Motoqueiros têm até janeiro para regulamentar o capacete

Os motoqueiros que ainda não se adaptaram às novas regras da Resolução 203 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) terão mais cinco meses para fazer as mudanças.

Uma decisão de Contran, publicada na sexta-feira (27/7) no Diário Oficial da União, prorrogou de 6 de agosto para 1º de janeiro de 2008 o prazo para a resolução entrar em vigor. A informação é da Agência Brasil.

As novas regras determinam que capacetes tenham certificação do Inmetro. Além disso, será necessário que o capacete possua nas partes traseiras e laterais elementos refletivos de segurança que deverão ter uma superfície de pelo menos 18 centímetros quadrados.

Segundo a resolução, o capacete deverá possuir viseira. Durante o período noturno, é obrigatório que a viseira seja do padrão cristal. Caso não possua viseira, deverão ser utilizados óculos de proteção que não podem ser substituídos por óculos de sol. Os óculos de proteção são aqueles que permitem ao usuário a utilização simultânea de óculos normais ou de sol. A resolução proíbe o uso de películas na viseira.

As regras valem para a utilização de capacete por condutor e passageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo e quadriciclo motorizado. Quem não cumprir as normas pagará multa de R$ 191,54, terá o direito de dirigir suspenso e terá recolhido o documento de habilitação.

Ruberval, de Apiacás, MT disse:
31 de julho de 2007 às 09:36

Fui em Rondônia e ninguém usa capacete lá, o que dava a impressão que eu não estava no Brasil.

ANTONIO disse:
31 de julho de 2007 às 14:44

Aproveitando a obrigatoriedade do capecete mais efeciente para proteção dos motoqueiros, a Prefeitura do Municipio de São Paulo poderia em vias de transitos rapidos com muitos acidentes como é o caso da 23 de maio, Rubens Berta, Washington Luis Radial Leste, Marginal Pinheiros, Tiete e outras, fazer uma pista exclusiva para as motos, acho que a experiencia feita na Av. Sumare deu certo, estas pistas podem amenizar os acidentes de motos, na maioria com morte do piloto, sabemos que a cabeça do piloto de moto é o para-choque, caso algun motoqueiro ande fora destas pistas a prefeitura teria que estipular uma multa alta e até a apreensão da moto, para a prefeitura o custo de uma faixa exclusiva é mais barato que a recuperação de um acidentado ou morto.

Gutao disse:
01 de agosto de 2007 às 10:04

Não adianta mudar as leis se as pessoas não tiverem consiência.
A lei é criada, o povo gasta muito dinheiro, não toma conciência, e o nosso governo arrecada cada vez mais, além da corrupção que a cada dia é evidenciada.

ivosleite disse:
01 de agosto de 2007 às 12:25

sabe eu queria deixar uma pergunta no ar, porque nos USA o uso de capacete nao e obrigatorio , e ainda o numeros de acidentes e bem menor do que no Brasil, e ainda nao tem tantas leis promulgadas somente para exarar o estado de volupia em legislar , que creio se nao legislar vao sofrer de acometimentos irreparaveis a sua estabilidade psicologica. ( porque tbem nao afinanceira )

ja tivemos varias leis no tocante a Legislaçao de transito, sao tantas e tamanhas vantagens que alguns levam ao se promulgarem leis que criam obrigaçoes para os prorietarios de veiculos, para mim deveria ser extinta a funçao de delegado de Transito, e ridicula poe este homem na rua policiando e investigando, faca-o valer seu salario e demais este pais esta a deriva nao temos mais controle sobre o que fazer como fazer e qdo fazer e o verdadeiro caos.

Marcelo Augusto Pedromônico disse:
01 de agosto de 2007 às 18:35

O termo motociclista é mais adequado para nós, que possuimos motocicletas.

Na minha opinião, o capacete é fundamental para o uso deste veículo.

O que é preciso, e nesse sentido é que a administração pública deveria investir, é a educação tanto de motoristas quanto de motociclistas, a fim de tornar a convivência harmoniosa.

Motociclistas desrespeitam constantemente as regras de trânsito, e motoristas, por sua vez, desrespeitam ou simplesmente ignoram a presença de uma motocicleta.

Nessa convivência hostil e nada civilizada, os que mais sofrem, muitas vezes com a própria vida, são os motociclistas, sendo que muitos são condutores responsáveis, cumpridores da legislação de trânsito.

Assim, registro meus votos de que haja PAZ no trânsito.

Jota disse:
02 de agosto de 2007 às 10:00

Um dos diversos cursos que realizei na vida foi o de Socorrista. Já vi muito acidente grave envolvendo motociclistas e muitos se salvaram porque portavam capacetes de acordo com a legislação. Isto responde apergunta "deixada no ar" do ivosleite.

celsopro disse:
02 de agosto de 2007 às 12:05

Ao Sr. JOTA e aos "LEGISLADORES" do Brasil. Talvez o IVOSLEITE não tenha conseguido deixar sua pergunta no ar, mas aqui fica a minha. Existe à venda no mercado em geral, capacetes importados que custam de R$500,00 a R$5.000,00, aprovados por legislação e (mais importante) fiscalização mais rígidas, que as em vigor e praticadas no Brasil. Esses capacetes, com indiscutível capacidade de absorção de impacto dez vezes maiores que os nacionais, não possuem selo do INMETRO e portanto, não poderão ser usados por essa razão. Pergunto: Um capacete com carcaça em ABS dupla e viseira de 5 mm (0,5 cm) não poderá ser usado, e em contrapartida, passaremos a usar um PEELS de R$ 50,00(casca de ovo) ou um TAURUS modelo SAN MARINO com viseira de plástico que se afunda com um simples empurrão com os dedos. Esse é o Brasil, o mesmo do "KIT DE PRIMEIROS SOCORROS" obrigatório, o mesmo que está obrigando milhares de proprietários a susbstituir o engate para reboque, o mesmo que tentou a obrigatoriedade do extintor polivalente, que não pegou... Se tem uma coisa que funciona nesse Brasil, essa coisa são os lobistas pagos pelas grandes empresas, para vender seus produtos, via projetos de lei na Câmara Federal.

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