O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil vai discutir os cursos de Direito durante o X Seminário de Ensino Jurídico, que acontece na sede da entidade, nos dias 26 e 27 de novembro em Brasília.
“A Docência Jurídica no Contexto do Ensino Superior na Contemporaneidade” é o tema principal do encontro. A abertura do seminário contará com a participação do presidente da OAB Cezar Britto, do presidente da Comissão Nacional de Ensino Jurídico Adilson Gurgel de Castro e da presidente da OAB-DF, Estefânia Viveiros.
A primeira palestra será feita por Cláudio Lembo, ex-governador de São Paulo, que já passou pela reitoria da Universidade Mackenzie. Na pauta, há discussões também sobre a formação dos professores e do bacharel.
Veja a programação no site da OAB.

Algumas sugestões de minha ótica para a renascença do ensino jurídico tupiniquim:
- acabar com a visão litigiosa da prática do direito;
- fomentar uma mentalidade de solução de problemas por meios alternativos com o litígio em em último caso;
- ênfase na multidisciplinaridade (ou "deixar a Teoria Pura na cova, junto a Kelsen");
- abandonar de vez a mentalidade replicadora de doutrina e autoridade alheias, fomentar o senso crítico, independência intelectual e a criatividade no berço do profissional, que é a academia;
- abandonar o fetichismo legal sem descurar da legalidade e do estado de direito;
- fomentar o recurso ao direito comparado de maneira crítica;
Alguém tem mais?
Corrupção em concurso público de ingresso à Magistratura
no Tribunal de Justiça de São Paulo.
O último concurso público (180º.) de ingresso à Magistratura
no Tribunal de Justiça de São Paulo
foi manipulado e fraudado por desembargador que já esteve envolvido
na Operação Anaconda, não é mesmo Dr. Siqueira.
Ocorre que S. Exa. participa da banca do referido certame que teve como
aprovado, em uma das fases de maior concorrência, seu atual assessor
de gabinete, que convenhamos é muito estranho;
existe confissão tácita da fraude, e confirmação da mesma porque consta
pauta do Órgão Especial sob G-39.991/07 para ELEIÇÃO de Desembargador
Suplente para integrar a Banca Examinadora do 180º Concurso da Magistratura
pela Seção Criminal, ou seja "depois que a igreja foi roubada os
sacristões-desembargadores do E. OETJSP resolvem colocar fechadura
na porta!
E as outras podridões que existe na lama do chaco que é o TJSP?
Neste caso, se o TJSP fosse digno deveria, pelo menos um deles,
acredito que o examinador se dar por impedido,
ou até mesmo ex-oficio pelo CSM.
Dizem, nos corredores do TJSP, que ele pedirá afastamento
para “tratar de assuntos familiares” e
seu assessor será instado a “perder a hora” em uma das provas.
Os Desembargadores estão temerosos que mais esta trapalhada seja
utilizada pela denegrir a péssima imagem da Corte no STF onde corre
Adin sobre as eleições.
É sempre dessa maneira grosseira que o TJ conduz seus destinos.
O maior Tribunal do Brasil, centro do vedetismo forense nacional,
local onde o maior atributo é a vaidade e a prepotência,
sempre foi pródigo em acobertar os seus, e que falem por si os nomes da excelsa galeria de Di Rissio,, Gagliardi, Stroppa, Pelizzari, Amorim Micheli e outros
Li um artigo do professor Cláudio Lembo. Decepcionou-me. Está o ilustre mestre e político ancorado nas diretrizes de massa.
O ensino terá sucesso quando a ética for norteadora das relações instituição-professor-aluno. O assédio moral nas instituições de ensino precisa ser cuidado para que a sociedade como um todo saia vencedora. A instituição precisa assumir a responsabilidade pelo sucesso do aluno, inclusive a motivação do aluno pelos estudos. É lamentável que uma instituição se contente com menos de 30% de aprovação no Exame de Ordem. Uma sociedade não se faz com minorias que alcançam o sucesso. Uma sociedade precisa, na minha opinião, de no mínimo 60% de aprovados. O ideal seria 90% de cidadãos eficientes. Os 10% ficariam por conta daqueles que precisam da proteção do Estado.
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