O colunista Diogo Mainardi, da revista Veja, entrou com ação de danos morais contra o portal Internet Group do Brasil Ltda, o iG, e o jornalista Luis Nassif. O escritório Lourival J. Santos, que representa Mainardi, alega que Nassif e o iG estão “fazendo verdadeira campanha persecutória e extremamente ofensiva ao jornalismo praticado pelo articulista”. E ainda: “ofenderam intencionalmente o bom nome e a moral do autor (Mainardi), colocando em xeque o jornalismo por ele desenvolvido”.
A ação inicial, de 36 páginas, é assinada pelos advogados Lourival Santos, Alexandre Fidalgo e Thais Fortes Matos. Os advogados querem a retirada do ar das acusações contra Diogo Mainardi e outros jornalistas da revista Veja mencionados no blog que Nassif tem no iG. Os advogados questionam uma série de informações postadas por Nassif contra Mainairdi, Lauro Jardim, Mário Sabino e Eurípedes Alcântara.
Os quatro aparecem numa série, batizada por Nassif de Veja: um retrato falado, em dez capítulos – O quarteto de Veja, Os primeiros serviços, O dossiê falso, O Bookmark de Mainardi, Lula é meu álibi, A imprensa e o estilo Dantas, O Método Veja de jornalismo, O araponga e o repórter, As relações incestuosas na mídia e O Lobista de Dantas. O blog de Luis Nassif ainda mantém no ar essa série. Pela medição de dezembro de 2007, o iG teve 11,2 milhões de acessos de visitantes, com 1,3 milhão de assinantes da banda larga.
A defesa de Mainardi questiona o fato de sua foto ter sido colocada no blog de Nassif com os outros três jornalistas de Veja. Para eles, “a imagem inserida nos textos acusatórios robustece a gravidade das ofensas, bem como fica evidente que a expressão quarteto, utilizada de forma recorrente, tem o propósito único de inferir que se trata de um bando cuja finalidade é vender jornalismo para empresários”.
De acordo com os advogados, o iG e Nassif “acusam os profissionais de Veja de estarem a mando de Eduardo Fischer, empresário na área de publicidade e de agir a serviço do banqueiro Daniel Dantas”. Para eles, Nassif comete crime contra Diogo Mainardi principalmente quando escreve trechos como: “O trio se tornava, então, o quarteto de Veja, que dali por diante, entraria de cabeça na campanha em favor de Daniel Dantas: Eurípedes Alcântara, Mário Sabino, Lauro Jardim e Diogo Mainardi”, “Nesse jogo, o papel mais ostensivo passaria a ser desempenhado por Diogo Mainardi. Pouco tempo antes, ele havia escrito algumas colunas falando de fundos de pensão. Por alguma razão, houve ume espécie de leilão no Rio de Janeiro para que conseguisse seu passe”, “Mainardi havia começado a ganhar destaque por subir vários tons nas ofensas contra Lula e também pelo uso de dramas familiares como temas de colunas – o que desperta simpatia em parte do público de Veja”. “Adversário político de Dantas, Nelson Tanure tentou levá-lo para o Jornal do Brasil. Veja acabou cobrindo a proposta, praticamente dobrando o salário de Mainardi”.
Os advogados do escritório Lourival J. Santos dizem que os réus acusam Mainardi “levianamente, e sem prova” de ser “repassador de recados”, “um colunista em disponibilidade” e de “desempenhar o papel de pára-jornalista”. Segundo eles, os réus afirmam que “Mainardi se revelaria com falta de escrúpulos suficiente para cometer qualquer assassinato de reputação que lhe fosse encomendado”.
Para os advogados, Nassif deve ser condenado porque “além de Mainardi ser acusado de favorecer um esquema criado pela revista, em que se estabeleceria ligação direta com Daniel Dantas em campanha a favor do banqueiro, o que já configuraria claras ofensas”, ele é também apontado como “inescrupuloso, ávido pelas benesses que a exposição jornalística trazia”.
Um dos pontos mais focados na defesa de Mainardi é aquele em que Nassif o acusa de cavalgadura econômica. De acordo com os advogados, “a ofensa ao autor está na passagem do texto em que os réus acusam-no de estar a mando (cavalgado) de Daniel Dantas, sendo que a recompensa por isso se daria de forma comercial, com a inserção de publicidade das empresas de Dantas na Editora Abril, empresa para a qual Diogo trabalha”.
Além da retirada das informações do blog e do pedido de indenização por danos morais, os advogados querem também a publicação da eventual sentença condenatória no portal iG, como prevê o artigo 75 da Lei de Imprensa.
A origem do entrevero foi uma coluna em que Mainardi divulgou que Nassif publicara na Folha de S.Paulo um texto redigido por Luís Roberto Demarco, empresário apontado em processo na Itália de ser o distribuidor de propinas no Brasil destinadas a afastar Daniel Dantas da Brasil Telecom.
...diogro, diogro...
Por coerência, agora devo criticar o Mainardi.
Achei lamentável o TJSP ter condenado o Mainardi na querela com o Amorim porque acho que esses jornalistas têm mais é que se digladiar à vontade, pois dispõem de meios de ataque e defesa, sem envolver o judiciário em suas disputas. Pensei que essa fosse também a posição do Mainardi.
Diego Mainardi reclamando de acusações e leviandade, quem diria.....
Como dizem por ai "no dos outros é refresco", rs.
Mainardi alega ser vítima do estilo de jornalismo que costuma praticar. Pensei que a cobra fosse imune ao próprio veneno... Neste caso, o "dossie veja" de Luís Nassif incomoda o peão da Veja pelo fato de que, ao analisar os seus artigos de um forma mais apurada, restam dúvidas quanto ao seu exclusivo interesse jornalístico. A ironia esta no fato de, justamente um dos maiores "assassinos de reputação" da atualidade, estar sendo vítima do próprio estilo "Neocon". Assim, em sua defesa, sempre alegou que o seu estilo de jornalismo, o seu papel de resistência contra o "lulismo" e a fidedignidade das suas fontes estavam acima de qualquer suspeita. É a melhor estratégia nesse momento, digna do estilo Daniel Dantas, de quem está na defesa deve partir para o ataque.
Na verdade, curiosas as alegações dos procuradores do sub-sub-produto de Paulo Francis. O mesmo sempre afirmou ser um absurdo recorrer-se ao Judiciário para se discutir opiniões jornalísticas. Mas parece que essa vedação só valia para os outros. Outro detalhe: se Mainardi cultivasse o hábito da leitura e da boa informação, que tanto propaga,lembraria-se do caso Oscar Wilde, em que o escritor começou como autor e terminou como réu. De todo modo,há alguns problemas no tocante à essência das argumentações despendidas por Mainardi. Ele afirma que Nassif escreve "de maneira ofensiva ao jornalismo praticado pelo articulista". Ora, desde quando o deslumbrado assalariado de Veja e seus patrocinadores pratica jornalismo? Escrever servilmente e subservientemente faz parte do jornalismo, na mais lídima acepção do termo? Também alega Mainardi que seu " bom nome e sua moral" foram atingidas. Mas só se pode ser atingido no que se tem. E as duas virtudes profissionais e éticas estão tão próximas do autor da ação quanto Dom Hélder Câmara estava do tráfico de drogas. O melhor que o pseudo-escritor poderia fazer é explicar as acusações de Luís Nassif, este sim autor prestigiado e aclamado nacionalmente e cujas acusações são extremamente consistentes. De qualquer forma, como disse Luis Fernando Veríssimo, " para besteira e financiamento do Banco do Brasil sempre se arruma um jeito". Quando escreveu a comédia " Lula, Minha Anta", Mainardi tinha tanto apreço assim pela honra dos outros? É bom prepar uma resposta para essa e outras perguntas em juízo.
Quero ver o resultado disso.
Aliás, os fãs do Nassif já fizeram uma "vaquinha" pra ajudá-lo a pagar o BNDES?
Acho que os fãs do Nassif estão rindo à toa. Já os do colunista acéfalo.... rsrsr.
O que se dá para tirar de lição disso tudo é que não dá pra confiar em jornalista e nem em órgão de imprensa! Para mim são tudo farinha do mesmo saco, sempre defendendo algum interesse obscuro em troca de vantagens pessoais! Quando se acusam assim, é por que, no fundo, é tudo verdade mesmo.
Veja-se que a "tropa de choque" PeTralha, acolitada por outros PeTelhos inocentes-úteis já se mobilizou para fustigar o jornalista Mainardi.
Então vejamos:
Se Diogo Mainardi, por exemplo, relata que "X", motorista de "Y" encontrou-se às 2 da madrugada do dia tal no restaurante "a", com o ministro "Z" e entregou-lhe uma mala com "b" milhares de dólares como propina, aonde está a "fofoca", a "falta de caráter", o "partidarismo"? Trata-se, ou de uma DENÚNCIA (que depois, SEMPRE, acaba por se comprovar) ou de uma simples MENTIRA CRIMINOSA.
Os PeTralhas, que odeiam Mainardi, nunca entram no mérito de sua DENÚNCIAS, ma sempre ficam com "acusações" rasteiras, acerca do seu caráter e de uma suposta falta de isenção, por estar a "soldo" de alguém (a CIA, Daniel Dantas, os "tucanos", George Bush, Belzebú, etc.).
Bem dizia o mestre Ruy: "O ladrão, sabe cada qual como seu igual".
Os PeTralhas maliciosos devem confundir Mainardi, Reinaldo Azevedo, Olavo de Carvalho e mais alguns outros, com o anões tocadores de tuba (e de outros instrumentos "de sôpro"!) que escrevem a soldo!
Aliás, alguém viu a revista "Cartilha Capital" desta semana? Duas, e apenas duas, páginas de anúncios de empresas privadas e umas dez de Banco do Brasil Petrobrás, Caixa Economica Federal e etc.. E é aquela revista que oferece desconto na assinatura para membros do PT. Ora, por honestidade, deveria dá-la de graça a quem fosse petista. Mas, opa! estamos falando de HONESTIDADE, não?
Postei o seguinte comentário no Blog lo Luiz Nassif : http://www.projetobr.com.br/web/blog/5
Essa briga dos Srs. vai longe!!! O Sr. Mainardi tem uma língua ferina. Narra ele em sua coluna Veja, edição 2069: "Ele foi demitido da Folha pouco tempo depois, por causa de um ato ainda mais nauseabundo: a suspeita de ter usado seus artigos no jornal para achacar o governo Geraldo Alckimim. (...) quando o diretor da Folha, Otávio Frias Filho, foi informado das suspeitas em torno de Luis Nassif, demitiu-o imediatamente. O Sr. defendeu-se de tais acusações? (que, se verdadeiras, não o habilitam mais um jornalismo com credibilidade (com cópia da veja@abril.com.br.
Fui vetado e não obtive resposta.
E mais ainda, em se falando de HONESTIDADE: o réu nesta ação foi demitido desonrosamente da FOlha de S. paulo depois de flagrado achacando autoridades estaduais com o pretexto do comparecimento destas em "painéis" por ele realizados.
É o mesmo tipo que, não pagou um empréstimo público contraído no BNDES; deu um "jeitinho" junto a autoridades do atual (des)governo que nos assola de "repactuar" a dívida (com desconto, largo parcelamento e EXCLUSÃO DE GARANTIAS!;
E que, uma vez defenestrado (desonrosamente, repita-se) do jornalismo, organizou um "blog" colocando-se "a serviço" das opiniões mais cabotinas e, muitas vezes constrangedoramente contraditórias, sempre em favor das atrabílias praticadas pelos seus "financiadores" estatais.
Esse é o tipo que tem a coragem de criticar alguém e de falar em escrúpulos!
Ah, e por último: sempre critiquei essa história de Mainardi de: "jornalista não processa jornalista". Em tese é muito bonito, mas quando estamos falando de gente decente e normal de um lado e, de outro lado, de ratazanas PeTralhas, não é possivel de aplicação o axioma, pela simples assimetria ontológica.
E porque Daniel Dantas é processado na Itália ( por italianos), nos EUA ( por americanos), além de no Brasil ( por brasileiros)? Será que há uma conspiração internacional, invejosa de um homem que do nada, chegou a uma fortuna de seis bilhões de dólares imediatamente após atuar como intermediário em um processo de privatizações que gerou estupefação no mundo todo? O que não entendo é porque alguém escreve para defender o sujeito, com tantas provas e evidências contra si. Só por ideologia política? Tipo " não gosto do PT. O PT não gosta de Daniel Dantas. Então eu gosto de Daniel Dantas". Isso é raciocínio juridico? Quanto a mim, faço votos para que a justiça condene todos os acusados de corrupção, sejam do PSDB, do PT, do PFL ( não é possível chamá-los de democratas) ou PMDB. Se como cidadão, tenho o direito de satisfações sobre o direito público por parte de agentes políticos nos quais não votei, muito mais direitos tenho sobre os em que votei, eis que, além da lesão patrimonial, traíram minha confiança. Mas neste país as coisas não funcionam assim. Se alguém é corrupto, mas é de um partido contrário àquele ao qual se tem ojeriza, a corrupção é perdoada. Não há sentimento de cidadania. E essas mesmas pessoas vêm falar em Estado Democrático de Direito. Não respeitam o Estado, ignoram a democracia e sequer sabem o que significa Direito, em sua concepção autêntica e nobre.
Mainardi não reconheceria a honestidade, se se encontrasse diante dela. Luís Nassif foi, sim, demitido por criticar o PSDB. Mas Kennedy Alencar e Eliane Cantanhêde não são demitidos por " achacar" o PT. E o mesmo jornal, em sua propaganda veiculada na TV, diz: " Folha. Um jornal apartidário". É nesse caso que falamos de honestidade? Mainardi teve uma avaliação mais imparcial. Foi condenado pela Justiça por caluniar Paulo Henrique Amorim. Claro que não será demitido por Veja, que tem o propósito claro de criticar o governo( o que é direito seu). No entanto, a revista já, por duas vezes, fez denúncias ao governo prometendo as provas para a semana seguinte e voltou atrás. Por que? A publicação tem motivos para ser contra o governo? Julguemos. Até 2001, a Editora Abril recebia verba de R$ 160 milhões de reais do governo ( em virtude da Editora Ática, que fornecia livros didáticos). O atual governo reduziu a verba para 84 milhões e dividiu o valor restante em pagamento a outras empresas, evitando o monopólio. Mais que a ideologia, a verba foi o motor para o oposicionismo da revista, que claro, tem outros motivos para tanto. É aí que vemos a honestidade? Denúncias reais devem ser incentivadas, seja contra quem for. Mas Mainardi sobrevive de notícias criadas. E regiamente pagas. Essa é a crítica. Por que o atual governo não o processou? Não sei e acho absurdo não tê-lo feito. Mas ainda dá tempo. E quem sabe os 84 milhões da Editora Ática não tenham melhor serventia em outra empresa? Afinal, a Editora Abril talvez tenha escrúpulos em manter negócios com um governo que lamenta tanto.
NÃO Touché, Nassif foi demitido por cobrar R$ 50 mil do então Secretário da Segurança Pública Saulo Ramos para participar de um "painel", justamente sobre segurança pública no jornal. (uma "ajudinêa de custa, bor favor!")
Depois de alguns meses houve outra tentativa, desta vez por R$ 30 mil, (afinal, qualquer grana serve!) que foi levada a conhecimento do dono do jornal que o demitiu. Tudo isto documentado por e-mails.
"Falar mal do PSDB"?!!! Desde quando isso dá demissão, neste país aonde as redações são infestadas de PeTralhas e PeTelhos, amigo? Tá sonhando?
Ôps! Faltou uma letra: "aO conhecimento".
Não creio que esteja sonhando, meu caro. O próprio ombudsman da Folha, em sua segunda coluna depois de assumir, admitiu que o tratamento dado ao PSDB é privilegiado em relação ao PT, tanto em conteúdo quanto em espaço, com relação a matérias favoráveis, relação que se inverte quando o teor é crítico. O impedimento de CPI´s contra o governo paulista é sempre olvidado ou colocado em segundo plano pelo jornal. Vide cartões corporativos, quando se mostrou que o governador Serra gastou 44 milhões de reais. Qual a repercussão disso na imprensa? Sobre as preferências ideológicas dos jornais, o Estado de São Paulo é infestado de petistas? O Globo é? A Folha é? A Veja é? A Época é? Os donos desses jornais são petistas? Nassif foi condenado, sim, por criticar o PSDB com contundência. Sobre sonhar, desde quando a Folha é conhecida por demitir jornalistas envolvidos com casos de corrupção? E por que, se a imprensa é petista, começou-se a discutir,unanimemente, pós-eleição 2006 sobre a queda da influência da imprensa e o mito do quarto poder, em virtude da reeleição de Lula? Isso significa que a vontade da mídia era outra, não? Acho que suas argumentações são mais embasadas em ideologia que em realidade. Atenciosamente, despeço-me.
Então, tchau!
Richard, só esta ação de Mainardi contra Nassif já é motivo para merecimento de total descrédito, pois sempre afirmou que nunca processaria quem o critica, mas não teve hombridade suficiente para bancar o que fala.
Agora, Richard, se você se faz de cego, surdo e mudo, sinto muito, mas não há nada a fazer a não ser torcer para que um dia você saia dessa ilusão. Nassif prova em seu blog o envolvimento de Mainardi e da Veja com Daniel Dantas.
Você fala que os comentários dos PeTralhas sobre Mainardi são genéricos e não provam nada, mas os seus comentários sobre PHA também são genéricos e não provam nada. Você fica simplesmente dizendo que ele é anão tocador de tuba e que trabalha a soldo.
Você comente os mesmos erros os quais tanto critica e isso só tem um nome, meu caro Richard, HIPOCRISIA.
Acho que você deveria criar um fã-clube para o Diogo Mainardi com camisetas e bonés com a foto do menino mimado da Veja chupando o dedo e fazendo graça para querer aparecer. Deveria dar plantão lá no ap dele e quando ele sair, correr atrás até conseguir um autógrafo. Fazer tietagem mesmo. O ego dele é muito maior que a inteligência e conhecimento juntos.
Nessas horas onde está o Civita, aquele que disse proferiu a bobagem "quando se trata de liberdade, quanto menos leis melhor"?
Acho que ele, Mainardi e os advogados do Grupo Abril nunca leram Locke nem Montesquieu e por isso não entendem que a lei serve para garantir a igualdade e a liberdade entre os homens.
Estou inconformado!! Os advogados estão exigindo que o conteúdo de um blog seja tirado do ar!! Está inalgurada a ditadura do Grupo Abril ou campanhas difamatórias é um direito exclusivo deles?
Tem muito caroço nesse angú.
Antes que os cornetas de plantão toquem aos quatro ventos;
"inalgurada" é feio
"inaugurada" fica melhor
Mauro, desculpe-me fazer menção explícita a comentário seu, mas, além de parabenizá-lo pela adequada lembrança de teóricos como Montesquieu e Locke, cuja leitura deveria ser embasamento lógico de todo cultor do Estado Democrático, gostaria de tecer um comentário sobre os " advogados". Você reparou que, em contraposição à moção de apoio ao Juiz De Sanctis no caso Dantas, dada pelas Associações de Magistrados, pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal, além de mais de 84% da sociedade em todas as enquetes realizadas, só houve apoio à decisão seletiva e autoritária do Presidente do Supremo de duas classes de advogados? No encontro em São Paulo, somente havia tributaristas e criminalistas. Os primeiros, sempre dependentes do STF para que as empresas-clientes deixem de contribuir para os cofres públicos e eles possam perceber honorários advocatícios. Houve, inclusive, tributarista que teve de se exonerar de cargo de Procuradora-Geral do Estado pela imprensa descobrir que ela mantinha famosa banca de advocacia com contrato com o Ente Estatal que patrocinava. E os criminalistas encontram suas razões na própria razão de suas atribuições, que é defender acusados de crime e também criminosos. Embora ali só se encontrasse advogados da elite nacional. Então, pergunto: quem tinha interesses próprios a defender? É isso que se denomina Estado Democrático de Direito? No que me pertine, ainda prefiro inspirar-me em Rui Barbosa, Pontes de Miranda e Victor Nunes Leal que em advogados que projetam, ao invés de princípios jurídicos, causas presentes e futuras, privilegiando a bajulação rasteira à comparação hermenêutica entre direito de defesa e proteção séria e fundamentada do interesse público, cujos resguardos não são, de forma alguma, incompatíveis.
Quanto a Mainardi, como se depara com conceitos novos, quais sejam honestidade, honradez e moral, depois de passar a vida relatando denúncias fictícias ou desprovidas de provas e tecendo comentários pretensamente irônicos sobre tudo e todos, natural que se contradiga. Quem não tem compromisso com nenhuma virtude, não pode traí-la. Doravante, porém, terá de explicar a seus leitores_ há gosto para tudo_ por que muda de opinião tão rápido a respeito da utilização da Justiça por jornalistas. Se bem que bastaria dizer a verdade: ele não é jornalista. Tampouco escritor. E um porta-voz não precisa ser coerente. Basta dar invólucro verbal ao pensamento do patrão. Seria uma boa explicação. Para não dizer a única.
DIOGO MAINARDI.
SEI QUE VOCÊ ACESSA O CONJUR, PORTANTO, QUERO QUE VOCÊ SAIBA QUE ESTOU ESPERANDO O SEU PRONUNCIAMENTO AQUI OU NO SEU ESPAÇO NA VEJA, SEJA NA REVISTA OU NO SITE.
PARE COM BOBAGENS. PARE COM BOBAGENS COMO SE AUTODENOMINAR O ORÁCULO DE BAGDÁ, POIS AO ORÁCULO NÃO COMPETE O ÓBVIO. O SEU ÓBVIO DE QUE NO BRASIL SE MATARIA MAIS QUE NO IRAQUE É O MESMO ÓBVIO DO MALUF QUANDO DISSE QUE NO BRASIL SE MATAVA MAIS QUE NA GUERRA DO GOLFO. PARE COM BOBAGENS COMO GUGU, GALO AMARELO E BRITNEY SPEARS.
QUERO VER NO SEU PODCAST OU NA REVISTA O QUE VOCÊ TEM A DIZER SOBRE SUA FALTA DE PALAVRA. QUERO VER O QUE VOCÊ TEM A DIZER SOBRE "JORNALISTA NÃO PROCESSA JORNALISTA". QUERO VER LÁ ALGO SÉRIO DA SUA PARTE.
VOCÊ É UM SOFISTA COLECIONADOR DE FALÁCIAS. ESTOU CANSADO DE VER CONTRADIÇÕES NO QUE VOCÊ FALA E ESCREVE.
E AGORA QUE VOCÊ IGUALOU-SE A TODOS OS POLÍTICOS OS QUAIS VOCÊ TANTO DESCE A LENHA, PRINCIPALMENTE OS DO PETISMO E DO LULISMO, TENHO A DIZER QUE ALÉM DE TUDO DE RUIM, PODRE E BAIXO QUE OS NOSSOS POLÍTICOS TEM, ALÉM DE TUDO ISSO, VOCÊ É UM HIPÓCRITA.
SUGIRO QUE VOCÊ LEIA O LIVRO:
"HIPOCRISIA: PROBLEMAS MORAIS E OUTROS VÍCIOS".
O AUTOR É JAMES S. SPIEGEL.
HÁ PELO MENOS UM ANO ADVOGO AQUI NO CONJUR QUE POLÍTICOS E JORNALISTAS SÃO FARINHA DO MESMO SACO. UM CORROMPE O PODER E O OUTRO CORROMPE A INFORMAÇÃO.
SERRA DISSE QUE NÃO DEIXARIA A PREFEITURA DE SÃO PAULO E MAINARDI DISSE QUE JORNALISTA NÃO PROCESSA JORNALISTA.
PORTANTO, MAINARDI, ESTOU ESPERANDO SUAS JUSTIFICATIVAS PARA TER TOMADO ESTA ATITUDE. ESTOU ESPERANDO. E QUERO EXPLICAÇÕES BEM ARGUMENTADAS, COERENTES E SINCERAS, APESAR DE SABER QUE TUDO ISSO É PERDIR DEMAIS DE VOCÊ. NADA DE ILAÇÕES TEMERÁRIAS NEM DE JULGAMENTOS PRECIPITADOS E NEM DE SUPERLATIVOS QUE VISAM CAUSAR IMPACTO EM VEZ DE REFLEXÃO.
ESTOU ESPERANDO.
BLOGUEIROS DO CONJUR; JUNTEM-SE A MIM, POIS NÃO É SÓ DE POLÍTICOS QUE DEVEMOS COBRAR.
1°- Vocês não tem importância alguma na ordem do dia. É só blá blá blá.
o Diego Mainardi não manda no Jogo.
O Nassif não manda no jogo.
Os da fila do gargarejo também não mandam no jogo.Pior esses nem jogam.
É só blá blá blá.
Sequer é briga de cachorro grande.
É jornalista processando jornalista.
Nada sério neste país que um cara saca R$ 4 milhoões na boca do caixa e outro não consegue sacar R$ 2 mil.
É pura frescura de quem não manda no jogo.
Procurem olhar esse Brasil que deveria, e não é, ser maior do que os que se julgam alguma coisa na ordem do dia.
Reflitam sobre a vossa insignificância e vejam que suas opiniões não interessam a ninguém sério.
O problema está em mudar as leis neste país.
Conseguiram alguma coisa importante nos últimos 500 e poucos anos?
Não tem mais ladrão do dinheiro público?Foi extinta a formadora oficial de cafajestes que é a Justiça do Trabalho.Pode voltar a algemar bandidos?NÃAAAAAAAAAAAAOOOOOOOOOOOOOO!!!
Então parem com isso.
É briga de comadres.E o pior comadres muito bem pagas...e vocês da fila do gargarejo.Vcs não tem importância nenhuma...Por falar nisso!!!Já colocara o patrão no pau hoje?NÃAAAAAOOOOOOOOOO????????
Mig77, será que você não está subestimando o poder da imprensa? Mainardi e Nassif realmente não mandam no jogo, mas aqueles para os quais trabalham...
Leiam o comentário de Nassif contra essa palhaçada que a Veja está fazendo:
A revista tem 1,2 milhão de exemplares. Alguns de seus articulistas têm autorização para matar: a Abril banca o advogado e as condenações. No site da Veja, contrata-se blogueiro para os ataques mais baixos e desqualificados. Garante-se advogado e pagamento da condenação pecuniária dos profissionais contratados para a tarefa. Condenação criminal é quase impossível, em virtude dos prazos dos processos.
Na outra ponta, busca-se calar os críticos entupindo-os de injúrias (em 1,2 milhão de exemplares) e processos. São custos altos para a defesa e custos altos para as ações contra a revista.
É o gigante contra a pessoa física. Só que não irão me dobrar. E não me farão apelar para baixarias, que continuarão exclusividade da Veja e de seus profissionais.
Essa pressão mostra, além disso, a real dimensão desse rapaz, o Mainardi. Sua força reside exclusivamente no direito de escrever o que quiser para 1,2 milhão de exemplares - e ter as condenações bancadas pela Abril. Quando confrontado com a polêmica, ainda que desproporcional - um Blog contra a maior revista do país - demonstra sua fragilidade e sua real natureza: uma pessoa pequena e assustada.
O Mainardi lembra o Polila, aquele bailarino que encurralou o general Newton Cruz. Mutatis Mutandis, sai exército, entra PF, mas quem está no poder sempre transpira o mesmo odor ácido. Vade retro!
Não é de hoje que as máscaras de Veja e Mainardi caíram, mas depois da prisão do Dantas ficou muito óbvio.
Só na total ausência de senso crítico é possível ler Veja sem ter ânsias de vômito, seja pela manipulação, pelo jornalismo(?) de quinta ou pelo espernear desesperado com que tenta se desvencilhar de sua ligação com Dantas.
A propósito, a batata do Mainardi tá assando...
opa, o Mainardi processando alguem por injuria e difamacao?
Pronto. A decadencia desse senhor agora ficou evidente.
Nem os 1,2 milhoes de exemplares estao sendo suficientes para sua defesa?
É gozação, é piada pronta.
Sera que esses 1,2 milhoes sao numeros um tanto quanto irreais? Sera que os formadores de opiniao cansaram de formar opiniao junto à Veja e seu articulista?
O sucesso do pres. Lula deixou o Mainardi caidão, meio pra baixo. E a Veja, idem.
Depois disso, so mesmo processando por injuria e difamacao.
so uma duvida me assola.
Sera que as fontes de Mainardi sao as mesmas de Daniel Dantas?
Prezado Richard , a sua presença tem feito falta em outras materias tambem , parece que o que Voce andava "economizando" agora teve que gastar de uma vez esgrimindo contra a petralhada insepulta que pulula livremente por aqui.
Essa novela do Mainardi contra esse esse "destronado" da Rede Globo pelo visto ainda vai bem longe , alias ja começa a se tornar um saco.
O fato inconteste é que alguns setores da dita grande Imprensa , se comportam no exercicio de suas funções tais e quais aquelas "moçoilas" voluptosas que labutam nos Bahamas da vida , moralmente são EXATAMENTE iguais , o que diferencia é a "mercadoria" oferecida. O paulo henrique tamborim virou reportelho de aluguel para os mais variados intere$$e$ , desde que é claro , estes topem pagar a "bandeirada". Como nesta ação tambem cabe recurso , aposto com qualquer petralha de estrelinha encardida na lapela que o tamborim perde esta TAMBEM , mesmo que seja mais a frente. Pobre Brasil de homunculos e reporteres desmoralizados no mercado. Pau na petralhada tambem!
Não é preciso muita inteligência para perceber claramente que VEJA defende Daniel Dantas porque Protógenes não sabe português...
Engraçado tudo isso, quando um jornalista passa a defender o governo, coisas estranhas ficam sem explicação e se outro jornalista comenta, pronto, vira caso para o judiciário.
Será que uma censura prévia resolverã?
Teremos uma ditadura de esquerda?
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