Os professores grevistas da rede estadual de ensino estão proibidos de fazer, nesta sexta-feira (4/7), manifestação nas ruas da cidade de São Paulo. A determinação é do juiz Maury Ângelo Bottesini, da 31ª Vara Cível do Foro Central da Capital. Em caso de descumprimento, a multa fixada é de R$ 500 mil.
O pedido de liminar contra a Apeoesp (Sindicato dos professores estaduais) e a Conlutas (Coordenação Nacional de Lutas), para impedir a manifestação, foi ajuizado pelos promotores de Justiça de Habitação e Urbanismo, do Ministério Público de São Paulo.
De acordo com o juiz Bottesini, os manifestantes estão impedidos “de interromper ou prejudicar a normal fruição do trânsito”. Para o juiz, as lideranças da Apeoesp e da Conlutas têm a “obrigação de comunicar aos manifestantes por qualquer meio e por qualquer tipo de mensagem, por assembléia ou pelos meios de comunicação, a observância das proibições impostas”.
A Apeoesp, por meio de sua assessoria, afirmou que a assembléia deverá acontecer, pois a decisão do juiz se refere apenas a passeatas.
Greve
Entre as reivindicações dos professores está a revogação do Decreto 5.3037/08 que trata do sistema de contratação e substituição de professores. Além disso, os professores querem também o aumento real de 35% do salário — para cobrir perdas salariais dos últimos dez anos — e o fim da política de bonificação, que são valores acrescentados ao salário mensalmente. Os professores querem que esses bônus sejam incorporados ao salário nominal e então se aplique o reajuste.
Para o sindicato, os bônus, como não fazem parte do salário, prejudicam a categoria, por exemplo, no momento da aposentadoria, pois as gratificações são pagas somente para quem está na ativa.
Com informações do jornal Folha de S.Paulo.
Até que enfim alguém propõe um fim nessa baderna de desocupados e irresponsáveis.
acdinamarco@aasp.org.br
Tem juiz e decisão para tudo, principalmente, para interesses que passam longe da educação e do povo. Entre a educação, pela qual lutam os professores que estão em greve, e a tranqüilidade da classe média motorizada, deveria prevalecer o interesse da educação, mas, aqui vale o patrimonialismo e ganância individual.
Quanto ao conceito de desocupados, entendo que o autor dessa aleivosia poderia perguntar a cidadãos comuns, desses medianos, o que acham de advogados criminais...
As respostas são simples : 1-todo ano tem greve dos Professores e o ensino continua no mesmo nível : isto é, não melhora, apesar de atendidas todas as reivindicações da classe. 2-Advogado Criminal, (com letra maiúscula), é aquele que, defendendo os direitos individuais, sabe ler e escrever.
acdinamarco@aasp.org.br
Acertada a decisão. Grevista tem é que ficar em casa e não fazendo arruaça (e escolhem a sexta-feira, dia de maior movimento na cidade). E esses gatos pingados não tem o direito de cercear o direito de ir e vir, que nada tem de elitista. A propósito, na sexta-feira retrasada, passei pela Av. Paulista (por sorte minha, pude usar o metrô) e o que mais me chamou a atenção foi o apinhamento de pessoas nos pontos de ônibus onde centenas de passageiros, após uma árdua semana de trabalho, esperavam sua condução que não chegava.
Professor sério muda um país e alfabetiza futuros profissionais, inclusive advogados. Já advogado criminal, minúsculo assim, ganha muito dinheiro e acha que processo é igual a vinho...
Professor sério ? Quantos ? Tenho mais de setenta anos de idade e ouço falar na falência do ensino há, pelo menos, cincoenta-(50) anos !
acdinamarco@aasp.org.br
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