A Suprema Corte de Nova York determinou o pagamento de US$ 500 mil (R$ 1,1 milhão) “em espécie e em dinheiro limpo” para que a brasileira Andréia Dias Schwartz responda em liberdade o processo que é movido contra ela por prostituição, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. As informações são da Folha de S. Paulo.
Andréia está presa desde 2 de junho, acusada de liderar uma rede de prostituição de luxo em Manhattan. Segundo a promotoria, Andréia tentou comprar, com dólares de investidores italianos, um andar inteiro de um hotel de luxo perto do Central Park por US$ 350 milhões (R$ 770 milhões).
Há a alternativa de pagar US$ 1 milhão (R$ 2,22 milhões) em títulos. Nesse caso, o réu adianta 10% do valor em dinheiro a alguma seguradora e dá um imóvel para completar o pagamento. O apartamento da acusada vale US$ 1,2 milhão (R$ 2,6 milhões).
Uma nova audiência está marcada para 10 de agosto. O advogado de Andréia, Andrew Hoffmann, disse que vai tentar antecipar a data para pedir a liberação do apartamento para venda. Segundo ele, sua cliente está sendo tratada como terrorista. “Somos o alvo número um em terrorismo e a polícia põe seis detetives para investigá-la.”
A prostituição é considerada crime grave na maioria dos estados americanos. Se condenada, Adréia pode pegar uma pena que varia de 15 anos a prisão perpétua.
Apenas para ilustrar, um importante deputado federal, no Brasil, quer legalizar a prostituição no país, descriminalizando, inclusive, os crimes de facilitação da prostituição. Nada contra a prostituta. Pelo contrário. Deveria ter projeto protegendo a prostituta e não legalizando a Zona onde se acha estabelecido o meretrício. Lá ganha-se muito dinheiro. E por falar nisso, onde anda nossa polícia de costumes ?
otávio augusto rossi vieira, 39
advogado criminal em São Paulo.
Com razão o ilustre advogado Otávio Augusto.
Grande parte dos nossos representantes no Poder Legislativo, de dia posam como guardiães da moralidade; de noite, freqüentam a zona do meretrício! E ainda querem a legalização (da Zona, certamente para permitir que os exploradores sexuais ganhem cada vez mais). A prostituição, em si, não é crime e nem contravenção penal. Por que não regulamentar a profissão de prostituta, permitindo a quem a exerce sair da clandestinidade e não ser alvo de todos os tipos de extorsão?
Rossi, polícia de costumes?!!!! O que quer dizer essa palavra?!!! Como diria ilustre ex-presidente já falecido: "essa expressão sabe-me avoenga".
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