Pode chegar a 200 número de mortos em acidente aéreo

Pode chegar a 200 o número de mortos no acidente com um avião da TAM que tentava pouso no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, na noite desta terça-feira (17/7/2007).

Além dos 176 ocupantes do avião, procedente de Porto Alegre, há vítimas entre as pessoas que trabalhavam no prédio da TAM Express, empresa de cargas, invadido pelo avião em sua queda. O coronel do Corpo de Bombeiros de São Paulo Manoel Antonio da Silva Araujo informa que dificilmente há sobreviventes entre os ocupantes do avião. No momento do acidente, cerca de 300 pessoas se encontravam no prédio da TAM Express.

Se o prognóstico do coronel estiver certo, este será o maior acidente aéreo da história do país. No final da noite e após mais de cinco horas de incêndio, 30 corpos ja haviam sido retirados do avião. A TAM divulgou a lista com os primeiros 11 nomes de vítimas na primeira hora da quarta-feira (18/7). De acordo com a lei, a empresa só pode divulgar os nomes depois de notificar as famílias das vítimas.

O Airbus da TAM derrapou na pista do aeroporto de Congonhas, tentou arremeter mas apenas deslizou sobre a avenida Washington Luiz, contígua à pista, e bateu no depósito da empresa que fica do lado oposto, na avenida Washington Luiz. O choque provocou um incêndio que atingiu o depósito de mercadorias da TAM e edifícios da região.

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB) confirmou em entrevista coletiva que foi informado de que são mínimas as chances de que passageiros tenham sobrevivido. “O que os bombeiros me disseram que a chance é quase zero de sobreviventes dentro do avião”, disse.

Serra afirmou que o Ministério Público e a Polícia Civil deverão investigar o acidente. De acordo com ele, as autoridades do setor aéreo também deverão investigar o caso.

Segundo a Infraero, havia 176 pessoas no avião, que fazia o vôo JJ 3054, de Porto Alegre para São Paulo. O acidente ocorreu por volta das 18h45 dessa terça-feira (17/7). A Infraero suspendeu todos os vôos e decolagens do aeroporto de Congonhas, o mais movimentado do país. No início da noite, a TAM emitiu notas sobre o ocorrido.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou ao comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, que se dirigisse a São Paulo e acompanhasse os trabalhos de resgate no aeroporto de Congonhas. O presidente, que está reunido com ministros no chamado “gabinete de crise”, também suspendeu sua agenda de compromissos até sexta-feira para tratar do tema e declarou luto oficial de três dias no país.

O porta-voz da presidência, Marcelo Baumbach, disse na noite de terça que o fechamento do aeroporto não está descartado. Lula também decretou luto oficial de três dias no país. “As atitudes deverão ser tomadas depois de uma criteriosa investigação. Nenhuma hipótese pode ser descartada”, disse o porta-voz.

Entre os passageiros estava o deputado Júlio Redecker (PSDB-RS), líder da minoria na Câmara. A informação foi confirmada por um assessor do deputado.

Aeroporto problema

O aeroporto de Congonhas, o primeiro em número de pousos e decolagens do país, situado numa região densamente povoada, entalado entre as avenidas Bandeirantes e Washington Luiz, ambas de intenso tráfego, é um problema à parte dentro do caótico quadro da aviação civil brasileira. O estado de conservação de suas pistas, sua própria localização e suas dificuldades de operação têm sido objeto de seguidas contestações judiciais.

Em abril deste ano, no rastro da crise aérea, o Ministério Público Federal em São Paulo, a Infraero e a Anac firmaram Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para estabelecer horários de funcionamento para o aeroporto de Congonhas durante a reforma da pista principal, além de estabelecer medidas para proteger os consumidores de eventuais transtornos causados pelas obras. O acordo foi encaminhado para homologação na 22ª Vara Cível.

A pista principal do aeroporto foi liberada para pousos depois da reforma, no dia 30 de junho. A reforma do piso da pista visava justamente evitar a derrapagem dos aviões em dias chuva. Foi nela que aconteceu o acidente desta terça-feira. A pista auxiliar ainda está em reforma. O custo total da obra foi estimado em R$ 19,9 milhões.

Antes, em 5 de fevereiro, o juiz Ronald de Carvalho Filho, da 22ª Vara Cível Federal de São Paulo, proibiu a operação de aviões modelo Fokker-100, Boeing-737/700 e Boeing-737/800, por questão de segurança. A decisão foi revogada dias depois pelo desembargador Antônio Cedenho, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região.

O Ministério Público Federal insiste no fechamento total da pista principal de Congonhas como medida de segurança. Para o MPF, o reagendamento dos vôos para os aeroportos de Cumbica (Guarulhos) e Viracopos (Campinas) ainda é a melhor solução para minimizar o desconforto dos consumidores, que constantemente têm seus vôos adiados em virtude das chuvas na cidade, apontada como o motivo para sucessivas interrupções de pousos e decolagens na pista.

A última providência para limitar o uso de Congonhas foi tomada no dia 5 de julho deste ano. Foram proibidos pousos e decolagens no Aeroporto de Congonhas entre 23h e 6h, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. A decisão foi do juiz federal Paulo Cezar Neves Júnior, da 2ª Vara Cível Federal de São Paulo. Segundo ele, há necessidade de “respeitar o repouso noturno” da vizinhança do aeroporto.

Também foram proibidas checagem de motores entre 22h e 7h, de acordo com a Portaria 188/DGAC, de 8 de março de 2005. A Ação Civil Pública foi proposta pela Associação dos Moradores e Amigos de Moema (Amam).

Notas da TAM

COMUNICADO TAM – 00h30

Todos nós da TAM expressamos os mais profundos sentimentos aos familiares e amigos dos passageiros, funcionários e tripulantes da empresa que estavam no vôo número JJ 3054, acidentado hoje no aeroporto de Congonhas.

Até o momento os nomes confirmados a bordo do vôo JJ 3054 são:

AKIO IWASAKI

ANDREA ROTA SIECZKOWSKI

ANDREI FRANÇOIS MELLO

CARLOS GILBERTO ZANOTTO

CASSIO VIEIRA SERVULO DA CUNHA

CLOVE MENDONÇA JUNIOR

RICARDO KIEY SANTOS (funcionário TAM)

MARCEL CASSAL VICENTIM (funcionário TAM)

MICHELLE SILVEIRA UNTERBERGER (funcionário TAM)

VINICIUS COSTA COELHO (funcionário TAM)

FABIOLA KO FREITAG (funcionário TAM)

A TAM está com seu Programa de Assistência às Vítimas e Familiares ativado desde os primeiros momentos após o acidente e disponibilizou um número de chamadas gratuitas voltado para o atendimento aos familiares dos passageiros e tripulantes deste vôo: 0800 117900.

Qualquer outra informação relevante será comunicada imediatamente pela TAM.

Assessoria de Imprensa – TAM

Tel: (11) 5582-8167/8685/8153

www.taminforma.com.br

Comunicado das 21h29

“A TAM informa que o vôo JJ 3054 decolou de Porto Alegre – RS com 170 pessoas, entre passageiros e funcionários da empresa, além de mais seis componentes da tripulação técnica (comandantes e comissários).

À medida que os nomes forem confirmados, notificaremos as famílias antes que qualquer informação se torne pública, como determina a legislação vigente.

Lembramos que a TAM já ativou seu Programa de Assistência às Vítimas e Familiares e disponibilizou o número 0800 117900 voltado ao atendimento aos familiares dos passageiros e tripulantes deste vôo.

A TAM divulgou todas as informações confirmadas até este momento. Qualquer outra informação relevante será comunicada imediatamente pela TAM.”

Comunicado das 20h31

“A TAM está trabalhando com o máximo de agilidade cuidado para confirmar a identidade das pessoas a bordo do vôo número JJ 3054 que decolou de Porto Alegre com destino a São Paulo e sofreu um acidente no pouso em Congonhas. À medida que os nomes forem confirmados, notificaremos as famílias antes que qualquer informação se torne pública, como determina a legislação vigente.

Lembramos que a TAM já ativou seu Programa de Assistência às Vítimas e Familiares e disponibilizou o número 0800 117900 voltado ao atendimento aos familiares dos passageiros e tripulantes deste vôo.

A TAM divulgou todas as informações confirmadas até este momento. Assim que dispusermos de fatos adicionais os repassaremos imediatamente”.

Comunicado das 19h53

“A aeronave da TAM Airbus A320, vôo JJ 3054, que partiu de Porto Alegre, às 17h16, com destino ao aeroporto de Congonhas (SP), sofreu acidente no pouso no aeroporto em São Paulo.

Neste momento não podemos determinar a extensão dos danos ou de possíveis lesões sofridas pelos ocupantes do avião, passageiros e tripulantes. Uma equipe da TAM já está no local e outros técnicos da companhia estão a caminho. A assistência de emergência também está sendo prestada pelo Corpo de Bombeiros, Infraero e outras autoridades aeronáuticas.

A TAM já ativou seu Programa de Assistência às Vítimas e Familiares e disponibilizou um número de chamadas gratuitas voltado para o atendimento aos familiares dos passageiros e tripulantes deste vôo: 0800 117900.

Qualquer outra informação relevante será comunicada imediatamente pela TAM.”

Texto atualizado às 18h10 do dia 18/7

Daniel Roncaglia

é repórter da revista Consultor Jurídico.

Rossi Vieira disse:
17 de julho de 2007 às 21:52

...como um marido de aeronauta, já havia exposto meu ponto de vista nessa revista. Repita-se, parabéns ao Ministério Público Federal e ao Magistrado que proibiu pousos e decolagens...mas cassaram a liminar:

Rossi Vieira (Criminal 05/02/2007 - 23:11
Parabéns pela decisão do magistrado paulista. Se sou eu o magistrado, também não colacaria a vida de milhares de cidadãos em jogo. Quem quiser se responsabilizar por acidente factível que casse a liminar. A vida de aeronáutas, constantemente, está em jogo. Principalmente, num aeroporto que carrega em suas pistas o perigo da aquaplanagem. A coragem do magistrado merece elogios.

Otavio Augusto Rossi Vieira, 40
advogado criminal em São Paulo

Rossi Vieira disse:
17 de julho de 2007 às 21:58

e somente para externar meus sentimentos:

Rossi Vieira (Criminal - - ) 23/02/2007 - 19:29
O aeroporto de Congonhas, em São Paulo, deveria ser desarticulado, embargado e virar museu. A poluição sonora, ambiental, social e o perigo de quedas das aeronaves ( lembre-se o acidente do jato da Tam nos idos 1996)em plena cidade, por si sós já justificariam uma mudança imediata do local de embarque de passageiros. Aeroporto deve ficar distante da cidade. Por todos esses motivos. Quem reside próximo ao aeroporto sabe ! As camadas de combustível que caem sobre São Paulo, através de fumaça aérea, é um fenômeno cientificamente comprovado. E faz mal à saúde pública. A facilidade de acesso a aeroportos não justifica a permanência desses jatos em São Paulo. A invasão de poluentes está em discussão mundial e seria um excelente precedente começar em São Paulo a mudança de situações convencionais.

Otavio Augusto Rossi Vieira, 40
advogado criminal em São Paulo.

A.G. Moreira disse:
17 de julho de 2007 às 22:18

As autoridades governamentais que "liberaram" a pista, ( ainda não terminada ), em dia de chuva , são responsáveis por , mais , esta tragédia !!!

Todos irão dormir, normalmente, esta noite ,

enquanto centenas de pessoas estarão chorando e sofrendo a angústia de seus familiares vitimados !!!

Torre de Vigia disse:
17 de julho de 2007 às 22:52

Caro Povo Paulista:
Lamentável tragédia, que não foi maior graças à Justiça de São Paulo que teve a coragem de interditar a pista sem condições de segurança.
Infelizmente, o País da Gambiarra e do descaso da Infraero, ANAC e das demais autoridades, sumulado na célebre expressão da Ministra Marta : "RELAXA E GOZA", causaram esta mais nova tragédia. ~
Não há dúvida que este acidente foi causado pelo descaso com a segurança do cidadão diante do maior valor que dão ao lucro, às licitações irregulares, à pressa, ao funcionamento de qualquer jeito daquilo que deveria ser objeto da maior atenção.
Presidente Lula: o que V. Exa. vai dizer à Nação. Porventura também vai dizer "Relaxa e Goza"?
Enquanto isso, na hora em que todos os canais de TV transmitiam a relevante notícia da tragédia, a Rede Globo transmitia impassívelmente a sua novelinha, em descaso com os Paulistanos, debochando da seriedade do caos e do sentimento de luto da Nação.
Meu Deus, até quando o Brasil vai ter uma Infraero incompetente e uma Marta como Ministra?
Aos diabos com vocês.

Torre de Vigia disse:
17 de julho de 2007 às 22:52

Caro Povo Paulista:
Lamentável tragédia, que não foi maior graças à Justiça de São Paulo que teve a coragem de interditar a pista sem condições de segurança.
Infelizmente, o País da Gambiarra e do descaso da Infraero, ANAC e das demais autoridades, sumulado na célebre expressão da Ministra Marta : "RELAXA E GOZA", causaram esta mais nova tragédia. ~
Não há dúvida que este acidente foi causado pelo descaso com a segurança do cidadão diante do maior valor que dão ao lucro, às licitações irregulares, à pressa, ao funcionamento de qualquer jeito daquilo que deveria ser objeto da maior atenção.
Presidente Lula: o que V. Exa. vai dizer à Nação. Porventura também vai dizer "Relaxa e Goza"?
Enquanto isso, na hora em que todos os canais de TV transmitiam a relevante notícia da tragédia, a Rede Globo transmitia impassívelmente a sua novelinha, em descaso com os Paulistanos, debochando da seriedade do caos e do sentimento de luto da Nação.
Meu Deus, até quando o Brasil vai ter uma Infraero incompetente e uma Marta como Ministra?
Aos diabos com vocês.

Torre de Vigia disse:
17 de julho de 2007 às 22:52

Caro Povo Paulista:
Lamentável tragédia, que não foi maior graças à Justiça de São Paulo que teve a coragem de interditar a pista sem condições de segurança.
Infelizmente, o País da Gambiarra e do descaso da Infraero, ANAC e das demais autoridades, sumulado na célebre expressão da Ministra Marta : "RELAXA E GOZA", causaram esta mais nova tragédia. ~
Não há dúvida que este acidente foi causado pelo descaso com a segurança do cidadão diante do maior valor que dão ao lucro, às licitações irregulares, à pressa, ao funcionamento de qualquer jeito daquilo que deveria ser objeto da maior atenção.
Presidente Lula: o que V. Exa. vai dizer à Nação. Porventura também vai dizer "Relaxa e Goza"?
Enquanto isso, na hora em que todos os canais de TV transmitiam a relevante notícia da tragédia, a Rede Globo transmitia impassívelmente a sua novelinha, em descaso com os Paulistanos, debochando da seriedade do caos e do sentimento de luto da Nação.
Meu Deus, até quando o Brasil vai ter uma Infraero incompetente e uma Marta como Ministra?
Aos diabos com vocês.

Carlos disse:
17 de julho de 2007 às 22:52

A.G. Moreira,

Concordo com vc e me solidarizo com a dor das pessoas que perderam entes queridos neste acidente. Esperto que Deus conforte seus corações neste momento.

Mas gostaria de dizer, talvez até não seja o momento oportuno...

No outro acidente da Tam e no da Gol, as ações foram propostas lá no exterior.

Neste caso terão que ser propostas aqui e isso é uma grande diferença. O Poder Judiciário anda capengando, as Decisões em geral por danos além de demorar anos são de fazer chorar diante da insignificância dos valores.

Os irresponsáveis que agiram com total falta de zêlo pela vida dos outros, irão dormir tranquilos por muito tempo.

Serão julgados por homicídio culposo??????????????

Carlos Rodrigues
berodriguess@yahoo.com.br

Anaconda disse:
17 de julho de 2007 às 23:38

Vocês ainda perguntam quem são os culpados? Certamente não são os controladores de vôo e nem o pessoal da INFRAERO que liberou a pista. Voltem os olhos para BRASÍLIA!
Enquanto metem a mão no dinheiro público superfaturando obras do aeroporto, e nos mandam relaxar e gozar, inúmeras vidas se vão.
Quero só ver quem será o bode espiatório dessa vez!
São uns caras de pau! E ainda temos que aguentar a cara dessa gentalha na tela da televisão!

www.professormanuel.blogspot.com disse:
18 de julho de 2007 às 00:36

Quando os procuradores Márcio Schusterschitz da Silva Araújo e Fernanda Taubemblatt pediram o fechamento do aeroporto de Congonhas para reformas, justamente por causa das diversas derrapagens ocorridas lá, vários leitores acharam o pedido maluco.

Quando o juiz Ronald Carvalho Filho concedeu uma liminar impedindo o tráfego de grandes aeronaves em Congonhas, foi duramente criticado aqui no CJ.

Um leitor, quando da reforma da decisão liminar, chegou a sugerir que ele tivesse seu salário descontado para coibir novas decisões absurdas (http://conjur.estadao.com.br/
static/text/52941,1). Este mesmo leitor disse que o MPF estava se metendo em um assunto sobre o qual não tinha conhecimento, sem importância e fora do que deveria ser a prioridade do MP: caçar bandidos.

Eu gostaria que o pedido "maluco" do MPF tivesse sido atendido. Eu gostaria de estar comemorando a chuva de medalhas no Pan. Eu gostaria de não estar chorando mais de uma centena de mortes evitáveis.

Erick de Moura disse:
18 de julho de 2007 às 00:59

O mérito, e empenho que foi frustrado no que ainda havia restado do pleito com a cassação da liminar da Ação Civil Pública, deve ser creditado somente ao MPF por meio de seus procuradores. Destarte, até porque, quem REALMENTE leu os artigos anteriores do CONJUR, sobre a pista de Congonhas, verificou que o juiz federal somente impediu as aterrizagens de alguns modelos de aviões, e não justamente do modelo Airbus em questão, que se deslocou para fora da pista causando o terrível acidente.

Erick de Moura disse:
18 de julho de 2007 às 01:05

Só mais um adendo, aquela ACP tinha como pedido a interdição TOTAL da pista de Congonhas (pista auxiliar e principal), até que se realizassem e concluissem, as reformas necessárias para se evitar a hidroplanagem da pista. Entretanto o juiz sabe-se lá por quais argumentos e fundamentos, só restringiu a decolagem e pouso de uma pequena parcela (modelos) de aviões, mesmo que ainda outros, embora de outras marcas tivessem a mesm pesagem.

Embira disse:
18 de julho de 2007 às 01:06

O facciosismo de, pelo menos, parte da mídia ficou patente no recente desastre aéreo ocorrido em São Paulo. Antes mesmo de conhecer e analisar as causas do acidente, um certo canal de TV já considerava o acidente “mais uma conseqüência do caos aéreo que estamos vivendo”. Cansaram de citar o fato de que as ranhuras da pista ainda não tinham sido executadas, o que favoreceria o acúmulo de água na pista. Agora, o blog do Fernando Rodrigues já informa que “o avião tocou no ponto correto da pista e continuou em linha reta e alta velocidade. Pode ter ocorrido algum defeito no aparelho que o impediu de frear (as turbinas não reverteram, os freios não funcionaram, enfim, várias possibilidades a serem estudadas e investigadas). O fato de o avião ter continuado em alta velocidade depois de ter atingido o solo –informação pendente de ser oficialmente confirmada com dados da caixa-preta– praticamente descarta a hipótese de defeitos na pista de Congonhas. Quando o avião derrapa por deficiência da pista quase sempre ocorre uma mudança imediata na trajetória em solo. As informações preliminares dão conta de que o Airbus da TAM seguiu em linha reta quase até o final da pista, sem frear nem perder a direção. Verdade seja dita, a Rede Globo foi bem sóbria em seus comentários, mas, sempre tem um canal careta para fazer comentários precipitados, ou mesmo, levianos. O Consultor Jurídico conseguiu conter-se um pouco. Falou só de “derrapagem”, o que parece estar descartado. Não foi falha da pista, ao que parece, nem culpa do Lula. No outro grande acidente em Congonhas, o reverso do avião ligou na hora errada, quando da decolagem; desta vez, pode não ter ligado na hora certa, a da aterrissagem.

Anaconda disse:
18 de julho de 2007 às 02:08

Agora não adianta mais falar. Nada vai ressucitar aquelas pessoas que morreram de forma tão trágica. A verdade é uma só: não se dá solução para nada neste País. O caos da aviação é uma realidade, e o pior cego é aquele que não quer ver. E não é só a aviação. O País está um caos. Em vez de criticarem Judiciário e Ministério Público (defendendo Políticos), rezem para que as coisas mudem e por esses inocentes que se foram. Amanhã poderá ser um de nós.
Vocês já tiveram alguma solução para o caso da GOL? Se tiverem me avisem porque até agora só ouvi besteira da boca desses políticos. Só conversa fiada e o resultado é este.

www.professormanuel.blogspot.com disse:
18 de julho de 2007 às 02:22

Para variar, os defensores incondicionais do governo já começam a acusar um complô da mídia e da oposição. Os corpos das novas vítimas do caos aéreo (aquele que ora não existe, ora é sinal de prosperidade, ora deve ser enfrentado com relaxamento e gozo...) nem esfriaram e já começou a politicagem.
É asqueroso.
A hipótese mais provável do acidente é sim uma derrapagem ocasionada pelo acúmulo de água na pista. Existem várias evidências disto (garimpei algumas pistas e as e reuni em meu blog).
A investigação oficial pode até dizer que a pista de Congonhas (onde houveram cerca de uma dezena de derrapagens no último ano - antes e depois da reforma) é a mais segura do mundo. Mas tem que ter muita fé para acreditar.

Marcellus Glaucus Gerassi Parente disse:
18 de julho de 2007 às 02:22

Ainda não consegui dormir.

Clamo a todos, que realmente possamos nos empenhar em trazer soluções para esta desgovernança que nos assola não somente nestes últimos seis anos - coicidentemente a era do lulo - petismo com suas fabulosas, fantásticas e fantasiosas operações -, mas já desde à pena de Pero Vaz de Caminha.

A tecnocracia lulo - petista, para demonstrar sua incrível capacidade de fazer o fracasso subir à cabeça, propalou a entrega da pista principal do ?Aeroporto? de Congonhas, apesar do grooving não haver sido feito, por motivos de ordem técnica, possibilidando assim, dois acidentes em dois dias seguidos justamente por falta de aderência à pista de Congonhas, justamente pela falta do grooving.

Se tivéssemos um governo minimamente comprometido para com a nação, neste momento, ao menos, duas cabeças já haveriam de rolar, quais sejam, o presidente da Infraero e o ?Ministro? da Defesa.

Da mesma forma, já haveria de o nosso Grande Guia ter encontrado a razão para que cerca de 90 mil pessoas entoarem uma vaia ao ouvir o pronunciamento de seu sabático nome na abertura dos jogos abertos das Américas, ou como preferirem, o PAN.

Chega, não há mais condições de olhar a mais uma tragédia, e que não venham aqueles habitantes de algum PRADO aonde somente muares pastam falar que estamos revoltados porque foi um transporte "DAS ELITE" que vitimou mais de 180 pessoas, não, pois na Avenida Washington Luiz passam ônibus que levam trabalhadores, carros que levam trabalhadores, mães e crianças.

Comprazo-me com os familiares das vítimas do JJ3054, minhas sinceras condolências pela perda de seus entes. Estendo as condolências a todos os demais brasileiros, incluindo-me nesta lista, pelo falecimento da República Federativa do Brasil, cadáver aliás que já se encontra em estado de putrefação avançada.

Eri Coelho - Jornalista disse:
18 de julho de 2007 às 08:16

Vale colar o manifesto:

Tragédia do vôo 3054 da TAM: associações culpam governo pelo caos aéreo
18.07, 03h09
Loteamento de cargos faz mais vítimas inocentes

Não é possível continuar assistindo o massacre de inocentes. O caos aéreo e as tragédias começaram a ocorrer, exatamente, a partir do momento em que se retirou do Ministério da Aeronáutica a administração do Sistema de Aviação Civil. Isso não é coincidência. É o resultado da desprofissionalização do setor, da falta de subordinação entre órgãos e da quebra da hierarquia do sistema.

A Aeronáutica, organização altamente profissionalizada (e imune a loteamentos de cargos), administrou a aviação no Brasil de 1941 até março de 2006. Foram 65 (sessenta e cinco) anos de gestão. Sessenta e cinco anos, sem que nada sequer parecido com o que ocorreu nos últimos treze meses tivesse se verificado. Profissionais (militares) foram sendo substituídos por militantes políticos inexperientes. Órgãos que compõem o sistema de aviação civil foram inoculados com essa anomalia brasileira que a cada quatro anos distribui vinte e cinco mil cargos. Essa prática é inédita no mundo. Igualmente inédito é o caos aéreo brasileiro que não encontra precedente em toda a história do transporte aéreo mundial, desde Santos Dumont.

Pelo amor de Deus, devolvam o comando da aviação civil do País ao Ministério da Aeronáutica, única maneira de blindá-la a essa prática que está acabando com a administração pública brasileira. Acabem com o Ministério da Defesa e com a ANAC. Restabeleça-se o organograma que administrou a aviação no Brasil, de 1941 até a criação dessas duas peças inúteis.

O que mais precisa acontecer? Quantas vidas vale um cargo? A aviação simplesmente não funciona sem profissionalismo, disciplina e hierarquia. Isso não existe mais. Enquanto esses três requisitos estiverem ausentes, o caos aéreo, as tragédias e as mortes vão continuar.

A ANDEP e o FÓRUM, por suas diretorias, manifestam sua dor pela perda de vidas de inocentes, entre as quais identifica amigos e conterrâneos.

Porto Alegre, 17 de julho de 2007.

Cláudio Candiota Filho
pres. ANDEP - Associação Nacional em Defesa dos Direitos dos Passageiros do Transporte Aéreo

Alcebíades Adil Santini
pres. FÓRUM ESTADUAL DE DEFESA DO CONSUMIDOR

http://www.diegocasagrande.com.br/index.php

A.G. Moreira disse:
18 de julho de 2007 às 09:20

Sr. "professor",

1 - Em relação àquele "leitor" que , nesta coluna, afirmou que um Juiz não pode "interditar" ou "liberar" uma pista de pouso, sem, antes, ouvir os técnicos especializados e as, competentes, autoridades responsáveis , com certeza aquele "leitor" estava e continúa, corretíssimo !!!

2 - Quanto ao MP., nestas 2 semanas de "liberação" da pista do aeroporto, aonde ele se encontrava, que não viu que as obras não estavam prontas e, por conseguinte, a "liberação" foi uma irresponsabilidade criminosa ???

3 - Concordo, plenamente, consigo, àcerca dos "adeptos" e "beneficiários" deste governo, em (mediunicamente) arranjarem justificativas, para isentar a as autoridades que administram o aeroporto.
Teve um , abaixo, que chega ao cúmulo, de informar, ( em 1ª. mão . Pois nem o "Cabrini" sabia ), que o avião acidentado, pousou, EXATAMENTE, no ponto da pista que tem as "ranhuras", isentando assim, qualquer problema com a pista de pouso !!!

Advogado disse:
18 de julho de 2007 às 10:08

Que é isso???

Querem apostar que a conclusão das "investigações" será de que a culpa é do piloto? Ele errou na manobra, passou do ponto, virou pra esquerda (dirão que deveria ter seguido reto, cairia sobre o viaduto e a Av. dos Bandeirantes, vitimando muito mais pessoas), etc...

Caos aéreo? "Nunca na história deste país"... assim como não existiu mensalão, sanguessuga, vampiro, dólar na cueca, corrupção nas licitações, afinal, "relaxa e goza", diria a pragmática Ministra. Ou como uma propaganda de automóvel, tirada do ar em apenas dois dias, por um "pedido" palaciano ou qualquer outra "intervenção sobrenatural": "relaxa e compra" (até na censura de marketing tem o dedo de alguém).

Até agora não se ouviu pronunciamento de nenhuma autoridade: Predidente da República, Ministro da Defesa, Aeronáutica, Infraero, ANAC... por acaso alguém tem medo de ser vaiado? De novo? 90 mil vozes não foram suficientes? Adiantou ficar triste?

Cada vez mais, ao ver e ouvir notícias sobre o Brasil, me lembro daquela música do Gabriel, O Pensador:

"Até quando você vai levando? Porrada, porrada...
Até quando vai ficar sem fazer nada?
Até quando você vai levando? Porrada, porrada...
Até quando vai ser saco de pancada?"

ATÉ QUANDO?????

Advogado disse:
18 de julho de 2007 às 10:28

Vão dizer que é sensacionalismo barato, MAS A TRAGÉDIA JÁ ESTAVA ANUNCIADA!!!

Ou alguém tinha dúvidas que alguma coisa iria acontecer, ainda mais naquele aeroporto? Anteontem foi o avião da Pantanal, que rodou na pista e até perdeu as rodas, por milagre parando no canteiro central. Era um jato de menor porte, mas demonstrou a insegurança da pista. Como alguém, em sã consciência, pode afirmar que uma pista de 1,9 km, rodeada de bairros residenciais, cuja camada asfáltica ainda não tinha recebido as indispensáveis ranhuras (grooving), do aeroporto mais movimentado do país (pousos e decolagens a cada 3 minutos), oferecia segurança?????

E liberaram seu funcionamento, mesmo estando a reforma incompleta...

Homicído doloso é o mínimo!!!!

Não adianta "ficar consternado", enviar porta-voz, nota oficial, reunir-se em gabinetes fechados, o escambau... dê a cara na tv, em público, quem sabe as vaias de muitos milhões, ou o choro de centenas de familiares por suas perdas, produzam alguma mudança realmente significativa.

Porque mudanças, nestes últimos anos, só as dos nomes dos programas assistencialistas do governo....

Luiz Augusto Mendes disse:
18 de julho de 2007 às 13:00

Com a infraero nas mãos da burocracia petista, não podia dar em outra coisa: RELAXA E MORRA!

Armando do Prado disse:
18 de julho de 2007 às 13:38

A Globo e os incautos, já terminaram o inquérito, julgaram e deram o veredicto: o culpado é o governo. E depois querem falar em presunção de inocência. Fariseus é o que são.

Advogado disse:
18 de julho de 2007 às 14:19

Talvez, Sr. Professor, a culpa seja do Roberto Marinho, do FHC, do FMI, dos EUA, do Bush, etc., como o PT sempre alega...

E o da GOL?

E os escândalos de corrupção?

"Nunca na história deste país" se tentou tanto tirar da reta como este governo...

"Não sei de nada", diria o rei, enquanto os subalternos "dançam" (como literalmente fez aquela infame parlamentar no Congresso) no dinheiro público...

Nas palavras do Luiz Mendes?: "RELAXA E MORRA!"

ROS disse:
18 de julho de 2007 às 14:37

O problema não é atribuir a culpa ao presidente da República ou a seus subordinados diretos, responsáveis pela situação aérea no Brasil, porque realmente ainda é impossível afirmar o que ocasionou o acidente. Porém, as evidências apontam no sentido de que a liberação da pista sem as chamadas ranhuras, pode ter contribuído ou mesmo causado o acidente. Na verdade, tudo é fruto da incompetência, da negligência e da falta de investimento no setor aéreo. Temos um presidente da república que nunca sabe de nada, que nunca conseguer ver nada, um ministro da defesa que parece sempre estar dormindo, alheio ao mundo e ao que acontece a sua volta, um presidente da Infraero, que afirma em cadeia nacional que a situação aérea brasileira foi pro espaço, sem apresentar uma possível solução para o problema, uma ministra do turismo que manda os sofridos passageiros relaxarem e gozarem. Ora, lá se vão dez meses de uma crise sem solução, sequer nosso presidente foi capaz de demitir o ilustre ministro da defesa, para que alguém competente e que entenda do assunto pudesse ter assumido.Como puderam liberar a pista sem as ranhuras necessárias? Como puderam permitir que o aeroporto continuasse funcionando depois dos vários acidentes com a pista molhada, inclusive o de anteontem com o avião da Pantanal? O que dizer agora aos familiares das vítimas? A dor que estão sentindo, como aliviá-los? Não há como. Fica-se a esperança que nossas autoridades que dormem em berço esplêndido acordem, ou que nós acordemos e coloquemos um basta nessa situação, nem que seja pra expulsarmos a ponto pé esses incompetentes e corruptos que se instalaram na direção do nosso país! É preciso que acordemos rápido, ou amanhã nós ou nossos familiares poderemos ser as próximas vítimas.

Mauri disse:
18 de julho de 2007 às 16:25

Concordo que o comando do setor aéreo mereça críticas por toda confusão vista nos aeroportos até agora, mas desta vez parece que o que ocorreu foi realmente uma fatalidade. Tenho ouvido, de pilotos experientes, que a pista não poderia ter causado este acidente, o que foi endossado por um técnico da COPPE-UFRJ entrevistado pelo Jornal Hoje, da Globo. Mesmo que o sistema aéreo brasileiro fosse perfeito, esta tragédia aconteceria se as condições se repetissem, com ou sem ranhuras na pista.

Concordo ainda que eximir o governo de suas responsabilidades é politicagem da pior qualidade, mas acusá-lo precipitadamente por fatores que vão além de seu controle também o é.

Devemos cobrar do governo uma solução para o caos, não só do setor aéreo, mas também para o caos das estradas (esse muito mais antigo), que matam muito mais do que todos os acidentes aéreos somados, além de tantos outros, afinal caos é o que não falta nesse país.

luca morato disse:
18 de julho de 2007 às 17:43

Notícia publica no CONJUR no dia 23/02/2007

Banidos da pista
Fokker e Boeings não poderão mais pousar em Congonhas
Os aviões Fokker 100 e Boeings 737-800 e 737-700 não poderão mais pousar no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a partir da meia noite de quinta-feira (8/2). As informações são do repórter Jéferson Ribeiro e foram publicadas no site Terra.

A decisão foi tomada pelo juiz Ronald de Carvalho Filho, da 22ª Vara Cível Federal de São Paulo, que negou o pedido do Ministério Público Federal de fechar a pista principal do aeroporto por causa do risco de derrapagens em dias de chuva, mas determinou a suspensão da operação das aeronaves para evitar novos acidentes.

O juiz pediu ainda informações adicionais sobre o funcionamento dos Boeing 737-400 e pode também determinar o cancelamento de suas operações no maior aeroporto do país.

A decisão de proibir as operações das aeronaves surpreendeu o presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira, que não entendeu o porquê do cancelamento da operação dos Fokker 100, por exemplo. Segundo ele, são aviões leves e que pousam em pistas com piores condições que a de Congonhas, nos aeroportos do interior do país. Ele já esperava, por exemplo, o cancelamento das operações dos Boeings 737-800, que pesam 40 toneladas e correriam mais riscos ao operar na pista danificada do aeroporto paulista, mas não pensava que outros Boeings, de menor porte, e Fokkers fossem impedidos de voar em Congonhas.

"Isso significa um caos. Estou preocupado com a imagem que a aviação brasileira terá lá fora. Não tenho idéia de por que o juiz tomou essa decisão, pois os documentos não estão na minha mão. Mas os advogados da empresa me informaram do conteúdo delas. Os detalhes vou saber amanhã", disse Pereira

luca morato disse:
18 de julho de 2007 às 17:44

E O QUE METERAM O PAU NO PROBRE DIABO DO JUIZ...
AGORA TODO MUNDO FICA QUIETINHO NÉ!!??

www.professormanuel.blogspot.com disse:
18 de julho de 2007 às 18:44

O juiz e os procuradores foram ridicularizados por vários leitores aqui no CJ.
Eles poderiam ter evitado o desastre.
A Anac, a Infraero e as companhias aéreas fizeram de tudo para manter Congonhas funcionando.

Ramiro. disse:
19 de julho de 2007 às 00:11

Como estudante, neófito no direito, gostaria de aproveitar que aqui é visitado por tantos operadores doutos do direito, e deixar uma questão para ser respondida.

Até que ponto o Ministério Público poderia aplicar a LEI FEDERAL 8.137/1990, em seu art. 7, inciso VII.
Visto que pode muito mais facilmente se verificar e se ter provas da manutenção da pista, dos riscos previstos, de quem insistiu e envidou esforços para que a situação de risco ocorresse guardando como culpa a omissão. Até que ponto tal lei poderia ser aplicada?

Ramiro. disse:
19 de julho de 2007 às 00:17

LEI FEDERAL 8.137/1990, em seu art. 7, inciso VII. Por que parece ser tão pouco aplicado este diploma legal? Até que ponto cabe no caso deste nefasto acidente?

Por outras razões, tem algum tempo, eu fui no site do STJ buscar aplicação de tal lei e só encontrei, talvez por pouca competência minha, o HABEAS CORPUS Nº 43.078 - MG, o tema da ação é bem diverso, mas o paralelismo está no tema da omissão como gerando engano e risco ao consumidor.

Com toda humildade gostaria de ouvir opiniões de quem conhece esta questão que envolve persecução criminal em ação penal pública. Se aplica em algum aspecto ao caso concreto?

futuka disse:
19 de julho de 2007 às 13:41

AEROPORTO é SOLUÇÃO!!! Problema estão sendo criados pela corrida ao dinheiro a corrida pelos lucros dos passageiros, deveriam ser criadas soluções tais como diminuir a quantidade de aviões em circulação e iniciarem novo planejamento para que sejam iseridas novas idéias da população local com referencia aos novos horários de funcionamento etc..O que me deixa a imaginar se o executivo não têm planos ou algum projeto para a execução e criação de um novo aeroporto para a cidade de sp(claro que deve ser sigiloso-em função da exploração imobiliária). Pois foi assim que aconteceu com o CONGONHAS que até bem pouco era o orgulho dos paulistas. Aqueles que procuraram margea-lo sem dúvida não foi até lá por causa do barulho, mas sim para o bom investimento imobiliário!E AGORA MANEH, qual será o próximo TARGET.
...ê sampa ñ eh facil ñ!

Você precisa estar logado para enviar um comentário.

Leia também