Por sua atuação no Supremo Tribunal Federal, o presidente da Corte, o ministro Gilmar Mendes, recebeu a Ordem do Mérito Industrial de São Paulo, da Federação das Indústrias paulista (Fiesp), nesta sexta-feira (12/12). A comenda, criada em 2007, já distinguiu o presidente do Peru, Alan García; o primeiro-ministro de Cingapura, Lee Hsien Loong; o presidente da Coréia do Sul, Lee Myung-bak; e o presidente Lula, como reconhecimento.
O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, defendeu a forma de o ministro lidar com os “holofotes”, que segundo ele, comprometem um julgar sereno e exemplar. Também elogiou a atuação de Gilmar Mendes por manter “suas funções como de chefe do Poder Judiciário nacional em uma quadra de acontecimentos extraordinários, onde toda a sociedade sentiu os perigos concretos da ameaça sobre seus direitos constitucionais de cidadão”. Skaf enfatizou que Ordem do Mérito é para lembrar que o presidente do Supremo “jamais estará sozinho em sua cruzada de Direito”.
Em seu discurso, Gilmar Mendes apontou a criação das súmulas vinculantes e o uso do critério de repercussão geral como auxílio da celeridade dos julgamentos. Segundo ele, o ano de 2007 fechou com 49 mil processos. Desses, 28 mil foram julgados até outubro deste ano. Gilmar diz que mesmo com esta diminuição o tribunal não está livre do embates cotidianos e das críticas quanto a atuação legislativa. Como exemplo, citou a súmula das algemas, que segundo ele, gerou muitas críticas, porém encerrou o quadro da “espetacularização”.
Além de empresários e dirigentes da Fiesp, estavam presentes o presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Cesar Asfor; o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Roberto Antônio Vallim Bellocchi; o advogado Adilson de Abreu Dallar; o presidente da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), Fernando Mattos; o vice-governador de Mato Grosso, Silval da Cunha Barbosa; o professor José Joaquim Gomes Canotilho; o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab; os ex-governadores de São Paulo, Cláudio Lembro e Luiz Antonio Fleury Filho; o atual governador José Serra; juízes e desembargadores de São Paulo.
Convidada, a presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª região, Marli Ferreira, não compareceu à cerimônia. De acordo com a assessoria de imprensa do tribunal, ela não pôde comparecer por motivos de saúde. Marli Ferreira está afastada do trabalho desde a última segunda-feira (8/12), quando foi diagnosticada com pneumonia dupla pelo médico do tribunal e também por um infectologista.
Serra citou as súmulas aprovadas durante a presidência do ministro Gilmar Mendes, como a que proíbe o nepotismo em órgãos públicos e a que limita o uso das algemas. Apontou como histórica e séria a participação do ministro em casos como da reserva Raposa Serra do Sol, que discute a posse de terras indígenas em Roraima, e a discussão para permitir o uso de células tronco. (Leia abaixo as íntegras do discurso de José Serra e de Paulo Skaf)
O governador de São Paulo disse que Gilmar tem a coragem que, para ele, é uma virtude indispensável na vida pública. “É inútil as experiências, as boas idéias se o seu portador não for uma pessoa de coragem. E isso ele tem demonstrado e ficou claro para o país em sua defesa da aplicação das normas do Estado Democrático para todos, independente da condição social da pessoa, que não tem tolerado abusos de nenhum tipo de autoridade, seja juiz, promotor ou policial.”
Coletiva de Imprensa
No fim da cerimônia, Gilmar Mendes participou de uma coletiva de imprensa. Quando questionado sobre o julgamento do caseiro Francenildo, afirmou que o caso deve entrar em pauta no início de 2009. Sobre as expectativas do assunto afirmou: “Espero me ver livre disso em fevereiro”.
Outra questão que entrou em pauta foi a absolvição do policial militar do Rio de Janeiro, Willian de Paula, acusado de matar João Roberto, de três anos. Os jornalistas perguntaram se a soltura do policial poderia comprometer a imagem da Justiça perante a opinião pública. “A toda hora nós temos decisões que são aceitas ou não. E a melhor das críticas, a mais efetiva contra a decisão judicial é aquela que se faz em recurso”.
De acordo com o ministro se houver controvérsias que levaram o júri a fazer essa avaliação, a melhor forma de resolver é recorrer ao Tribunal de Justiça. E completou: “É claro que é um caso sensível e provoca comoção, mas nada melhor que o devido processo legal, para que se tenha segurança. A humanidade não inventou nada melhor que o julgamento por órgãos imparciais”.
Agenda do ministro
Na segunda-feira (15/12), Gilmar Mendes irá receber o Prêmio Franz de Castro de Direitos Humanos da OAB-SP. A medalha é entregue às pessoas ou às entidades que se destacaram na defesa da cidadania, da democracia e da justiça social. A cerimônia acontece às 10h30 na sede da OAB-SP, na Praça da Sé.
Leia o discurso do governador José Serra e, abaixo, o do presidente da Fiesp
O ministro Gilmar é da cidade de Diamantino, no Mato Grosso, uma cidade onde alguns córregos vão para a Bacia do Paraná e outras para Bacia do Amazonas. Portanto é um município que se abre para os dois lados do Brasil, talvez por essa determinação geográfica é que o ministro tem uma visão tão ampla a respeito do nosso país. Mas certamente não é só por isso, é também pelo seu talento, pelos seus estudos e pela sua experiência. Uma vez que ele passou pelos poderes Legislativo e Executivo também. Foi assessor técnico na época da revisão constitucional, foi quando nos conhecemos. E depois de ocupar várias funções, foi advogado-geral da União, quando tivemos também contato, ele como advogado e eu como ministro da Saúde.
Portanto tem uma experiência muito relevante para as funções que passou a desempenhar como ministro da Suprema Corte. Ele tem uma marca que eu conheço, que é de associar no seu trabalho tradição e modernidade. E dessa forma se empenhar na construção do futuro, não constrói bem o futuro quem não associa a modernidade com o melhor da nossa tradição. Esse futuro tem a cada vez mais passado pelas mãos do Supremo Tribunal Federal.
O presidente [do STF] Gilmar Mendes tem dado grande contribuição para que isso se materialize. Já fazia antes de integrar o STF ou de presidir, mas agora como presidente do STF tem liderado a modernização do poder judiciário. É uma atividade complexa que envolve basicamente: a reforma da administração judicial, para que ela se torne mais eficiente e mais visível; o respeito pela Administração Pública e pelos demais órgãos do poder judiciário, nos precedentes firmados de maneira vinculante pelo STF; a conservação do STF de questões relevantes para o país, de modo que julgar um caso antecipa os critérios de julgamento de milhões de processos, evitando a inútil sobrecarga, em permanente expansão em algumas décadas praticamente levou nosso Tribunal no limite de um colapso. Tudo isso o ministro Gilmar tem conduzido de maneira eficiente.
Eu lembro que ele assumiu a presidência do STF há menos de oito meses, por mais que as pessoas não acreditem. Parece que faz muito mais tempo, quando tomou posse existiam apenas três súmulas vinculantes, hoje já são 13. Além disso, foi durante a sua presidência que se implantou o instituto da repercussão geral, um ponto que traz ao STF o antídoto para o acúmulo dos processos e para dissipação do tempo e energia dos seus ministros.
Sabemos que o STF tem se posicionado assim em questões constitucionais relevantes para a vida do país. Sobre a presidência do ministro Gilmar, ele julgou questões históricas e seriíssimas como: a demarcação das terras indígenas, como é o caso do território da Raposa Serra do Sol; as pesquisas científicas com células-tronco embrionárias; as medidas provisórias e os controles de seus requisitos constitucionais; as inconstitucionalidades causadas pela omissão do legislador na regulamentação dos direitos individuais ou coletivos; a fidelidade partidária e a perda de mandato eletivo pelos infiéis; a proibição de nepotismo na administração pública, nos três poderes; e como ele mesmo mencionou, uma questão simbólica e importante que é o uso das algemas. Nessas decisões o Supremo mostrou-se aberto ao debate, zeloso com a federação e atento aos Direitos Humanos. E soube conciliar a proteção dos direitos individuais e da democracia.
Pessoalmente o ministro Gilmar Mendes, afora sua experiência, afora sua formação intelectual sólida, tem uma outra virtude que é indispensável na vida pública, que é a virtude da coragem. É inútil as experiências, as boas idéias se o seu portador não seja uma pessoa de coragem. E isso ele tem demonstrado e ficou claro para o país em sua defesa da aplicação das normas do Estado Democrático para todos, independentemente da condição social da pessoa, que não tem tolerado abusos de nenhum tipo de autoridade, seja juiz, promotor ou policial. E sem dúvida nenhuma reflete a segurança jurídica, lucidez e a virtude da coragem.
É muito apropriada a outorgada dessa comenda, da Ordem do Mérito Industrial de São Paulo, que lhe está sendo feita hoje pela Fiesp.
Eu conheço o ministro Gilmar Mendes faz muitos anos, já tivemos muitas relações tanto no Congresso, quanto no Executivo. Só que para mim restou um enigma: por que o ministro Gilmar Mendes sendo de Diamantino (Mato Grosso), estudando na Alemanha, morando em Brasília, tendo toda a experiência profissional que tem, torce para o Santos Futebol Clube? Talvez seja uma característica a mais de repercussão nacional. Embora outras opções em São Paulo, talvez até mais adequadas.
Muito obrigado, para meu amigo Gilmar um grande abraço.
José Serra
Discurso do presidente da Fiesp, Paulo Skaf
Sempre respeitando o Estado Democrático de Direito nesse contexto, o inegável brilho e responsabilidade, Vossa Excelência preside o Supremo Tribunal Federal. Ao seguir as funções de chefe do poder judiciário nacional, em uma quadra de acontecimentos extraordinários, onde toda a sociedade sentiu os perigos concretos da ameaça aos seus direitos constitucionais de cidadão. Havia necessidade de que alguém, mercê de sua autoridade pessoal e funcional, pudesse falar e agir com altivez, coragem e destemor. Tendo em suas mãos uma única e pacífica arma, a Constituição da República Federativa do Brasil. E nesse criar sua voz e sua pena para que o processo de inversão pudesse ser recriado. A inversão de julgamentos desse fato, a inversão do estado policial desligar-se da estrutura jurídica. A inversão dos holofotes que comprometem um julgar sereno e exemplar. Todas essas e muitas inversões foram e estão sendo enfrentadas por vossa excelência, com plena consciência de suas responsabilidades. Sua luta é contínua, porque o processo educativo jurídico nunca pára. É indispensável que mantenha essa chama sempre ardente, nós precisamos de uma Brasil ou de tais valores que se sejam sempre ovacionados, lembrados e respeito.
Caro presidente Gilmar Mendes, que a Ordem do Mérito Industrial de São Paulo, em seu mais alto grau, que o senhor receberá esta noite possa acompanhar como lembrança de que jamais estará sozinho nesta sua cruzada de Direito.
Paulo Skaf
A VERDADE É A SEGUINTE : >>
1 - ESSE CIRI LL O E O XICRONA -chicaroni- http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2008/12/funcionrio-da-segurana-do-stf-mantinha.html
PERTENCEM A ESSE TAL DE INSTITUTO SAGRES. >>
2 - ESSE INSTITUTO SAGRES TEM O SELO DE OSCIP, PORTANTO, PODE RECEBER VERBAS PÚBLICAS E FAZER CONVÊNIOS COM ÓRGÃOS PÚBLICOS. >>
3 - POR FAVOR, ANALISEM QUEM SÃO OS DIRETORES DESSE INSTITUTO - só a fina flor da DIREITAÇA, " os de sempre... " e vários pistolões. >>
4 - OBSERVEM COM QUEM E LL ES LIDAM - stf, fhc, dd/bb (daniel dantas banqueiro bandido) mais a tiuurmmaa do "IMBROGLIO " - . >>
5 - SEUS DIRETORES PODEM SER "RICAMENTE" REMUNERADOS COM AS VERBAS QUE VÊEM DO GOVERNO. >>
AGORA PEÇO ENCARECIDAMENTE A QUEM TEM POSSIBILIDADES TÉCNICAS PARA : >>
a ) IR ATÉ AO CARTÓRIO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS EM QUE FOI REGISTRADO O ESTATUTO DESSE INSTITUTO E PUBLICAR A CÓPIA DAQUELE ESTATUTO E AS ATAS DE ELEIÇÃO DAS DIRETORIAS - esses documentos são públicos e não é nenhum crime ter acesso a eles, levantá-los e publicá-los. A Naçãoprecisasaber quem são esses KABRAS -. >>
b ) LEVANTAR, JUNTO AOS GOVERNOS FEDERAL , ESTADUAIS E ÓRGÃOS PÚBLICOS, QUANTO DE VERBAS E "CONVÊNIOS" ESSES KABRAS "arranjaram" - Para isso pode-se utilizar dos Balanços Contábeis desse Instituto Sagres, os quais devem ser , anualmente, por determinação legal, publicados e apresentados ao Tribunal de Contas e aos Órgãos de controle das OSCIPs - .>>
PENSO QUE JÁ ESTÁ NA HORA DE DESMASCARAR ESSA " TTTIIIUUURRRMMMAA" DOS DONOS DA LEI, DA MORAL E DOS BONS CUSTUMES ... >>
LEIAM TAMBÉM : MIDIA, LUCRO E ALIENAÇÃO - http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2008/07/mdialucro-e-alienao.html
HÁ TIPOS INESCRUPU LL OSOS E ESCROTOS DE OPOSITORES, COMO OS VENDILHÕES DOS TEMPLOS – vendedores de ilusões Religiosas -, OS TORTURADORES E SEUS DEFENSORES, OS TRIBUNAIS DE inJUSTIÇA/STF E SEUS OPERADORES CONIVENTES, OS KAPITALI$$T, A IMPREN$$$ALONA PIC/PIG, OS DEMOcrápu ll as / TUCANa ll has, CACCIOLA, O VERMINOSO DANIEL DANTAS E SEU$$ PARASITA$$ NOJENTO$$ - os corrompidos - QUE SÃO INSOCIÁVEIS E IRRECUPERÁVEIS. >>
NEM YAHWEH, NO ÊXODO (12,29-30), POUPOU GENTE DESSA LAIA ... >>
PORTANTO ... >>
GUILHOTINA NE LL ES !!!
Ainda vou escrever um livro, o título vain ser: Ah se eu pudesse!
Depois de tamanha e descarada adulação, a turma do Skaf, se precisar, terá à disposição os serviços "HC fast" e "HC delivery" que GM oferecerá à banqueiros-bandidos ou no caso industriais-bandidos enquando durar seu (des)mandato de Presidente do STF (Soltura Também Fazemos).
Já dizia Jesus Cristo: "a César o que é de César".
Comenda da Fiesp, é? Huuuuummmm...
E hoje ele será "duramente" sabatinado no Roda Viva...
Um internauta elaborou algumas perguntas que poderiam ser feitas hoje no Roda Viva ao "comendado" Ministro Presidente do STF Gilmar Mendes, as quais reproduzo abaixo:
O sr. sabe algo sobre o assassinato de Andréa Paula Pedroso Wonsoski, jornalista que denunciou o seu irmão, Chico Mendes, por compra de votos em Diamantino, no Mato Grosso?
Qual a natureza da sua participação na campanha eleitoral de Chico Mendes em 2000, quando o sr. era advogado-geral da União?
Qual a natureza da sua participação na campanha eleitoral de Chico Mendes em 2004, quando o sr. já era ministro do Supremo Tribunal Federal?
Quantas vezes o sr. acompanhou ministros de Fernando Henrique Cardoso a Diamantino, para inauguração de obras?
O sr. tem relações com o Grupo Bertin, condenado em novembro de 2007 por formação de cartel? Qual a natureza dessa relação?
Quantos contratos sem licitação recebeu o Instituto Brasiliense de Direito Público, do qual o sr. é acionista, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso?
O sr. considera ética a sanção, em primeiro de abril de 2002, de lei que autorizava a prefeitura de Diamantino a reverter o dinheiro pago em tributos pela Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Diamantino, da qual o sr. é um dos donos, em descontos para os alunos?
O sr. tem alguma idéia do porquê das mais de 30 ações impetradas contra o seu irmão ao longo dos anos jamais terem chegado sequer à primeira instância?
O sr. tem algo a dizer acerca da afirmação de Daniel Dantas, de que só o preocupavam as primeiras instâncias da justiça, já que no STF ele teria “facilidades”?
E mais essas:
O segundo habeas corpus que o sr. concedeu a Daniel Dantas foi posterior à apresentação de um vídeo que documentava uma tentativa de suborno a um policial federal. O sr. não considera uma ação continuada de flagrante de suborno uma obstrução de justiça que requer prisão preventiva?
Sendo negativa a resposta, para que serve o artigo 312 do Código de Processo Penal segundo a opinião do sr.?
Por que o sr. se empenhou no afastamento do Dr. Paulo Lacerda da ABIN?
Por que o sr. acusou a ABIN de grampeá-lo e até hoje não apresentou uma única prova? A presunção de inocência só vale em certos casos?
Qual a resposta do sr. à objeção de que o seu tratamento do caso Dantas contraria claramente a súmula 691 do próprio STF?
O sr. conhece alguma democracia no mundo em que a Suprema Corte legisle sobre o uso de algemas?
O sr. conhece alguma Suprema Corte do planeta que haja concedido à mesma pessoa dois habeas corpus em menos de 48 horas?
Por que o sr. disse que o deputado Raul Jungmann foi acusado “escandalosamente” antes de que qualquer documentação fosse apresentada?
O sr. afirmou que iria chamar Lula “às falas”. O sr. acredita que essa é uma forma adequada de se dirigir ao Presidente da República? O sr. conhece alguma democracia onde o Presidente da Suprema Corte chame o Presidente da República “às falas”?
O sr. tem alguma idéia de por que a Desembargadora Suzana Camargo, depois de fazer uma acusação gravíssima – e sem provas – ao Juiz Fausto de Sanctis, pediu que a "esquecessem"?
É verdade que o sr., quando era Advogado-Geral da União, depois de derrotado no Judiciário na questão da demarcação das terras indígenas, recomendou aos órgãos da administração que não cumprissem as decisões judiciais?
No total 25:
Quais são as suas relações com o site Consultor Jurídico? O sr. tem ciência das relações entre a empresa de consultoria Dublê, de propriedade de Márcio Chaer, com a BrT?
É correta a informação publicada pela Revista Época no dia 22/04/2002, na página 40, de que a chefia da então Advocacia Geral da União, ou seja, o sr., pagou R$ 32.400 ao Instituto Brasiliense de Direito Público - do qual o sr. mesmo é um dos proprietários - para que seus subordinados lá fizessem cursos? O sr. considera isso ético?
O sr. mantém a afirmação de que o sistema judiciário brasileiro é um “manicômio”?
Por que o sr. se opôs à investigação das contas de Paulo Maluf no exterior?
Já apareceu alguma prova do grampo que o sr. e o Senador Demóstenes denunciaram? Não há nenhum áudio, nada?
Ô Mauro, tem uma linha direta, telefônica (além dos e-mails), com o programa. Por que você mesmo não faz todas ou algumas dessas perguntas?
Para o boçal que se intitula "Pe. Alberto" e se diz "professor" (do quê? do curso "massinha 1" no prézinho?) e que só sabe escrever (?!) "berrando", é pecado ser "de direita".
De "esquerda" pode. Aparelhar cargos públicos e sindicatos e lá ficar, mamando e fazendo proselitismo chinfrin do sub-marxismo esquerdopata? Tudo bem.
Descolar uma boquinha numa universidade pública ou num colégio "burguês", regiamente pago, e ficar enchendo a cacholinhas dos coitados cujos pais pagam as mensalidades a peso de ouro? Problema nenhum.
E viram como é gentil a alimária? "Guilhotina!", berra o dublê da Rainha de Copas da Alice. Danton e Robespierre ficariam corados de inveja!
Para essa "raça" de vagabundos parasitários, só a "revolussão populá" é que tem razão. Eia! Vamos à construção do "Homem Novo" e do "paraíso na terra", mesmo que isso custe a vida de umas CENTENAS DE MILHÕES de "homens velhos", né, valente?
Vagabundo!
Meu caro e hilário amigo Richard. Essas perguntas já foram enviadas ao ombudsman da TV Cultura por quem as elaborou, o Idelber Avelar. O site dele é idelberavelar.com. O que houve, na verdade, foi uma avalanche de protestos contra os jornalistas escolhidos para entrevistar GM, dentre os quais está o seu amado e idolatrado Reinaldo Azevedo.
O fundamentalista consultor e seguidor do inquisidor e militante da "Hitlerjugend" Ratzinger, se insurge das trevas contra críticas ao seu ídolo "tio" reinaldo azedo, o do chapéu de palha. Hoje ele "apertará" o GM, junto com os demais pares, digo entrevistadores do Roda Viva.
Agora, sou eu que gargalho: quá, quá, quá, quá, quá....
Importantissimo que jornalistas do Roda Viva sejam orientados a nao jogar sapatos em ninguem, pois seria um vexame para sumidades presentes.
No maximo um chapeuzinho.
Já que de chapeus, a turma entende. Dar um chapeu nas proprias sumulas do STF, rendeu a soltura de cidadao impoluto frequentador assiduo das manchetes atuais.
Sapato não, por favor!
Ora, Mauro, eu recomendei que você o fizesse e não que viesse me contar histórias acerca do blogueiro medíocre.
Sim, queira desculpa-me, mas que cita, luiz nassif (o jornalista "de serviços") e o paulo henrique amorim (o "homem da botinha cor-de-rosa") não está querendo ser levado a sério, não é mesmo?
Como corlário da minha afirmação, verifique-se o que o dito-cujo menciona no "post" acerca da entrevista de Gilmar Mendes:
"Os escalados para entrevistar Gilmar Mendes são (...) Reinaldo Azevedo, cuja ignorância, truculência e hidrofobia dispensam comentários."
Você, que como eu, é assíduo leitor do "Tio" Rei (http://veja.abril.com.be/blogs/reinaldo) também o acha "ignorante", "truculento" ou "hidrófobo". Pré-qualificações de cunha depreciativo são especialidade dos PeTralhas, menos é calro para os do lado deles, claro ("erros", "aloprados", etc., lembra?)
Hum, sei, conheço essa isenção.
p.s. Que engraçado, no meu comentário não citei a caso da entrevista e nem Gilmar Mendes, mas apenas o pseudo-padre (mas "professor"!) da guilhotina. Você o caro "fessô" PeTralha e etc. (não estou com saco) cuidadosamente não entraram no mérito, não é mesmo?
p.s.2 Quem tiver o cuidado de consultar o blog do "Tio" Reinaldo Azevedo poderá saber também acerca da "avalanche" de comentários ao ombudsman da TV Cultura. Ou seja, o velho aparelhamento de sempre pela meia dúzia de três ou quatro que quer passar por "legião" (só se for aquela bíblica, que encarnou nos porcos que pularam no mar).
Bye.
Ora, Mauro, eu recomendei que você o fizesse e não que viesse me contar histórias acerca do blogueiro medíocre.
Sim, queira desculpar-me, mas quem cita luiz nassif (o jornalista "de serviços") e o paulo henrique amorim (o "homem da botinha cor-de-rosa") não está querendo ser levado a sério, não é mesmo?
Como corolário da minha afirmação, verifique-se o que o dito-cujo menciona no "post" acerca da entrevista de Gilmar Mendes:
"Os escalados para entrevistar Gilmar Mendes são (...) Reinaldo Azevedo, cuja ignorância, truculência e hidrofobia dispensam comentários."
Você, que como eu, é assíduo leitor do "Tio" Rei (http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo) também o acha "ignorante", "truculento" ou "hidrófobo"?! Pré-qualificações de cunho depreciativo são especialidade dos PeTralhas, menos, é claro, para os do lado deles ("erros", "aloprados", etc., lembra?)!
Hum, sei, conheço essa "isenção" toda.
p.s. Que engraçado, no meu comentário não citei a caso da entrevista e nem Gilmar Mendes, mas apenas o pseudo-padre (mas "professor"!) da guilhotina. Você e o caro "fessô" PeTralha e etc. (não estou com saco), cuidadosamente preferiram não entrar no mérito, não é mesmo?
p.s.2 Quem tiver o cuidado de consultar o blog do "Tio" Reinaldo Azevedo poderá saber também acerca da "avalanche" de comentários ao ombudsman da TV Cultura. Ou seja, o velho aparelhamento de sempre pela meia dúzia de três ou quatro que quer passar por "legião" (só se for aquela bíblica, que encarnou nos porcos que pularam no mar).
Bye.
- desculpem-me a repetição, mas o texto continha erros e omissões que poderiam prejudicar o entendimento. -
Vamos falar de casos concretos? O processo na Advocacia do Senado, para lá enviado por ordem do Presidente do Senado, nº 011983/08-6 e atinge em cheio o MPF. Não é arquivado que sabem o material probante já estar na CIDH-OEA, não segue adiante. Por que será?
Alguém do MPF para ler o Processo nº 011983/08-6 e fazer a defesa do denunciado? Está na Advocacia do Senado, e não anda de jeito nenhum. Estão esperando o quê no Senado? O sujeito ser substituido na função para o processo perder o objeto sem julgamento?
"Na primeira campanha eleitoral de
Chico Mendes (irmão de Gilmar), em 2000, o então advogado-
geral da União, Gilmar Mendes, conseguiu
levar ministros do governo Fernando
Henrique Cardoso para Diamantino, a
fim de dar fôlego à campanha do irmão.
Um deles, Eliseu Padilha, ministro dos
Transportes, voltou à cidade, em agosto
de 2001, ao lado de Mendes, para iniciar
as obras de um trecho da BR-364. Presente
ao ato, prestigiado como sempre, estava
o irmão Chico Mendes. No mesmo
mês, um dos principais assessores de Padilha,
Marco Antônio Tozzati, acusado de fazer parte de uma quadrilha de fraudadores
que atuava dentro do Ministério dos
Transportes, juntou-se a Gilmar Mendes
para fundar a Faculdade de Ciências Sociais
e Aplicadas de Diamantino, a Uned.
Richard, quem cita PHA ou Nassif pode ser levado a sério tanto quanto quem cita Rinaldo Azevedo ou Mainardi. Acesso o site do "tio rei" diariamente e a minha opinião é que ele é como a Veja; é oito ou oitenta. Ou diz coisas bem elaboradas e relevantes ou diz grandes bobagens. Diria que PHA, Mino e Nassif, por terem mais experiência, não são tão pendulares assim.
Bobagem 1. Na defesa da jornalista da Folha ontem no Roda Viva, o seu amado e idolatrado jornalista afirmou que se fosse para contribuir com Dantas, passaria-lhe a informação em particular e não na forma de uma reportagem de jornal. Ora, Richard, você acha que algum jornalista em sã consciência furtaria-se de um furo jornalístico de tamanha repercussão?
Bobagem 2. Ontem no Roda Viva ele disse que questionar pelo audio da conversa entre GM e Demóstenes seria o mesmo que afirmar que Veja, GM e o senador formaram um conluio visando criar um grande factóide. Ora, Richard, a questão não é exatamente essa. No prosseguir da entrevista o próprio GM citou o caso Eduardo Jorge no qual o MPF ofereceu denúncia contra ele baseando-se apenas em reportagens de jornal. Sendo assim, a contradição é que GM baseou-se apenas na reportagem da Veja para reponsabilizar a Abin pelo suposto grampo. E ainda chamou o Presidente da Repúblicas "às falas". Logo após a publicação da reportagem, GM já a dava como certa baseando-se nela para eleger culpados.
Mauro, Mauro...
Segundo consta, o professor de lógica aqui é você, mas está faltando com ela, certamente, senão vejamos:
na sua suposta "bobagem 1" a jornalista, não iria, por vaidade pessoal deixar de dar um "furo", mesmo estando conluiada com criminosos para dar proteção a eles? Hum , muito lógico, não. O que o "Titio" colocou, e no meu entender com muita lógica, essa sim, é que a jornalista teve a sua prisão preventiva pedida por estar auxiliando criminosos com a sua reportagem, coisa a qual não tem o mínimo ampar legal, pois o jornalista tem o DEVER de divulgar qualquer notícia que venha a ter conhecimente e que seja de interesse público, mesmo no caso de "vazamento" de informações confidenciais (no caso, o criminoso é o vazador e não o reporter). Tente outra vez.
No caso da "bobagem 2", os PeTralhas como você, no afã de impugnar o assunto exigem que o Ministro exiba uma certa fita, com o teor da gravação. Ora, caro lógico, se duas pessoas reconhecem como suas as palvras e sentenças constantes de uma transcrição de conversa, feita reservadamente ao telefone, precisa de mais o quê? O que os safados querem, além de lançar uma cortina de fumaça no escandaloso assunto (o grampeamento ilegal de um Ministro do STF ou de um deputado da oposição) na realidade é que a VEJA, violando o sigilo grantido pela constitução, revele a sua fonte.
Novamente, tente outra vez...
Em relação ao seu questionamento da "bobagem 1", apesar de, no momento em que o seu amado e idolatrado blogueiro fez este comentário no Roda Viva, a questão da tentativa de prender a jornalista ainda não tinha sido ventilada, ele está, a meu ver, em parte com razão, pois tratava-se de uma suposição bastante temerária, e, inclusive, foi o próprio juiz De Sanctis não permitiu que isto acontecesse. Concordo!!
Entretanto, o argumento de que se a jornalista estivesse ajudando DD, falaria com ele privadamente, na minha opinião, é deveras fraco para livrá-la da suspeição, principalmente, tendo em vista a corrupção existente, mas camuflada, no jornalismo brasileiro. Não se esqueça, amigo Richard, de que para haver corrupção é preciso haver corrupto e corruptor. Essa história de que só quem vaza é o criminoso, é uma grande balela amparada no sigilo da fonte que visa emcobrir a corrupção do jornalista, pois, quem vaza, não o faz sem um polpudo suborno. Publicando ou não a notícia ela pode estar utilizando o jornal como um instrumento para ajudar o banqueiro. Para mim a suspeita continua.
Este argumento não é ilógico, ele é fraco mesmo. É um argumento de quem faz apologia de uma "pureza jornalística" que ele sabe, muito mais do que eu e você, que não existe.
E, em relação à "bobagem 2", deixe de ser bobinho, Richard. Que diferença faz acreditar na palavra de uma ou de duas pessoas se se tem de acreditar do mesmo jeito? Você então acha que quando duas pessoas confirmam um suposto acontecido, trata-se de algo lógico? Se for, estás confundindo lógica com verossimilhança.
Richard, você não entende o que eu falo!!!
Não estava dizendo que GM deveria provar o que foi publicado na revista e nem que esta deve violar o sigilo da fonte!! Estou dizendo que um ministro, um delegado, um procurador, um promotor ou um advogado não podem responsabilizar terceiros e nem eleger culpados baseando-se somente em uma reportagem de jornal ou revista. Entendeu ou quer que eu desenhe? Não me peça isso, pois sou péssimo em desenhos!!
Você acha que GM está correto em responsabilizar a Abin pelo grampo ilegal baseando-se apenas na reportagem da Veja?
Se você acha isso normal, então Richard, cometes um erro crasso.
E não se esqueça também, Richard, que em uma democracia ninguém é culpado até que se prove o contrário, mas também ninguém está acima de qualquer suspeita, ainda mais GM com seu conhecido passado no Mato Grosso.
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