Jesus Diaz Jr, publisher do jornal americano The Miami Herald deixou seu cargo nesta terça-feira (3/9), como conseqüência da recente revelação de que jornalistas da publicação em espanhol daquele matutino, o El Nuevo Herald, eram pagos pelo governo dos EUA para atacar o governo de Cuba.
Diaz também se demitiu do cargo de presidente da empresa Miami Herald Media Co. Em carta aos leitores, o editor disse que a empresa que publica os jornais deveria recontratar os jornalistas demitidos. O cargo será assumido por David Landsberg, que vinha ocupando o cargo de gerente-geral, informou a The McClatchy Company, empresa do conglomerado e que tem base em Sacramento, Califórnia
Uma reportagem publicada em 8 de setembro passado, na edição online do jornal, afirmava que o governo americano pagou milhares de dólares durante vários anos a pelo menos dez jornalistas de Miami para que veiculassem histórias negativas sobre Cuba e seu líder, Fidel Castro.
Esses jornalistas, segundo o The Miami Herald, recebiam pagamentos regulares do governo dos Estados Unidos para produzir programas na Rádio e na TV Martí. As duas emissoras, administradas pelo governo americano, transmitem notícias e programas em espanhol para Cuba e, conforme a reportagem, têm o objetivo de “minar o governo comunista de Fidel Castro e promover a democracia e a liberdade em Cuba.”
Segundo o The Miami Herald, os três jornalistas que recebiam as somas mais altas trabalhavam para o El Nuevo Herald, jornal de língua espanhola publicado pela mesma empresa do The Miami Herald
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Um deles, Pablo Alfonso, que tem uma coluna de opinião no El Nuevo Herald, recebeu US$ 175 mil para apresentar programas nas duas emissoras. O repórter Wilfredo Cancio Isla recebeu US$ 15 mil, e a freelancer Olga Connor, US$ 71 mil. Os três foram demitidos e não comentaram o assunto. Na época, Jesus Diaz Jr. acusou os jornalistas envolvidos de violarem a “sagrada confiança” do público.
Um porta-voz das emissoras administradas pelo governo dos EUA, Joe O´Connell, negou qualquer irregularidade e afirmou que os jornalistas simplesmente foram pagos por suas contribuições e seu conhecimento a respeito da política cubana.
Ainda bem que essas maldades só ocorrem lá nos EUA.
Eu também acho amigo Embira.
Senão até poderiamos ficar achando que "sumidades" do jornalismo, como Franklin Martins, a trupe Alzugaray da "QUANTO É?!", digo, "ISTO É", o Mino Carta da "CARTA CAPITAL" e muitos e muitos outros fossem agentes do Lullismo, quando se sabe que eles tem apenas fixação erótica no Canalha Excomungado e não gostam nem um pouquinho, por exemplo, das 89 páginas de propaganda das estatais, em nove núemros, como na "QUANTO É?", digo, "ISTO É".
Um abraço, hein?
Aqui os golpistas e macartistas unem o útil ao agradável: são pagos pelo dólar financiado pela "viúva" (dinheiro do BNDES pagando prédios e rotativas) e rabiscam a favor dos que abriram a porteira (FFHH) dos refinanciamentos da dívidas.
Certas atitudes imperialistas são de causar estarrecimento. Ninguém se lembrou de "demitir" Hugo Chaves que "pagou" 1 milhão de dólares para uma "escola de samba" do RJ.Nem mesmo demitiram Evo Morales e sua trupe silvícola armada ao assaltarem a Petrobras e, o homem do "PAREDON" cubano, a besta do proletariado do Fidel, mandou 5 milhões de dólares para sustentar a campanha dos "companheiros" e também não foi demitido. Esse trio da América do Sul é responsavel pelo tráfico de drogas, terrorismo internacional e ainda tem quem se preocupe em demitir jornalistas pagos por um governo cujo Presidente sanciona uma lei que oficializa a tortura. Como dizia Raul Seixas "para o mundo que eu quero descer"
?????? !!!!
Só estes jornalistas, por este motivo, foram demitidos no mundo todo??!!
ESPANTOSO !!!!!
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Há um débito enorme com a manipulada opinião pública pela a ascensão de calhordas aos altos postos políticos em vários paises, alçados por um monte de gente inescrupulosa que ainda faz parte deste saldo devedor.
LASTIMOSO!!!
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Acho que o mundo todo deveria se preocupar menos em ler jornais e ler mais os livros. Eles tem mais informações, com fundamentações plausíveis e respeitadas. Os jornais são interessantes, mas podem trazer unica e simplesmente as informações que interessam a apenas um dos lados.
Quando o assunto é EUA X CUBA, o melhor a fazer é ler as obras de Michael Moore e Noam Chomsky. Americanos que mostram ao mundo a verdade sobre a DITADURA AMERICANA no mundo.
Tal acontecido é apresentado de maneira negativa ja que fere,não sendo aprimeira vez,a credibilidade dos meios de publicidade,e mostra tambem que manipular opiniões não se aprsenta com exclusividade dos meios de comunicação brasilairos. NÃO PODEMOS ACREDITAR EM TUDO QUE É COLOCADO PARA NÓS,TEMOS QUE OBSERVAR OS INTERESSES PARTICULARES.
Senhores(as),
com inteira razão quem disse que temos que ler mais livros. Quando viajamos aos países ditos de 1° mundo - e até nosso hermanos argetinos e urugaios - e andamos de metrô, ônibus, trem etc. temos a felicidade de ver que a imensa maioria aproveita o tempo para ler um bom livro.
Agora, cá prá nós, se a moda pega aqui no Brasil..., não no sentido de falar de Cuba, mas no sentido de ser unilateral, só dar um lado da notícia e poupar o outro.
Alguém seria capaz de calcular o número de jornalistas desempregados?
João Dantas
Rapá! Se todos os "jornalistas" PeTelhos e PeTralhas fossem demitidos dos veículos aonde se alojam, o desemprego dobraria nestepaiz.
Se fossem todos para Cuba, digamos, afundariam a Ilha!
Com certeza.
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