O ser humano continua tão bárbaro como sempre foi

É de cediça sabença que a riqueza e o progresso não trazem a felicidade. Podem ajudar ou, ao revés, até impedi-la. O progresso, em regra, apenas aumenta o poder dos homens, das nações, das empresas, das famílias e até de tribos. O Kuwait é uma tribo petrofinanciada pela realpolitik britânica e depois americana. “Dividir para reinar” sempre foi o lema da pérfida Albion, em sua fase colonialista.

A acumulação do capital na Europa se fez às custas da América, da Ásia e da África, colonizadas após as descobertas marítimas, o mercantilismo, a revolução industrial e, no plano cultural, o iluminismo liberal. Hoje assistimos ao ímpeto do crescimento asiático e à afirmação islâmica, contra-torpedos à civilização ocidental imperialista, nos marcos da globalização, tão eficiente quanto confusa.

E já começam os filmes subliminares de Hollywood projetando o conflito bélico EUA-China. A natureza humana não muda. Quando soltaram bombas atômicas sobre cidades japonesas habitadas e os japoneses estouraram as barragens do rio Amarelo, matando 20 milhões de chineses, e os alemães trucidaram os judeus e estes trucidam os árabes que, a seu turno, aterrorizam os judeus, americanos e aliados, me acode a idéia de que continuamos tão bárbaros — em nome de valores políticos, econômicos, éticos e religiosos — como sempre fomos, desde os dias primevos do nosso surgimento sobre a face da terra, após milhões de anos de evolução dos primatas.

Certa feita, vi uma manifestação pacifista japonesa onde havia um cartaz: “Bomba atômica, progresso tecnológico, regresso ético”. Eu diria que no mundo há progresso técnico e regresso ético generalizadamente. A desgraça pós-moderna vem de dois pólos contrapostos: da riqueza (poder) e da pobreza (miséria material). Então é preciso extinguir a pobreza e domar a riqueza, porque o “ter” deve subordinar-se ao “ser” e não o contrário, sem esquecer o Aquinata: “É preciso um mínimo de conforto para se praticar a virtude”.

Estou a dizer essas reflexões porque outro dia disseram-me exclusivamente preocupado com o crescimento econômico. Até certo ponto concordo. Quero um Brasil pujante e igual, e podemos sê-lo. Quero um mundo em progresso material também, mormente em prol dos mais pobres na América do Sul, Ásia e África. Quisera que os países ricos fossem menos hipócritas e mais solidários. Vejam as travas inaceitáveis que puseram na rodada de Doha (não permitindo aos países em desenvolvimento acesso a mercados maduros, encharcados de subsídios agrícolas).

Mas me fazem injustiça os que pensam ser estritamente materialistas os meus escritos. Muito ao contrário. O progresso material é o pré-escolar de uma reflexão isenta sobre a condição humana e o papel — tão rápido — de nosso existir na terra. E vez por outra deixo passar idéias humanistas e pingos metafísicos neste curto espaço jornalístico, colimando espicaçar a filosofia dos leitores. Sejamos justos.

Para ultimar, transcrevo as palavras de Lewis Morgan, antropólogo americano: “Desde o advento da civilização, chegou a ser tão grande o aumento da riqueza, assumindo formas tão variadas, de aplicação tão extensa, e tão habilmente administrada no interesse dos seus possuidores, que ela, a riqueza, transformou-se numa força irredutível, oposta ao povo. A inteligência humana vê-se impotente e desnorteada diante de sua própria criação. Contudo, chegará um tempo em que a razão humana será suficientemente forte para dominar a riqueza e fixar as relações do Estado com a propriedade que ele protege e os limites aos direitos dos proprietários”.

Os interesses da sociedade são absolutamente superiores aos interesses individuais, e entre uns e outros deve estabelecer-se uma relação justa e harmônica. A simples caça à riqueza não é finalidade, o destino da humanidade, a menos que o progresso deixe de ser a lei no futuro, como tem sido no passado. O tempo que transcorreu desde o início da civilização não passa de uma fração ínfima da existência passada da humanidade, uma fração ínfima das épocas vindouras. A dissolução da sociedade ergue-se, diante de nós, como uma ameaça; é o fim de um período histórico — cuja única meta tem sido a propriedade da riqueza — porque esse período encerra os elementos de sua própria ruína.

A democracia na administração, a fraternidade na sociedade, a igualdade de direitos e a instrução geral farão despontar a próxima etapa superior da sociedade, para a qual tendem constantemente a experiência, a ciência e o conhecimento. Será uma revivescência da liberdade, igualdade e fraternidade das antigas genes, mas sob uma forma superior”. (La Sociedad Primitiva, trad. de Alfredo Palacios, México, Ediciones Pavlov, DF, 1977).

Faço minhas as suas palavras, com o assentimento do Bianor, a lembrar-se de Jesus: “Amai-vos uns aos outros”. Sem dignidade humana, a começar pela material, liberdade, igualdade e justiça são palavras vazias.

Sacha Calmon

é advogado, professor titular de Direito Tributário da UFRJ e doutor em Direito Público.

Luiz P. Carlos (((ô''ô))) disse:
18 de fevereiro de 2007 às 11:32

Se todos fossem assim, que beleza...

Armando do Prado disse:
18 de fevereiro de 2007 às 20:11

Há dois mil anos que nada muda de substancial no ser humano: continua tergiversando e barbarizando, mudando apenas os motivos, ontem, por deuses, hoje por deus, ontem por Roma, hoje pela democracia, ontem pelo senhor das terras, hoje pelo líder idealizado, ontem pelo osso, hoje pela terra descoberta, etc. E la nave se va!

Leonardo Gomes Ribeiro Gonçalves disse:
18 de fevereiro de 2007 às 20:40

O aquecimento global, apesar de ser assunto da moda - inclusive dos "verdes urbanos", sujeitos sem o mínimo de experiência prática - é a mais pura revelação da barbárie eterna do homem. Ele tem, por sua natureza, o dom de superar limites, quaisquer que sejam, com o intuito de controlar o que quer que seja...
Não sabe que a natureza - da qual ele é parte - não pode ser controlada, eis que ela é o globo no qual o "homo rapiens" (de John Gray) está inserido.
A vingança de Gaia e Cachorros de Palha são leituras atuais e obrigatórias para quem quer ter a atual e exata noção da realidade humana (se é que existe).
Até certo ponto, batem com o pensamento do ilustre Prof. Sacha Calmon.

Spartacus disse:
18 de fevereiro de 2007 às 21:13

É difícil tecer comentários depois do Dr. Félix Soibelman, de cuja genialidade deve regozijar-se seu finado pai, onde quer que esteja.

Mas como isto aqui é um fórum de debates, vamos lá.

O articulista inicia trazendo à balha um adágio digno dos livros de auto-ajuda, tão banal quanto falso, mas que grassa “urbi et orbi” como se fora um primor em resplandecência moral.

“Riqueza e progresso não trazem felicidade”, mas “podem ajudar ou, ao revés, até impedi-la” é manifesta a antítese e o paradoxo. Primeiro afirma que a riqueza e o progresso não são fontes ou, o que é o mesmo, causas de felicidade, para, logo em seguida, afirmar a contraditória de que podem ajudar ou impedir a felicidade. Aí novamente o recurso da antítese e do paradoxo. Enfim, tal como colocado, diz e desdiz, podendo-se concluir que não diz coisa nenhuma já que a própria formulação padece aniquilada.

Esse dito popular anônimo radica-se certamente no pensamento cristão que até hoje prega o voto de pobreza. Como a luta do homem desde uma perspectiva sócio-cultural tem por causa final a felicidade, e na base desta está sua liberdade e a conquista de bens, prestígio, espaço, reconhecimento, fama etc., variando uns e outros em intensidade e importância conforme as idiossincrasias de cada um, a afirmação de que a riqueza e o progresso não conduzem à felicidade senão que apenas podem atuar como meros instrumentos de viabilização dela acaba por servir ao propósito de justificação da renúncia à riqueza e ao progresso e eleição de outras veredas a serem trilhadas na perseguição da tão desejada felicidade. E isso, decerto, facilita o acesso dos que vêem na riqueza e no progresso fonte e causa de sua felicidade, no mínimo porque diminui a concorrência dirigida à apropriação da riqueza e consecução do progresso.

E de regra aquele que alcança riqueza e progresso torna-se senhor da primeira e das inovações em que se consubstanciam o segundo, com exclusão dos demais. Ganha em felicidade, sim, e pretender o contrário é deixar-se levar pela falácia dos que escamoteiam o recalque e os rancores do próprio insucesso.

A história da humanidade é repleta de episódios nefastos. A vida em si, com todos os seus adornos, a atualidade e o passado quando examinados com alheação apresentam a face trágica da existência conturbada e contraditória do ser humano. A vida é uma tragédia quotidiana quando confrontada com os valores integrantes da tábula axiológica que nós, humanos, edificamos. Não há nada a indicar que o futuro será diferente do passado ou do presente.

O que caracteriza o ser humano é o princípio da alteridade. Cada um é cada um, com suas idiossincrasias. Cada um recebe os influxos exteriores de uma modo único e pessoal, assim como a eles reage também de uma maneira peculiar. A convergência, o acordo entre as pessoas não passa de mero acidente. Prova disso pode-se obter lendo os comentários deduzidos neste fórum às diversas notícias que divulga, interpretadas segundo os interesses, as crenças, as expectativas de cada comentarista sob os influxos das suas circunstâncias pessoais tais como sua história, suas ideologias, seu alinhamento político, seus traumas de infância, seu super-ego etc.

Também não é verdadeira a proposição universal segundo a qual a acumulação de capital da Europa se fez à custa da exploração colonial das Américas, África e da Ásia. Tal exploração sobre ter contribuído para o enriquecimento da Europa não constituiu fator único e isolado dessa acumulação. Por outro lado, em que pese a exploração sob alguns aspectos ter sido até mesmo predatória, o fato é que contribuiu para a evolução, o progresso e a acumulação de capital também nas regiões exploradas. E jamais poderia ser diferente. O que se deve medir não é a exploração em si mesma, mas o ritmo da acumulação de capital num contexto de exploração colonial.

Até hoje, “mutatis mutandis” podem verificar-se fenômenos similares. Quem for a uma favela como a da Rocinha, no Rio de Janeiro, ou Heliópolis, em São Paulo, constatará a presença de ricos comerciantes que construíram sua fortuna na própria favela. Não fora a existência da favela, habitada por pessoas que demandam uma vasta gama de produtos e serviços cujo acesso lhes é obstruído pelas classes sociais não tão desprestigiadas, e tais comerciantes não teriam tido a chance de enriquecerem.

A perseguição da riqueza é quase natural entre nós, humanos. Aquele que faz questão de renegar à riqueza o faz ou para justificar-se a sim mesmo e perante seus semelhantes à guisa de esconder seu próprio fracasso, ou porque ainda não descobriu seu talento e isso o incomoda sobremaneira, embora admita a possibilidade de existirem exceções, pessoas totalmente desprendidas dos bens materiais, da fama, do prestígio etc., mas porque elegeram para si outra pauta de valores na qual afirmam sua existência pessoal, não se importando com o resto do mundo. Estes são os amorais.

A luta pelo poder entra como componente de peso na perseguição da felicidade. Uns invocam maior capacidade para dirigir a todos na consecução da felicidade e quando logram convencer o vulgo adquirem um poder que lhes garante, antes de tudo, a própria felicidade, pelo menos de acordo com suas próprias representações mentais.

O poder, por sua vez, inebria o ser humano tal qual a riqueza. Quanto mais se tem, mas se deseja e maior o esforço necessário para preservá-los, já que sempre haverá alguém à espreita aguardando o momento oportuno para tomar de assalto, tanto um quanto outra, sucedendo e substituindo-se ao antigo detentor.

John Kenneth Galbraith em “A era da incerteza” já afirmava que não há, na história da humanidade, conquista de poder e de grandes fortunas sem uma fraude por trás, deixando entrever que a fraude é ínsita à tais fenômenos. Será? Por quê? Só uma investigação da nossa própria história poder oferecer resposta a essas perguntas, o que não me é dado neste momento.

Mas, confesso que o pouco que conheço da história da humanidade ilustra a tragédia humana em todos os tempos de que se tem registro. Não há uma só passagem em que a desgraça, a banalização, a desvalorização de nossos semelhantes por algum motivo não estivessem presentes.

O direito criminal é exemplo típico disso que estou a cogitar. No Egito, na Pérsia, na Grécia, em Roma, na Idade Média, na Renascença, no Iluminismo, na Revolução Industrial, no século XX e já agora no século XXI, em todos os tempos, o homem nunca soube lidar adequadamente com o fenômeno da criminalidade. Andamos em círculos, sem sair do lugar. Aumentamos o rigor das penas — sempre elas, as penas privativas de liberdade, às vezes da própria vida — impomos flagelos infamantes, depois nos damos conta da nossa própria brutalidade, para não dizer bestialidade, e abrandamos o castigo infligido aos criminosos, para, algumas gerações depois, tornarmos a recrudescer o tratamento destinado a eles e, mais adiante, algodoá-los uma vez mais, e assim sucessivamente sem jamais entendermos de fato o fenômeno com que lidamos. Não conseguimos sequer identificar suas causas. Abordamo-lo como que cabra-cega. Em matéria criminal nosso conhecimento decorre mais da tentativa e erro, puramente empírico, e invariavelmente chegamos à conclusão de que estamos errando, pois nunca alguém conseguiu descobrir a causa de uma personalidade celerada, o que move um homem ao cometimento de crimes, desde o mais ingênuo até o mais hediondo e repugnante. Na verdade, essa constatação apenas conduz à ilação de que não sabemos, de fato, como lidar com a criminalidade. Se não conseguimos descobrir sua causa, impossível se torna debelar seus efeitos. E assim, prosseguimos tateando no escuro.

O amor não faz parte da natureza humana. Quem duvidar disso pode ler a “História do Amor no Ocidente”, de Denis Rougemont. O amor é um elemento cultural, por isso que sua presença, identificação e forma dependem do momento histórico examinado. O amor também nunca anda só. Tal como a matéria, que sempre dá azo à antimatéria, o amor, sempre que surge, anda paralelamente ao ódio. E basta esse dualismo histórico a respeito do amor para deitar por terra toda e qualquer tentativa de fundar no amor a solução para as mazelas humanas. Ele nasce com sua própria antítese. Deflui, intuitivamente, a solução deve passar ao largo do amor e sua disseminação. O amor não é a solução para nada. Se fosse, a teríamos alcançado há tempos, pois o escopo do cristianismo foi exatamente radicar e disseminar o amor como forma de o homem metamorfosear-se para alcançar o estágio superior e transcendental da virtuosidade. Volvendo os olhos para a nossa história, a história da humanidade, poderemos assistir as mais ferozes atrocidades realizadas em nome do amor. Nos últimos 2.000 anos o amor fez mais vítimas do que trouxe felicidade. Não, definitivamente o amor não parece ser a solução para a nossa tragédia humana.

Por essas considerações, e outras que me abstenho de deduzir neste apertado espaço já abusivamente utilizado por mim, é que faço minhas as palavras do Dr. Félix Soibelman, segundo o qual o argumento do articulista é falho, seduz pelo componente emotivo, mas não resiste ao crivo da crítica.

(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Diretor do Depto. de Prerrogativas da FADESP - Federação das Associações dos Advogados do Estado de São Paulo – Mestre em Direito pela USP – Professor de Direito – Palestrante – Parecerista
sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br ou
sergioniemeyer@ig.com.br

Band disse:
18 de fevereiro de 2007 às 22:15

Achei o texto uma compilação de lugares comuns. Idealismo fora da realidade. A identificação do pecado do homem. Ainda mais pela lembrança de Jesus:

Em carta aos Corintos, o apóstolo Paulo pronunciou-se pela escravidão e servidão voluntária: "Que cada um permaneça no estado em que foi chamado. Tu que foste chamado sendo escravo, não te preocupes [...]; [...] mesmo quando possas recobrar tua liberdade, ao contrário, aproveita teu estado de servidão, porque aquele que foi chamado sendo escravo é um alforriado do Senhor [...]."

“O varão, pois, não deve cobrir a cabeça, porque é a imagem e glória de Deus, mas a mulher a glória do varão. Porque o varão não provém da mulher, mas a mulher do varão. Porque também o varão não foi criado por causa da mulher, mas a mulher, por causa do varão.” (1Cor 11: 7 a 9).

os servos devem obedecer a autoridade de seus patrões (Ef 6.5);

18 Vós, mulheres, estai sujeitas a vossos próprios maridos, como convém no Senhor.
22 Vós, servos, obedecei em tudo a vossos senhores segundo a carne, näo servindo só na aparência, como para agradar aos homens, mas em simplicidade de coração, temendo a Deus. (Colosenses)

Santo Agostinho [354-430] ampliou a filiação cristã da escravidão ao justificar a instituição como expiação, em geral, do pecado original e, em particular, como registro-pena de culpa individual, querida por Deus. Ninguém seria escravo injustamente. "A causa primeira da escravidão é o pecado que submeteu o homem ao jugo do homem e isso não se realizou sem a vontade de Deus que desconhece a iniqüidade e soube repartir as penas como pagamento dos culpados."

Para Santo Tomás, o homem foi criado livre, por Deus, e a escravidão é uma decorrência do pecado original.

A partir de S. Tomás de Aquino, o edifício ideológico que justificava a escravidão estava já inteiramente estabilizado e sacralizado e iria permanecer praticamente intocado durante éculos. Ao racionalizar a escravatura no corpo da mensagem da Igreja, o cristianismo entrelaçou a atitude face à escravidão com conceitos religiosos centrais. Na medida em que a escravidão se associara às idéias de pecado, de subordinação e de ordem divina do mundo, questioná-la equivalia a questionar concepções básicas de Deus e do destino do homem.

Graças a Deus!

Mas professor Armando, quer dizer que a democracia que é culpada?

Armando do Prado disse:
19 de fevereiro de 2007 às 23:14

Existem homo sapiens e homo demens, estes últimos devem existir na razão de 3 por 1 em relação ao primeiro. O homem praticamente destruiu seu habitat, apesar de ter surgido nos 2 últimos minutos do horário cronológico da existência da terra. Se continuar assim, desparecerá, tal como os dinossauros. Novas formas de vida se afirmarão. Além de terrorista, arrogante e destruidor do meio ambiente, o homem ainda não entendeu que a terra é permanente, enquanto nós somos apenas um detalhe, por enquanto com realizações mais trágicas do que felizes, pois para cada "9ª sinfonia" de Beethoven, existem 5 ou 6 massacres de inocentes, no Iraque, ou aqui mesmo.

Band disse:
20 de fevereiro de 2007 às 08:44

Só uma pequena correção, professor Armando do Prado

Os dinossauros que dominaram a terra como forma superior de vida sobreviveram alguns milhões de anos e forma vítimas de um acidente que não tiveram participação. Já o homem é a principal calamidade atual! Mais uma grande extinção que a mesma vive, mas nesta, com um autor conhecido!

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