O processo criminal que o animador de programas da TV Record e blogueiro do portal iG Paulo Henrique Amorim move contra o colunista de Veja Diogo Mainardi passou a ser protegido por segredo de Justiça. A decisão foi adotada a pedido de Amorim depois que a revista Consultor Jurídico relatou a audiência em que houve a infrutífera tentativa de conciliação e a oitiva de testemunhas.
O blogueiro do iG processa Mainardi por injúria e difamação. O motivo do processo é um texto no qual Mainardi afirma que Amorim, na fase descendente de sua carreira, foi contratado pelo portal iG por R$ 80 mil e se engajou pessoalmente “na batalha comercial do lulismo contra Daniel Dantas”.
Leia o texto publicado há dez dias na ConJur
Opinião e fato
“Perdi! Não vou conseguir metê-lo na cadeia!” A frase foi dita pelo jornalista Paulo Henrique Amorim ao sair da sala de audiências da 1ª Vara Criminal do Fórum de Pinheiros, em São Paulo. Amorim, blogueiro do portal iG e animador de programas da TV Record, queria colocar na cadeia o colunista Diogo Mainardi, da revista Veja, porque este escreveu que ele, na fase descendente de sua carreira, foi contratado pelo portal iG por R$ 80 mil e se engajou pessoalmente “na batalha comercial do lulismo contra Daniel Dantas”.
Paulo Henrique Amorim e Diogo Mainardi compareceram nesta segunda-feira (17/12) ao Fórum de Pinheiros na primeira audiência do processo criminal que o primeiro move contra o segundo por injúria e difamação. A avaliação de Amorim sobre o possível desfecho da causa é calcada em seu próprio comportamento em Juízo. Na audiência, comandada pela juíza Aparecida Angélica Correia Nagao, Amorim rejeitou qualquer tentativa de acordo e se alterou em diversas ocasiões nos cerca de 30 minutos em que a juíza tentou, em vão, compor as partes.
No tribunal, os dois jornalistas interpretaram papéis trocados. Amorim tentou demonstrar que já não tem a credibilidade que teve um dia e que a culpa disso é de Mainardi, a seu ver, um dos jornalistas mais influentes do país. O colunista de Veja, por sua vez, tentou evidenciar que o prestígio do colega é o mesmo de sempre e que se projeta pelo seu salário: Amorim disse que ganha cinco vezes mais que o colega “em apenas uma das atividades”.
“A senhora confiaria em um jornalista que escreve a soldo? Em um jornalista filiado a um partido político? Ele escreveu que eu trabalho a soldo, por interesses comerciais”, repetia Paulo Henrique Amorim, demonstrando inconformismo com o texto de Mainardi. O jornalista insistiu na tese de que perdeu credibilidade em razão da coluna publicada em setembro de 2006 na Veja. “A senhora não deve acreditar no que eu escrevo porque eu sou um jornalista sem credibilidade. Não sei por que a senhora me ouve”, disse à juíza.
Separados por uma cadeira na qual estava sentada a advogada Maria Cecília Lima Pizzo, Amorim e Mainardi trocaram acusações, ofensas e filosofaram sobre o que é fato e o que é opinião. Como se estivessem em um talk-show, discorreram sobre as intenções de quem escreve uma notícia com o intuito de ofender pessoas ou simplesmente de narrar fatos — foi a batalha do animus injuriandi versus o animus narrandi. A discussão entre os dois, tendo como moderadora a juíza, durou quase meia hora, praticamente toda a primeira parte da audiência.
“Eu não o processo quando você me chama de caluniador e fascista em seu blog”, disse Mainardi a Amorim. “Ou a minha credibilidade não é atingida quando você escreve que eu sou fascista?”, questionou. “Mas isso é opinião, não matéria de fato”, respondeu Amorim. “Então, o que você diz é opinião e o que eu digo é fato? Ok, assino embaixo”, ironizou Mainardi.
A juíza perguntava a Amorim: “O senhor acredita que um artigo pode abalar sua credibilidade? Que o texto mudou a opinião que o público do senhor tem a seu respeito?”. Apaziguadora, a juíza indicava uma possível saída conciliatória. Sem sucesso.
“Este rapaz é best-seller. Quanto vendeu até agora seu livro?”, perguntou Amorim. “55 mil exemplares”, respondeu Mainardi. “Qual é a tiragem de Veja?”, insistia Amorim. “Mais de 1 milhão de exemplares”, respondeu Mainardi.
Para Amorim, o fato de a Veja imprimir 1 milhão de revistas, de o livro do colunista, Lula é Minha Anta, já ter vendido 55 mil exemplares e de o programa Manhatan Connection, no qual Mainardi é um dos debatedores, ter audiência “qualificada” demonstram o alcance do suposto ataque à sua honra. “Ele tem influência e disse a todos que eu escrevo a soldo”, afirmou. Para se vitimizar, Amorim fez a única coisa que não gostaria de fazer: reconheceu o sucesso do inimigo.
Mainardi também resolveu falar de soldo: “E ainda assim você ganha cinco vezes mais do que eu”. Amorim respondeu: “Mas aí é problema de incompetência”. O advogado Alexandre Fidalgo, um dos que representam o colunista de Veja, perguntou: “Acusação de incompetência é fato ou opinião?”. E a juíza, novamente, entrou para esfriar os ânimos.
Em diversos momentos da audiência, Paulo Henrique Amorim leu, para que todos ouvissem, trechos do artigo de Mainardi. Em uma dessas leituras, protestou: “Ele disse que eu sou amigo de Luiz Gushiken”. Mainardi retrucou: “Mas ser amigo do Gushiken é ofensa?”. Amorim respondeu: “A questão é que eu não sou amigo do Gushiken e no contexto em que está escrito é, sim, ofensivo”.
Depois da tentativa de conciliação, Amorim deixou a audiência porque iria viajar para os Estados Unidos, um país, segundo ele, “onde quem escreve isso vai para a cadeia”. Pediu desculpas à juíza pela atitude nervosa e as elevações de voz, e justificou: “Reagi dessa maneira porque nunca antes fui ofendido dessa maneira”. Mainardi foi gentil: “Obrigado, pelo espetáculo”.
O dinheiro e o estilo
Frustrada a tentativa de conciliação, apesar de todo o esforço da juíza Aparecida Angélica, começou a oitiva de testemunhas. Os advogados de Paulo Henrique Amorim, José Rubens Machado de Campos e Maria Cecília Lima Pizzo, convocaram os jornalistas Heródoto Barbeiro e Rubens Glasberg e o economista e professor da Unicamp Luiz Gonzaga Belluzzo. A defesa de Mainardi, feita pelos advogados Alexandre Fidalgo e Lourival J. Santos, trouxe para depor o jornalista Reinaldo Azevedo.
Questionado, Heródoto Barbeiro afirmou que trabalhou por três anos na TV Cultura com Paulo Henrique Amorim e que o considera um profissional sério. Disse que os termos usados por Mainardi na coluna são subjetivos, mas que se há ou não ofensa cabe à Justiça dizer. Para Barbeiro, a liberdade de expressão existe e deve ser assegurada, “mas você responde pelo que diz ou escrever”.
A tese de defesa de Amorim centra-se no argumento de que não há interesse público capaz de justificar o texto de Mainardi. Para o advogado Machado de Campos, “o pretexto para as ofensas foi a suposta natureza pública do dinheiro. Mas os acionistas do iG são empresas privadas. Os fundos de pensão têm natureza privada”.
Já a defesa de Mainardi lembrou o fato de que parte do dinheiro dos fundos de pensão que controlam a Brasil Telecom, dona do iG, é, sim, público, já que se trata de fundos de pensão de empresas estatais.
Os advogados de ambas as partes também insistiram nas perguntas sobre a vontade do colunista de Veja de ofender ou não. Com maior ou menor ênfase, todas as testemunhas concordaram que a coluna em que Paulo Henrique Amorim é mencionado segue o estilo usual de escrever de Mainardi. Não houve tratamento diferente de outros personagens citados em outros textos. Logo, se não houve intenção de ofender, não há crime. Eis a tese central da defesa de Mainardi.
Em seu testemunho, o professor Belluzzo disse que se “sentiria ofendido” de ser citado da maneira como Amorim foi citado, que “não escreveria uma coluna” da mesma forma, mas ressaltou que se trata do estilo de Mainardi. “Exprime o modo dele de estar no mundo”, disse. O professor, recém-eleito presidente do conselho da TV Pública e fundador da Facamp — faculdade que aprovou quase 90% dos alunos no Exame de Ordem — disparou uma crítica geral à imprensa: “Jornalistas podem e devem expressar opinião, mas não podem atuar como juízes. Tenho dificuldade de aceitar esse juízo definitivo sobre as coisas, sem que haja respeito aos valores democráticos”.
O jornalista Reinaldo Azevedo, colunista e blogueiro da Veja, afirmou não notar diferença na coluna em que Amorim é citado, reforçou que o texto seguiu o padrão de Mainardi e criticou o que classificou como judicialização do debate. Para ele, as diferenças de pontos de vista não deveriam ocupar o tempo do Judiciário. “É publico que há identificação de pontos de vista de Paulo Henrique Amorim com o grupo que controla a Brasil Telecom, o que não é ilegal”, disse.
Azevedo ressaltou que o jornalista que dá opinião tem de saber lidar com a crítica. “Eu sou bastante criticado por minhas opiniões. A diferença é que eu não saio processando todo mundo”, afirmou. O jornalista chegou a fazer a análise semântica da expressão descendente em razão de Mainardi ter dito que Amorim está “na fase descendente” de sua carreira.
Para Reinaldo Azevedo, é fato, não ofensa, dizer que um jornalista que foi chefe da sucursal de Nova York da Rede Globo descendeu na carreira porque está hoje na Record — entendimento, por sinal, adotado pelo juiz de primeira instância ao rejeitar a ação de indenização que Amorim move contra Mainardi em razão da mesma coluna. “Sem dúvida o autor já foi jornalista da Rede Globo de Televisão, apresentando programas de elevadíssima audiência, de forma que a menção à ‘carreira descendente’ visa apenas identificá-lo como estando hoje em veículo de menor expressão do que aquele outrora”, escreveu o juiz Manoel Luiz Ribeiro, da 3ª Vara Cível de Pinheiros.
Para mostrar que ao menos a visibilidade de Amorim hoje é certamente menor do que antes, Reinaldo Azevedo lembrou que a Globo tem média de 23 pontos de audiência no Ibope, enquanto a emissora do Bispo Macedo tem menos de seis pontos.
O desfecho
A ação penal de Amorim contra Mainardi segue seu curso. No dia 17 de janeiro há a oitiva de uma testemunha de defesa no Rio de Janeiro. E foi marcada nova audiência para ouvir o jornalista Márcio Aith, da revista Veja, para o dia 20 de outubro. Depois disso, é aberto o prazo para as alegações finais das partes. Então, a juíza dá a sentença.
A defesa de Mainardi pode abrir mão do depoimento de Aith. Se isso acontecer, a sentença pode sair no ano que vem. Se aguardar pelo depoimento do jornalista, o caso terá uma decisão somente em 2009.
Na esfera cível, Paulo Henrique Amorim perdeu a ação que move contra Mainardi em primeira instância. O pedido de indenização por danos morais foi motivado pelo mesmo texto que deu causa ao processo criminal. O advogado José Rubens Machado de Campos informa que já entrou com Embargos de Declaração contra a sentença.
Leia a coluna de Mainardi, que motivou as ações
A Voz do PT
José Dirceu tem um blog. Quer saber quanto o iG gasta com ele? Eu também quero. Quer saber de quem é o dinheiro do iG? É seu, tonto! De quem mais poderia ser?
O iG pertence à Brasil Telecom. E a Brasil Telecom está na esfera dos fundos de pensão estatais. Eu já contei aqui na coluna como o lulismo tomou a Brasil Telecom de Daniel Dantas. Houve de tudo: financiamento ilegal de campanha, espionagem, chantagem, achaque e propina. Eu já contei também qual foi o papel de Lula na trama. Chega de me repetir. Quem quiser saber mais sobre o assunto, consulte o arquivo de VEJA. O que importa agora é como o iG está gastando seu dinheiro. E para onde ele está indo.
Luiz Gushiken é o ideólogo da propaganda lulista. Quando os fundos de pensão passaram a influir no iG, o portal se transformou na voz do PT. Caio Túlio Costa, aquele que Paulo Francis apelidou de “lagartixa pré-histórica”, foi nomeado presidente do grupo em maio deste ano. De lá para cá, além de José Dirceu, foram contratados como comentaristas Franklin Martins, Paulo Henrique Amorim e Mino Carta. Todos eles na fase descendente de suas carreiras. Todos eles afinados com o DIP de Luiz Gushiken. Mais do que isso: Paulo Henrique Amorim e Mino Carta se engajaram pessoalmente na batalha comercial do lulismo contra Daniel Dantas. Quer saber quanto o iG paga a Franklin Martins? Entre 40 000 e 60.000 reais. Quer saber quanto ele paga pelo programa de Paulo Henrique Amorim? 80.000 reais.
O iG pode parecer pouca coisa. Mas é o terceiro maior portal do Brasil. Agora está pronto para difundir a propaganda do governo. O PT acaba de elaborar um documento em que pede uma “mudança nas leis para assegurar mais equilíbrio na cobertura da mídia eletrônica”. Muita gente está alarmada com o documento. O temor é que, num segundo mandato, os lulistas atropelem as leis para tentar aumentar seu controle sobre a imprensa. O fato é que isso já aconteceu pelo menos uma vez neste mandato, quando a turma de Luiz Gushiken tomou de assalto o iG.
O documento do PT fala em oferecer “incentivos econômicos para jornais e revistas independentes”. Independente, para o PT, é José Dirceu. É Franklin Martins. É Paulo Henrique Amorim. É Mino Carta. É o assessor de imprensa de Delcídio Amaral, que tem um blog político no iG. Só falta o Luis Nassif. Essa é a turma que, segundo o PT, precisa de incentivos econômicos do Estado. Carta Capital sempre atacou Daniel Dantas. Acaba de ser recompensada por um acordo com o iG. De quanto? Eu quero saber.
Lula cantarolou a seguinte marchinha, como relatam os repórteres Eduardo Scolese e Leonencio Nossa no livro Viagens com o Presidente:
“Ei, José Dirceu,
devolve o dinheiro aí,
o dinheiro não é seu”
Lula conhece muito bem José Dirceu. Se diz que o dinheiro não é dele, é porque não é mesmo. Devolve o dinheiro aí, José Dirceu.
Ô Amorim, que feio. Deixa a liberdade de informação - pilar do jornalismo - rolar. Só quando é a respeito da vida dos outros é que pode? Libera isso aí cara.
Quer dizer que o Sr. Amorim gosta de dar notícia, mas nao gosta de ser notícia? Agora ele está sentindo na pele o que é se alvo da mídia!!!
Rogério Neres de Sousa, advogado criminal, prof de direito penal e mestrando em direito penal pela PUC-SP.
Interessante o conceito do cidadão Paulo Henrique Amorim sobre o que deve ser publicado e o que deve ser mantido em sigilo. Veja o que ele escreveu no Conversa Afiada de 24.05.07:
-" O Ministro Gilmar Mendes, que não se notabiliza pela serenidade, tem um pequeno problema: ele pensa que está
sentado à direita de Deus Padre.
Ministro do Supremo é pago pelos cidadãos para fazer Justiça.
. E não para ser idolatrado.
. Ministro do Supremo é cidadão.
. Tanto quanto eu, quanto você e o Romário – é tudo igual perante a lei.
. E perante a liberdade de imprensa.
. O Ministro Mendes está preocupado com os “vazamentos” da Polícia (Republicana) Federal.
. É um equivoco: ele deveria ter percebido que há órgãos de imprensa que conseguem e outros que não conseguem
documentos das investigações da Polícia (Republicana) Federal.
. É uma questão de competência e de CREDIBILIDADE.
. Se o cidadão Gilmar Mendes está preocupado com os vazamentos, o cidadão Paulo Henrique Amorim está preocupado
com a falta de explicações do Ministro Gilmar Mendes para essa referência a ele nas gravações."
Que canalha !!!
Izabela
Paulo Henrique Amorim deveria se dar por satisfeito por não ter sido processado pelo Ministro Marco Aurélio Mello quando questionou à Presidente do STF sobre a suposta capacidade para ocupar ser Ministro do STF ou coisa parecida, bateu no Judiciário, e agora? O PT e Lula passarão como passaram os governos militares, e ficarão amargas heranças.
Mais uma pequena amostra (como se fosse necessário!) do caráter de petistas, PeTralhas e assemelhados, não?
Um feliz Ano Novo para todos.
Os magistrados têm culpa por permitirem que esta "lástima, caquética" , chamada "jornalista", continue desrespeitando o Judiciário e espezinhando a Lei e a Ordem ! ! !
Jornalistas famosos, com acesso a televisão, jornal, internet... ora, eles que debatam à vontade.
O Judiciário devia estar se ocupando de outras questões.
Fala sério...
Nota da Redação:
Comentário removido por conter termos ofensivos
Nota da Redação:
Comentário removido por conter termos ofensivos
Nota da Redação:
Comentário removido por conter termos ofensivos
Fim de carreira... Não tenho a mínima simpatia por nenhum dos dois! Por mim ambos poderiam ficar no eterno anonimato. FELIZ 2008 PARA TODOS, INCLUSIVE PARA OS DOIS CHATOS!
Lamentável a matéria. O Conjur já produziu coisas melhores. Era melhor assumir que tem lado. lamentável. No mesmo nível do jornalismo pé-de-chinelo que vem sendo praticado por este país...
Que pena! o Conjur me decepciona mais a cada dia. Está ficando cada dia mais tendencioso. Tenho minhas restrições aos dois, mas chamo ambos de JORNALISTAS. A cada dia temos um número cada vez menor de fontes isentas. Temos que ler tudo nas entrelinhas. Triste.
o Conjur tem demonstrado claramente uma parcial simpatia pela Veja, e por uma grande antipatia pelo pres. Lula.
Tem toda a coerencia com a posicao do Estadao, em seus editoriais, e sua equipe jornalistica, sempre afinadas com a marca Estadao, radicalmente anti Lula.
O sr. Mainardi, que tem como patrao a Veja, revista nitidamente anti-governo Lula, tem seguido sistematicamente a opcao de ataques pesados contra um governo eleito democraticamente.
A impressao que fica é que governo eleito pela massa menos favorecida, é governo ilegitimo,
nao representativo da "elite pensante" nacional.
O jornalismo praticado pela Veja e seu empregado Mainardi, que tambem atende no Manhatan Connection, da Globo, nao significa nenhuma unanimidade jornalistica, pois seus patroes sao coerentes no vies politico adotado.
Mainardi destroça pessoas, faz julgamentos definitivos, sem nenhum respeito ético.
O fato de o judiciario brasileiro dar sistematicamente ganho de causa ao sr. Mainardi, nos da a impressao de que o poder da Globo e da Veja, se impoem ao de uma justica, receosa do poder da midia.
Um Juiz que considerou que o "estilo" do sr. Mainardi é esse mesmo, criou uma figura impar no país: aquele que pode dizer o que bem entende, por ser esse seu "estilo".
Se o governo decidir criar outros Mainardi, a seu favor, como impedir?
Esquece o ilustre Magistrado, em sua divertida sentença, que o feitiço pode virar contra o feiticeiro!
A juiza ao atender o pedido do Sr. Amorim, de segredo de justiça, talvez tenha entendido que as deformacoes de nossa midia, atualmente, tem que ser contidas.
Pois assistimos a um circo, muito engracado, mas tragico, aonde o poder economico tem pesado demais.
Afinal, o Estadao. a Globo e a Veja, lutam ou nao por democracia?
Caro Dinarte: o fato de o Mainardi, a Veja, o Estadão, a Conjur e sei lá mais quem serem, como vc. diz, "anti Lula", não significa que o que se veicula seja mentira. Uma coisa é a opinião - e se vc. diz que a Veja é anti Lula, vai concordar que, por outro lado, a Carta Capital, a Caros Amigos, o Paulo Henrique Amorim etc. são "pró Lula", o que não retira a legitimidade suas opiniões -, e outra coisa, bem distinta, são os fatos. Se o jornalismo mainardiano fosse baseado em mentiras, certamente ele seria condenado. Como é baseado em fatos MAIS A SUA OPINIÃO a respeito destes fatos, viva a democracia e a liberdade de imprensa. Viés político todos os órgãos de imprensa possuem, e não há nada de mais nisso, até porque cada um lê (ou assiste) o que quiser, e é até bom que haja tantas opções digamos ideológicas. Se a Veja é a quarta revista mais lida do mundo (isso mesmo) e sua tiragem supera a soma de todas as concorrentes no Brasil, isso é uma questão de preferência das pessoas. Vc. fala sobre a possibilidade de "o governo criar outros Mainardi a seu favor". Ora, ora, isso já existe há muito tempo. Aliás, o Lula, esse mesmo que hoje preside o país, sempre foi uma espécie de Mainardi. Sua trajetória política deu-se falando mal de tudo e de todos (isso é fato), batendo primeiro para ver depois o que acertou. A maioria dos petistas, até hoje, faz exatamente isso: destroça pessoas através de julgamentos definitivos sem nenhum respeito ético (para usar palavras suas). Portanto, não vejo mal algum no jornalismo de quem quer que seja. Claro que as acusações infundadas, mentirosas etc., devem ser condenadas. Mas o direito de manifestar a opinião - seja ela qual for - é sagrado em uma democracia. Isso valeu para o Lula e os petistas antes. Deve valer para todos.
1. Negar que o governo Lula surpreendeu é negar o óbvio. Tanto no aspecto econômico quanto moral.
2. Paulo Henrique no governo FHC defendia FHC. E dizia que Lula era o maior ladrão da história do país. Foi processado por isso. É por isso que Lula nunca deu a ele entrevista. É do presidente a frase: "eu sei quanto vale o Paulo Henrique".
3. Alberto Dines, no Observatório da Imprensa, já definiu Paulo Henrique como um caluniador alucinado. Foi esse talento, sua verve, seu brilhantismo que foram contratados pelo bispo Edir Macedo e pelo setor petista acusado de crimes múltiplos.
4. Até aqui, nada de novo. Um presidente de quem se esperava pouco mas deu certo não é inédito. Oportunistas que aderem ao poder também é coisa antiga.
5. Novidade mesmo é um profissional que passou 40 anos defendendo a liberdade de imprensa e revelando a intimidade alheia pedir segredo de justiça quando isso lhe interessa. A atitude não é apenas inédita. É o fim da picada. Ou da carreira.
Jornalismo isento? Todo jornal tem dono até no dito "socialismo real", onde o dono é o Estado. Nem o Jornal do Brasil consegue hoje manter a linha de multiplicidade ideológicas. No mais a cultura do nosso povo, o que vende jornal não são os fatos, e sim as polêmicas e arguras, o barulho gerado em cima deles.
Com este tipo de "jornalistas" , o que se pode esperar dos políticos ? ? ?
Ambos andam de acordo com os "ventos" ! ! !
Falando em imprensa tupiniquim e sigilos e afins, uma questão, andei vasculhando na Internet e não vejo nada publicado sobre o que aconteceu com o Cacciola. O Ministro da Justiça voltou de Mônaco, tinha aquele escândalo dos mandados de prisão diferentes, e não se falou mais no assunto. Cacciola está em Mônaco? Voltou para Itália? Depois de 20 dias para Imprensa esfriou tudo. Isso se não houver algo "impublicável".
Caro LAWER
Agradeço ao nivel da resposta, a favor do dialogo democratico.
O jornalismo do Mino Carta, tem tido uma qualidade que a Veja ha muito perdeu.
Se Carta Capital consegue ver qualidades no governo Lula, tambem ve defeitos, claramente.
Nao é um palmerias x corintians, e dá chance para analises.
O jornalismo da Veja levará a revista à decadencia. Para sua informacao, ela estava em situacao pre falimentar, tendo que assumir socios sul africanos como socorro.
Sua tiragem é uma fantasia, pois quem realmente decide neste país, e que quer qualidade de informacao, e nao de opiniao, esta buscando outras fontes.
O Manhatan conection, tem uma qualidade jornalistica superior, embora Mainardi participe. É que existem outras opinioes, dos demais jornalistas, e que conflitam constantemente com o Mainardi. Isso é jornalismo, e nao a unanimidade burra da Veja.
Nao se pode mais ficar quieto quando se ve uma rede de TV eleger um presidente, na base da manipulacao desavergonhada.
AS coisas que o Lula falava, eram fatos defendidos por intelectuais, do porte de Marilena Chauí, Helio Bicudo, Paulo Freire, Caio Prado, etc.Nao era necessariamente falar mal de tudo e de todos.
Mas agradeco novamente a qualidade de seu comentario.
abracos
O show de sofistaria, no sentido mais platonico possível, da revista Veja, liderado por seus maiores sofistas, Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo, ainda vai continuar por muito tempo. É por isso que eu digo que o retorno da obrigatoriedade da Filosofia no Ensino Médio é uma das melhores medidas que a educação brasileira tomou nos últimos vinte anos. Além de garimpar o senso crítico, o conhecimento de Lógica, por mais básico que seja, já dá ao leitor instrumentos suficientes para distinguir as gritantes contradições existentes em textos como os dos referidos jornalistas.
Os frutos da Filosofia no Ensino Médio só serão percebidos a longo prazo, mas já é alguma coisa para livrar o brasileiro da credulidade que tem em relação a toda a canalhice praticada pelo jornalismo tupiniquim. Tudo que aparece na mídia o povo engole exatamente como está e ainda fica com a falsa sensação de estar bem informado.
E isso tudo não é um problema apenas do Brasil. É só ler um dos últimos discursos de Tony Blair na Reuters para ver que a sofistaria está espalhada por todo o mundo.
Muitissimo engraçado o comentário do sr. Mauro, o professor que me parece bem PeTralha(outro?!), dos perigosos, que avança bem devagarinho embalando os seus venenos em embalagens dulcorosas.
Explico: também eu sempre fui favorável à volta da matéria Filosofia, na grade curricular do ensino médio. Isso, justamente para que fosse facilitado ao aluno o uso da lógica para a livre análise dos fatos, evitando-se cair nas armadilhas das falácias, em seus vários generos.
Agora, pensem bem: que estaria habilitado a ensinar pobres jovens a pensar? Os recém bacharelados e licenciados nos cursos da tristemente famosa Fefeléchi da USP? Ou da PUC?
Melhor então que fique assim mesmo e como disse o general em Canudos: "Em tempo de murici, cada um para sí!"
Depois, o jornalista Reinaldo Azevedo é diono de uma das lógicas mais coretantes do jornalismo brasileiro.
Tanto que nem ele e nem Mainardi, jamais sofreram ou sofrem oposição consubstanciada da PeTralhada, mas apenas diatribes e rotulações idiotas, que embora assustem muitos, servos do "politicamente correto", são absolutamente ineficazes contra aqueles que tem coragem e sabem o que dizem.
Como bem se pode ver da inteireza do comentário do referido "professor" ele bem se iguala àquele outro "fessô" que pulula este espaço, não?!
ABSOLUTAMENTE NOJENTO E REVOLTANTE o comentário de MMelo acerca da suposta relação entre a doença do menino, filho de Mainardi (paralisia cerebral) e as "faltas" do referido colunista!
Igualzinho ao comentário do anão mino carta que soube dizer a conhecidos: "A única coisa que Mainardi sabe produzir bem é paralisia cerebral!"
ESCRÔTO a não mais poder!
Homens baixos e revoltantes.
(E cuidado, mané repugnante, que Deus castiga, hein?)
Quando se fala dos mediocres e falaciosos mainardi e "tio" fascista reinaldo, logo aparece como um fundamentalista o gringo consultor (do que, hem?) seguidor do ex-nazista ratzinger. Parece que ele dormita na Idade Média e, de vez em quando, volta para propagar as trevas. Recolha-se a sua tumba.
Quanto ao Mainardi concordo com o promotor MMelo e com o prof. Mauro. Chega de fascistinhas pau mandados da revistona.
A liberdade de opinião deve ser restrita aos parentes próximos...essa esquerda não aceita questionamentos mas bate quando na oposição...duas caras bem conhecidas.
Estão envoltos nas brumas da alvorada com os seus respectivos padrinhos. As armas foram escolhidas. Quem tombará ferido de morte (camisa manchada de molho de tomate) é mistério trapista.
Jornalista : atualmente, a maior autoridade do país ! ! !
Com a vantagem de não necessitar cumprir lei nenhuma ! ! !
As leis foram feitas, apenas, para os cidadão comuns ! ! !
Não seria de se esperar que uma pessoa do jaez do "fessô" PeTralha, mistificador, fujão, borra-cuecas, anti-clerical, mentiroso, abortista, infantil e escrôto pudesse entender o imenso desrespeito à dignidade humana que o INDIGNO e REPULSIVO comentario de mmello representa.
Dignidade humana (aposentadoria por invalidez aos 30 anos pela "perca" do "minguinho", indenizações - inclusive pelo "sofrimento" de um feto na barriga da mãe, eçes que querem a sua matança indiscriminada! - milionárias) só para os companheiros!
No mais, "fessô", o tipo de consultoria que ofereço, o senhor provavelmente não teria condições de aproveitar, e nem de pagar.
Idiota, que se ombreia a pessoas repugnantes.
Que Diogo Mainardi é um fascista não há a menor dúvida. Até defendo o direito de expressão. Não daria ouvidos a gente dessa espécie para não aumentar seu poder caluniador. Ele ganha a vida desse jeito pois se presta a esse papel. No Manhatan Connection o Lucas Mendes e demais apresentadores se divertem de rir das bobagens que fala.
Mas uma coisa não podemos deixar de anotar: além de seu pai ter dado guarita ao assassino Pimenta Neves, vemos que o artigo do CONJUR foi tendencioso e perdeu credibilidade que exige um site jurídico. Acima vemos clamaramente a tentativa de desqualificar Paulo Henrique Amorim e dar ares de piedade e sobriedade ao fascista pseudo-italiano.
"Pediu desculpas à juíza pela atitude nervosa e as elevações de voz, e justificou: “Reagi dessa maneira porque nunca antes fui ofendido dessa maneira”. Mainardi foi gentil: “Obrigado, pelo espetáculo”."
Discussões à parte, não dá para negar o tom agressivo contra o Amorim e amenizador, quase um elogio, ao Mainardi. Mas, parece que é impossível separar fato e opinião, tanto quanto é difícil separar o que é imprensa e o que é braço jornalístico de tendências e grupos políticos. Aliás, animador de auditório foi muito engraçado. Como engraçado é chamar o Mainardi de jornalista, a não ser que seja como os antigos práticos dentários ou rábulas da advocacia, já extintos em seus meios em favor da técnica e do conhecimento profissional.
No Programa do Jô, o Mainardi disse que, por não haver se formado em nada, vive de falar mal dos outros. Ótimo, há quem pague por isso. Aliás, ele escreve muito bem, tem estilo, mas não sei se tem conteúdo, entratanto, isso seria opinião e prefiro me ater aos fatos.
Mainardi se orgulha muito dos processo que venceu. Paulo Maluf também gostava de citar os precedentes favoráveis, como prova de sua honestidade e de sua coerência. Quem inspirou quem?
No fim, o importante é saber dos fatos, o Consultor Jurídico é indispensável para isso, e formar a sua opinião, que será tanto melhor quanto mais isenta for a transmissão do Conjur, se não quiser que tenhamos nossa própria opinião sobre sua imparcialidade.
O blogueiro do iG processa Mainardi por injúria e difamação.
INTERESSANTE ..Como será que vai acabar essa Istória, com o ig(!)
-Que vença o melhor !
FELIZ ANO NOVO !!!
Prezado Richard (Gringo fundamentalista consultor de quê?)
Desafio-te a ler as críticas de Reinaldo Azevedo feitas ao Senador Mercadante na ocasião de sua justificativa de abster-se no caso Renan Calheiros. Se você não achar nada de ilógico e se não achar contradições na referida crítica, então é você que não entende nada de Lógica (e acho que nem de consultoria). Na ocasião, Alexis de Tocqueville, o principal citado por ambos, deve ter inundado o túmulo com lágrimas de tanto chorar por causa das bobagens que o Reinaldo escreveu.
É imposível um conhecedor de Lógica escrever tanta besteira a não ser que a use para dar nó no pensamento da classe média paulistana, que tem bom conhecimento técnico/profissional, mas não tem nenhum conhecimento filosófico/cultural.
O Nordeste elegeu o Lula porque não lê jornal. Se lesse seria manipulado da mesma forma que o é a estupida classe média paulistana, que acha que tem conhecimento para opinar sobre política, quando na realidade o seu conhecimento só lhe serve das 8:00 às 18:00 de segunda à sexta. Depois que bate o cartão, volta ao estado de aminésia total. Este é o público que consome os 1 milhão de exemplares do maior catálogo de produtos e de sofistaria do Brasil, a Revista Veja.
Prezado Mauro - retribuo o tratamento - (PeTralha mistificador professor de quê?);
Quanto ao seu comentário, por partes:
a) a lógica serve à condução do raciocínio até a conclusão final. Os grandes retóricos orgulhavam-se de conduzir um determinado raciocínio, em sustentação de uma tese e, ao final, retomar o mesmo assunto pelo viés absolutamente contrário, negando, pela antitese, a hipótese palmilhada anteriormente. Pareçe ser o caso de alguns jornalistas "de aluguel" que hoje, ricos em apanágios ao Abortista/Excomungado sem-dedo e ao seu (des)governo quem aí está", desdizem-se na maior cara-dura;
b) Quanto ao(s) "post(s)" citados, eu os lí na oportunidade. Mas, Tocquevilles à parte, eu creio que mais importante do que a análise lógica do jornalista/blogueiro foi a triste falta de lógica demonstrada pelo nefelibata senador, e, muito pior ainda, a sua postura posterior, por ocasião da última votação de cassação, o senhor não acha?
c) Corolário do acima mencionado, acho mesmo que Reinaldo Azevedo é um dos maiores cultores do raciocínio lógico e independente do País no momento;
Por últimos, sim, sou ABSOLUTAMENTE FUNDAMENTALISTA (curiosa a sua nominação, de todo absolutamente semelhante à de um colega seu, o "fessô" PeTralha, fujão, borra-cuecas, mistificador, anti-clerical, mentiroso, abortista, infantil e escrôto. Que curioso!) se por "fundamentalista" puder ser qualificada uma pessoa que se baseia em FUNDAMENTOS, a saber: a lei, o Direito Natural, a lógica, o bom senso e a honestidade de proceder.
Depois, por quê o prezado se preocupa com a natureza da minha modesta mas bastante requisitada consultoria?
Ainda que ela o interessasse, não creio que tivesse condições de pagar por ela.
Finalmente, "gringo" é um apônimo bôbo e bastante simplista, baseado apenas no meu nome. Mas, para esclarecê-lo: embora descendente de irlandêses, coisa da qual bastante me orgulho, sou BRASILEIRO, brasileiríssimo, paulista e paulistano.
Passar bem.
Prezado "gringo" Richard.
Sou professor de filosofia. Pelos meus comentários isso não te pareceu óbvio?
Você não sabe nada de Lógica. Ela não serve como sustentadora de teses e sim como analisadora de raciocínios fornecendo instrumentos para afirmar se são ou não verdadeiros. O que sustenta uma tese é o seu próprio conteúdo. A Lógica não diz respeito ao conteúdo.
Reinaldo Azevedo é um cultor do argumento falacioso, isso sim.
Mercadante agiu corretamente, pois não se deve ser irresponsável a ponto de cassar o mandato de um presidente do senado baseando-se nas fábulas produzidas pela revista Veja. Nada foi provado contra ele, nem mesmo aquelas imagens de documentos editadas pelo pífio Jornal Nacional.
Sou frequentador assíduo do Conjur. Raramente me manifesto, no entanto, sempre vejo o seu nome postando comentários. Você fala muita bobagem. Parece um papagaio. És um típico leitor mal informado da Veja. Também não sabe quanto ganho para saber se possou ou não pagar os seus honorários.
Mauro, você se saiu bem. Mas, desculpe: Richard 1, Mauro zero. Tenta de novo.
Esse Smith é muito engraçado mesmo. Parece o PSDB: fala muito, não diz nada, desdobra-se em defender o indefensável, negar o óbvio... e até mesmo discutir lógica com professores de filosofia. E tem uma turma que fica aplaudindo, do mesmo jeito que com os tucanos. É uma espécie de Artur Virgílio: ninguém gosta dele, não tem eleitorado nem em casa, mas quem têm as mesmas aspirações elitistas faz o papel de claque. Obrigado por dar um toque humorístico a este portal.
De nada, caro Haroldo, conte sempre com a minha máxima disposição.
Até.
Caro Professor Mauro: não sou professor e, de filosofia, não passo de um aluno. Mas sempre ouvi que a generalização é um vitupério, daí pq. incompreensível sua afirmação de que "a classe média paulistana não tem nenhum conhecimento filosófico/cultural". Mas o pior foi ler que os nordestinos somente votaram no Lula porque não lêem jornais, pois se lessem seriam manipulados. Que tese esdrúxula é essa? Será que não ter acesso a jornais, revistas, enfim, à informação significa estar imune à manipulação? Partindo de um professor, num país tão carente de educação...!!! Lastimável.
Prezado Lawyer.
A classe média paulista possui formação técnica para o trabalho, mas não cultural, filosófica ou polítca suficiente para se autodenominar melhor informada que o cidadão nordestino. Votar em Alckimim e em Lula é a mesma coisa. Você acha que eleger Maluf e Clodovil como deputados federais é coisa de gente bem informada?
E ler jornais é bom... quando eles informam, mas quando eles desinformam, como é o caso da grande maioria dos veículos da imprensa brasileira, é melhor não lê-los.
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