorizado: R$ 103 milhões. Em 2003 e 2004, houve uma baixa na execução – 30% e 60%, respectivamente –, mas, em 2005, aplicaram-se integralmente os R$ 145 milhões autorizados pela Assembléia. O policiamento preventivo, feito pela Polícia Militar, recebeu R$ 17 bilhões, mais da metade (58%) do total do orçamento de custeio e investimento executado entre 2001 e 2005: cerca de R$ 29 bilhões.
6. Em 2003, ao lançar o “Mapa da Violência de São Paulo”, a Unesco (organização das Nações Unidas para a educação e a cultura) provava, com números, que alguma coisa estava mudando: “É com grande satisfação que apresentamos o estudo de uma pesquisa que, pela primeira vez nos últimos anos, evidencia a queda sustentada nos índices de violência de um Estado brasileiro, especialmente porque o declínio dos índices paulistas é um fenômeno raro no Brasil. Na grande maioria dos outros Estados e das capitais, os índices continuam a crescer em ritmo preocupante”. Os números provam o que a Unesco percebeu: a) homicídios dolosos no Estado (no primeiro trimestre de 1996, houve 2.704 casos; no primeiro trimestre deste ano, 1.551); b) extorsão com seqüestro (no primeiro trimestre de 2002, houve 110 casos; no primeiro trimestre deste ano, 28); c) latrocínios (no primeiro trimestre de 2002, houve 145 casos; no primeiro trimestre deste ano, 88).
Concluindo, o senhor Lulla, que agora posa de bom moço e diz que está disposto a ajudar a população de São Paulo mas que é impedido a fazê-lo pelo Governador paulista, não cumpriu sua respectiva obrigação, deixando a locomotiva do país sem dinheiro suficiente para investir em segurança. Agora, com a maior cara de pau, ousa apontar que o problema não se soluciona porque não querem aceitar a sua “ajuda”. É muito demagogo.
OBS: os números apresentados estão no Blog do Reinaldo Azevedo (recomendo que leiam). Os senhores militantes vão dizer que se trata de um “facista”, “golpista”, “filhote da ditadura” etc. Portanto, já me antecipo e peço que ao invés de desqualificarem o autor, mecanismo que a esquerda adora, contestem os dados (se é que isso é possível, claro).
GOVERNO DO ESTADO, ESCUTEM O CLAMOR DOS SERVIDORES DA SEGURANÇA:
INVESTIMENTO MACIÇO NO SISTEMA DE INTELIGÊNCIA DA POLICIA ESTADUAL E DO SISTEMA PENITENCIÁRIO;
REAPARELHAMENTO E RENOVAÇÃO NOS EQUIPAMENTOS DA POLICIA MILITAR, POLICIA CIVIL, POLICIA CIENTIFICA E SISTEMA PENITENCIÁRIO;
REESTRUTURAÇÃO, APERFEIÇOAMENTO, VALORIZAÇÃO E INVESTIMENTO NO SERVIDOR LIGADO A SEGURANÇA PUBLICA E PENITENCIÁRIO.
POLICIAMENTO PREVENTIVO, REPRESSÃO E ELIMINAÇÃO AOS FOCOS DE TERRORISMO (e não "vandalismo" como dizem algumas "Mentes Brilhantes" e "defensores de criminosos e TERRORISTAS")
MULTIRÃO EMERGENCIAL DE DEFENSORIA PUBLICA PARA AVALIAÇÃO DE PROCESSOS DE CRIMES DE POUCA SUMA IMPORTÂNCIA PARA ALIVIAR A SUPERLOTAÇÃO DE DIVERSAS CASA PENAIS.
E AO GOVERNO FEDERAL....
CRIAÇÃO DE UM NOVO CODIGO PENAL, REVOGANDO O ANTIGO DATADO DE 1940, INCLUINDO CRIMES DE TERRORISMO, ATENTADOS, ENTRE OUTROS SEMELHANTES como CRIMES DE DESESTABILIZAÇÃO DA SEGURANÇA NACIONAL DO PAÍS(Exemplo: Invasão do MLST em Brasília e dos ataques CRIMINOSOS em São Paulo) PODENDO EM CASO COMPROVADO CONDENAÇÃO A PENA DE MORTE COMO EM GUERRA DECLARADA E PODER DE REPRESSÃO A FOCOS DE ATENTADOS.
PRISÃO FEDERAL ESPECIAL PARA CRIMINOSOS TERRORISTAS COM MOLDES DE DISCIPLINA DO NOVO PRESÍDIO FEDERAL DE CATANDUVAS-PR
INTERLIGAÇÃO COM SERVIÇOS DE INTELIGÊNCIA DE TODOS ESTADOS DO PAÍS CONCENTRADO EM BRASÍLIA PARA SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA DE PERTUBAÇÃO EM PRESIDIOS.
REFORMA DO SISTEMA JUDICIÁRIO FEDERAL E ESTADUAL, COM APROVAÇÃO DE NOVOS CODIGOS.
VALORIZAÇÃO DA POLICIA FEDERAL E CRIAÇÃO DE SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA ESPECIAL DE MONITORAMENTO DE PERTUBAÇÃO GRAVE DE SEGURANÇA PUBLICA.
Os números são alarmantes, principalmente ao considerarmos que se tratam de ações orquestradas com objetivos bastante evidentes.
Tem razão o Senador Bonhausen quando afirma que existe um dedo do PT por trás disso tudo. Há já algum tempo que essa vinculação vem se tornando cada vez mais evidente. Não adianta o Presidente Lula negar.
Já que a coisa se encaminhou para o proselitismo político, voltemos à baila!
45 motivos para nunca mais votar no PSDB
Por Novae 15/10/2002 às 17:26
45 escândalos de FHC para Regina Duarte perder o medo
Olá, Regina Duarte,
Respeitamos seu voto e sua opção "ideológica", só não
concordamos quando você utiliza o mesmo discurso do
"medo"
que já atrasou o país tantas vezes e nos impediu de
ter
fé no futuro.
Abaixo, já que você gosta do 45, publicamos 45 "atos
e omissões do governo Serra" que tornou, nos últimos
8 anos, essa nação muito pequena, miúda, do tamanho
da
sua consciência política.
Enfim, nos diga, após o FFHHCC, vamos ter medo de quê?
PS: Você é, definitivamente, uma ótima atriz.
Boa leitura!
Redação da Novae
45 escândalos que
marcaram o governo FHC
Por João Paulo Cunha, deputado e líder do PT
1 - Conivência com a corrupção
O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção.
Um dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência,
em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial
de Investigação, instituída no governo Itamar Franco
e composta por representantes da sociedade civil, que
tinha como objetivo combater a corrupção. Em 2001, para
impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou
a
Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou
em abafar denúncias.
2 - O escândalo do Sivam
O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado
por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana
Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto,
foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias
de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio
César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro
Mauro Gandra.
3 - A farra do Proer
O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações
do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o
custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB.
Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo
Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal,
os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões,
incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF
e o socorro aos bancos estaduais.
4 - Caixa-dois de campanhas
As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado
de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$
5
milhões não apareceram na prestação de contas entregue
ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela
R$ 10,1 milhões.
5 - Propina na privatização
A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio
Doce
foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira,
ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra
e
ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil,
é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter
apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário
Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado
R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.
6 - A emenda da reeleição
O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços
altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon
Santiago
e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para
votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos
do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados
acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima
e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.
7 - Grampos telefônicos
Conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo
à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema
Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz
Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações,
e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando
o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco
Opportunity, que tinha como um dos donos o economista
Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara
Resende.
Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu
nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários
do Banco do Brasil.
8 - TRT paulista
A construção da sede do TRT paulista representou um
desvio
de R$ 169 milhões aos cofres públicos. A CPI do Judiciário
contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto,
ex-presidente do Tribunal, para a cadeia e para cassar
o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dois dos
principais envolvidos no caso.
9 - Os ralos do DNER
O DNER foi o principal foco de corrupção no governo
de
FHC. Seu último avanço em matéria de tecnologia da propina
atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste
em
furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se
que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor
dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema.
O órgão acabou sendo extinto pelo governo.
10 - O "caladão"
O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo
FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a
Distância
(DDD). Uma pane geral deixou os telefones mudos. As
empresas
que provocaram o caos no sistema haviam sido recém-privatizadas.
O "caladão" provocou prejuízo aos consumidores, às empresas
e ao próprio governo. Ficou tudo por isso mesmo.
11 - Desvalorização do real
FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava
"ou
eu ou o caos". Segurou a quase paridade entre o real
e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve
de desvalorizar a moeda. Há indícios de vazamento de
informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante,
do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram
muito com a mudança cambial e outros quatro que registraram
movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio
das medidas.
12 - O caso Marka/FonteCindam
Durante a desvalorização do real, os bancos Marka e
FonteCindam
foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão.
O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco
sistêmico para a economia. Chico Lopes, ex-presidente
do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka,
estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de
tempo.
Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo.
13 - Base de Alcântara
O governo FHC enfrenta resistências para aprovar o acordo
de cooperação internacional que permite aos Estados
Unidos
usarem a Base de Lançamentos Espaciais de Alcântara
(MA).
Os termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais.
Exemplos: áreas de depósitos de material americano serão
interditadas a autoridades brasileiras. O acesso brasileiro
a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo determina
ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa
área. Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado
– todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores
da
Câmara.
14 - Biopirataria oficial
Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras
preciosas. Hoje, levam nosso patrimônio genético. O
governo
FHC teve de rever o contrato escandaloso assinado entre
a Bioamazônia e a Novartis, que possibilitaria a coleta
e transferência de 10 mil microorganismos diferentes
e o envio de cepas para o exterior, por 4 milhões de
dólares. Sem direito ao recebimento de royalties. Como
um único fungo pode render bilhões de dólares aos laboratórios
farmacêuticos, o contrato não fazia sentido. Apenas
oficializava
a biopirataria.
15 - O fiasco dos 500 anos
As festividades dos 500 anos de descobrimento do Brasil,
sob coordenação do ex-ministro do Esporte e Turismo,
Rafael Greca (PFL-PR), se transformaram num fiasco monumental.
Índios e sem-terra apanharam da polícia quando tentaram
entrar em Porto Seguro (BA), palco das comemorações.
O filho do presidente, Paulo Henrique Cardoso, é um
dos
denunciados pelo Ministério Público de participação
no
episódio de superfaturamento da construção do estande
brasileiro na Feira de Hannover, em 2000.
16 - Eduardo Jorge, um personagem suspeito
Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência,
é um dos personagens mais sombrios que freqüentou o
Palácio
do Planalto na era FHC. Suspeita-se que ele tenha se
envolvido no esquema de liberação de verbas para o TRT
paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar
o
caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby
para empresas de informática, e de manipular recursos
dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria
tentado impedir a falência da Encol.
17 - Drible na reforma tributária
O PT participou de um acordo, do qual faziam parte todas
as bancadas com representação no Congresso Nacional,
em torno de uma reforma tributária destinada a tornar
o sistema mais justo, progressivo e simples. A bancada
petista apoiou o substitutivo do relator do projeto
na
Comissão Especial de Reforma Tributária, deputado Mussa
Demes (PFL-PI). Mas o ministro da Fazenda, Pedro Malan,
e o Palácio do Planalto impediram a tramitação.
18 - Rombo transamazônico na Sudam
O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas
na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia,
a
Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões.
As denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram
o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA)
a
renunciar ao mandato. Ao invés de acabar com a corrupção
que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia,
o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir
o órgão. O PT ajuizou ação de inconstitucionalidade
no
Supremo Tribunal Federal contra a providência do governo.
19 - Os desvios na Sudene
Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos
da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste,
a
Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais
frias para a comprovação de que os recursos recebidos
do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram
aplicados.
Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão.
O PT também questionou a decisão no Supremo Tribunal
Federal.
20 - Calote no Fundef
O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef.
Em
2002, o valor mínimo deveria ser de R$ 655,08 por aluno/ano
de 1ª a 4ª séries e de R$ 688,67 por aluno/ano da 5ª
a 8ª séries do ensino fundamental e da educação especial.
Mas os valores estabelecidos ficaram abaixo: R$ 418,00
e R$ 438,90, respectivamente. O calote aos estados mais
pobres soma R$ 11,1 bilhões desde 1998.
21 - Abuso de MPs
Enquanto senador, FHC combatia com veemência o abuso
nas edições e reedições de Medidas Provisórias por parte
José Sarney e Fernando Collor. Os dois juntos editaram
e reeditaram 298 MPs. Como presidente, FHC cedeu à tentação
autoritária. Editou e reeditou, em seus dois mandatos,
5.491medidas. O PT participou ativamente das negociações
que resultaram na aprovação de emenda constitucional
que limita o uso de MPs.
22 - Acidentes na Petrobras
Por problemas de gestão e falta de investimentos, a
Petrobras
protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo
FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal
foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos
no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um
grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio,
outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas
da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando
a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou
manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas
e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados.
23 - Apoio a Fujimori
O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo
do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito
que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País
para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não
bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem
do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro.
O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada
pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem.
24 - Desmatamento na Amazônia
Por meio de decretos e medidas provisórias, o governo
FHC desmontou a legislação ambiental existente no País.
As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção
às florestas e ao cerrado e fizeram crescer o desmatamento
e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia.
Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes
Ambientais foi modificada para pior.
25 – Os computadores do FUST
A idéia de equipar todas as escolas públicas de ensino
médio com 290 mil computadores se transformou numa grande
negociata. Os recursos para a compra viriam do Fundo
de Universalização das Telecomunicações, o Fust. Mas
o governo ignorou a Lei de Licitações, a 8.666. Além
disso, fez megacontrato com a Microsoft, que teria,
com
o Windows, o monopólio do sistema operacional das máquinas,
quando há softwares que poderiam ser usados gratuitamente.
A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam
o edital de compra e a negociata está suspensa.
26 - Arapongagem
O governo FHC montou uma verdadeira rede de espionagem
para vasculhar a vida de seus adversários e monitorar
os passos dos movimentos sociais. Essa máquina de destruir
reputações é constituída por ex-agentes do antigo SNI
ou por empresas de fachada. Os arapongas tucanos sabiam
da invasão dos sem-terra à propriedade do presidente
em Buritis, em março deste ano, e o governo nada fez
para evitar a operação. Eles foram responsáveis também
pela espionagem contra Roseana Sarney.
27 - O esquema do FAT
A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente
do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha
como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento
em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador
(FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria
ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do
Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento
de programas de formação profissional ocorreram em 17
unidades da federação e estão sob investigação do Tribunal
de Contas da União (TCU) e do Ministério Público.
28 - Mudanças na CLT
A maioria governista na Câmara dos Deputados aprovou,
contra o voto da bancada do PT, projeto que flexibiliza
a CLT, ameaçando direitos consagrados dos trabalhadores,
como férias, décimo terceiro e licença maternidade.
O
projeto esvazia o poder de negociação dos sindicatos.
No Senado, o governo FHC não teve forças para levar
adiante
essa medida anti-social.
29 - Obras irregulares
Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito
em 2001, indicou a existência de 121 obras federais
com
indícios de irregularidades graves. A maioria dessas
obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios
da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento
Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras,
a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás,
deveria
ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro.
30 - Explosão da dívida pública
Quando FHC assumiu a Presidência da República, em janeiro
de 1995, a dívida pública interna e externa somava R$
153,4 bilhões. Entretanto, a política de juros altos
de seu governo, que pratica as maiores taxas do planeta,
elevou essa dívida para R$ 684,6 bilhões em abril de
2002, um aumento de 346%. Hoje, a dívida já equivale
a preocupantes 54,5% do PIB.
31 - Avanço da dengue
A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal
causa da epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ex-ministro
José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados
para eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001,
o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda
e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate
à dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, só o
estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando
63 pessoas à morte.
32 – Verbas do BNDES
Além de vender o patrimônio público a preço de banana,
o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de
R$
10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle
de ex-estatais privatizadas. Quem mais levou dinheiro
do banco público que deveria financiar o desenvolvimento
econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas
de distribuição, geração e transmissão de energia. Em
uma das diversas operações, o BNDES injetou R$ 686,8
milhões na Telemar, assumindo 25% do controle acionário
da empresa.
33 - Crescimento pífio do PIB
Na "Era FHC", a média anual de crescimento da economia
brasileira estacionou em pífios 2%, incapaz de gerar
os empregos que o País necessita e de impulsionar o
setor
produtivo. Um dos fatores responsáveis por essa quase
estagnação é o elevado déficit em conta-corrente, de
23 bilhões de dólares no acumulado dos últimos 12 meses.
Ou seja: devido ao baixo nível da poupança interna,
para
investir em seu desenvolvimento, o Brasil se tornou
extremamente
dependente de recursos externos, pelos quais paga cada
vez mais caro.
34 – Renúncias no Senado
A disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães
(PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno
da presidência do Senado expôs publicamente as divergências
da base de sustentação do governo. ACM renunciou ao
mandato,
sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado
na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão
(PMDB-DF). Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo,
senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho
se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo
de
José Serra e do PSDB, mas também acabou por renunciar
ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele
denúncias de desvio de verbas da Sudam.
35 - Racionamento de energia
A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor
elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar
o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para
compensar supostos prejuízos das empresas, o governo
baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento
aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas
tarifas em sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas
soma R$ 22,5 bilhões.
36 - Assalto ao bolso do consumidor
FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele
que deu proteção social ao povo brasileiro. Mas seu
governo
permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da
inflação. Desde o início do plano real até agora, o
preço
das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%.
Os planos de saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%,
os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa
de água 135%. Neste período, a inflação acumulada ficou
em 80%.
37 – Explosão da violência
O Brasil é um país cada vez mais violento. E as vítimas,
na maioria dos casos, são os jovens. Na última década,
o número de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos subiu
48%. A Unesco coloca o País em terceiro lugar no ranking
dos mais violentos, entre 60 nações pesquisadas. A taxa
de homicídios por 100 mil habitantes, na população geral,
cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas são assassinadas
anualmente. FHC pouco ou nada fez para dar mais segurança
aos brasileiros.
38 – A falácia da Reforma agrária
O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo números
mentirosos sobre a reforma agrária. Na propaganda oficial,
espalhou ter assentado 600 mil famílias durante oito
anos de reinado. Os números estavam inflados. O governo
considerou assentadas famílias que haviam apenas sido
inscritas no programa. Alguns assentamentos só existiam
no papel. Em vez de reparar a fraude, baixou decreto
para oficializar o engodo.
39 - Subserviência internacional
A timidez marcou a política de comércio exterior do
governo
FHC. Num gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram
o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos
protestos e hesitou em recorrer à OMC. Por iniciativa
do PT, a Câmara aprovou moção de repúdio às barreiras
protecionistas. A subserviência é tanta que em visita
aos EUA, no início deste ano, o ministro Celso Lafer
foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter
a revistas feitas por seguranças de aeroportos.
40 – Renda em queda e desemprego em alta
Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode
ser considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego
bater recordes no País. Na região metropolitana de São
Paulo, o índice de desemprego chegou a 20,4% em abril,
o que significa que 1,9 milhão de pessoas estão sem
trabalhar.
O governo FHC promoveu a precarização das condições
de
trabalho. O rendimento médio dos trabalhadores encolheu
nos últimos três anos.
41 - Relações perigosas
Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado
revela um pouco as relações suspeitas do presidenciável
tucano José Serra com três figuras que estiveram na
berlinda
nos últimos dias. O economista Ricardo Sérgio de Oliveira,
ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de
exercer tráfico de influência quando era diretor do
Banco
do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização.
Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório
Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73
milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com
uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha
do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir
Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa
e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria. Ele teria
facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo
Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos
nas Ilhas Cayman - paraíso fiscal do Caribe.
42 – Violação aos direitos humanos
Massacres como o de Eldorado do Carajás, no sul do Pará,
onde 19 sem-terra foram assassinados pela polícia militar
do governo do PSDB em 1996, figuram nos relatórios da
Anistia Internacional, que recentemente denunciou o
governo
FHC de violação aos direitos humanos. A Anistia critica
a impunidade e denuncia que polícias e esquadrões da
morte vinculados a forças de segurança cometeram numerosos
homicídios de civis, inclusive crianças, durante o ano
de 2001. A entidade afirma ainda que as práticas generalizadas
e sistemáticas de tortura e maus-tratos prevalecem nas
prisões.
43 – Correção da tabela do IR
Com fome de leão, o governo congelou por seis anos a
tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou
a
base de arrecadação do imposto, pois com a inflação
acumulada,
mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais,
passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a tabela em
17,5%
depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação
de projeto pelo Congresso Nacional. Mesmo assim, após
vetar o projeto e editar uma Medida Provisória que incorporava
parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou
a oportunidade e aumentou alíquotas de outros tributos.
44 – Intervenção na Previ
FHC aproveitou o dia de estréia do Brasil na Copa do
Mundo de 2002 para decretar intervenção na Previ, o
fundo
de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio
de R$ 38 bilhões e participação em dezenas de empresas.
Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os
três eleitos democraticamente pelos funcionários do
BB.
O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro Daniel
Dantas, dono do Opportunitty. Dias antes da intervenção,
FHC recebeu Dantas no Palácio Alvorada. O banqueiro,
que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o
processo de privatização, trava queda-de-braço com a
Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom
e outras empresas nas quais são sócios.
45 – Barbeiragens do Banco Central
O Banco Central – e não o crescimento de Lula nas pesquisas
– tem sido o principal causador de turbulências no mercado
financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste
nas regras dos fundos de investimento, que perderam
R$
2 bilhões, o BC deixou o mercado em polvorosa. Outro
fator de instabilidade foi a decisão de rolar parte
da
dívida pública estimulando a venda de títulos LFTs de
curto prazo e a compra desses mesmos papéis de longo
prazo. Isto fez subir de R$ 17,2 bilhões para R$ 30,4
bilhões a concentração de vencimentos da dívida nos
primeiros
meses de 2003. O dólar e o risco Brasil dispararam.
Combinado
com os especuladores e o comando da campanha de José
Serra, Armínio Fraga não vacilou em jogar a culpa no
PT e nas eleições.
E para completar...
1 - MÉDIAS BALANÇA COMERCIAL (bilhões de US$)
- FHC (PSDB) (1995/2002): -2,442
- Lula (PT) (2003/2005): +34,420 (recorde)
2 - SUPERÁVIT COMERCIAL (bilhões de US$)
- FHC (1995/2002): -8,7 (déficit)
- Lula (2003/2005): +103,0 (superávit)
3 - RISCO-PAÍS PTS
- FHC (Jan/2002): 1.445
- Lula (Jan/2006): 290 (recorde)
4 - JUROS
- FHC (Jan/2002): 25,00%
- Lula (Jan/2006): 18,00%
5 - INFLAÇÃO
- FHC(2002): 12,5%
- Lula(2005): 5,7%
6 - DÓLAR R$
- FHC (Jan/02): 3,53
- Lula (Jan/06): 2,30
7 - RANKING DO PIB MUNDIAL (PPP) (trilhões de US$)
- FHC (2002): 1,340 -> 10º
- Lula (2004): 1,492 -> 09º
8 - BOVESPA PTS
- FHC (Jan/02): 11.268
- Lula (Jan/06): 35.223 (recorde)
9 - DÍVIDA EXTERNA (bilhões de US$)
- FHC (2002): 210
- Lula (2005): 165 - E caindo mês a mês...
10 - DÍVIDA COM O FMI E COM O CLUBE DE PARIS EM DOLÁR
- FHC (2002): Os caloteiros do PSDB e PFL sumiam com o dinheiro e não
tinham coragem de falar o valor da dívida
- Lula (2005): 0,00
11 - SALÁRIO MÍNIMO (US$)
- FHC (2002): 56,50
- Lula (2005): 128,20
12 - DESEMPREGO
- FHC (2002): 12,2%
- Lula (2005): 9,6%
13 - TAXA ABAIXO DA LINHA DE PROBREZA
- FHC (2002): Não tinham capacidade para controlar mais este índice, que
segundo dados ultrapassavam os 35%.
- Lula (2004): 25,1%
+10 Questões que Não podem ser esquecidas:
1) Qual foi a taxa de inflação de 2002? E a de 2005?
No governo do PSDB, com FHC no ano de 2002 foi de 12,5%. Já no governo do
PT, com Lula a taxa caiu para 5,7% em 2005.
2) Qual o valor da dívida externa no final de 2002? E no final de 2005?
2002 = US$ 210 bilhões, um absurdo, pois crescia todos os meses. Agora em
2005 = US$ 165 bilhões - finalmente a dívida externa começa a cair...
3) Qual a inflação acumulada em 3 anos de governo Lula?
23% - É uma média baixíssima, que está estável, com tendências a baixar
mais ainda. Não se via uma inflação tão baixa no Brasil á décadas.
4) Qual o percentual de reajuste do Salário Mínimo no governo Lula?
50% - Outros governos não passaram nem perto deste número, mostrando que o
interesse não era no povo como um todo e sim apenas os ricos mereciam
aumentos decentes... Ainda temos muito que melhorar, mas devagar iremos
vencer mais essa batalha.
5) Qual era o valor em dólares do Salário Mínimo quando Lula tomou posse?
Qual o valor hoje?
Posse = US$ 56,50
Hoje = US$ 128,20 - Um aumento significativo, que é apenas o começo, pois
Lula vai aumentar ainda mais o salário mínimo...
6) Qual era a relação dívida/PIB do Brasil no final de 2002? Qual é essa
relação hoje?
2002 = 57,5%
2005 = 51% - Vai cair ainda mais até o fim de 2006...
7) Qual era a taxa Selic quando Lula tomou posse? E qual a taxa atualmente?
Posse = 25%
Hoje = 18%
8) Qual o valor das exportações brasileiras em 2002? E em 2005?
2002 = US$ 60 bilhões
2005 = US$ 118 bilhões (recorde)
9) Qual foi o superávit comercial do Brasil em 8 anos de governo FHC? E em
3 anos de governo Lula?
Governo FHC / PSDB = déficit comercial de US$ 8,7 bilhões
(não teve superávit nos 8 anos de FHC... Aqui foi uma "pegadinha" para os
tucanos se sentirem piores ainda, pois não sabem mesmo administrar o país)
Governo Lula / PT = superávit comercial de US$ 103 bilhões
10) Qual era a taxa de desemprego brasileira em novembro de 2002? E em
novembro de 2005?
Novembro / 2002 = 12,2%
Novembro / 2005 = 9,6% - O número de desempregados continua á cair todos os
meses, provando que o Brasil está crescendo e em breve se consolidará como
líder dos emerge ntes e daqui alguns anos, se continuarmos assim, com
Lula como presidente, o Brasil se tornará um país de 1º Mundo...
Relatório do Fundo Monetário Internacional atestando que o Brasil sob o
governo do Partido dos Trabalhadores é o melhor da História do Brasil:
http://www.imf.org/external/np/sec/pn/2005/pn05166.htm
Militante é assim mesmo, impotente diante de alguma informação que não pode contestar, parte para subterfúgios.
O povo não é bobo. E isso já começa a ser sentido nas pesquisas de intenção de voto. Imagine quando for iniciada a campanha na tv, rememorando todas as falcatruas perpretradas pela quadrilha mais diabólica da história da república (estou obviamente falando da quadrilha petralha).
Infelizmente, os 'soi disant' pacifistas, solidaristas e que outro nome tenham, zelam, e muito, pela integridade dos bandidos assassinos. Estes são os heróis, a tropa de choque necessária para a revolução socialista. Já vimos isto, na Alemanha pré-nazista, na Itália pré-fascista. Os bandidos, são bandidos mesmo e é 'normal" que matem mais gente de bem, que cumpre seu dever, que paga os impostos que os alimentam nas prisões etc., gente que cumpre o seu dever na sociedade. É bom, para a revolução que, quando o candidato de oposição melhora nas pesquisas de opinião, os bandidos mandem matar mais meia dúzia, para desestabilizar o candidato. Aqui não se trata do assassinato vulgar (passional, por disturbio mental etc.), trata-se de asssinato "industrializado", mais do que premeditado, executado sem defesa possível para as vítimas, cruel, vil e animalesco (os animais que me perdõem). E a Sociedade deve assistir impassível a essa barbárie. Isto é estado de beligerância. Na guerra suspende-se a garantia de vida. Mas a nossa lei é frouxa, a Polícia fica de mãos amarradas e a imprensa cai de pau sempre que haja uma justa reação, até menos do que proporcional aos atos de barbárie cometidos pelos bandidos. "Este país" é o país dos bandidos. A eles tudo, a nós mortais que ousamos nos comportar bem, nada. É isto que os pacifistas e a imprensa engajada querem. Afinal, bandido dá notícia à imprensa. Pessoas normais, não...
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