São Paulo sofre megarrebelião em 23 penitenciárias

Entre a noite desta sexta-feira (12/5) e a manhã deste sábado, o estado de São Paulo assistiu a 55 ataques a delegacias e policiais estaduais organizados pela facção criminosa PCC – Primeiro Comando da Capital. O grupo também organizou rebeliões em 23 penitenciárias do estado. A megarrebelião é uma reação do PCC às transferências de mais 700 presos para a Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, entre eles Marcos William Herbas Camacho, o Marcola, líder da facção. As ações começaram na noite de ontem.

O presos das unidades prisionais de Ribeirão Preto, Pirajuí, Araraquara, Flórida Paulista, Lucélia, Lavínia, Mogi das Cruzes, Suzano, Marabá Paulista, Campinas, Diadema, Franco da Rocha, Riolândia, Potin, Itirapina, Presidente Prudente, Irapuru, São José do Rio Preto e Paraguaçu Paulista estão rebelados. Em Lavínia, duas penitenciárias estão rebeladas. O saldo é 112 reféns. As informações são da Agência Estado.

Os 55 ataques a delegacias e policiais do estado deixaram pelo menos 30 mortos, sendo dois civis, segundo balanço parcial divulgado pela Secretaria de Segurança Pública do Estado. Desses ataques, 28 foram feitos contra a Polícia Militar, 20 contra a Polícia Civil, quatro deles contra a Guarda Civil Metropolitana e três ataques contra a Secretaria de Segurança Pública.

Das 30 pessoas assassinadas, 11 eram policiais militares, cinco da Polícia Civil, três eram da GCM, quatro agentes penitenciários e dois eram civis e cinco eram bandidos. Dezesseis pessoas foram presas.

Novo foco

Os presos do Centro de Detenção Provisória I de Osasco, na Grande São Paulo, também se rebelaram no início da tarde deste sábado. Os presos tomaram o pavilhão e mantêm dois agentes penitenciários reféns. O CDP trem capacidade para 768 presos mas abriga atualmente 1.333 detentos. De acordo com primeiras informações da equipe do helicóptero Águia, da Polícia Militar, uma tentativa de fuga frustrada teria ocorrido por volta das 13 horas.

Situação controlada

Já a rebelião na Penitenciária II de Avaré, no interior de São Paulo, que começou no início desta tarde foi controlada, segundo informou a Secretaria de Administração Penitenciária. O agente penitenciário que era mantido refém foi liberado por volta das 15h30 e não há registros sobre feridos.

Em Guareí, os detentos da Penitenciária I se renderam por volta das 16h30, após negociações com a direção do presídio. Eles reivindicavam a retirada da Tropa de Choque da Polícia Militar. Os oito agentes penitenciários mantidos reféns foram libertados. Não há registros de feridos. A penitenciária abriga atualmente 879 detentos, mas tem capacidade para 768 presos.

A rebelião da Penitenciária Orlando Brando Filinto, em Iaras, no interior de São Paulo, também foi controlada nesta tarde, segundo informou a Secretaria de Administração Penitenciária.

Em Iaras, os policiais da Tropa de Choque da Polícia Militar entraram no presídio por volta das 14 horas, libertando os 12 agentes penitenciários que estavam em poder dos presos desde a tarde de sexta-feira. Também foi controlado, no início da tarde, o motim na Penitenciária I de Avaré, que começou por volta das 15 horas desta sexta-feira. Os 12 reféns foram libertados após a entrada da Tropa de Choque no presídio. Detentos de outra unidade prisional da cidade continuam rebelados.

Com isso, são 21 penitenciárias rebeladas em todo o estado de São Paulo. Esta é a segunda maior ocorrência de rebeliões simultâneas na história do Estado. Em fevereiro de 2001, 24 penitenciárias participaram de motins organizados pelo PCC. O movimento deixou pelo menos 16 presos mortos e teve a participação de 25% dos 94 mil detentos do Estado.

Batata quente

O governador de São Paulo, Claudio Lembo, afirmou que sabia desde a noite de quinta-feira que os criminosos ligados ao PCC planejavam ataques e várias medidas foram tomadas, o que teria evitado um número maior de mortos.

Lembo negou que tenha havido erro estratégico pois a transferência de presos “era uma atitude que tinha que ser tomada”, referindo-se à decisão nesta semana do governo de levar 765 detentos de maior periculosidade para um presídio de segurança máxima em Presidente Venceslau e que teria suscitado a reação.

O secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Saulo de Castro, afirmou que o governo buscará ao longo da próxima semana formas de agilizar os processos e reduzir a burocracia para que a polícia consiga agir mais rapidamente na identificação e prisão dos autores dos ataques. Castro não detalhou as providências que serão tomadas por serem informações sigilosas. “Não vai haver retrocesso nas decisões”, afirmou, referindo-se à transferência dos presos.

O secretário Nagashi Furukawa disse que a comunicação de presos com pessoas de fora – o que teria viabilizado novamente as ações dos criminosos – pode ocorrer de várias formas, inclusive por meio de pessoas que têm permissão judicial de entrar nos locais. Sobre a eliminação concreta do uso de celulares nos presídio, o secretário afirmou que sempre serão encontradas formas de burlar a segurança e acredita que as operadoras de telefonia é quem teriam o ônus de bloquear os sinais.

Comentarista disse:
13 de maio de 2006 às 17:58

Este é apenas um dos exemplos da "excelência administrativa" do picolézinho de chuchu no governo paulista.

Quem quiser apostar - e pagar preço de sangue para ver -, que vote nele para presidente!

Armando do Prado disse:
13 de maio de 2006 às 20:38

Motins, tensão, violência, reféns, ataques à polícia e 30 mortos em S. Paulo na noite de 12 para 13 de maio, mercê da (in)segurança do consórcio tucano-pefelista que em matéria de segurança, só faz produzir números maquiados sobre crimes e criminosos. É esse modelo que patetas chinfrins querem de volta para Pindorama. S. Paulo está sem política de segurança pública. Sua polícia está sem recursos, sem treinamento, com salários congelados, etc, tudo em benefício de um modelo que privilegia empresas privadas de segurança, claro, para os que podem pagar por ela. Repudiar o jeito neoliberal de fazer política é resgatar a supremacia do interesse público e não tolerar “justiçamentos” por quem deveria fazer justiça.
Armando R. Silva do Prado

ziminguimba disse:
13 de maio de 2006 às 21:11

As forças armadas precisam agir com rapidez, a nação está entregue aos bandidos.

Rossi Vieira disse:
14 de maio de 2006 às 00:22

Estamos numa guerra civil. Não posso andar armado, pois a Lei me impede. Posso ser um dos próximos a morrer com um tiro, nas ruas de São Paulo. Todos nós podemos.Orientei meus familiares a não sair de casa. É perigoso. A Lei do desarmamento deve ser revista, queria minha arma de volta, em minha defesa e de minha família, empacotaria quantos fossem necessários dessa facção criminosa do PCC. A polícia presisa ser preservada e encorajada a reagir duramente contra essa praga criminosa. Precisa de apoio à caça e fuzilamento desses covardes.Minha eterna solidariedade as polícias paulistas.

Otavio Augusto Rossi Vieira,39
advogado criminal em São Paulo

Luismar disse:
14 de maio de 2006 às 00:55

Na progressão geométrica em que criminosos e presidiários vão alcançando direitos cada vez maiores e poderes daí decorrentes, daqui a algum tempo, quem for roubado, sequestrado ou agredido é que será processado e preso. Só os mortos serão poupados.

Comentarista disse:
14 de maio de 2006 às 06:50

A casa caiu!

O Geraldinho e sua "equipe" conseguiram acabar com a segurança no Estado, deixando-nos parecidos com o RJ.

Solução?

Intervenção federal em SP já!

Embira disse:
14 de maio de 2006 às 08:18

O ex-juiz Walter Fanganiello Maierowich definiu com sabedoria o drama que estamos vivendo: o sistema de comunicação das quadrilhas funciona com a rapidez dos neurônios, enquanto a reação do Estado tem a velocidade de uma lesma. Quando alguém compra um celular pré-pago, começa a receber ligações de números desconhecidos. Se atender, seu celular já estará sendo clonado. Tudo leva a crer que as quadrilhas recebem informações de funcionários das operadoras que fornecem o número dos celulares vendidos. Após a clonagem, os celulares vão parar nos presídios de forma, às vezes, inusitada: introduzidos na vagina de alguma visitante, ou no reto de um homossexual. A Lei Estadual nº 11.058, de 18-02-2002, já veio à luz desatualizada: não trata da clonagem, tão comum atualmente. Quando o proprietário de celular clonado manda mudar o número de seu celular, a operadora não bloqueia o número antigo, que continua fazendo e recebendo ligações. O bloqueio de celulares nos presídios parece que só foi introduzido em Presidente Bernardes: custa caro e é de difícil implantação. Por outro lado, só a Tim possui um chip que impede ou dificulta clonagem, quando todas as operadoras deveriam, obrigatoriamente, vender seus celulares com esse chip. Acho que está na hora de fazermos um panelaço, ou tocar todos os sinos disponíveis para acordar esse pessoal das comunicações.

Junior disse:
14 de maio de 2006 às 08:46

Cadê o pessoal dos DIREITOS HUMANOS? Na hora de defender bandido, um monte de gente aparece! E agora? Quem vai lutar pelas dezenas de vidas de policiais perdidas? Quem vai se condoer com suas famílias? A vida do bandido parece mais valiosa nessa hora?

Fabricio M Souza disse:
14 de maio de 2006 às 09:07

A questão a meu pensar, não está no aparelho do Estado Executivo. A questão está voltada, para o nossos sistema penal, que é arcaico e sua base, esta na premissa de repressão romano-germanica, que a rigor, é falido, pois tais Estados Nacionais, são infinitamente menores que o Brasil, que é um país continental. A solução para tal caos, está em se adotar o sistema penal americano, onde os condenados cumprem suas penas (com mínimo de fulgas - aliás, indiçe quase zero) em prisões federais, administrada pela iniciativa privada. Sendo, que apenas uma corte especializada, julga os recursos dos condenados. Após, adotado tal sistema, será a vez de ser revisar as leis penais, com um congresso formado por deputados sérios e conhecedores do abcedário. Os que estão aí, são larápios dos bens públicos e privados, corruptos e analfabetos de pai e mãe. O que espelha, a atual população brasileira, que ainda não alçancou um grau de maturidade educacional. Agora, ouvir do senhor presidente da OAB-SP, que leis mais severas não resolve o problema é risível. Claro, que um cidadão que fez carreira defendendo criminosos, jamais irá propugnar por leis mais severas! Afinal de contas, como ficará sua clientela? A Lei dos Crimes Hediondos, não deu certo, justamente, porque seu projeto contou com o carimbo de penalistas de raro em raro! Alquém se lembra quais ou quer que eu os descreva ???

Embira disse:
14 de maio de 2006 às 09:32

Dr. Frabrício, sua idéia parece boa, mas, tenho algumas dúvidas. A iniciativa privada só participa de projetos que propiciem lucros: esse é o mote de todas as suas atividades. Se não houver probabilidade de lucro, por que a iniciativa privada irá participar? Em algumas cidades, certas empresas podem obter lucro utilizando a mão de obra dos presos, mas, não é possível generalizar esse conceito. A mão de obra, atualmente, requer constante especialização e treinamento, o que não é possível obter nos presídios. Por outro lado, não há emprego nem para os que estão do lado de fora das grades. Não conheço o sistema penal americano, mas, sei que lá há problemas gigantescos, como o recorde mundial de seqüestro de crianças. Os problemas de repressão criminal não são fáceis de resolver, como pode parecer.

Reginaldo disse:
14 de maio de 2006 às 10:19

Sua Exa. Carlos Fonseca Monnerat, deve estar satisfeito, sua decisão de indeferir o pedido do MP para transferir os integrantes deste bando terrorista ao RDE estava corretíssimo. Saldo da sábia decisão: 32 mortos, até o momento. Do resto, todo mundo já sabe: ninguém sabia (na polícia) da possibilidade de ataque, ou, teriam se protegido o que não ocorreu. Não houve nenhuma mensagem de intranet. No demais, outro Carandiru seria muito bom, agora com 765 e, se os direitos humanos, em especial o Humans Writ se disserem indignados, façam como fizeram com Cuba na decada de 50, levem todos para os EUA. Intervenção Federal em SP e a cabeça do secretário (em minuscúlo mesmo) de segurança seriam boas providencias.

Tani Bottini disse:
14 de maio de 2006 às 10:26

Não vou tecer comentários sobre os fatos, pois os policiais estão proibidos por suas chefia de se pronunciar (apesar da liberdade de expressão que reina no país) mas gostaria muito de ver o Excelentíssimo Juiz Carlos Fonseca Monnerat dando os pesames aos familiares do policiais mortos, devido a sua sábia decisão de retirar presos perigosos do sistema RDE, talvez ele seja como outros juizes que não conhecem as ruas e os perigos, esteja agora seguro na sua residência nada tendo a temer, pois no casod e perigo eles requisitam policiais para fazer sua segurança. Uma lastima que assim seja.

Dalben disse:
14 de maio de 2006 às 10:38

Se formos pesquisar quem são os criminosos que intentaram tais ataques, veremos que todos ou, no mínimo, a maioria, estão fora dos presídios por alguma decisão judicial. É incrível como os juizes estão se especializando em procurar (ou criar) brechas na lei para livrar soltos condenados de alta periculosidade. Tenho dito que os criminosos já nem mais precisam de bons advogados para defendê-los, posto que os juizes estão lá para isso. Com tantos bons advogados em Brasília (se não forem bons, ao menos tem o poder da caneta), vide, Marco Aurléio; Nelson Jobim, de triste lembrança; Eros Grau, etc.), os marginais podem ficar tranquilos. Nada irá acontecer a eles. E ai do policial que se atrever a dar voz de prisão à alguns desses bandidos. Corre até o risco de ser dispensado da polícia. É preciso parar de atacar sempre os mais fracos (no caso, os policiais que arriscam suas vidas na ruas). Vamos chamar os juizes a prestarem contas de seus atos. Porque tantos criminosos estao sendo beneficiados diariamente com decisoes estúpidas e sem nenhum rigor legal. Essa história de que é o preço da democracia é falsa. Não podemos ser escravos da Constituição. As leis são feitas para servir a sociedade e não o contrário. No meu modo de ver, 95% da responsabilidade por mais esta barbarie cabe ao judiciário, que com decisões estranhas, põem na rua marginais que atentam contra a segurança da população. Vamos parar de tachar sempre a policia de incompetente. Cabe ao judiciário dar explicaçoes concretas sobre a facilidade com que marginais de suma periculoidade ganham a liberdade. E não venham com a história de que contratam bons advogados. Com a palavra, o Judiciário.

Luismar disse:
14 de maio de 2006 às 10:45

Telefonia Celular. Esse é o ponto que explica a explosão da criminalidade organizada dentro e fora dos presídios.
Telefonia Celular. Isto é óbvio. Está aí na cara para todo mundo ver. Já era assim na megarrebelião de 2001. Passaram-se 5 (cinco) anos. A situação só fez piorar. As operadoras de telefonia móvel continuam sem nenhuma atuação no sentido de facilitar o bloqueio de seus sinais em determinadas zonas (como as dos presídios). Cinco anos depois de uma tragédia, vem outra, ainda maior, e o máximo que o Secretário de Assuntos Penitenciários diz, com relação a esse problema dos celulares é que "uma medida precisa ser pensada". Será esse o conceito de "choque de gestão" do governo do PSDB?

Armando do Prado disse:
14 de maio de 2006 às 10:54

Se o presidente Lula estivesse imbuído da política de baixo nível, típica dos pefelistas e tucanos, agora seria a hora e a vez de dar o troco, decretando o “Estado de Defesa” aqui em S. Paulo, para restabelecer a “ordem pública” e a “paz social”, colocados a perder por anos de política privatista em relação à segurança. Na prática, 10 anos de tucanagem, levou à privatização e desorganização da segurança pública, ficando no lugar um arremedo de segurança, sem estratégia, sem recursos, sem ciência, com manipulações de números, custando vidas e gerando o terror aos cidadãos.
Armandodo Prado, indignado com a politicalha em S. Paulo

MMello disse:
14 de maio de 2006 às 11:08

Só falta a Veja dizer que a culpa é do Lula!

No País do Faz de Conta disse:
14 de maio de 2006 às 11:50

O crime sobrepondo-se à força do Estado? Só há uma justificativa: conivência criminosa, via tentáculos do Estado em organizações criminosas. Se a bandidagem mata e vai a julgamento, está na hora do Estado agir da mesma forma... é intolerável admitir tal procedimento, mas como proceder diante de tal afronta? O PCC numa noite dizima policiais... O Estado, por outro lado, oferece uma investigação policial, um processo judicial, condenação e execução da pena...Não estou defendendo a pena de morte, mas se o Estado, agora, não agir como os bandidos, não vai sobrar policial sequer para iniciar uma investigação...

Comentarista disse:
14 de maio de 2006 às 12:11

O PCC domina o Estado, demonstrando a "eficácia" do governo do PSDB/PFL em SP.

E o Geraldinho ainda quer "governar" o país!

Imaginem, ao menos hipotéticamente, o que seria do Brasil caso o picolézinho de chuchu fosse eleito Presidente da República...

E ainda tem gente "indignada" com as pesquisas de opinião, que dão conta que o Lulinha será reeleito ainda no primeiro turno!

Comentarista disse:
14 de maio de 2006 às 12:15

Saída prática para o problema:

1) Intervenção Federal em SP já!

2) Colocação do picolézinho de chuchu no RDD.

P.S.: Desculpem-me, mas desta vez não pude evitar...

Marilia Giannini disse:
15 de maio de 2006 às 00:52

Sr. Comentarista,
Não é crível que o Presidente Lula precise do apoio do PCC para se reeleger!!! Afinal, espontaneamente e em rede nacional ofereceu ajuda no combate à criminalidade. Como se diz no jargão policial, "não há crime perfeito"...

Hwidger Lourenço disse:
15 de maio de 2006 às 16:33

Caro amigo Comantarista:

Começo a me preocupar com sua fixação pelo homem-chuchu. Aliás, o homem deveria adotar o chuchu como símbolo na campanha...lembra da "vassourinha" do Jânio? (alías, tenho uma delas em meu acervo....)

Lembra do (argh) Palmeiras adotando o porco como símbolo, para escapar das comparações dos corinthianos. O tiro pode sair pela culatra.....

Abração

Bira disse:
16 de maio de 2006 às 08:21

Não consegui relacionar, pelas informações da midia, qualquer relação entre o vandalisnmo oportunista eo PCC.
Estaria a midia endeusando um santo do pau oco?

Rodrigo disse:
16 de maio de 2006 às 17:53

Se as ordens para os ataques foram dadas de dentro dos presídios através de celulares, acredito que o investimento em antenas bloqueando os sinais dos celulares em todos os presídios (igual de Pres. Bernardes) seria uma solução, poderiam também instalar telefones públicos monitorados (com escutas), pelos agentes presionais.
Com isso, evitaria-se a corrupção dos agentes e as ordens não seriam na surdina, pois, os policiais "escutadores de telefones" estariam ouvindo e gravando as conversas.
com este tipo de investimento, diminuiria, inclusive, as famigeradas extorsões por telefone, que acontece de dentro dos presídios.

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