O juiz Bento Luiz de Azambuja Moreira, da 3ª Vara do Trabalho de Cascavel (PR), decidiu cancelar uma audiência porque uma das partes calçava chinelos. Para ele, “o calçado é incompatível com a dignidade do Poder Judiciário”.
O trabalhador Joanir Pereira ajuizou ação trabalhista contra a empresa Madeiras J. Bresolin. A primeira audiência, no entanto, não foi feita porque o ex-funcionário estava com calçado impróprio para o ambiente, de acordo com o juiz.
Na ata, o juiz registrou a sua insatisfação e marcou uma nova data para a audiência. O caso foi noticiado, nesta quinta-feira (21/6), pelo site Espaço Vital.
“O juiz deixa registrado que não irá realizar esta audiência, tendo em vista que o reclamante compareceu em Juízo trajando chinelo de dedos, calçado incompatível com a dignidade do Poder Judiciário”, registrou o documento.
O presidente da Amatra da 9ª Região (Associação dos Magistrados do Trabalho), José Mário Kohler, comentou a decisão. Para ele, não tem nada de indigno uma pessoa simples calçar chinelos durante uma audiência.
Mário Kohler disse, ainda, que jamais suspenderia uma audiência por esse motivo e que a maioria dos juízes do trabalho também não.“O juiz tem de agir com o bom senso judiciário”, destacou.
Leia a ata:
Numeração única: 01468-2007-195-09-00-2
Reclamante: Joanir Pereira
Reclamada: Madeiras J. Bresolin Ltda.
TERMO DE AUDIÊNCIA
Aos treze dias do mês de junho de 2007, às 15:10h, na sala de audiências da 3ª Vara do Trabalho de Cascavel, sob a direção do Juiz do Trabalho Dr. BENTO LUIZ DE AZAMBUJA MOREIRA, foram apregoados os litigantes.
Presente o(a) reclamante, acompanhado(a) de seu(sua) procurador Dr. Olímpio Marcelo Picoli (OAB/TO 3631) .
Presente o(a) reclamado(a), por intermédio do preposto José Orlando Chassot Bresolin, acompanhado(a) de seu(sua) procurador Dr. Heriberto Rodrigues Teixeira (OAB/PR 16184), que junta procuração, carta de preposição e contrato social.
O Juízo deixa registrado que não irá realizar esta audiência, tendo em vista que o reclamante compareceu em Juízo trajando chinelo de dedos, calçado incompatível com a dignidade do Poder Judiciário.
Protestos do reclamante.
Em face da providência, o Juízo designa nova data para instauração do dissídio, dia 14 de agosto de 2007 às 14h30min.
Cientes as partes.
Nada mais.
Audiência encerrada às 16H10h.
E para constar, eu Suzeli Maria Idalgo Becegato, Assistente Administrativo de Sala de Audiências, digitei a presente ata.
BENTO LUIZ DE AZAMBUJA MOREIRA
Juiz do Trabalho
ARROGÂNCIA, TEU NOME É BENTO LUIZ. A QUEM CABE A RESPONSABILIDADE PELO TEMPO QUE O RECLAMANTE TERÁ DE ESPERAR ATÉ A NOVA AUDIÊNCIA? EU MORRO E NÃO VEJO TUDO.
Lamentável... Jesus Cristo calçava sandálias e foi julgado mesmo assim.
Otavio Augusto Rossi Vieira, 40
advogado criminal em Sao Paulo.
TODOS SABEM QUE QUEM AFRONTA À DIGNIDADE DA JUSTIÇA SÃO AQUELES DE TERNOS.
DEUS COLOCARÁ UM CHILENINHO DA HUMILDADE NESSE POBRE JUIZ.
A arrogância e a falta de respeito do magistrado, para com o cidadão, MERECE PUNIÇÃO, exemplar ! ! !
Realmente o chinelo é incompátivel com a "dignidade" do podre poder judiciário! O que mais combinaria seriam botas sujas de lama, carniça e fezes, já que esse poderzinho está mergulhado num mundo de sujeira, podridão, falcatrua, autoritarismo e arrogância. Esse juizeco deveria ser demitido, algemado e preso, pois ele sim é um atentado à dignidade humana! E garanto a vocês, como ele existem muito por aí!
Será que esse "Digníssimo Magistrado", do alto de seu pedestal, ao menos perguntou ao cidadão se ele possui algum outro calçado além dos chinelos?
Comentei a notícia com um psiquiatra amigo meu, que deu o diagnóstico: juizite crônica, causada por uso indiscriminado de sapatos de cromo alemão.
Meu Deus!
Causou-me profunda obstupefação essa demonstração irretorquível de arrogância.
A humildade e a simplicidade também são qualidades qie devem ornamentar a personalidade de im magistrado.
Onde está escrito que o autor de uma ação deve obrigatoriamente usar sapato para comparecer a uma audiência da Justiça do Trabalho? Se não há lei no sentido "stricto sensu" disciplinando a matéria, é vedado ao magistrado prejudicar um pobre autor que busca a tutela jurisdicional para fazer lesão a seu direito.
E se o pobre autor não tiver recursos para comprar um par de sapato para comparecer à audiência, vai ter o seu direito constitucional de recorrer ao Poder Judiciário prejudicado?
É profundamente lamentável o que ocorreu nessa Vara do Trabalho. Que me livre de nunca passar nem frente desse Fórum.
Na minha visão, há assuntos mais importantes para que demandar a atenção de um magistrado. Uma delas é imprimir celeridade na prestação da tetula jurisdicional.
O Jornal Nacional deveria veicular esse ato discriminatório à dignidade humana para que todo o País tomasse conhecimento. A dignidade humana é um dos fundamentos da Carta Política e nesse ato praticado pelo magistrado foi solenemente solapada.
Que País é este. Onde estamos? Não basta a corrupção que já o assola?
Zé Carlos
A decisão, absurda e inconstitucional, faz lembrar Albert Einstein:
"Existem apenas duas coisas infinitas: o Universo e a estupidez humana. E não tenho tanta certeza quanto ao Universo".
Ora, qual seria o procedimento a ser adotado, quando o advogado ou as partes depararem com o magistrado sem a toga ou o paletó?
Quanta ARROGÂNCIA E PREPOTÊNCIA neste meu BRASIL.
Pior, este cidadão que utilizava de chinelos, paga através de suas contribuições (impostos) os salários deste magistrado.
Justamente desse povo sofrido, curvado sob si mesmo, clamando por uma justiça que nunca chega, é que brotam os estipêndios que sustentam essa estrutura arcaica e madorrenta chamada Poder Judiciário. Neste,lamentavelmente, proliferam juízes insensíveis e anacrônicos, que ignoram a dimensão humana das lides, vendo nelas apenas papéis e números. Assim, não se constrangem em discriminar um pobre, adiando sua resposta judicial.
Inspiram mais respeito e consideração as pessoas humildes, do povo, com suas vestes rotas e suas chinelas gastas, do que certos engravatados, com seus sapatos importados, que grassam nas audiências, mas cuja fonte nem sempre é o labor honesto e digno.
Se ao juiz falta educação (lato sensu), é de se esperar que possua ao menos senso de humanidade.
Duvido de o dó, se fosse um MEGA EMPRESÁRIO ou de alguma pessoa de influência, se o tratamento seria o mesmo.
Pena que algumas pessoas se comportam desta forma do Poder Judiciário.
o funcionário público em questão deveria imaginar que a remuneração da maioria dos brasileiros nem de perto é a dele, e que para que este reclamante pudesse estar trajado "compatívelmente com a dignidade do Poder Judiciário" talvez tivesse que privar a subsistência dos seus...
PARABÉNS AO DIGNISSÍMO presidente da Amatra da 9ª Região (Associação dos Magistrados do Trabalho), José Mário Kohler.
Agora, vou deixar no ar, uma perguntinha que não me deixa calar:
O que acontecerá com este magistrado dotado de preconceito?
AINDA DIZEM, QUE A JUSTIÇA DO TRABALHO ESTA SEMPRE AO LADO DO EMPREGADO. JÁ IMAGINARAM SE ESTIVESSEM AO LADO DO EMPREGADOR?
Ass: Cidadão indignado e envergonhado
Vamos repetir o nome do juiz que entende ser indigno um trabalhador usar chinelo de dedos:
juiz Bento Luiz de Azambuja Moreira
juiz Bento Luiz de Azambuja Moreira
juiz Bento Luiz de Azambuja Moreira
juiz Bento Luiz de Azambuja Moreira
juiz Bento Luiz de Azambuja Moreira
juiz Bento Luiz de Azambuja Moreira
juiz Bento Luiz de Azambuja Moreira
juiz Bento Luiz de Azambuja Moreira
juiz Bento Luiz de Azambuja Moreira
juiz Bento Luiz de Azambuja Moreira
JUIZ??????
E o CNJ vai permanecer inerte?????
Esse juíz, além de preconceituoso , é desumano.
Será que ele não parou pra pensar que , por algum motivo, o trabalhador estava com o calçado "inadequado" para comparecer a audiência?
Pela falta de respeito com que este trabalhador foi tratado, não me admira que ele seja culpado por ter reivindicado os seus direitos.
Deveriam colocar um aviso informando qual o traje e calçado "adequado" a ser usado nas audiências.
Juiz Bento, incompatível com a dignidade da Justiça é o que seu colega Dória fez, conforme a Operação Navalha, oferecendo propina para receber, por viés, recursos públicos. Quem paga seu salário - que é grandioso - é aquele humilde e pobre Reclamante... Agindo assim, você não vai chegar a lugar nenhum. Respeite os pobres. Airton Franco - aposentado.
A atitude do juiz denota uma pessoa que se esqueceu, por completo, das razões de sua existência, enquanto órgão estatal. Como pessoa, demonstra a que ponto chega a arrogância de um ser que se acha acima dos demais. Lamentável, mas, felizmente não traduz um comportamento majoritário.
Com todo respeito ,porém o que fere a dignidade da Justiça,são: as vendas de sentenças,a demora para despachar,a demora para sentenciar,o menoscabo do magistrado às partes.O que fere a dignidade da justiça é a arrogância dos magistrados nos tratos com as partes.
Uma mera sandália ,de tiras(?),calçada por uma pessoa humilde ou não,jamais vai ferir a dignidade da justiça.
A dignidade de uma pessoa,douto magistrado,não está nos trajes,a dignidade da pessoa é tratar todo ser humano de forma igual seja ele um ministro de Tribunal Superior ou um mero reclamante.
Ao reclamante que teve a audiência adiada meus respeitos,ao magistrado minha tristeza.
Pena que não advogo nessa cidade: iria despachar calçando uma de minhas vinte sandálias de tiras...
Só mesmo essa gangue de fascistas que são a imensa maioria dos juizes do trabalho poderiam ter atitude semelhante. A dignidade da justiça no Brasil se mede pela condição de vida da população que calça chinelos. Esse panaca togado deveria ser expulso da magistratura.
Isso demonstra o quanto o Judiciário está precisando de mudanças. Um sujeito desses deveria ser interditado, expulso do judiciário para o bem do serviço público judiciário. Isso é que dá não saber o que é ser trabalhador, ser povo, ser gente. Abusurdo, ilegal e imoral. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS.
Felizmente são poucos os juízes do trabalho com tal comportamento. O duro é que toda a Justiça do Trabalho acaba sendo exposta, negativamente, por fatos absurdos como esse. Há que haver punição exemplar para referido magistrado, até mesmo para que se evitem fatos semelhantes.
Dignidade!!! É aquele ditado!!!
O que vem de baixo não me atinge ou O que vem do baixo não me atinge?
Mateus
Leitor indignado!
Sem querer contrariar os colegas comentaristas, diria que o conceito de dignidade é relativo e muito pessoal.
Porém, o que se estranha no processo e que merece uma averiguação de parte da OAB/Paraná é que o advogado do reclamante é inscrito na OAB/TO.
É compreensível e lógico quando um advogado de outra distante UF viaja para defender reclamada, mas não para defender reclamante (ingressar com ação, comparecer em audiências, etc...) tão humilde como parece ser o caso em tela.
De nada adianta a OAB/Paraná ter o Exame de Ordem mais difícil do País, se permite que inscritos em outras UF exerçam a advocacia sem limitação.
Sandálias da humildade neste juiz
O juiz está certo.
Realmente fere a dignidade da justiça litigar com pobre. O pobre é que compre um calçado digno, aliás, penso que deveria ser obrigado a comprar terno. Isso provavelmente acabaria com essas lides por valores ínfimos, pois o pobre, mais do que ninguém está acostumado a fazer seus cálculos de relação custo-benefício e, obviamente, nem incomodaria a Justiça. Além dos prédios públicos ficarem mais "clean", haveria um abrupto desafogo do Judiciário.
O efeito disso a longo prazo seria ainda mais benéfico: o pobre, por não receber o que lhe seria devido, tende a morrer mais rápido, de fome ou de doença, o que diminuiria a pobreza e, de quebra, salvaria a Previdência Social.
Parabéns, Dr. Bento Luiz de Azambuja Moreira, é de homens de bem como V. Sa. que o Brasil precisa.
Ei, pssiiuuuu!!!! Dr. Juiz, desce do pedestal.. quem sabe se o Sr. Julgar a ação deste pobre senhor ele possa comprar um calçado decente para ir à Justiça
Ei, pssiiuuuu!!!! Dr. Juiz, desce do pedestal.. quem sabe se o Sr. Julgar a ação deste pobre senhor ele possa comprar um calçado decente para ir à Justiça
Penso que os exames psicotécnicos para admissão de juízes deveria ser mais rigorosos.
Infelizmente (ou felizmente) esse colendo juiz nunca precisará ir aos tribunais para pleitear verbas trabalhistas, pois este deve ser o seu primeiro (e único) labor.
O pobre que espera 2 meses para a próxima audiência...e compre sapatos!
Já pensaram se no Pronto Socorro fosse exigido trajes descentes aos juizes para serem atendidos?
Sr Juiz, de que país o sr. veio?
Onde está escrito na lei processual o que é um traje descente para as partes?
Acorda para a realidade brasileira...
Ao contrário do que diz a ata da audiência, é o Judiciário (ou ao menos este juiz) que é indigno de julgar uma causa onde figura esse ilustre brasileiro desconhecido, que talvez não tenha condições sequer de se alimentar ou morar dignamente, quanto mais calçar-se da forma que sua excelência entende.
LAMENTÁVEL, SOB TODOS OS ASPECTOS.
CADÊ O CNJ, A CORREGEDORIA, O MINISTÉRIO PÚBLICO?
É a velha históia: olhou para os pés e se esqueceu da Ação. É, o juiz tem razão, o Judiciário não merece isso...
BENTO LUIZ DE AZAMBUJA MOREIRA tu és indigno até do pão que comes, quanto mais para ocupar o cargo que ocupa, sendo pago pelo nosso suado dinheirinho. O dinheiro dos que calçam sandálias e que se vestem com trapos "incompatíveis" para frequentar um ambiente luxuoso e que só deveria ser frequentado por ricos, milionários, vestidos com roupas das melhores grifes italianos e calçados com o mais cobiçado cromo alemão, pois só mesmo estes têm "direito" a Justiça neste País. Que pena que temos que ser espectadores de tantos absurdos. Que pena que tenhamos que trabalhar quase seis meses por ano para bancar este "tipinho de gente" feito este "juizinho" de araque, acometido, como a maioria de seus colegas (ou comparsas) de uma doença incurável conhecida como juizite crônica. Penso que há algo de muito errado nos critérios de admissão destes funcionários públicos privilegiados em todos os sentidos, pois parece que não estão sendo submetidos ao exame de sanidade mental. E se outra for a explicação para o vil comportamento deste "elemento" que deve se trajar somente de Ternos Armani e calçar sapatos de Cromo Alemão deveria ser banido do já tão apodrecido Poder Judiciário, pois um sujeito como este não tem a capacidade de julgar ninguém.
EXELENCIA FAÇA-ME RIR. - COM PATRÃO DO TIPO ESTADO É MUITO ACEITAVEL/TOLERAVEL. - REIS DO PASSADO TAMBEM REJEITARAM/CRUCIFICARAM JESUS CRISTO POR MUITO MENOS.
Perguntar não ofende: CADÊ OS DEFENSORES DOS DIREITOS HUMANOS? SENADOR SUPLICY, HÉLIO BICUDO E OUTROS TANTOS DEFENSORES DE DIREITOS HUMANOS (DE BANDIDOS) DÊM O AR DE SUA GRAÇA. SE MANIFESTEM SOBRE ESTE EPISÓDIO LAMENTÁVEL. COBREM A ADOÇÃO DE MEDIDAS SEVERAS OU OS EXCELENTÍSSIMOS ACHAM QUE SOMENTE MERECE SER DEFENDIDO O DIREITO "HUMANO" DOS BANDIDOS QUE SÃO MORTOS DENTRO DA PRISÃO?
O QUASE NOBRE VAI BATER O RECORDE DE COMENTARIOS. - É AQUELA MÁXIMA - FALE BEM OU FALE MAU, MAS FALE SEMPRE DE MIM. == ISSO É FRUTO DE UMA GRANDE FAMÍLIA ==
O "não" lembrou muito bem, provavelmente o dito cujo "o bento", deve ser um bom seguidor de entendimentos religiosos, pois se assim for, deve ter seguido Pilatos ao judar na crucificação de Jesus, por este estar de sandálias e provavelmente, e de dedos também.
Caso alguém que ora lê este e conhecer o pai do dito cujo, pergunte a ele se hoje ele teria a mesma coragem de colocar o nome desta anta de "Bento"
Com todo o respeito que tributo aos Magsitrados e ao Poder Judiciário, no meu humilde entender, é incompatível com a dignidade do Poder Judiciário a não prestação jurisdicional de forma célere. O Magistrado em comento, deixou de observar uma regra elementar de Direito.Uma das fontes formais do Direito são os USOS E COSTUMES. Direito Consuetudinário. Destarte,lá em Cascavél o traje usado pelo autor da ação é compatível com o local onde vive. Ademais, usar chinelos não é indígno, não é falta de respeito e sim necessidade ou humildade.Jesus usava sandálias e nem por isso foi indigno ou discriminado.Outrossim, não é o traje que dignifica o caráter ou a pessoa, haja vista que os maiores bandido e estelionatário desse nosso generoso Brasil,usam paletó e gravata e por isso são bem recepcionados onde chegam.
o que dizer ?
O Juiz, na verdade, invocando a suposta dignidade do Judiciário feriu de morte o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana, ao humilhar um simples trabalhador que, decerto, nunca vai entender porque o calçado que sua condição financeira lhe permite usar foi censurado.
Ridículo. O juiz demonstra que coloca preconceitos acima da justiça, colocando em xeque a sua adequabilidade ao cargo que ocupa. Negou-se a trabalhar, a cumprir seu dever enquanto cidadão, a prestar um serviço à sociedade, porque não gostou da vestimenta de uma das partes. Gostaria de saber que país é digno de um juiz desses?
Abraços
TRISTE FIM DO PODER JUDICIÁRIO......
O PIOR É QUE COISAS MUITO MAIS GRAVES ACONTECEM E NÓS NEM FICAMOS SABENDO.
ENQUANTO ISSO JUIZ GANHA MUITO BEM OBRIGADO!!!!!!!!!
VIVA O BRASIL E SEU PODER JUDICIÁRIO IMPERIAL E RETROGRADO!!!!!!
Convido o referido magistrado a conhecer oatendimento diário das Defensorias Públicas Estaduais, assim deixará sua vaidade de lado.
ESSE TAL JUIZ DEVERIA SOFRE PUNIÇÃO POR SUA ATITUDE. SEM COMENTÁRIOS...
QUEM ELE PENSA QUE É?
Recentemente foi noticiado que um advogado em Marília peticionou ofendendo os Magistrados, o que é repudiante. Porém, também, foi noticiado que a OAB irá punir o advogado. Já com relação a postura do magistrado, será que sofrerá alguma punição? A postura do advogado, como a do magistrado nada mais é que o reflexo da falência do nosso Poder Judiciário, que fazem com que todos os operadores do direito trabalhem no limite e muitas vezes, em razão da mais banal situação ocorre situações como essas. Mas que devem ser punidas. Na verdade nada mais me supreende, principalmente após ouvir a Ministra do Turismo mandar o povo relaxar e gozar na fila dos aeroportos..... E depois ainda falam que a imprensa brasileira e o povo não falam bem do Brasil!!!
Uma infeliz criatura, como esse "juiz", é digno de uma coisa somente:MUITA PENA!
JUIZ INSANO! SE ENXERGA!
ESTOU INDIGNADA!
O RECLAMANTE DEVERIA ENTRAR AGORA CONTRA O JUIZ, E NÃO CONTRA O ESTADO, COM UMA AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR TER SIDO OFENDINDO EM SUA HUMILDE CONDIÇÃO, APESAR DE QUÊ, NINGUÉM ME CONVENCERÁ QUE ESSE CIDADÃO NÃO TENHA UM ÚNICO PAR DE SAPATOS OU ATÉ MESMO A BOTINA QUE USAVA PARA TRABALHAR.
AGORA, BEIRA AS RAIAS DA INSANIDADE, UM VERDADEIRO ACHINCALE UM MAGISTRADO NÃO REALIZAR UMA AUDIÊNCIA POR ESSE MOTIVO, SENDO QUE, OS PÉS DO RECLAMANTE FICARIAM ABAIXO DA MESA. ALGUÉM SEMPRE DIZ, "ESSE É UM PAÍS DA PIADA PRONTA".
Indigno foi o ato do MM. juiz, que a um só tempo se fez desrespeitoso ao cidadão comum e ainda conseguiu entrar para o Anedotário Formal das Inacreditáveis Façanhas dos Agentes Públicos Brasileiros. Tsc, tsc.
Este magistrado deve ser da eleite do país, e acha que está em um país rico. Chaplin afirmou: "A roupa não faz o homem", talvez o pobre reclamante seja mais digno do que muito Riquinho por aí.
Em vez de olhar para os pés do autor, o juiz deveria estar debruçado sobre o processo, ou ouvindo, e não vendo por isto a Justiça tem venda, as partes. Ademais, nesta altíssima corte, evidentemente de malinformados e pessimamente preparados, Jesus Cristo não poderia entrar. Talvez comprando um Nike tivesse acesso a tão magnífico dito representante do poder judiciário!
Bem, e se o reclamante-num ato de " insanidade"-, xingar o juiz?. Adivinhem o aconteceria:A) Seria autuado por desacato..B)Teria sua ação procrastinada..C)Nada aconteceria...E ainda querem punir o pobre coitado do causídico, aquele que chutou o pau da barraca ao se dirigir ao Exmo Sr. Dr Juiz De Direito de umas dessas varas de M#*%@erdas por ai...
Bem, e se o reclamante-num ato de " insanidade"-, xingar o juiz?. Adivinhem o aconteceria:A) Seria autuado por desacato..B)Teria sua ação procrastinada..C)Nada aconteceria...E ainda querem punir o pobre coitado do causídico, aquele que chutou o pau da barraca ao se dirigir ao Exmo Sr. Dr Juiz De Direito de umas dessas varas de M#*%@erdas por ai...
Bem, e se o reclamante-num ato de " insanidade"-, xingar o juiz?. Adivinhem o aconteceria:A) Seria autuado por desacato..B)Teria sua ação procrastinada..C)Nada aconteceria...E ainda querem punir o pobre coitado do causídico, aquele que chutou o pau da barraca ao se dirigir ao Exmo Sr. Dr Juiz De Direito de umas dessas varas de M#*%@erdas por ai...
O juiz deveria colocar o chinelo e se igualar ao pobre reclamante!
Ouvi dizer que para alguém ser juiz deveria usar o bom senso antes mesmo de aplicar o direito.
Bem, fica a lição: o acesso à justiça não se faz com chinelos !!!!
Este país está ficando sem controle, gente.... vivemos a maior crise de hipocrisia e de falta de decoro que a história já noticiou...
Cada um faz o que quer, quando quer e não se importa a quem vá atingir ou prejudicar...
A grande maioria, visa ser destaque....nem que para isso tenha que se expor ao ridículo.
Esse Juiz, deveria ser afastado das funções e encaminhado a um centro de recuperação de gente mal resolvida.
Mas, pasmem.... esse homem quer aparecer... quer ser notícia.
Coitado.
Ainda bem que são pocos os comentaristas que deixam a desejar neste site jurídico.
Quem não se ateve, que se atende ao lamentável comentário do Dr. Maurício Rodrigues, que nesta hora, tenta se apegar em picuinhas.
O causídico não tem o direito de atuar em 05 causas fora da seccional em que faz parte?
Ou o senhor acha justo que condenemos o advogado pela atitude inrresponsável do magistrado?
Wesley d’ Paula, com relação ao seu comentário, precisa mudar o exame de QI.
Um abraço
O Juiz Dr. Bento Azambuja desconsiderou a situação social do trabalhador que deve ser um cidadão humilde e já, com uma vida humilhante por ser pobre. Pensou na dignidade do tribunal, onde certamente estava bem trajado e não entendeu que, para o trabalhador, estar ali mesmo de chinelos de dedos representava as suas condições sociais e econômicas, mas, com dignidade.
E ai se vê. a própira justiça ajudando a excluir o cidadão!
E nós somos julgados por elementos sem equilíbrio !!!!!!!!!!
E nós somos julgados por elementos sem equilíbrio !!!!!!!!!!
ESTE HUMILDE JURISDICIONADO IRIA A UMA ENTREVISTA DE EMPREGO COM CHINELOS DE DEDO? Iria ao casamento da filha com chinelos de dedo? Iria a posse de um parente com chinelos de dedo?
Audiência judicial é ato solene. Quem vai a uma audiência é evidente que deve trajar-se adequadamente. Não se trata de ir de terno, mas não pode ir de bermuda, de camiseta regata, de chinelos de dedo, de boné. Nem precisa ter regra escrita pra isso, é questão de bom-senso.
Cabia ao advogado alertar o seu cliente e quiçá ajudá-lo na aquisição de um calçado, se de fato fosse tão pobre que não tivesse um par de sapatos (o que acho improvável).
Com a devida vênia de TODOS os comentaristas que me antecederam, discordo das críticas.
Caros amigos.
É nisto que da Judiciario com salarios SUECOS julgando pessoas com rendimentos africanos.
Conforme informações veículadas no JORNAL HOJE da REDE GLOBO DE TELEVISÃO EM SÃO PAULO, NESTA DATA, OU SEJA, DIA 22/06/2007, ESTA NÃO É A PRIMEIRA VEZ E ESTE MAGISTRADO SE É QUE POSSO DENOMINÁ-LO DESTA FORMA.
JÁ EXISTEM NAQUELA COMARCA, VÁRIOS OUTROS JURISDICIONADOS QUE FORAM TRATADOS DA MESMA FORMA.
SEGUNDO O JORNAL, A CORREGEDORIA IRÁ QUESTIONÁ-LO SOBRE OS FATOS.
SERÁ QUE SOMENTE AGORA DESCOBRIRAM A ARROGÂNCIA A A PREPOTÊNCIA DESTA ILUSTRE OTORIDADE?
Dignidade teu nome é prada. O diabo veste prada !
A par do respeito que dedico a todas as opiniões, pergunto: O que dizer do preso, que está sob a custódia do Estado e é levado ao Tribunal do Jurí, vestindo uniforme de presidiário e calçando um par de chinelos de dedo?
AQUILES (Adv. Autônomo).
Por que tanto espanto? Deixem o "omem", (homem sem h)de lado, pois, no meu ver ele quiz apenas aparecer na mídia, resultado, como punição achou muita sarna para se coçar, é o que acontece no país onde a moral e a ética é "coisa de pobre", por outro lado, a sua atitude trouxe tão-somente prejuízo moral ao reclamante que certamente buscará a reparação, enquanto que em outros escalões do poder (STF, STJ,TJs ESTADUAIS, REGIONAIS FEDERAIS,CONGRESSO NACIONAL (Senado/Câmara),UNIÃO ESTADOS E MUNICÍPIOS),cujos salários somos nós quem pagamos, sem excessão, diariamente presenciamos noticiários dos escândalos de corrupção que causam prejuízos incalculáveis ao país e ninguém é punido, pois bem, como dito antes, esqueçamos esse "dr. bento", pois ele certamente já está sendo punido (auto-punição), e voltamos nossas atenções para os corruptos de plantão, certamente o "chinelo" usado pelo Reclamante nada mais é do que o resultado da impunidade da corrupção, que faz a cada dia o empobrecimento dos brasileiros.
Dr. Aquiles Amorim. (filedetrilho@uol.com.br)
FESTA DO CAQUI
Olha essa gritaria aí, pessoal... todos têm razão, mas sem um leitor ofender o outro, por favor...
Esse juiz... QUE VERGONHA.
Aogra, se os comentários aqui (todos muito bons) fizessem parte de um concurso de comentários e eu fosse do júri...
com licença, eu daria um carro para o comentário de Dr. Marcelo Galvão SJCampos/SP.
Por favor, vão lá ver de novo e párem para refletir.
E outros têm razão. Este país está ficando sem controle.
Concordo com o Advogado do Paraná.Não acredito que o sujeito não tivesse um par de sapatos velho ou tenis que fosse. Acho um desprespeito aos Juizes, servidores e à própria Justiça o desmazelo em audiencia. Hoje são sandálias, amanhã, shorts e depois vao querer ir sem camisa.
"Ao contrário do que deve pensar a papagaida, Bento é tido no Judiciário paranaense como um dos juízes mais pró empregados do Estado, causando, muitas vezes, ira aos advogados da classe patronal." Um juíz não deveria ser imparcial e promover a justiça a quem merece e está amparado pela lei? "A papagaiada, com certeza, também não deve ter chegado à conclusão de que é legítimo, sim, exigir das partes que se portem de maneira respeitosa na Justiça, e isso inclui a forma de vestir." Qual o critério a ser utilizado para podermos medir o que é respeitável em termos de vestuário? Preço?, Marca?, Está na moda ou não? Sapato pode, mas e se ele estiver sujo, furado ou desengraxado? "Decidem-se vidas e destinos em uma audiência não se trata de uma atividade de lazer, como ir a praia ou fazer sauna." Realmente, como a próxima audiência só vai ser daqui a um mês o Joanir vai poder escolher como destino ir a praia/sauna, ou então aproveitar para escolher um calçado que caia nas graças da consultoria de moda do tribunal.
MAIS PREMIAÇÕES
Caríssimos, por favor, sem prejuízo de outras manifestações aqui, feitas por pessoas e profissionais maravilhosos, mostrando que ainda restam pessoas do Bem neste país, que se importam com os NOSSOS irmãos brasileiros (um deles o Reclamante), além da frase do Dr. Dr. Marcelo Galvão SJCampos/SP, se eu pudesse também daria um carro para os comentários de
- amorim tupy (Engenheiro 22/06/2007 e de
- Luiz Fernando T de Siqueira (Civil 21/06/2007
-
SORTE NÓS TEMOS QUE NEM TODOS OS JUÍZES SÃO COMO ESTE, POR SINAL, ESTE É UM JUIZ MUITO AZAMBUJENTO.
Se fosse eu, teria pulado para o outro lado da mesa e arrebentado a boca deste juíz com um bom murro. Eu apenas estaria exercendo meu direito à legítima defesa.
E depois de um bom murro na boca dele, enfiaria a sandália dentro de sua boca, até a polícia chegar e irmos todos para a delegacia.
Me perdoem meu parco conhecimento geográfico, mas me parece que Cascável é um município interiorano (correto?), se o for a decisão do Magistrado aparenta muito mais uma necessidade de tomar uma decisão que sabiamente se caracterizaria como algo isolado e que consequentemente seria polêmica o que acarretaria notoriedade (nesse caso inicialmente de forma negativa), quem sabe termina tudo em Brasília.
Farei um comentário em cima daquele feito pelo Advogado Tales: Se o mesmo tiver apenas o chinelo de dedo, o que não é difícil, uma vez que temos quarenta milhões de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza quem me garante que este não é um deles, meu caro Tales, entrega de prémios artistícos também podem ser considerado atos solenes e nem por isso você deixará de ver pessoas de sandálias e ainda o que a lei omite, não pode um Juiz simplesmente fazer lei, assim de fato não precisaremos do legislativo, perdoe a minha intromissão em vosso comentário, mas achei que não haveria qualquer problema em fazê-lo.
A pessoa mais importante do processo e da Justiça do trabalho é o reclamante!Creio que esse desgaste de jurisdição poderia ser evitado e mais, a repercussão negativa está apenas começando... Se o Juiz suspendesse a audiência por alguns instantes e mandasse comprar um sapato para o reclamante, seu nome para sempre seria lembrado pela sensibilidade - talvez aquele homem tenha colocado o único calçado que tinha. Há tantas coisas incompatíveis com a dignidade do Judiciário...
A dignidade da Justiça do Trabalho é socorrer o pobre trabalhador que foi despedido, sem emprego, sem dinheiro para comprar comida, calçando chinelo de dedo, quem sabe adquirido, quando estava trabalhando, quem sabe mal remunerado, ou ainda só trabalhando para comer, sem poder comprar um par de sapato. Suspender uma audiência por esse motivo foi decretar mais uns dias de fome ao miserável ex-empregado e sua família sem trabalho, que procurava seus direitos perante a justiça do trabalho. Esse Juiz não merece ser juiz da Justiça Trabalhista, ele nunca estudou sociologia e nada conhece da situação da miserabilidade do trabalhador brasileiro. Isso é lamentável já que a Justiça do Trabalho está a serviço dos problemas sociais principalmente dos menos favorecidos pela sorte.
Gostaria de manifestar a minha vergonha, já que faço parte do Judiciário Trablhista e sei que dentro de um Tribunal que se diz para fazer Justiça Social, que cuida dos direitos dos trabalhadores, etc. um reclamante, provavelmente humilde é punido pelas suas havaianas... Provavelmente se as havaianas do rte fossem compradas na Europa por muitos euros... o Juiz até perguntasse o preço para encomendar um par... Mas provavelmente como o autor comprou-as em uma quitanda foi punido por usá-las, em um Tribunal que pretender defender o direito dos hipossuficientes. Além do mais a Rda. é uma grande madereira exportadora, etc. E assim caminha a humanidade....
Gostaria de acrescentar que acabei de ver a manhete do jornal do Paraná, no qual lemos que o rte. é um trabalhador rural... Sugiro que a Escola de Magistratura, ou a Corregedoria distribua cartilhas aos magistrados informando que trabalhador rural não calça "scarpin", sapatos, etc... Que o calçado mais usado é a conhecida mundialmente sandálias de dedo... Sandálias da humildade para o Juiz....
O Juiz está certíssimo. O Brasil parece marchar a passos largos para a licenciosidade . Não sou filho de "príncipes" , pelo contrário, oriundo de família humlde. Mas nesta marcha, em futuro próximo teremos de admitir jurisdicionados comparecendo às audiências sem camisa, de cuecas ,e , principalmente refletindo este comportamento no linguajar agressivo e de baixo calão. Um mínimo de decência e de ordem !!!
Voltei!!!!
Acorei com vontade de chutar a boca deste "juiz"!!!
Ahhh se fosse eu no lugar do reclamante! Acho que depois de chutar a boca deste imbecil, ainda deixaria ele pelado no meio do tribunal, com as sandálias que eu estivesse usando e com uma venda nos olhos (como deveria ser a representação simbólica da justiça)!!!
Estou há algum tempo lendo os comentários e percebo que é quase unânime a repulsa ao ato do juiz. Isto me faz pensar que a sociedade ainda tem noção do justo, tem noção de que o que é legal muitas vezes não é moral. Leis, atos e regulamentos vêm sendo criados diariamente e vejo todos aceitando, abaixando a cabeça, como se fossemos gado sendo tocados de volta ao curral. Ontem estive no prédio da Justiça Federal de Santo André. Não bastasse uma porta com detetor de metais, semelhante às dos bancos, onde fui barrada e tive que esvaziar todo o conteúdo da minha bolsa para poder passar, ainda tive que parar na recepção (?) do fórum e me identificar. Não sei bem de onde tiraram que a suposta segurança do prédio está bem guardada com essas medidas, mas sei, e senti, que os advogados, em sua rotina diária de labor, vêm sendo a cada dia mais aviltados, desprezados e tratados como se fossem eles, advogados, os grandes causadores de problemas do Judiciário. E, pior, nos calamos. Aceitamos. Bem, este foi um pequeno exemplo do que acontece no nosso dia-a-dia, há outros, muitos outros. Agora, se isto acontece com advogados, que supostamente conhecem a lei e seus direitos, fico imaginando que encerrar uma audiência porque uma pessoa humilde compareceu sem estar devidamente trajada aos olhos do órgão jurisdicional é pouco, muito pouco, perto do que poderá acontecer no futuro ao andar desta carruagem.
Já pensaram que esse chinelo de dedo podia ser o único calçado dessa pessoa ?? onde ficam sua dignidade de pessoa ali hulilhada e sua auto estima depois de uma decisão como essa ? A dignidaade do Judiciário é que ficou ferida com essa esdrúxula decisão. Muitas vezes precisamos descer de nossos pedestais e nos colocarmos no lugar do outro que está à nossa frente precisando do auxílio da Justiça, quem sabe até mesmo para comprar um par de sapatos para se apresente "dignamente" diante do Judiciário...
Ficam as reflexões....
A frase "Incompatível com o Poder Judiciário", saiu da cabeça de um Juiz, que quando não está munido da Lei ou na falta dela, poderia utilizar vários outros mecanismos à sua disposição para uma decisão justa e correta compatível, talvez, com o que o reclamante ganha e pode dispor, mas os chinelos serem incompatíveis, esta é de matar, uma vez vi um jovem Juiz ser desacatado por um pai atormentado pelo atento a sua filha, o juiz pediu que os policiais o levassem, o deixassem dormir até o outro dia na cadeia, e que este se apresentasse diante dele no dia seguinte, o homem também de chinelos se apresentou e ouviu os conselhos do juiz, não bebeu mais e o acusado de tentar estuprar sua filha foi exemplarmente punido. Passados alguns meses, o mesmo homem voltou ao Juizado para agradecer os conselhos do jovem Juiz. Vi neste momento que valeu a pena estar ali.
Coitado do reclamante! Será que o trabalhador terá meios de retornar ao Tribunal para a próxima audiência, vez que terá que comprar sapatos??? Se uma pessoa humilde comparece ao tribunal vestida de chinelos de dedos é razoável pensar que não tenha condição de ter sapatos. Muitíssimo reprovável e questionável a decisão do "douto" Juiz. o que esperar de suas sentenças? Deveria o reclamante também usar terno? Melhor, encomendem para o reclamante um par de sapatos italianos!!!!! Quanta hipocrisia!!!!!
Ah, os juizes trabalhistas e suas neuras e idiossincrasias moralistas...Analisam mal as causas, ouvem mal as partes e julgam mal, geralmente condenando sem critérios. Esta não é a primeira vez que se sabe de juizes que exorbitam em suas funções determinando vestuários e comportamentos de depoentes, reclamadas e reclamantes.
O detalhe da sandália é apenas mais uma de tantas barbaridades que são perpretadas nas jcj's. Já ví juizes mandarem que depoentes descruzasem as pernas ou tirassem pastas ou óculos das mesas do escrivão, como se fossem coronéis autoritários mostrando aos subordinados quem manda.
Será que é assim que granjeam respeito?
Que tal se mostrassem coerência e isenção para obter esse mérito?
É provável que, se a empresa tivesse pago corretamente o que devia ao empregado, ele teria condições de comprar um sapato ...
Papéis invertidos: é a sociedade que tem que servir ao Judiciário ou o Judiciário que tem que servir à sociedade?
Se não fosse esses milhões de pobrezinhos a produzir riqueza no Brasil, é certo que o juiz Bento (que não se salva pelo nome) e muitos outros não teriam o emprego.
Diante da atitude do Juiz elitista,perdão, trabalhista, fica a dúvida. No caso, se parte em questão fosse mulher, também seria adotado o mesmo procedimento?
Esta atitude sim é incompatível com a dignidade, não apenas do judiciário, mas de cada cidadão brasileiro! Este cidadão passou num concurso público para servir a todo tipo de pessoa, seja ela rica ou pobre, feia ou bonita, se ele não é capaz disso porque se considera "digno" demais para lidar com esta diversidade, ele que desocupe o cargo e vá procurar trabalho em outra freguesia.
Como se não bastasse os abusos que o cidadão brasileiro sofre todos os dias, como por exemplo, um judiciário morosíssimo, ainda tem que aguentar insanidades como esta.
Meu caro Juiz, sua atitude envergonha irremediavelmente, absurdamente, lamentavelmente, a nossa classe. Tal mesquinharia não é digna de ninguém que se diga humano.
"Dignidade do judiciário??????????? Trabalhista????Dignidade do Legislativo???? Dignidade do Executivo???????? Será que essa gente ainda acha que o povo (racional, claro) ainda acredita nestes "poderes" que fazem com que tenhamos vergonha de apresentarmo-nos como brasileiros?
E ainda por cima um juiz trabalhista)se arvora em Deus querendo arbitrar até o vestuário com que os necessitados compareçam às audiências?
Pobre reclamante...Quem sabe se tivesse comparecido de terno e gravata, gel nos cabelos, abotoaduras, etc, etc....a audiência seria mais "digna"...
Do jeito que as coisas estão indo nos nossos "poderes", creio mesmo que quem leva dignidade aos órgãos públicos sejam os cidadãos comuns que lá vão tratar de algum interesse.
Me desculpem , mas os colegas que apóiam a decisão do juiz em questão, estão sofrendo da mesma síndrome: desconexão com a realidade. Ora, como exigir de um cidadão humilde como este trabalhador rural o entendimento do que seja uma "vestimenta compatível com a dignidade do Judiciário"?.Acaso já passou pela cabeça de todos vocês que o cidadão talvez nem tenha se sentado num banco escolar? Que talvez nem tenha o que comer direito em casa? Ora, não me venham falar em dignidade, querendo tirar de um cidadão simples como este, sua própria dignidade humana, que, como devem saber os "nobres colegas", é um direito fundamental desse pobre e massacrado trabalhador.E ainda tem os que defendem tal posicionamento... Acordem!
Frescura. Não basta os bingos?
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