O Supremo Tribunal Federal reservou seis dias, entre 22 e 31 de agosto, para decidir sobre a abertura de ação penal contra os denunciados, apontados como integrantes do mensalão, o esquema de mesadas para parlamentares em troca de apoio político ao governo.
O relator do pedido, ministro Joaquim Barbosa apresentará um relatório de 300 páginas. Há previsão de 20 sustentações orais, com cerca de 15 minutos cada. Os oito dias reservados exclusivamente para o julgamento podem ser estendidos se necessário.
O início do julgamento não significa necessariamente que o encerramento do caso está perto do fim. Caso a ação penal seja aberta, os denunciados se tornam réus e terá início todo o trâmite da ação, que deve obedecer o devido processo legal. Haverá defesa prévia dos réus, interrogatórios e mais produção de provas se necessário, entre outras coisas.
Em março de 2006, o procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, denunciou 40 pessoas entre políticos e empresários comprometidas com o mensalão, por crimes de peculato, corrupção, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, evasão de divisas e gestão fraudulenta.
Entre os denunciados por participação no esquema estão o ex-presidente do PT José Genoino, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e o publicitário Marcos Valério. Eles estão no que o procurador-geral da República chamou de núcleo da “organização criminosa”.
De acordo com a investigação do procurador-geral, o esquema do mensalão era uma organização criminosa dividida em três núcleos: o político-partidário, o publicitário e o financeiro. Para garantir apoio no Congresso, ajudar na eleição de aliados e fazer caixa para novas campanhas, o estado-maior do PT desembolsava altas quantias aparentemente recebidas em troca de favorecimento da máquina pública.
O esquema ficou conhecido em 2005 e, no mesmo ano, provocado pelo procurador-geral da República, o Supremo abriu inquérito para dar curso as investigações do caso. Em março de 2006, Antonio Fernando de Souza ofereceu denúncia ao STF.
Vão julgar mais o quê? A maioria dos "come-quietos" já foram devidamente abonados pelos seus "pares". O Supremo vai é pagar mico, fazer mais um joguinho pra torcida. No dia em que algum político for condenado, nesta pátria amada, abandonada e sacaneada, salve, salve, vai nascer cada "dentão" em galinha!
Francisco Alexandre Zerlottini. BH / MG.
Já não se houve mais falar em Marcos Valério e Cia Ltda.
É mais uma bela PIZZA PORTUGUESA COM CERTEZA!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Podem ter certeza, não é brincadeira, isso tudo não vai dar em nada. NUNCA deu! Seria gora em que a maioria dos envolvidos são do governo? Até parece. Conta outra. Esse governo só sabe dizer nunca isso, nunca aquilo, mas eu digo o que vemos:
NUNCA nesse país se roubou tanto e tão descaradamente.
NUNCA nesse país houveram tantos acidentes aéreos.
NUNCA nesse país o povo foi tão enganado com falsas promessas e manobras ilusionistas através de propagandas fraudulentas.
NUNCA nesse país se pagou tanto imposto.
NUNCA na história desse país fomos tão mal vistos no cenário mundial, principalmente quanto à corrupção.
E por aí vai....
Meu consolo é que tudo o que é ruim um dia chega ao fim, foi assim com a Alemanha Nazista, com a Itália facista, com a União Soviética comunista e se DEUS quiser será assim como o Brasil PTista.
Mas voltando ao assunto, acompanhem, ainda iremos comentar estupefatos essa marmelada (ou pizza como queiram) feita pelo supremo.
Tremo, e não é frio, é de raiva, só de pensar que não vai dar em nada.
É vergonhoso um país sem moral, sem vergonha e, o que realmente irrita, sem justiça!
Eu sempre me perguntava a razão para esses políticos corruptos se matarem para chegar ao senado ou a câmara. Tudo, menos encarar a justiça comum.
Sempre imaginei que o supremo (tá de letra minúscula de propósito!), fosse o temor de todo e qualquer bandido, seja ladrão de galinha, seja de dinheiro público. É justamente o inverso!
O que é justiça? O que é moral? O que é respeito?
Só vejo essa gente dissimulada, fazendo pouco de todo um povo, e são todos! Não há exceção!
Esses homens são uma ofensa ao povo honesto, bom, amigo, alegre, cortez deste país.
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