O ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal, disse em coletiva nesta quarta-feira (4/12), em Brasília, que a decisão da Comissão de Ética da Câmara dos Deputados — que na quarta-feira (3/12) absolveu o deputado Paulinho da Força (PDT/SP) de um processo de cassação que tramitava contra ele naquela casa, não interfere na investigação em curso na corte.
O ministro, que é relator do Inquérito 2.725 contra o deputado, destacou que não existe relação direta entre os processos. Ayres Britto não quis comentar detalhes do inquérito, uma vez que o processo judicial tem peças resguardadas pelo sigilo, mas ressaltou que se tratam de esferas distintas, “a penal aqui e a político-administrativa na Câmara dos Deputados”.
O Inquérito (INQ) 2.725 investiga o suposto envolvimento do deputado Paulo Pereira da Silva no esquema de desvio de recursos do BNDES.
O parlamentar também é investigado no Supremo por suposto desvio de dinheiro público do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), em São Paulo. O ministro Celso de Mello autorizou, no último dia 28, a abertura do inquérito contra o parlamentar diante das suspeitas de que a Força Sindical, entidade presidida por Paulinho, tenha patrocinado cursos de formação profissional nos quais foram encontrados “alunos fantasmas” e outras irregularidades. A decisão foi tomada na análise das Petições (PET) 4.405 e 4.406.

Para mim mais uma vez o Congresso Nacional se valeu do voto do CORPORATIVISMO, absolvendo os da Casa Legislativa.
ISTO É UMA VERGONHA.
QUANTA CARA DE PAU.
DEPOIS, SE DIZEM REPRESENTANTES DO POVO.
Está certo. O sujeito gasta um dinheirão na campanha, consegue convencer todo mundo que é bonzinho e depois que fica em posição de surrupiar os pirulitos da criançada que votou nele tem que ser bonzinho e ficar contente com barulho de chocalho e choro de nenezinho cidadão?
Nada disso. Política hoje é fundo de investimento, tem que tirar o lucro mesmo. E além disso o corporativismo está certo, tem que defender os que defendem a corporação que a corporação faz o mesmo por ele. Estão certos.
O povo só tem duas serventias: apertar o botão da urna eleitoral e pagar os impostos.
E além disso eles são representantes do povo sim...do povo que está no poder.
O cidadão queria honestidade, mas como dizia o personagem do Jô Soares:
- Querias...querias...sabes o quanto vales, ó cidadão...Zeerooo...
Giorgio
giorgioarmanni@bol.com.br
No Brasil é assim: "desvie" alguns milhões de reais e serás perdoado; furtes um mísero aparelho de telefonia celular e serás lançado nas masmorras do sistema prisional.
Esperamos que isso eferitivamente não ocorra, seria o corroamente da imoralidade se caso o STF tivesse a mesma posição vergosa que fora tomada pelos imorais do conselho de de "ética" da câmara federal. Que saudades da ditadua! Só um ditador para acabar com essa palhaça com o nome de democracia, onde os políticos podem roubar tudo e em nome da "imunidade" palarmentar, ser absolvido pelos seus pares, onde a troca de favor é patente, clara, vergosa!
Não vou comentar a matéria.
Quero apenas defender minha campanha no Conjur: "CHEGA DE COMENTÁRIOS ANÔNIMOS; CHEGA DE APELIDOS".
Tenham coragem e assumam suas opiniões. Principalmente quando elas denigrem a imagem de alguém. Isso é covardia.
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