O jornalista Antônio Marcos Pimenta Neves, condenado pelo assassinato da também jornalista Sandra Gomide, vai trocar de advogado pela quarta vez. Quem assume sua defesa é José Alves de Brito Filho, no lugar dos advogados Carlo Frederico Müller e Ilana Müller.
Pimenta Neves teria conhecido Brito Filho quando os dois estiveram presos juntos no 77º Distrito Policial de São Paulo, há cerca de seis anos. Na mesma cela, também esteve por um período o juiz aposentado Nicolau dos Santos Neto. Brito Filho foi preso sob acusação de subtração de processos judiciais e formação de quadrilha, chegou a ser condenado a quatro anos de prisão mas teve a condenação anulada pela Justiça.
O advogado negou à Consultor Jurídico que tenha conhecido o jornalista na cadeia, mas preferiu não revelar quando o conheceu. Britto Filho confirmou ser o novo defensor de Pimenta Neves e que o substabelecimento de todas as ações (transferência de um advogado para outro) foram feitas em seu nome, mas disse que atuará apenas na área cível — nesta esfera, os pais de Sandra Gomide movem ação de indenização por danos morais contra Pimenta Neves. “O advogado que atuará nas ações criminais será escolhido nos próximos dias”, afirmou.
Há dois meses, Brito Filho esteve com Pimenta Neves no escritório de um reconhecido criminalista em São Paulo, mas nada foi acertado. A advogada Maria José da Costa Ferreira, que já atuou no caso, teria sido convidada para voltar à defesa. A advogada não foi encontrada em seu escritório para confirmar o convite.
Procurado pela revista Consultor Jurídico, Carlo Frederico confirmou que ele e sua irmã deixaram o caso, mas não falou sobre os motivos: “Razões de foro íntimo”, disse. Advogados que passaram antes pelo caso já atestaram a dificuldade de trabalhar com Pimenta Neves, que dá palpites além da conta nos rumos de sua defesa.
O primeiro advogado de Pimenta Neves foi Antônio Claudio Mariz de Oliveira. Em seguida, o jornalista foi defendido por Arnaldo Malheiros Filho e José Carlos Dias. Depois, entrou no caso a advogada Maria José da Costa Ferreira. Com a saída de Maria José, a defesa foi assumida pelos irmãos Müller, agora substituídos por Brito Filho.
Sete anos
No dia 20 de agosto passado, o assassinato da jornalista Sandra Gomide completou sete anos. Em 5 de maio de 2006, Pimenta Neves foi condenado em primeira instância a 19 anos, 2 meses e 12 dias de prisão em regime integralmente fechado.
Em 13 de dezembro passado, a condenação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo e a pena reduzida para 18 anos. Pimenta Neves aguarda julgamento de recurso em liberdade, por decisão do Superior Tribunal de Justiça.
NÃO ME CONFORMO DESSE SENHOR ESTAR SOLTO E SUZANE RICHTOFEN E IRMÃOS CRAVINHOS ESTAREM PRESOS.
C.P.P.E. (Código de Processo Penal da Elite)
Que dupla, hein?!?!
O que vale no País é a Lei da IMPUNIDADE.
Este é o nosso BRASIL.
Aplicação da Lei para alguns (- indinheirado ou POBRE).
É bom que os dois já se conhecem - e se merecem... Será que o cara vai, finalmente, ser condenado, por ter matado a namorada PELAS COSTAS, COVARDEMENTE? Ele não foi macho nem pra atirar pela frente. Como dizem, "todos são iguais perante a Lei - mas, uns são 'mais iguais' que os outros..."
Francisco Alexandre Zerlottini. BH / MG.
Migos João Paulo, Zerlottini e Zito, tenham a certeza de que a cadeia existe pra uns nesse país, vejam a minha história:
patriotabrasil (Contabilista - - ) 21/10/2007 - 16:34
D E S A B A F O!
Boa tarde amigos,
É com grande tristeza que vos digo que sofro, sofro demais, fui preso perante vizinhos amigos, filhas, mulher, etc.., tive meu veículo que por sinal ainda está alienado ao Banco, computadores, talão de cheques, telefone, documentos, tudo apreendido, só por prestar serviços contabeis a um cliente que segundo denúncias, fraudava a justiça do trabalho em processos trabalhistas, sonegava impostos entre outras acusações, porém, sempre desempenhei minhas atividades conforme informações e documentos apresentados pelo meu ex-cliente, do qual até já estava por mim desligar, pois o mesmo já havia contratado uma contadora interna, visto que, todos os serviços desempenhados para esse cliente eram feitos internamente, assistenciado por um dos seus funcionários que é técnico em contabilidade, nada era feito no mesmo escritório ou mesmo na minha residência que ficam no mesmo endereço, mesmo assim levaram minhas máquinas, to sem trabalhar, contas vencendo, andando a pé pelas ruas, não to bem de saúde, to mesmo doente, tomando tarja preta, paciente de psiquiatra.
Nenhuma intenção tive de prejudicar o meu amado país, sempre aconselhei ao meu ex-cliente a pagar seus impostos e executei meus trabalhos segundo as determinações profissionais do meu ramo, preciso trabalhar.
Hoje sou um homem doente, estou fazendo tratamento neurológico e psiquiatrico, tenho medo de tudo, estou amedrontado,ima pois tive minha casa que também uso como escritório visitada por policiais federais e auditores da receita federal as 06:00 da manhã.
S O C O R R O B R A S I L !
Espero que o professor Zerlottini nunca precise de uma advogado, pois pelo que vejo, só assim vai passar a valorizar o profissional e saber separar as coisas.
Espero que o professor Zerlottini nunca precise de uma advogado, pois pelo que vejo, só assim vai passar a valorizar o profissional e saber separar as coisas.
Espero que o professor Zerlottini nunca precise de uma advogado, pois pelo que vejo, só assim vai passar a valorizar o profissional e saber separar as coisas.
Espero que o professor Zerlottini nunca precise de uma advogado, pois pelo que vejo, só assim vai passar a valorizar o profissional e saber separar as coisas.
Espero que o professor Zerlottini nunca precise de uma advogado, pois pelo que vejo, só assim vai passar a valorizar o profissional e saber separar as coisas.
Espero que o professor Zerlottini nunca precise de uma advogado, pois pelo que vejo, só assim vai passar a valorizar o profissional e saber separar as coisas.
Espero que o professor Zerlottini nunca precise de uma advogado, pois pelo que vejo, só assim vai passar a valorizar o profissional e saber separar as coisas.
Espero que o professor Zerlottini nunca precise de uma advogado, pois pelo que vejo, só assim vai passar a valorizar o profissional e saber separar as coisas.
Prezado Professor Zerlottini, pelo que consta na matéria ele já foi condenado. A ação penal encontra-se em fase de recurso, a melhor indagação aquis eria: É correto permitir que o tal Pimenta, Réu confesso de crime bárbaro e de elevada ofensividade, possa recorrer sem se recolher ao xilindró??? E se o tal Pimenta fosse um indivíduo morador de favela, que matou o dono da birosca da comunidade onde mora a mando do "dono do morro"? Estaria o sujeito recorrendo em liberdade?
Se o sr. Pimenta Neves fosse ainda o todo poderoso diretor de jornal, na certa estaria descendo a lenha no direito de recorrer em liberdade. De qualquer forma, trata-se de direito previsto na CF e deve ser acatado. O Executivo, que tem as chaves do cofre, é que libere verbas para a ampliação de varas e vagas nos tribunais. Esse é o "x" da questão.
Concordo com "olho vivo". Os magistrados estão assoberbados de processos, muito acima do limite do suportado. E, a morosidade da justiça além de gerar insegurança/impunidade é um gigantesco fardo no desenvolvimento de qualquer país.
Não me lembro bem... São os iguais ou os diferentes que se atraem ?
acdinamarco@aasp.org.br = al. joaquim eugênio de lima, 696 = cj. 34 = fone: 3294-1935 = São Paulo.
O Dinamarco que escreveu abaixo não anda confundindo apenas os princípios da física, mas os do direito. Deve ser até passível de reprimenda pela OAB, se Brito tiver a coragem de exigir. O processo contra Brito, como a própria matéria aponta, foi anulado e, pelo que consta, uma das juízas que o mandou prender foi suspensa por seis meses por abuso de poder. Quase todos os advogados de S. Paulo foram vítimas de acusações muito piores e de ações muito mais comprometedoras. Basta ler, por exemplo, as notícias contra o ex-ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. A verdade é que, desde que o velho se foi, o escritório dos Dinamarco de bom só tem o nome. Provavelmente, está verde de inveja por não ter pego nenhuma causa realmente importante. A notícia do Conjur certamente é inspirada pelo advogado demitido, que deve ter ficado histérico com a perda do cliente. Pimenta deve ser louco mesmo para ter entregado a causa a Carlo Frederico Muller. Só por isso deveria estar preso. O advogado perdeu o prazo no STF. Isso é público. Como é possível perder prazo no STF?
Sr. Rodrigo Haidar
Chefe de Redação
Conjur
Caso Pimenta Neves
Prezado Sr. Rodrigo Haidar:
A matéria do Conjur, plantada por alguém inconformado e de má-fé, contém imprecisões sobre o relacionamento de Pimenta com seus advogados. Sou amigo de Pimenta desde 1962; trabalhamos juntos na sucursal do jornal O Estado de S. Paulo em Brasília, da qual fui chefe. Posteriormente, assumi a chefia da circulação do jornal em São Paulo e continuamos amigos. Também trabalhei na revista Visão, por recomendação de Pimenta. Freqüento a casa dele semanalmente e acompanho seu drama desde que ocorreu, em 2000. Portanto, acho que estou qualificado para opinar sobre a sua matéria com conhecimento de causa, embora Pimenta tenha sempre pedido aos amigos que não respondam às provocações.
1 - Desde quando perda de prazo no Supremo Tribunal Federal, a última instância, é questão de pura implicância do paciente? Algumas pessoas acreditam que advogado que perde prazo deve perder a carteira da OAB.
2 - Pimenta não esteve no escritório de nenhum advogado de renome nos últimos dois meses ou dois anos, em companhia do Dr. Brito. Esteve, a sós, com o Dr. Paulo Sérgio Leite Fernandes, antes do júri, porque seus advogados queriam um profissional experiente para ajudá-los e Pimenta não aceitou nenhum dos nomes recomendados por eles. Lembro-me disso perfeitamente porque minha filha e minha neta são advogadas de dois dos escritórios mais importantes do Brasil e ele pediu-me para consultá-las sobre nomes. Infelizmente, não pôde chegar a um entendimento com o Dr. Leite Fernandes, reconhecidamente, um dos maiores criminalistas brasileiros, o que poderia ter mudado o absurdo resultado do júri.
3 - Pimenta não conflitou diretamente com o Dr. Mariz, que fora convidado a defendê-lo pelo jornal que dirigia em 2000 e em que ambos trabalhamos. A ruptura de Mariz foi com amigos dele, que convenceram suas filhas a removê-lo do caso. Os advogados que o substituíram na defesa foram escolhidos por amigos de Pimenta. Naqueles dias, Pimenta não tinha condições de decidir muita coisa e não conhecia nenhum criminalista. De qualquer modo, Mariz conduziu parte do trabalho e fez a defesa oral no Supremo em 2001. Pimenta comentou comigo não ter lido nenhuma peça que Mariz e Malheiros prepararam, a não ser a posteriori. José Carlos Dias seria usado no júri, o que, evidentemente, não ocorreu. Pimenta só interferiu no início do caso cível, por causa da natureza do processo. Desde que Carlo Frederico reassumiu o caso da indenização pretendida pelos pais da Sandra, Pimenta não leu de antemão nenhuma peça do processo, o que se poderá deduzir facilmente de uma leitura perfunctória dos textos. Reviu algumas das peças da defesa no processo criminal, a pedido das advogadas. Infelizmente, alguns recursos importantes não lhe chegaram às mãos.
4 - Sua desistência do escritório de Malheiros se deveu exclusivamente a razões que não têm nada a ver com a qualidade da defesa. Ele se dá bem com ele e Flávia Rahal e trocam e-mails periodicamente. A grande advogada Flávia Rahal, em sinal de solidariedade, compareceu ao seu júri, em Ibiúna, o que, por si só, desmentiria um quadro de incompatibilidade.
5 - A Dra. Maria José da Costa Ferreira, que Pimenta considera uma advogada leal, corajosa e competente, só deixou o seu caso por questões de saúde. Continuam amigos até hoje. Na domingo, Pimenta convidou-a a reassumir o caso criminal, mas, por motivos que desconheço, o substabelecimento foi passado apenas ao Dr. Brito, que foi convidado dois dias depois a assumir apenas o caso cível, como diz o Conjur, sem mencionar a Dra. Maria José.
6 - Ao tomar conhecimento do substabelecimento equivocado, restava a Pimenta cassar as procurações dos advogados anteriores, o que não queria fazer, ou simplesmente pedir ao Dr. Brito que substabelecesse a responsabilidade pela defesa no processo criminal, via mais rápida. Até porque há prazos, que os novos advogados querem respeitar.
7 - Pimenta disse-me sentir-se honrado de poder contar com a ajuda da Dra. Maria José da Costa Ferreira e do Dr. José Alves de Brito Fº nesses dois casos.
8 - Ele conheceu o Dr. Brito na prisão. Pimenta comentou comigo que havia lido partes de seu processo e percebera inexistir uma réstia de evidência contra ele. Era a verdadeira denúncia vazia. Brito, na opinião de Pimenta, foi, de fato, vítima de uma espantosa teia de intrigas. Seu processo foi anulado e ele pôde regressar à profissão e ao convívio de sua mulher e seus sete filhos. Como Pimenta saiu antes dele, prestou a assistência que pôde a seus filhos, como fez, aliás, dentro de seus modestos recursos, para muitos outros presos e suas famílias. O Dr. Brito foi grato e visita-o periodicamente e já nos encontramos na casa de Pimenta. Ele aparenta ser um homem cordial e despretensioso, apesar de sua pós-graduação, e, como todo ser humano, merece normalizar sua vida. Como os irmãos Müller sabem (e amigos comuns também), as pessoas podem ser presas ou acusadas injusta, covarde e levianamente. Minha irmã, Maria Nilde Mascellani, cujo único crime fora criar e dirigir o Ensino Vocacional, foi presa e maltratada pela ditadura militar durante seis meses. À época, Cláudio Abramo e Pimenta, que eram grandes amigos, envidaram esforços para localizá-la e libertá-la, o que finalmente ocorreu, sem que ela recuperasse sua saúde.
9 - Pimenta é amigo de Roberto Müller, pai de Ilana e Carlo, há mais de 40 anos. Müller trabalhou para ele na Folha de S. Paulo e na Visão. Por sua vez, Pimenta foi correspondente da Gazeta Mercantil em Washington, a seu convite, quando ele a dirigia. Até esse episódio trágico, Pimenta teve pouquíssimo contato com seus filhos, exceto por um período em que Carlo Frederico, ainda criança, se hospedou na casa dele, em Washington, depois de dificuldades em se ajustar às famílias do programa de intercâmbio. Inúmeras vezes Pimenta mencionou sua gratidão para com os Müller, num momento em que muitos supostos amigos de Pimenta se refugiaram na pusilanimidade.
10 - Alguns dos maiores advogados do Brasil se ofereceram para defendê-lo, por razões facilmente compreensíveis. Mas Pimenta decidiu ficar com os filhos de Müller, apesar de sua pouca experiência, por uma questão de lealdade e gratidão. Pimenta considera Ilana Müller uma valorosa combatente e crê que será uma das maiores advogadas do Brasil.
11 - Pimenta está convencido, no entanto, de que há uma síndrome do "life cycle" no relacionamento entre clientes e advogados, especialmente em casos difíceis e desgastantes. Não pretende descrever pormenores dessas dificuldades, a menos que seja absolutamente obrigado. Mas nada justifica a quebra do decoro e a veiculação de informações fabricadas.
12 - Finalmente, um pequeno comentário para contestar os lugares comuns e mentiras propalados por cães de aluguel e "escritoras" que nunca promoveram nada senão seus escritos medíocres e sórdidos. Você pode ficar com o clichê de que "quem ama não mata"
ou dar algum crédito à frase de um dos maiores pensadores e escritores de língua portuguesa, o padre Vieira, em seu Sermão do Mandato, pregado em Roma, na igreja de Santo Antônio dos Portugueses, no ano de 1670 (respeitada a pontuação do original), que Pimenta me enviou por e-mail há muito tempo:
"O amor essencialmente é união, e naturalmente a busca: para ali pesa, para ali caminha, e só ali pára. Tudo são palavras de Platão, e de Santo Agostinho. Pois se a natureza do amor é unir, como pode ser efeito do amor o apartar? Assim é quando o amor não é extremado e excessivo. As causas excessivamente intensas produzem efeitos contrários. A dor faz gritar; mas se é excessiva, faz emudecer: a luz faz ver; mas se é excessiva, cega: a alegria alenta e vivifica; mas se é excessiva, mata. Assim o amor: naturalmente une; mas se é excessivo, divide..."
Atenciosamente,
Aldo José Mascellani
RG 1.990.439
Fone: (11) 3214-4357
Com certeza a dor que o "até que se prove culpado" Pimenta Neves sente é bem menor que a dor da família da moça assassinada.
Talvez seja bom perguntar para os pais dela quem eles acham que sofre mais, se quem a pertou o gatilho da arma que tirou a vida da filha deles, ou eles, os pais, que perderam a filha, amiga ou irmã com uma bala na cabeça.
Com certeza os pais saberão responder a essa questão de alta indagação jurídica.
Por fim, considerando seu texto poético, segundo o qual o amor pode autorizar a matar...
Sabe o que essas suas palavras me lembram? Vou apenas transcrever o que está em outro site:
O juiz Edilson Rumbelsperger Rodrigues, de Sete Lagoas (MG) que sistematicamente vem tachando a Lei Maria da Penha de " monstrengo tinhoso" e "conjunto de regras diabólicas".
* "Esta 'Lei Maria da Penha' - como posta ou editada - é de uma heresia manifesta. Herética porque é anti-ética; herética porque fere a lógica de Deus; herética porque é inconstitucional e, por tudo isso, flagrantemente injusta."
* "Ora! A desgraça humana começou no Éden: por causa da mulher - todos nós sabemos - mas também em virtude da ingenuidade, da tolice e da fragilidade emocional do homem".
* "O mundo é masculino! A idéia que temos de Deus é masculina! Jesus foi Homem!".
* "A vingar esse conjunto de regras diabólicas, a família estará em perigo, como inclusive já está: desfacelada, os filhos sem regras, porque sem pais; o homem subjugado".
* "Do ponto de vista ético, moral, filosófico, religioso e até histórico, a chamada Lei Maria da Penha é um monstrengo tinhoso".
Pois é... vc me lembra esse juiz, cujas setenças o CNJ está analisando.
Mas a culpa de tudo é da mulher, que de tão maravilhosa se fez amada, e por se fazer amada mereceu ser morta.
Sou a advogada Maria José da Costa Ferreira, mencionada no artigo, fato que me obriga a lhes responder, pois, em várias oportunidades, esse conceituado site tem noticiado fatos que não condizem com a realidade. Seria de esperar que uma consulta às partes fosse feita, até para proteger o redator de eventual acusação de inconsequente ou manipulável. O artigo informa que fui procurada, mas nem eu nem meus colegas e secretárias temos registro disso. Por outro lado, ainda que não tenha sido procurada, informo-lhe que fui convidada e aceitei o convite de Pimenta Neves para reassumir sua defesa no processo criminal. Quero realçar que fui advogada de Pimenta Neves durante quase cinco anos, a partir de meados de 2001, e somente deixei sua defesa por motivos de saúde. Há que se referir, ainda, que as dificuldades encontradas para trabalhar na defesa do Dr. Pimenta Neves, não se devem aos “palpites” do Jornalista - que, aliás, pode e deve participar de tudo relacionado à sua defesa, graças às suas vastas cultura e competência - mas, sim, às mentiras e distorções propaladas a respeito do caso e aos efeitos que tais divulgações provocam na mente do público e até de juízes que julgam mais cômodo nadar com a corrente da fantasia do que buscar a verdade. Maria José da Costa Ferreira, do escritório Francez e Costa Ferreira - Advogados Associados
Nota da Redação:
O jornalista procurou ouvir a advogada na quinta-feira, 25 de outubro. Deixou recado com a secretária e pediu retorno. Em vão. Os registros telefônicos podem comprovar a ligação feita ao escritório da advogada.
Há coisas que não se pode dizer serem mentiras:
A uma moça morta, brutalmente e pelas costas.
A um assassino solto.
Em tempo,
Ha uma moça morta, brutalmente e pelas costas.
Ha um assassino solto.
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