ONG quer que islâmicos continuem a depor com turbantes

A ONG Relações Americano-Islâmicas quer que islâmicos continuem a depor usando túnicas ou turbantes. Freqüentemente, islâmicos têm sido impedidos de depor, nesses casos, por juízes americanos. A ONG quer levar o assunto ao debate. E, agora, está atrás de escritórios de advocacia na tentativa de brecar essas proibições. As informações são do site Findlaw.

A chave de partida para a discussão é o caso de Aniisa Karim, 20 anos de idade. Ela diz ter sido impedida de entrar na corte municipal da cidade de Valdosta, nos Estados Unidos, em 26 de junho passado porque usava túnica e turbante.

Ahmed Bedier, presidente da ONG, começou as negociações com os estados da Flórida e da Geórgia, onde têm ocorrido mais freqüentemente tais proibições. Ele quer que os islâmicos possam ir depor da maneira que bem entender. Em Detroit, uma mulher islâmica ajuizou ação, em fevereiro passado, por ter sido impedida de depor usando seu turbante.

Claudio Julio Tognolli

é repórter especial da revista Consultor Jurídico

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