STF autoriza Rocha Mattos a pedir regime semi-aberto

Pelo menos em um dos processos a que responde, o juiz afastado João Carlos da Rocha Mattos poderá pedir o direito de progredir para o regime semi-aberto. Ao conceder o mesmo direito para Jorge Luiz Bezerra da Silva, delegado investigado pela Operação Anaconda, a 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu estender o benefício para outros réus na mesma Ação Penal. Entre eles: Rocha Mattos e o delegado José Augusto Bellini, todos sem condenação transitada em julgado. A decisão da 2ª Turma confirma liminar do ministro Joaquim Barbosa.

A decisão, que não se aplica a outros processos respondidos pelos acusados, também confirmou a extensão da liminar concedida no Habeas Corpus 86.005, impetrado em favor de Silva. O ministro Joaquim Barbosa ressaltou que a decisão se aplica somente à Ação Penal 128, em curso no Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em São Paulo. A concessão da condicional ou do regime semi-aberto depende da Justiça Federal.

O ministro aplicou ao caso o enunciado da Súmula 716, do STF, segundo a qual “admite-se a progressão de regime de cumprimento da pena ou aplicação imediata de regime menos severo nela determinada, antes do trânsito em julgado da sentença condenatória”.

HC 86.005

kELSEN disse:
05 de agosto de 2008 às 22:25

É isso aí!!!.

Viva os direitos humanos fundamentais do Rocha Matos !!!!

Como o Presidente do STF diz, os direitos fundamentais são inalienáveis.

Parece que Sua Excelência desconhece que o direito à saúde e à previdência social também é direito fundamental.

Cadê a preocupação do STF com a saúde e com a previdência dos cidadãos.

Tem que ter grana para ser titular de direito fundamental.

Zito disse:
05 de agosto de 2008 às 22:29

Ele, não é um João Ninguém.
Portanto, viva os direitos dos Homens.

Antônio Macedo disse:
06 de agosto de 2008 às 00:25

Não é à toa que a Anaconda acaba com suas infelizes vítimas de maneira lenta lento, e a coisa fica mais drástica quando isso ocorre impulsionado por ódios e soberbas.

Dr. Luiz Riccetto Neto disse:
06 de agosto de 2008 às 08:22

O funcionário Toninho Macedo sabe bem o que moveu a Operação Anaconda (cobra que mata a vítima por asfixia). Parabéns ao advogado, Dr. Aluisio Lundgren Corrêa Regis, pelo hercúlio trabalho na defesa dos direitos fundamentais de seus constituintes, a que a justiça vem relutando em reconhecer (necessitando intervenção da Corte Suprema).

Georges P. Sellinas disse:
06 de agosto de 2008 às 13:08

"O ovo da serpente" publicado pelo repórter, Cláudio Júlio Tognolli, ele publica: Rocha Mattos deixa muitos amigos na Polícia Federal. O que sugere um novo passo da Operação Anaconda. Mas novamente outra pergunta sobre todo esse quadro não quer calar: a quem interessou que Rocha Mattos sobrevivesse tanto tempo? Certamente, a uma gama de maus advogados que se lhe pingaram dólares no chapéu. E que hoje passam incólumes à Anaconda. Contra estes, Rocha Mattos deve manter ainda quilos de documentos. Como manteve guardada, por treze anos, denúncia ajuizada contra este repórter, que certa feita escreveu um advérbio de modo que o desagradou: que o juiz “curiosamente” absolvera acusados de fraudes no INSS de São Paulo. O alerta de Mário César Carvalho, na cena 1 deste roteiro, é claro: a papelada estava guardada no mesmo local em que a PF apreendera um AR-15 de posse de seu fac totum, o ex-agente federal César Herman. É nesse ponto que a Anaconda se detém: se Rocha Mattos ainda mantinha guardadas sentenças contra um reles repórter, de que tesouros não disporá, mesmo encarcerado, para manter calados os tubarões da advocacia brazuca?

Georges P. Sellinas disse:
06 de agosto de 2008 às 13:09

Um dos acusados nas operações day trade, Milton de Mello Milréu, telefona para a mãe de um repórter, dizendo que seu filho corre risco de vida por estar se metendo com ele e com Rocha Mattos. Milreu oferecera 10.000 dólares para o repórter não publicar a denúncia das operações day trade na revista Veja. A reportagem jamais sairia. Um telefonema de Antônio Carlos Magalhães à então direção de Veja ordenava o embargo, já que da lista dos 1.017 famosos dessas operações constava seu genro César Matta Pires, da Construtora OAS, então conhecida como “Obras Arranjadas pelo Sogro”.

Um procurador da República telefona a este repórter, em maio, nas horas mortas da noite. Ligação de igual teor é feita ao melhor repórter policial do país, Fausto Macedo, então no Jornal da Tarde. Aos berros, o procurador chora. Diz que vai ser assassinado pelo Rocha Mattos por ter oferecido denúncia contra 1.017 pessoas famosas que lavavam dinheiro via operações day trade. Meses depois, o procurador se aposenta.

Georges P. Sellinas disse:
06 de agosto de 2008 às 13:10

Rocha Mattos foi o campeão de correições promovidas na Justiça Federal. Seis delas foram promovidas pelo procurador da República Mário Bonsaglia. Rocha Mattos é amigo pessoal do ex-superintendente da PF paulista, delegado federal Marco Antônio Veronezzi, razão pela qual a Operação Anaconda partiu de Brasília sem o conhecimento da PF de São Paulo.
O escândalo que envolve o juiz Rocha Mattos já era de conhecimento da mídia desde 1988, mas várias influências, como a de Antônio Carlos Magalhães, impediram que o caso das operações day trade, já então objeto de denúncia, fosse divulgado pela imprensa.

Georges P. Sellinas disse:
06 de agosto de 2008 às 13:22

Rocha Mattos - Todos esqueceram os cúmplices e os colaboradores dele que desde a década de 1980 figuram na imprensa, do Brasil. Vejam a seguir.
Esqueceram dos traficantes e grandes contrabandistas absolvidos por ele, mediante o pagamento de "taxas" de U$ 2.000.000,00 (dois milhões de dólares!
Esqueceram da absolvida quadrilha que falsificavam os Bonus do Governo Argentino. (procurem na Internet: [Curriculo.htm], no Google.com.br
Mas, como o analfabetismo no Brasil é demasiadamente evoluído, muitos deixaram de visitar os sites: .anakonda.com.br - .intocaveis.com.br - .sellinas.com.br - .gs1.com.br, e [os.intocaveis.com.br] (todos com www menos este último), alem do mecanismo google.com.br que apontam as provas e o currículo daquele magistrado!

Georges P. Sellinas disse:
06 de agosto de 2008 às 13:31

Rocha Mattos - Todos esqueceram os cúmplices e os colaboradores dele que desde a década de 1980 figuram na imprensa, do Brasil. Vejam a seguir.
Esqueceram dos traficantes e grandes contrabandistas absolvidos por ele, mediante o pagamento de "taxas" de U$ 2.000.000,00 (dois milhões de dólares!
Esqueceram da absolvida quadrilha que falsificavam os Bonus do Governo Argentino. (procurem na Internet: [Curriculo.htm], no Google.com.br
Mas, como o analfabetismo no Brasil é demasiadamente evoluído, muitos deixaram de visitar os sites: .anakonda.com.br - .intocaveis.com.br - .sellinas.com.br - .gs1.com.br, e [os.intocaveis.com.br] (todos com www menos este último), alem do mecanismo google.com.br que apontam as provas e o currículo daquele magistrado!

Georges P. Sellinas disse:
06 de agosto de 2008 às 13:40

"O ovo da serpente" publicado pelo repórter, Cláudio Júlio Tognolli, ele publica: Rocha Mattos deixa muitos amigos na Polícia Federal. O que sugere um novo passo da Operação Anaconda. Mas novamente outra pergunta sobre todo esse quadro não quer calar: a quem interessou que Rocha Mattos sobrevivesse tanto tempo? Certamente, a uma gama de maus advogados que se lhe pingaram dólares no chapéu. E que hoje passam incólumes à Anaconda. Contra estes, Rocha Mattos deve manter ainda quilos de documentos. Como manteve guardada, por treze anos, denúncia ajuizada contra este repórter, que certa feita escreveu um advérbio de modo que o desagradou: que o juiz “curiosamente” absolvera acusados de fraudes no INSS de São Paulo. O alerta de Mário César Carvalho, na cena 1 deste roteiro, é claro: a papelada estava guardada no mesmo local em que a PF apreendera um AR-15 de posse de seu fac totum, o ex-agente federal César Herman. É nesse ponto que a Anaconda se detém: se Rocha Mattos ainda mantinha guardadas sentenças contra um reles repórter, de que tesouros não disporá, mesmo encarcerado, para manter calados os tubarões da advocacia brazuca?

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