As polícias brasileiras estão vivendo uma situação surrealista. Os delegados de polícia estão lutando para implantar algo difícil de ser imaginado até mesmo pelos novelistas mais consagrados do horário nobre. Tal qual os autores televisivos, eles estão escrevendo um folhetim em que o enredo está sendo tramado somente por eles.
Este tipo de proposta idealizada pelos delegados não ajuda em nada o nosso país a encontrar soluções para o grave problema da segurança pública. Nosso povo está sendo trucidado pelos bandidos, enquanto pessoas que ocupam cargos importantes como eles não se preocupam em apresentar soluções para que isso tenha um fim.
Milhares de policiais estão vendo alguns tentarem implantar, através de uma Emenda Constitucional, um sistema em que “executivos de inquérito” serão promovidos a “agentes políticos”. No ideário dos beneficiados, os policiais que estão na linha de frente, que investigam e prendem, passarão a ser “usados” como uma mão de obra barata e “desqualificada”, que ficará à disposição da emergente classe, agora equiparada aos membros do Ministério Público e do Judiciário, principalmente na parte referente aos salários.
Os delegados estão tentando fazer passar no Congresso uma Proposta de Emenda Constitucional totalmente desconectada da realidade. Quando tomei conhecimento dela, fiquei impressionado com a competência dos novos alquimistas, pois pretendem transformar em coisas ruins (para não dizer coisa pior) o pouco de bom que ainda resta no sistema policial brasileiro.
Preocupam-se somente em consolidar uma estratégia que impede qualquer avanço que ajude o país a sair dessa crise de segurança que atormenta a todos. Acham que todos devem engolir esse produto (mal) acabado que apresentaram para um Congresso que precisa saber exatamente o que está decidindo e a importância da transformação que estão tentando implantar quando, entre outros absurdos, tentam modificar o artigo da Constituição Federal que prevê a Polícia Federal como uma instituição instituída em carreira única.
Como tantos outros, tenho amigos entre os delegados. Mas uma questão precisa ser colocada na mesa: na reunião feita em Brasília para elaborarmos uma proposta de Lei Orgânica para a Polícia Federal foi impossível qualquer tipo de acordo, pois foram evidentes os espetáculos de arrogância explícita e intimidatória, sendo inviabilizado qualquer tipo de entendimento. Agora, no Congresso Nacional, é realizado mais um capítulo dessa disputa que não precisaria estar acontecendo, pois toda vez que nos apresentamos desunidos — nos mais variados fóruns — fomos vencidos. Quanto isso não aconteceu e houve um arremedo de união, conseguimos avançar.
A desunião voltou com força. Perdoem-me os interessados, mas esta Proposta de Emenda Constitucional que pretende transformar delegados em juristas me fez lembrar da piada do turco. Acreditem, não é desrespeito, não é ironia, mas é inevitável a associação. Assisti a um filme iraniano com o nome de “Gosto de Cereja” no qual é contada a tal piada que reproduzo agora. Dizem que um turco foi ao médico e disse: “Quando toco meu pescoço, dói; quando toco minha cabeça, dói; quando toco meu corpo, dói”. O médico respondeu: “Não tem nada de errado com seu corpo, é seu dedo que está machucado”. Está aí a associação: fazer parte das carreiras jurídicas deve ser bom, ser chamado de “Excelência” deve fazer bem ao ego, ganhar um salário (sempre) competitivo, melhor ainda. Como podemos ver, os delegados se preocupam com vários detalhes importantes e sadios, mas o que está doente é a idéia, a absurda idéia de transformar policiais em juristas. Ela está doente por uma simples razão: a insistência em olhar as coisas com apenas uma perspectiva, a egoísta e elitista perspectiva deles.
A segurança do Brasil já tem problemas demais, ela não funciona, ninguém precisa deixá-la pior ainda. Para acabar de vez com a tranqüilidade dos brasileiros, não precisamos de uma proposta como esta, que implantará o caos em todas as polícias, pois aumentará, entre os policiais, distâncias já inaceitáveis. Está na cara que estão sofrendo do problema do turco — querem aumentar prerrogativas, querem ganhar bem mais do que seus pares, mas o que está doente é o dedo; o dedo que apontou para alguém criar esse monstrengo.
Ainda há tempo das coisas serem mudadas. Se isso não for possível, só nos restará o confronto. Vamos mostrar aos congressistas que o Brasil precisa de uma polícia que seja polícia. Eles precisam saber o que é melhor para a sociedade. Policiais, promotores, juízes, advogados; todos sabem ou deveriam saber suas atribuições. O país precisa ter certeza de que eles não desconhecem seus ofícios.
Não poderia concluir sem um último comentário. Sou do tempo em que não existia grampo. Andei dezenas de quilômetros a pé, e até jumento era usado para os deslocamentos em lugares remotos. Entrei jovem para a instituição e muito tempo passou. Desde o início convivi com coisas boas e também com todo tipo de vaidade e prepotência. Com alegria e orgulho vejo, hoje, uma Polícia Federal forte, respeitada e reconhecida como uma das instituições em que o povo mais confia. Para chegar nesse ponto não foi preciso o auxílio de “juristas”. Não foi preciso termos em nosso meio “agentes políticos”. Fizemos concurso para policiais e é o que temos orgulho de ser. Está na hora de entendermos que, se estivermos unidos numa carreira única, a PF será mais forte ainda. Todos precisam entender que os nossos adversários precisam estar do outro lado. Chega de confronto. Chega de discórdia.
O dedo do turco precisa ser curado…
Os Delegados de Polícia necessitam ter as mesmas garantias dos membros do Judiciário e Ministério Público.
Em caso contrário, se desagradam a algum político influente no Governo, costumam ser removidos imediatamente para as localidades mais distantes...
Precisam dessas garantias para indiciarem pessoas influentes sem correrem nenhum risco de alguma situação na sua vida funcional.
Os Delegados de Polícia não devem estar trocando tiros com marginais, mas sim investigando da forma mais jurídica possível e contando com modernos equipamentos e tecnologias avançadas.
Devemos prestigiar nossos amigos Delegados de Polícia, pois, sem eles, os processos criminais estariam todos prejudicados.
Tenho para mim que nenhum prejuízo haverá na sua equiparação conosco e somente vantagens advirão.
Dr.Luiz Guilherme:Nada mais a comentar.Falou tudo.
A guerra interna que se verifica, desde a muito tempo, no seio da Polícia Federal, consubstânciada em vazamento de informações,denuncias que posteriormente se verificaram infundadas entre outras, se mostra tão infelizmente verdadeira que o "artigo" do articulista parece mais um ataque de ciumes e despeito que estarrece, face a verruma que despeja.
Não pode a sociedade ficar a merce deste tipo de comentário ou de luta interna fratricida como a que se verifica com o artigo em questão. Concordo, com o comentário do Dr Luiz Guilerme no sentido de que as Autoridades Policiais, de todos os entes federativos, devem estar revestidos de garantias constitucionais como as que enumera. Alias, parece um verdadeiro contra-senso quem, encarregado de perseguir o crime e ajuntar provas para a propositura da ação penal estar desguarnecido de proteção.
A verborragia venenosa do escritor do artigo parece ser "non sense" diante das necessidades constitucionais do pais, no tocante a seguança pública.
É passado o tempo onde gritos, ameaças e coisas que tais freiem os avanços legítimos e democráticos, no interesse da coletividade.
Quando Caim matou Abel argumentou que não era guarda de seu irmão, na realidade ele imaginava que Deus tratava de forma injusta na medida que estabelecia uma distância entre irmãos; assim, ele procurou eliminar esse tratamento injusto.
Segundo o racíocino no agente de polícia federal, com letra miníscula mesmo, o juiz não poderia ter privilégios em relação aos cartorários, porque, afinal, a sentença do magistrado é fruto do trabalha dos serventuários da justiça.
No direito comparado EXISTE sim a figura do Juízo de instrução, no qual um juiz preside o inquerito policial.
Nada há de absurdo na proposta da PEC 549/2006, a qual pelo contrário estabelece o que o direito comparado chancela desde de muito tempo.
A cegueria de luta sindical, ENTRE CARREIRAS historicamente rivais, mas que deveriam ser irmãs, é algo que soa inacreditável, o fortalecimento e recolhecimento da INDEPENDÊNCIA do presidente do inquerito policial é necessária e legítima.
O agente policial cursou direito, apenas como enriquecimento cultural, ou sabia do uso diuturno do direito, naquela atividade que argumenta não pode ser presidida por um jurista, talvez devesse ser presidida por um contador, ou talvez um engenheiro.
Sinto tristeza e pena em ler artigos tão boçais como este.
Quando o pobre articulista conclui: “Sou do tempo em que não existia grampo. Andei dezenas de quilômetros a pé, e até jumento era usado para os deslocamentos em lugares remotos. Entrei jovem para a instituição e muito tempo passou”.
O próprio articulista, coitado, não percebe que o tempo passou para ele também, mas ele (o articulista) ficou parado.
Em verdade, a PEC não é um proposta de arrogância, assim como a definição de jurista nada tem a ver com o cargo, simplesmente. É preciso bem mais...
De qualquer modo, fica patente no artigo apresentado que o seu autor procura defender interesse próprio, sem apresentar qualquer tipo de argumento legal, jurídico, constitucional ou, até mesmo, fático a sustentar sua infeliz pretensão.
Que Deus o proteja e permita visão, ainda que com olhos fechados, para perceber que o tempo, realmente, “passou”...
Vou comentar sobre o texto elaborado por um agente da polícia federal.
Como já disseram aqui abaixo, é óbvio que o autor está puxando a sardinha para a brasa dele.
O que ele poderia fazer, isso sim é, já que os delegados federais terão salários de juiz federal e procurador da república (o que é justíssimo), é pleitear aumento proporcional para os agentes federais (JUSTO).
Na minha opinião, os delegados federais devem ganhar igual a juiz federal e procurador da república. POR QUE NÃO? Ora, tem sujeito que estuda muito passa para juiz federal e delegado federal e opta por ser delegado federal (eu por ex. jamais seria juiz federal, não gosto). Neste caso, o conhecimento jurídico dele e de um juiz federal não é o mesmo?
Ele não trabalha tanto quanto um procurador da répública?
As carreiras são IDÊNTICAS DO PONTO DE VISTA INTELECTUAl. Diferentemente do agente para delegado.
Mas fica uma pergunta.
Por que o senhor que é bacharel e agente da PF, não estudou (se preparou para prestar o concurso) para passar em um concurso para delegado da PF.
O senhor não acha que seria como o escrevente querer PULAR para juiz de direito?
Eu particularmente acho que uum juiz federal ganha muito pelo que faz. Mas tb acho que se um juiz federa ganha 20 mil o delefado federla deve ganhar tb. PQ NÃO?
Carlos Rodrigues
Não morro de amores pela Polícia Federal, a qual, aliás, tem sido alvo de crítica acerbas de minha parte. Porém, admiro e congratulo o articulista pela coragem de vir a público denunciar esse conciliábulo que visa a dar um "quase-golpe de estado" atribuindo a alguns poderes enormes que poderão engolir a Nação e os outros Poderes. A tentativa deles faz parte dos riscos de uma verdadeira democracia. Cabe ao povo e a seus representantes, à sociedade organizada montarem sentinela para impedir a concretização da aberração denunciada pelo articulista.
(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Diretor do Depto. de Prerrogativas da FADESP - Federação das Associações dos Advogados do Estado de São Paulo – Mestre em Direito pela USP – Professor de Direito – Palestrante – Parecerista – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br ou sergioniemeyer@ig.com.br
Tudo mundo quer ser rei, sem nunca ter sido principe.
Primeiro numa democracia vem a população.
Porque não unifica as policias?
Porque não cria-se a carreira unica.
A policia e uma instituição publica, tem que visar o publico.
É lastimável a postura do autor do texto e de alguns agentes federais que se utilizam das entidades de classe para tentar se promover politicamente e/ou defender interesse pessoais e posições indefensáveis.
Seguindo-se o raciocínio de pessoas como essas, resolveríamos a morosidade do judiciário ao alçar os técnicos e analistas com mais de 10 anos de serviço à condição de juízes. Poríamos termo ao caos aéreo elevando os comissários de bordo aos cargos de piloto e controlador de vôo.
Carreira jurídica as Autoridades Policiais já desempenham. O que se está em questão são as necessárias garantias para o exercício isento de suas atribuições constitucionais.
Lastimável, absolutamente, lastimável.
Crise de segurança, se combate com justiça, mas, não a justiça formal, mas a justiça social. Aí, poucos sabem o que fazer. Poucos têm vontade política.
O próximo passo seria transformar o inquérito policial num "processinho" com ampla defesa, contraditório, recursos, etc.
Assim cresceremos feito rabo de cavalo: para trás e para baixo.
Retórica! O texto acima não passa de mera retórica, destilando veneno e desnecessária animosidade.
O autor se limita a repetir idéias desprovidas de qualquer fundamento jurídico. É simples "não, porque não e porque não pode ser sim".
Por outro lado, brilhantes foram as ponderações do Dr. Luiz Guilherme Marques ao defender a idéia proposta pela PEC.
É importante ressaltar que discussão semelhante já ocorreu nos idos 1988. Durante os trabalhos de elaboração da nossa Consituição, muita gente era contra a dotar o Ministério Público das mesmas garantias dos Magistrados. O constituinte entendeu por bem estender tais garantias em benefício do interesse público. O tempo provou que essa decisão foi a acertada e graças a ela temos o relevante papel que o MP tem desempenhado no Brasil.
Sem as garantias da inamovibilidade, independência funcional e por certo, vencimentos compatíveis com a magnitude da função pública exercida, com certeza o MP não teria a mesma atuação de hoje.
Com a Polícia é a mesma coisa! Daqui há alguns anos, com a esperada aprovação da PEC ora comentada, a sociedade brasileira igualmente notará que o Constituinte Derivado foi igualmente sábio ao de 1988. Isso se dará com uma melhoria significativa do trabalho policial, bem como tornará a carreira de Delegado mais atrativa para os melhores canditados.
O que eu noto é que idéias como a do articulista, embora fantasiadas de uma preocupação com a investigação criminal, na verdade, visam tão somente questionar os naturais efeitos financeiros da PEC. Aposto que se PEC tornasse igual os subsídios dos agentes aos dos Delegados, ele, o autor, seria o primeiro a defende-la.
Concluindo a minha primeira mensagem...
Todo agrupamento social é chefiado por alguém. Um Juiz tem todo um staff que o auxilia no seu importante mister. O Procurador da República da mesma forma. Igualmente se dá nas empresas privadas e nos demais ramos do serviço público.
Sempre algumas poucas pessoas, possuem atividades de maiores responsabilidades e isso se reflete nos vencimentos.
O trabalho dos agentes e dos demais cargos nas Polícias Judiciárias é por demais relevante. Não quero em hipótese alguma diminuir a importância dessas atividades. No entanto, tais pessoas exercem cargos cujo único e exclusivo objetivo é o de auxiliar o Delegado na condução das investigações criminais.
Da mesma forma que não existe justiça só com Juízes, não existe Polícia só com Delegados. Nem por isso os assistentes e analistas judiciários tentam combater a figura do Juiz ou seus vencimentos.
Por fim, não existe tribo só com caciques. Vamos refletir sobre isso.
No Brasil não existe compartilhamento. Compartilhar significa aceitar. Acontece que ninguém aceita ninguém. O que se tem é a divisão turbulenta. Os poderes não se entendem entre si. O legislativo internamente é uma disputa de interesses. O judiciário idem. O executivo enquanto harmoniza a divisão de interesses vai se mantendo. Agora os conflitos estão descendo a órgãos administrativos, aqui os policiais que ficam em escaramuças entre si enquanto os marginais de fora do sistema fazem a festa. Os de dentro são inatingíveis e quando pegos mantém parte dos recursos da mamata, o suficiente para sobreviver pelo resto de suas vias, alguns nem têm a pensão cortada, apesar dos maus feitos. Então, o problema está mais encima. Na Legislação desarticulada que suscitou uma enormidade de interpretações em todas as camadas do serviço público que está em curto constante e recíproco. Aqui as faíscas estão se externando em público. No sistema penal deve haver um escaninho de investigação livre de ingerências, hermético a vazamentos, extremamente sigiloso e que não tenha nem o nome de inquérito policial. Tem que ser um procedimento célere, para isso existe tecnologia. Agora quando existir bases para acusação passa para o devido processo legal em juizado de instrução. Quem tem vocação para investigar permanece. Quem quer ser juiz faz concurso. Parece que o que rege é um enorme olho gordo.
ACREDITO QUE ESTES QUE ESTÃO TENTANDO SE DAR BEM, DEVERIA SER EXCLUÍDOS DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DESTA CORPORAÇÃO, POIS A POLÍCIA FEDERAL NÃO PODE TER LUGAR PARA OPORTUNISTAS.
Alguns aqui me parecem não conhecer a CARREIRA POLICIAL FEDERAL.
Primeiro: Os Delegados são da Carreira Policial Federal, assim como são os Peritos e Agentes. Vide: Art 144 § 1º da CF.
É FATO.
comentário comparativo:
Analista Judiciário e serventuário não são da mesma Carreira que Juízes e Procuradores da república, ou seja, MAGISTRATURA E MEMBROS DO MP. vide a CF. Isso É FATO.
Os Agentes de Polícia Federal e Peritos Criminais Federais são da mesma Carreira que são os Delegados de Polícia, ou seja, CARREIRA POLICIAL FEDERAL. Isso também é FATO.
Agora, o que os Agentes querem, e, com toda certeza será melhor para a Sociedade, é respeiro a Constituição Federal e uma Carreira Policial digna na Instituição, digna de POLICIAL FEDERAL.
Finalizando, fique logo abaixo com essa ABERRAÇÃO escrita por um policial da Classe de Delegado de Policia Federal:
luizroberto (Delegado de Polícia Federal 27/06/2008 - 12:00
Concluindo a minha primeira mensagem...
Todo agrupamento social é chefiado por alguém. Um Juiz tem todo um staff que o auxilia no seu importante mister. O Procurador da República da mesma forma. Igualmente se dá nas empresas privadas e nos demais ramos do serviço público.
Sempre algumas poucas pessoas, possuem atividades de maiores responsabilidades e isso se reflete nos vencimentos.
O trabalho dos agentes e dos demais cargos nas Polícias Judiciárias é por demais relevante. Não quero em hipótese alguma diminuir a importância dessas atividades. No entanto, tais pessoas exercem cargos cujo único e exclusivo objetivo é o de auxiliar o Delegado na condução das investigações criminais.
A Polícia Federal modificou seus quadros, quando melhorou a formação de seu pessoal para o exercício da atividade de polícia judiciária. O candidato a concurso público, nessa área,é sim pessoa qualificada a jurista. A melhora é nítida quando visitamos uma Delegacia de Polícia Federal em comparação a outra Estadual. Diria que em muitas polícias estaduais não faço questão nenhuma em discutir tese jurídica, porque seria perda de tempo. Mas na Federal é possível, inclusive, aprender com esse novo nível de homens postos a servir o país. A PF serve de exemplo do que as polícias estaduais deveriam fazer. Pagar bem seus homens e exigir o máximo de suas sabedorias. Justiça, ao meu ver, começa na delegacia de polícia. A ressalva que faço- apenas, é que os Delegados de Polícia deveriam estudar um pouco mais o Estatuto do Advogado e respeitar suas prerrogativas profissionais, respeitantando a beca e não o homem que a veste. Mas tenho absoluta certeza que chegará o dia em que a Advocacia será benvnda na Polícia Federal.
Otávio Augusto Rossi Vieira, 41
Advogado Criminal em São Paulo
Pelo que pude interpretar, o autor do texto, sendo da época que a polícia se utilizava até de jumentos para deslocamentos, com certeza é também da época em que a polícia era um instrumento da ditadura.
Sendo forjado, como policial, nos idos tempos obscuros da ditadura, não espanta, o autor do texto, acreditar que na polícia não se precisam de juristas, afinal, naqueles tempos o direito não existia nem para o cidadão brasileiro e nem para a polícia.
O autor não evoluiu, perdeu-se no tempo, esqueceu-se que, a partir de 1988, o Brasil é um Estado Democrático de Direito.
O Delegado de Polícia, formado em direito, é a garantia da sociedade brasileira de que verá a persecução penal iniciada com qualidade e os direitos humanos respeitados.
Como policial e Delegada, tenho hoje, orgulho de fazer parte de uma instituição que prima pelos princípios democráticos, respeita os direitos humanos e combate com eficiência a criminalidade.
A extensão das garantias, prerrogativas e remunerações dos Juízes e Promotores aos Delegados de Polícia fortaleceria a democracia e o sitema processual criminal brasileiro.
Dra. Priscila naquele tempo não existia direitos para os cidadãos nem para a polícia, os tempos mudaram mesmo, hoje a polícia, especialmente os federais,tem direitos, tantos direitos que chegam a exacerbar, humilhar, bater, atirar e depois perguntar quem era, mas para o cidadão o direito ainda não existe.Seria bom começar a pensar nesses pobres diabos.
Imagine se tivesse escravidão ainda no brasil. A discussão seria legal, sobre os direitos hereditários....
Interessante essa discussão. Por que delegado não quer ser considerado simplesmente policial, como qualquer outro. Não precisa ter tantos conhecimentos em direito como precista ter um Juiz. Um juiz precisa trabalha em varas criminais, civis, família, fazendária, tributária, tem que cuidar de processos trabalhistas nas localidades que não são assistididas pela Justiça do Trabalho, entre outros ramos do Direito. E o delegado??? Só Direito Penal e Processo Penal, Constituição (disciplina que muitos desconhecem, basta ver as inúmeras prisõs que estão sendo feitas pelo país a fora). Delegado quer muito poder para quê??? Basta ver o que está acontecendo com o ex-ministro do STF que foi intimado a comparecer à uma delgacia para esclarecer sobre uma susposta liminar concedida em favor de um prefeito. Pode uma coisa dessas? Juiz tendo que explicar para delegado sobre o que fez ou deixou de fazer!!! Logo, logo a Polícia Federal é um órgão maior que o STF!!! Só um recado a juízes que estão viajando nessa proposta, achando que delegados devem ter as mesmas prerrogativas: os delegados já não respeitam os juízes e, passando essa PEC, vão dar bananas para vocês!
Você procurou no dicionário o significa "jurista" antes de escrever a matéria? Deveria ter feito. Os agentes estão esquecendo que é necessário ter curso de Direito para a carreira de Delegado? Nós já sabemos o que na verdade querem. Querem é se transformar em Delegados sem qualquer concurso público para tanto, sem ao menos terem cursado a Faculdade de Direito. Aliás, ainda dá tempo.
Entendo que este é um espaço democrático, aberto ao público para inserir suas manifestações, mas da mesma forma que alguém irá discordar do que digo...
gilberto (Oficial de Justiça)
"Interessante essa discussão. Por que delegado não quer ser considerado simplesmente policial"
EM ALGUM LUGAR ESTÁ ESCRITO ISSO?
"Não precisa ter tantos conhecimentos em direito como precista ter um Juiz"
ACREDITO QUE O SENH0R FICA MUITO NA RUA (É OFICIAL DE JUSTIÇA NÃO?). ESSA É BOA. NA VERDADE, O SEU RACIOCÍNIO É
CORRETO JUIZ DEVERIA (DEVERIA) TER CONHECIMENTOS MAS NÃO TEM. É SÓ VERIFICAR 1000 DECISÕES PARA VER QUE OS CONHECIMENTOS DOS JUÍZES NÃO SÃO LÁ ASSIM ESSAS COISAS.
TEM JUIZ QUE TRABALHA SÓ NA VARA CRIMINAL. ENTÃO ESTE DEVE GANHAR IGUAL AO DEL. PF? NO MEU ENTENDER NÃO É POR AÍ.
EU ENTENDO QUE DELEGADO FEDERAL DEVA GANHAR IGUAL A PROCURADOR DA REPÚBLICA. ALGUÉM CONSEGUE ME CONVENCER DO CONTRÁRIO? MAS COM BONS ARGUMENTOS, POR FAVOR.
Claro, o agente da PF deverá ter seu salário aumentado tb. O que não é aceitável é aquele que não passou no concurso, é bacharel em direito (mas não quer sentar na cadeira para estudar) ser alçado a delegado federal.
Acredito que poderá ter um meio termo. Por ex. , aquele que tiver mais de 5 anos como agente federal, fará o concurso já contando com tantos pontos.Como é hoje nos concursos paar cartório.
Carlos Rodrigues
Depois deste texto vejo claramente que este site está em franco declínio.Esse articulista está abaixo de qualquer classificação,um completo ignorante.A segurança pública entrou em declínio justamente com a Constituição feita quase que exclusivamente por ressentidos
com a polícia que, via de consequencia, reduziu as prerrogativas policiais e os efeitos se fizeram sentir poucos anos depois já na decada de noventa.Esse negocio de que polícia federal é uma super polícia é mais uma imbecilidade no imaginário dos brasileiros pois só prendem quem só reage através de advogados caros,são subservientes aos gringos e submetem-se a humilhações para serem referendados pelo dea e fbi como já ficou cabalmente demonstrado em inumeras materias de carta capital.ESSE TEXTO É UM LIXO.
ACS
Democracia e a culpada disso, onde todo cidadão pode se expressar livremente.
Se penso existo ou na policia isto não pode existir.
ACS
Democracia e a culpada disso, onde todo cidadão pode se expressar livremente.
Se penso existo ou na policia isto não pode existir.
Sr ou Sra jose;Inicialmente perdão por não saber se o senhor é uma mulher chamada JOSE ou um homem chamado JOSÉ.Ademais como seu próprio nome, tudo em seu texto é ininteligível.Suponho que Vsa.me apoie contra esta pretensão absurda dos agentes e escrivães de ascenderem a delegado sem concurso,bem como a pretensão,mais absurda ainda de eleger os delegados seus opressores quando em verdade são apenas companheiros de infortúnio.Se pretendeu apoiar-me agradeço e se pretendeu criticar-me agradeço também, pois só cresço com as críticas,sobretudo as inteligentes.
Não deveria opinar, mas pragmaticamente. O advogado e o bacharel, principalmente o bacharel em direito vê a carreira de delegado uma oportunidade profissional, embora seja uma excecência tupiniquim. Basta ver os modelos da Europa e EUA. Na Europa o Juiz Falcone que combateu a Máfia não era da carreira policial, era Juiz de Instrução, os Carabinieri são uma carreira do Executivo.
A PF quer ser o FBI tupiniquim?
Como é o recrutamento deles?
http://www.fbijobs.gov/
Quem faz as análises das escutas lá é gente especializada e não delegado.
http://www.fbijobs.gov/124.asp
Quer combater drogas, é o DEA
http://www.usdoj.gov/dea/resources/job_applicants.html
http://www.usdoj.gov/dea/job/chemist/index.htm
http://www.usdoj.gov/dea/job/information_technology.html
http://www.usdoj.gov/dea/job/agent/benefits.html
Mas aqui em Pindorama, linguista, químico forense, e afins é droga nenhuma, o negócio é emprego para bacharéis em direito. Nos EUA
http://www.fbijobs.gov/111.asp
Os MPs poderiam fazer muito melhor a instrução criminal, e acabar com esta excrecência de cargo de Delegado de Polícia. Quer ser polícia, vai estudar ciências forenses, vai aprender a ser polícia, e não querer ser jurista se achando o expert em investigação.
Ia esquecendo da ATF
http://www.atf.gov/careers/index.htm
http://www.atf.gov/careers/opportunities/index.htm
Lá cada agência de investigação sabe o que faz. Conhecimento jurídico os MPs podem oferecer nas instruções do processo, mas saber ciência forense saber investigar. A PF é só comparada ao FBI na cabeça de mentecpatos.
Antes que eu me esqueça, façam o seguinte. Quando aparecer uma bomba, coloca o Delegado para desarmar o aparato.
O homem pisou na lua;
O muro de berlim caiu
A URSS., foi extinta;
O aparthaid da africa do sul acabou.
O brasil tem um presidente eleito operario e nordestino;
A divida externa foi paga;
O estados unidos, tem grandes chances de ter um presidente negro.
Isto ocorreu no mundo e foi mais facil, do que unificar as policias e ter carreira unica. Como isto e mais dificil devemos deixar na mão de deus.
Gostaria muito de saber se o articulista já prestou concurso para o cargo de Delegado de Polícia Federal.
Se prestou, também adoraria saber o resultado do certame.
Quem sabe um dia... por enquanto, concurso.
Os sindicalistas das carreiras auxiliares da PF querem criar o "trem da alegria" dentro do DPF, pelo qual se tornariam delegados sem concurso.
Desejam criar a esdrúxula figura do "agente-otoridade", que, sem ter de colocar seu conhecimento à prova, passaria a ser "delegado por acesso" (figura banida pela CF de 1988), com o ressurgimento do "delegado calça curta" (não bacharel e promovido por indicação).
Os delegados de polícia de carreira, bacharéis em Direito, aprovados em concursos públicos privativos de quem possui esse grau acadêmico e que todos os dias operam as normas jurídicas, para eles, não são juristas, mas agentes dessa autoridade (muitos que ingressam na época do concurso de nível médio) acham que devem ser "promovidos a delegados" por mera indicação interna.
Isso só pode ser piada...
Depois afirmam que são os delegados de carreira que estão fora da realidade.
Façam-me o favor!
Confesso que não cheguei a ler integralmente o texto do agente articulista, pois com certeza é a repetição do "blá, blá, blá" de sempre de seus colegas sindicalistas, mas não imagino de onde tirou a idéia de que saber "andar de jumento" é pressuposto para o exercicio do cargo de autoridade policial federal.
Só espero que o nobre articulista não esteja julgando que os leitores deste espaço tenham "inteligência de jumento" para que se deixem levar por sua fraquíssima argumentação.
Quer ser delegado, vai estudar.
Gente, o negócio é o seguinte, esta PEC já está morta. Se chegasse ao ponto de chegar ao senado os governadores se mobilizariam para rejeita-la. Imagine o estado de São Paulo, Sergipe, Tocantins, pagando todos seus delegados com salários equiparados aos juízes e promotores. Alguém em sã consciencia acredita que o STF iria engolir o concurso interno ou qualquer outra falcatrua que permitisse que agente virasse delegado sem prestar concurso? Parece-me esta PEC mais uma triste estória nascida no FEBEAPA (festival de besteiras que assolam o país do saudoso Stanislaw Ponte Preta. Vamos cair na real!!!!! Estamos desunidos, malhando em ferro frio e virando piada de salão. Somos policiais brasileiros (não somos e nem seremos FBI), com muito orgulho. Queremos remuneração justa e respeito verdadeiro da sociedade o resto é só exposição desnecessária. À proposito, aqueles policiais que se pretendem juristas, aconselho a estudar um pouco sobre o controle da constitucionalidade, poder constituinte originário e derivado. Tem muita gente aqui dando bom dia a jumento e se achando o máximo.
Eles, delegados de polícia, com raríssimas exceções, devem acabar com o vezo de abusarem do Direito. Deixarem de lado a pusilanimidade, e respeitarem os direitos humanos. A covardia e a ideofrenia, são chagas morais e patológicas, respectivamente, que eles, maus delegados, carregam no dia-a-dia. No dia em que cumprirem a Constituição e a Lei, respeitando o ser humano, quem sabe, ganhará a confiança de todos aqueles que hoje a perderam.
Essa disputa vai longe. Humildemente acrescento o seguinte:
01- o artigo foi escrito no site da federação nacional dos policiais federais, entidade que congrega em sua imensa maioria, agentes, escrivãs e papiloscopista. Vem daí talvez a parcialidade do autor;
02- o art.144 da CF em seus §§ 1º e 4º define assim as atribuições da PF e PC dos Estados. §§ 1º a PF,instituída por lei ........................... e estruturada em Carreira, destina-se.§§ 4º as P.C, dirigidas por delegado de polícia de carreira .........................
Os textos são esclarecedores, no segundo caso prevaleceu o lobby dos delegados das polícias estaduais, por ocasião da constituinte. Este fato trouxe como conseqüência nos Estados uma diferença salarial gritante entre os delegados e os demais integrantes das policias, e os resultados estão expressos na qualidade dos serviços apresentado na maior parte deles;
03- em 24 Estados da Federação sujeito ingressa PM como soldado com a possibilidade de ir ao oficialato superior. Afastando-se assim, disputas internas e propiciando a ascensão acompanhada da experiência. Aprende-se a comandar sabendo-se também o básico;
04- o inquérito só é adotado além do Brasil, em Gana e em um outro país da mesma expressão desse último, no mundo jurídico.
Para finalizar, 90% dos delegados que conheci tentaram ingressar na magistratura ou no ministério público. 1% galgou êxito, porém 80% não passaram da primeira fase.
O "jurisconsulto" articulista demonstra total desconhecimento de Direito Constitucional (aliás, se fosse um expert jurídico, certamente teria sido aprovado para Delegado. Ora, como taxar de "inconstitucional" uma Proposta de Emenda Constitucional?
Se há vedação geral à equiparação salarial, com a aprovação da PEC adotar-se-ia o princípio da especialidade, já que trata de situação específica. Uma vez aprovada a PEC, suas proposições passariam a integrar a Constituição. Assim, como taxar de inconstitucional uma norma inserta na própria Constituição?
A verdade é que existe um enorme recalque naqueles preguiçosos ou incompetentes (ou ambos) que passaram trinta anos no DPF, prestaram inúmeros concursos e não conseguiram ser aprovados para Delegados.E olhe que sempre foi uma empreitada possível, tanto é verdade que existem inúmeros Delegados que foram, antes, Agentes, Escrivães ou Papiloscopistas.
Querem um exemplo maior? Pois dou três: LUIZ FERNANDO CORREA (atual Diretor-Geral do DPF), AGÍLIO MONTEIRO FILHO e VICENTE CHELOTI: todos foram Agentes, passaram para Delegado e alçaram o posto máximo do órgão.
Agora, aqueles que se conformaram com uma eterna situação de meros entregadores de intimações pleiteiam que lhes caia de graça, no colo, a oportunidade de se tornarem Delegados gratuitamente.
Complementando o comentário anterior, já que o espaço é limitado:
O que se observa se encaixa na velha história popular da fruta madura à beira da estrada: aqueles que não conseguem alcançá-la, se conformam alegando que está podre.
A natureza jurídica do cargo de Delegado já passou a ser constitucionalmente reconhecida, à partir do momento em que, por norma constitucional, passou-se a exigir o diploma de Bachareu em Direito para que se assuma o cargo.
O que a PEC faria seria aplicar aos vencimentos esse reconhecimento. Ora, uma vez que, assim como o Judiciário e o MP, a Autoridade Policial participa ativamente da "persecutio criminis" ao exercer as funções de Polícia Judiciária, por que remunerá-los distintamente?
Por fim, que fique bem claro: a POLÍCIA JUDICIÁRIA é exercida pelos Delegados de Polícia (Autoridade Policial, nos termos da Lei). Os demais, são AGENTES DA AUTORIDADE, ou seja, seus auxiliares, segundo o CPP, que fala claramente em 'Autoridade Policial e seus agentes".Quanto a estes últimos, se querem também presidir as atividades de Polícia Judiciária, que estudem (muito mesmo porque não é fácil - mas também, não impossível), façam concurso, sejam aprovados e serão muito bem vindos.
Pelo que se deu a entender nossos bravos delegados também querem autonomia e poder (além de mais tutu), a exemplo do que foi feito com o MP. Com isso, a nossa tal democracia se esvai e podemos terminar num regime de mandarinato. Com a intocabilidade de juizes, promotores e agora delegados qual o poder que restará aos governantes, que foram eleitos pelo principio básico da democracia.
Esqueceu do bravo senador Romeu Tuma (então delegado na ditadura mililtar que a revista época deste final de semana tem muito a falar desse nobre xerife e mais 30) em meio a torturas e outras coisas mais (não sou eu quem está falando, é um certo Cel. CarlOs Alberto Brilhante Ustra dos DOI-CODI da vida...). A República está sendo passada tardiamente a limpo, isso é muito bom. Vai voar caco de telha pra tudo quanto é lado, oh negaaaaa, traz ampola aíí que eu vô enche a cara....hum hum,
POdem ir ao meu escritório, não tem problema onde está colocada a placa: "Entrem sem bater"!
Quanto ao nobre leitor PAECAR, faço-lhe um questionamento: O que a classe dos advogados buscou ao fazer aprovar o atual Estatuto? Não teria sido, também, maior autonomia? Poder? E, por conseqüência, "dindin"?
Pergunto-lhe: Como combater com eficiência as grandes organizações criminosas, abastadas e de enorme poderio econômico e político, se tivermos instituições e agentes públicos fracos, subservientes e mau pagos?
Tudo o que todos querem é dinheiro, autonomia e poder, pelo menos o mínimo necessário aqo desempenho eficiente de suas funções. Seria enorme hipocrisia negá-lo.
Em momento algum se falou em intocabilidade das Autoridades Policiais. Muito ao contrário, o que se faz, sobretudo no DPF, é buscar a todo custo extirpar do seu meio aqueles que se desviam. Salários e poderes justos não implicam em "intocabilidade" opu "impunidade".
De resto, quanto aos governantes eleitos democraticamente, isso não implica necessariamente em honestidade. Aliás, pelo que tem demonstrado a história recente, honestidade não é propriamente um requisito para a assunção do cargo.
Alguém já disse: contentai com o seu soldo e a ninguém...
O constituinte derivado pode alterar qualquer norma constitucional, desde que não sejam cláusulas pétreas.
A PEC não contraria cláusila pétrea. Portanto, não há que se falar em controle de constitucionalidade, caso venha a ser aprovada.
Se entendi, estão a vender dificuldade para colher facilidades?
Atualmente é o combate à polícia.
Sempre foi assim. Enquanto ela ataca os 3 Ps, ninguém liga.
Mas, quando começa a mecher com os poderosos é uma gritaria geral.
Se não existe crime organizado, como definir as atividades das quadrilhas que possuem divisão de tarefas, hierarquia, contabilidade, recursos destinados às práticas ilícitas, etc. etc. etc.
Pelo visto, algumas pessoaws não assistem TV...
Tem seu mérito a PF sim, regozijamos quando vemos um bando de colarinho branco algemado, mas é pura obrigação, nada alëm disso! ë dever de oficio!
No fundo a intenção dessa PEC é só aumentar o poder e a conta bancária dos delegados. Sem falar o perigo do famigerado Estado Policialesco.
Se a carreira de policial é única segundo a própria CF, pq dividí-la agora? Evitaria toda essa discussão se as melhorias (em termos salariais e de prerrogativas) abrangessem toda a corporação e não apenas os do topo.
Uma Policia Federal forte e unida é o que a sociedade quer e não com um racha gigantesco causando descontentamentos internos inconciliáveis. Só quem ganha com isso é a bandidagem, e o povo, ah... coitado do povo...
A quetão, a meu ver, não se resume a criticar o artigo pelo lado emocional. O articulista, percebe-se, está inflamado por uma sadia "revolta" civil. Pois a Constituição Brasileira, apesar de pela PEC, corrigir uma distorção, equiparando as GARANTIAS dos Juizes e Procuradores aos Delegados, de um lado, por outro lado ATROPELA a mesma Constituição em relação à previsão de a Polícia Federal ser estruturada em CARREIRA (única naturalmente, do contrário teria dito "carreiras", no plural. Cobre-se a cabeça, mas descobre-se os pés. Ora, não se trata simplesmente de argumentar com base em um silogismo do tipo "non sequitur", ou seja, cuja conclusão deriva de uma premissa falsa. Exemplifico: Um escrevente judiciário que meramente auxilia o trabalho do juiz que irá equacionar a sentença não pode ser equiparado ao Juiz. Logo, os Agentes, Escrivães e Papiloscopistas que meramente auxiliam na coleta de evidências não podem ser equiparados ao Delegado, que é o DONO do inquérito policial" Meus amigos, a carreira da magistratura é uma, e a dos escreventes é outra. No caso dos Policiais Federais, todos de nível superior, malgrado as prerrogativas de seus respectivos cargos, sao da mesma CARREIRA. Aprovar essa PEC, seria CRIAR uma carreira diferenciada. A não ser que, antes, fosse regulamentada a LEI ORGÃNICA da Polícia Federal. Vamos dar um exemplo onde não se há falso silogismo: ao da carreira militar. Logicamente um jovem recém formado não pode fazer CONCURSO para General de Brigada. Tem que vencer etapas, galgando postos na carreira de ofical, desde que se formou na AMAN, até atingir o ápice do oficialato! diante disso, só posso sugerir uma outra teratologia: Incluam na tal PEC os generais de exército, os brigadeiros e almirantes que tenham formação jurídica!!!!
A questão, a meu ver, não se resume a criticar o artigo pelo lado emocional. O articulista, percebe-se, está inflamado por uma sadia "revolta" civil. Pois a Constituição Brasileira, apesar de, pela PEC, corrigir uma distorção, equiparando as GARANTIAS dos Juizes e Procuradores aos Delegados, de um lado, por outro lado ATROPELA a mesma Constituição em relação à previsão de a Polícia Federal ser estruturada em CARREIRA (única naturalmente, do contrário teria dito "carreiras", no plural. Cobre-se a cabeça, mas descobre-se os pés. Ora, não se trata simplesmente de argumentar com base em um silogismo do tipo "non sequitur", ou seja, cuja conclusão deriva de uma premissa falsa. Exemplifico: Um escrevente judiciário que meramente auxilia o trabalho do juiz que irá equacionar a sentença não pode ser equiparado ao Juiz. Logo, os Agentes, Escrivães e Papiloscopistas que meramente auxiliam na coleta de evidências não podem ser equiparados ao Delegado, que é o DONO do inquérito policial" Meus amigos, a carreira da magistratura é uma, e a dos escreventes é outra. No caso dos Policiais Federais, todos de nível superior, malgrado as prerrogativas de seus respectivos cargos, sao da mesma CARREIRA. Aprovar essa PEC, seria CRIAR uma carreira diferenciada. A não ser que, antes, fosse regulamentada a LEI ORGÃNICA da Polícia Federal. Vamos dar um exemplo onde não se há falso silogismo: ao da carreira militar. Logicamente um jovem recém formado não pode fazer CONCURSO para General de Brigada. Tem que vencer etapas, galgando postos na carreira de ofical, desde que se formou na AMAN, até atingir o ápice do oficialato! diante disso, só posso sugerir uma outra teratologia: Incluam na tal PEC os generais de exército, os brigadeiros e almirantes que tenham formação jurídica!!
Policiais federais todos de nível superior?Ou o senhor Baeta não faz idéia do que fala,como a maioria aqui, a começar do articulista ou tá de má-fé mesmo.A exigencia de curso superior é muito recente motivo pelo qual existem muitos policiais federais que não o possuem e outros tantos que nem concursso fizeram pois a exigencia iniciou-se com a CF em outubro de 1988.
O RACIOCÍNIO DOS AGENTES E ESCRIVÃES É O SEGUINTE;SE O DELEGADO DE POLÍCIA FOR VALORIZADO PROFISSIONALMENTE VAI FICAR MAIS DIFÍCIL NOS TORNARMOS DELEGADOS ATRAVÉS DO TREM DA ALEGRIA,NATORALMENTE, SEM CONCURSSO.O QUE NÃO CONSEGUEM ENXERGAR É QUE NÃO VÃO JAMAIS ASCENDER NATORALMENTE, PORQUE EMBORA NÃO QUEIRAM ESTUDAR E SE INFORMAR ESTA PRETENSÃO EXDRUXULA TERIA DE TER A CONIVENCIA DOS QUE ESTUDARAM E ESTES NÃO ABRIRÃO NUNCA MÃO DO CRITÉRIO DA MERITOCRACIA,LOGO,COM VALORIZAÇÃO DO DELEGADO OU SEM VALORIZAÇÃO A PRETENSÃO MAU-CARATER É FADADA A DAR COM OS BURROS NAGUA E SÓ UM MICROCEFALO PODE IGNORAR ESTE FATO.INCRÍVEL COMO A COBIÇA E A MÁ-FÉ CEGA AS PESSOAS.
Ao Advogado assalariado:
Curso Superior exigido para todos os cargos da Polícia Federal é recente???
QUA QUA QUA QUA QUA!!! Deixe-me rir!!! Fala sério, meu caro bacharel. A Lei 9266 de 1996 já tem "apenas" DOZE anos!!! V.Sa. parece ter parado no tempo e no espaço. Atualize-se. Informe-se. A Federação Nacional dos Policiais Federais (FENAPEF) terá o maior prazerem lhe fornecer dados um "pouco" mais atualizados e estatísticos. Para seu governo, eu mesmo tenho dois cursos superiores: Engenharia Elétrica com mestrado, e Direito. Acredito sim que ainda existam Delegados apenas com o curso enxuto de Direito e que se acomodaram. Quanto aos demais POLICIAIS FEDERAIS, saiba que não são formados ATUALMENTE não apenas em um, mas dois ou mais cursos superiores. Temos peritos porexemplo, qe eram Doutores em Universidades Estrangeiras antes de ingressar no DPF. Be se vê que deve ser daqueles que acham que na Polícia Federal ainda tem gente de nível médio. Na Polícia Rodoviária Federal, sim, o concurso ainda exige apenas nível médio de escolaridade, e estão PENSANDO na possibilidade de passar a exigir curso superior. Os quadros da Polícia Federal são os de maior nível de escolaridade do funcionarismo da União, além da exigência de ter a SAÚDE física e psicológica bem acima da média dos outros cargos, além do maior risco de vida e responsabilidade. Tem porte livre ( de faca a lança foguetes) de arma e franco acesso aos locais sob fiscalização da Polícia EM TODO O TERRITÓRIO NACIONAL. Qualquer dúvida, entre em contato com a ANP (Academia Nacional de Polícia), no Distrito Federal, que está com status de Universidade de Ciência Policial, de referência internacional. Aqui no DPF não tem cursinho "walita", não, senhor "adevo", nem por correspondência. Se liga, "dotô".
Baeta, o senhor sabe muito bem que em todos os níveis do funcionalismo existem pessoas que por acomodação, ou impossibilidade nunca cursaram faculdade, o DPF NÃO É EXCEÇÃO. O curso de agente federal era de nível médio e aí a administração pública (usando de prerrogativa pertinente) passou a exigir que os candidatos a agente de polícia tivessem curso superior, podia ser de letras ou PhD em robótica, estavam todos no mesmo patamar, não interessava se cursaram em Harvard ou na FAFUQ (faculdade de fundo de quintal. O que importa é saber porque com tantos títulos e pós graduações (o que convenhamos, hoje qualquer um pode ter) os agentes não querem fazer concurso para delegado. Insistem na ridícula hipótese que a polícia federal é "diferente" da civil, que preve a Lei maior, será dirigida por delegados. O estranho é que falta estudar um pouquinho, mesmo com tantas especializações, direito constitucional e administrativo para saber que só é possível através de concurso público, sair da carreira de agente para delegado. Sei que o pavor de todos no DPF são aqueles que voces chamam de "meninos concurseiros" que levam todas as vagas e os deixam frustrados e com idéias mirabolantes pois alegam que é em razão do trabalho que vcs não chegam lá. O importante é saber que estes "meninos" estudam tanto que barrariam no STF, com muita facilidade, esta alquimia que só tomou corpo com a rejeição desta besteira que vocês tentaram impor por meio de LO, por parte da direção do DPF. Ou seja, não conseguiram apoio dentro do DPF para virarem delegado sem concurso aí partiram para a retaliação, que além de não ter resultado prático nenhum, vai causar inúmeros problemas de relacionamento internos. A inveja, a cobiça e a ambição sem mérito, são péssimas conselheiras.
Baeta Vsa com dois cursos superiores é prova viva da decadencia de nossas faculdades.Eu não acho que tem agente federal sem nível superior eu conheço alguns deles.Vsa só pode ter pescado para ter duas graduações pois em um texto mínimo, escreveu diversas palavras imcompreensíveis;porexemplo,qe,Be????E a questão final,se Vsa é tão preparado como diz ser(algum incauto pode até acreditar)porque não faz concursso para delegado?É concursso que comprova mérito e não falácias.Seu raciocínio comprova cabalmente seu QI;Sou o bom,superqualificado mas quero ascender na manha...Infelizmente não vai,se quiser ascender vai ter que ser através de concursso e não de contar vantagens,essas voce conta para os presos e cuidado para não ser enquadrado na lei de tortura...
"Inquérito - insólito
Nos paises evoluídos, a polícia investiga o crime apresentando o respectivo relatório, juntamente com as provas, à promotoria que denuncia diretamente à justiça(...) Ou o Brasil está certo e o mundo todo está errado ou ocorre o inverso."
A alternativa certa parece óbvia...
Sabem de uma coisa?
Juntamente com a extinção do INQUÉRITO POLICIAL, substituído por um inquérito judicial, todos os delegados deveriam ser ABSORVIDOS pelo Ministério Público , seja estadual ou federal, respectivamente, como Delegado Judicial, ganhando o mesmo salário dos promotres, procuradores e juízes, encarregados a partir de então de exclusivamente formalizar os Juízos Preliminares de Instrução. Deixariam a Polícia pra quem quer FAZER POLÍCIA, extinguindo-se assim a figura do Delegado de Polícia e passando a ser Delegado de Justiça (igual tem Promotor de Justiça). Ficariam com o ego e com o bolso satisfeitos, podendo se dedicar exclusivamente aos novos inquéritos que subsidiariam o oferecimento ou não das denúncias, mas tudo agora no âmbito judicial, o que seria uma enorme economia de tempo e dinheiro para os cofres públicos, o que até justificaria seus salários novos. Mas perderiam a pose de generais com um exército de soldados de nível superior, que passariam a partir de então a serem geridos pelos integrantes de maior experiência da carreira (os que estivessem já na classe especial de uma CARREIRA ÚNICA). Isso sim seria a panacéia contra a IMPUNIDADE e discricionariedade exacerbada.
Agora: Querer ser JURISTA e GENERAL ao mesmo tempo é muita ambição de poder!!! E sem direito ao princípio magno do CONTRADITÓRIO!! Aí é demais!!!
É realmente lamentável que um "adevogado" confunda erro de digitação com QI. prova cabal, também da proliferação de cursos jurídicos excessiva em nosso país, alguns chamados de Fábrica e bacharéis. Te convido a visitar meu blog no endereço eletrônico http://marcelobaeta.blogspot.com/
Ali tenho o cuidado de revisar meus textos e, por certo, não encontrará um erro sequer da "última flor do Lácio". Fica feito o desafio.
Por outro lado, é lamentável que grande parte dos delegados, ao se deparar com um Agente, ou um detetive, quiçá um inspetor, ou mesmo um Investigador (tantas são as denominações para Policial que não seja delegado) manifestando-se contrário ao ultrapassado INQUÉRITO POLICIAL ou criticando, com fundamentação, as pretensões de equiparação a juízes e promotores (salário), COMETEM O MESMO EQUÍVOCO, de ordem emocional: Concluem estar diante de um invejoso que queria ser delegado e não passou ou não fez concurso pra "delta". Tisc, tisc, tisc. Enganam-se, senhores!!! Estou PLENAMENTE REALIZADO em minha profissão e me orgulho de ser AGENTE DE POLÍCIA FEDERAL. Graças a Deus, também estou realizado em termos pessoais e familiares. NO ENTANTO, ainda não perdi o DIREITO da livre expressão do pensamento e do raciocínio lógico, de maneira civilizada. Ao contrário de muitos que, na falta de uma melhor argumentação partem para ataques no campo pessoal, o que convenhamos, é insólito e típico de uma certa arrogância dos que só enxergam o que seja de seu interesse, e que se dane o interesse da sociedade ou dos opositores "ignorantes" e "despeitados". Repito: NÃO QUERO E NUNCA QUIZ SER DELEGADO. Certos delegados, por outro lado, parecem ter inveja dos Procuradores e Juízes. Dou o mesmo conselho: FAÇAM CONCURSO, ORA! Ou lutem por uma lei que os incorpore.
ERRATA:
1)Fábrica DE Bacharéis.
2)...nunca QUIS ser...
3)Prova cabal e não prova (com p minúsculo)cabal
4)Detetive e não detetive (d minúsculo)
5)Inspetor e não inspetor(i minúsculo).
Já fiz essa pergunta no forum.... que é esse tal de valacir? Uma pessoa de 59 anos, bacharel em direito e jornalismo. Pela idade que tem,com certeza fez o concurso para delegado e não passou. Como todos da FENAPEF, deve estar aposentado. Quanto ao colega BAETA, se não for o próprio Walacir, com certeza deve ser uma pessoa frustrada, que , por não conseguir ser delegado por mérito, quer pegar uma carona no trem da alegria. Pode não ser aprovada a PEC, mas, agente sem concurso, nunca será delegado.
Já fiz essa pergunta no forum.... que é esse tal de valacir? Uma pessoa de 59 anos, bacharel em direito e jornalismo. Pela idade que tem,com certeza fez o concurso para delegado e não passou. Como todos da FENAPEF, deve estar aposentado. Quanto ao colega BAETA, se não for o próprio Walacir, com certeza deve ser uma pessoa frustrada, que , por não conseguir ser delegado por mérito, quer pegar uma carona no trem da alegria. Pode não ser aprovada a PEC, mas, agente sem concurso, nunca será delegado.
caro luismar, pq vc apenas se intitula bacharel. Por que não disse que era policial federal? Prefere falar no anonimato?
caro luismar, pq vc apenas se intitula bacharel. Por que não disse que era policial federal? Prefere falar no anonimato?
Sem querer comentar os comentários, especialmente, os com altas taxas de corporativismo barato por parte de delegados de polícia, e, se colocando na visão, apenas, como cidadão brasileiro, pagador de impostos, portanto titular de direitos, deveres e obrigações, externo minha opinião a respeito das assertivas do articulista, porquanto, o mesmo aborda questões sobrepujantes, especialmente quando afirma que “proposta idealizada pelos delegados não ajuda em nada o nosso país a encontrar soluções para o grave problema da segurança pública. Nosso povo está sendo trucidado pelos bandidos, enquanto pessoas que ocupam cargos importantes como eles não se preocupam em apresentar soluções para que isso tenha um fim”. De fato, em nada mudaria o dia-a-dia no enfrentamento à violência urbana, esta mudança proposta. Ainda, dia o autor do artigo que “a segurança do Brasil já tem problemas demais, ela não funciona, ninguém precisa deixá-la pior ainda. Para acabar de vez com a tranqüilidade dos brasileiros, não precisamos de uma proposta como esta, que implantará o caos em todas as polícias, pois aumentará, entre os policiais, distâncias já inaceitáveis”... E continua: “vamos mostrar aos congressistas que o Brasil precisa de uma polícia que seja polícia. Eles precisam saber o que é melhor para a sociedade”.
De fato, independente do ordenamento jurídico vigente, o direito e as legislações , devem ser “mutatis mutandis” o principio das normas que regem a sociedade, pois dinâmicas.
Mesmo as normas constitucionais que não sejam as chamadas “pétreas” mudam, e os delegados de polícia bem sabem disso, pois já provaram da mudança, que mudou o desejo do constituinte originário e deu vez à vontade do constituinte derivado, porque assim a própria Carta permite e porque o desejo e vontade popular representado na reforma da EC 19 foram feito. Caso o constituinte originário não desejasse que essa mudança fosse possível, teria colocado o dispositivo nas chamadas “cláusulas pétreas”, mas não o fez.
De mais, o Brasil, através da sociedade civil organizada e das grandes lideranças sindicais que estejam desprovidas de corporativismos exacerbados e governos e parlamentares, precisam urgentemente partir para o debate com fundamentos acadêmicos nas ciências sociais, na antropologia e na filosofia do direito e no direito criminal, buscar um novo modelo de polícia (o Brasil é o único país do mundo que não adota o chamado “ciclo completo de polícia” e de investigação policial.
Só assim, extrairemos desejos escusos de parte a parte e se chegará ao desejo da sociedade brasileira de vê essa “fórmula” representada por duas “meias polícias” e “princípio inquisitorial” que já se mostraram ineficientes e ineficazes, e darem vez a um modelo que já apresenta incontestáveis resultados há décadas.
Caro BAETA,quer dizer então que no seu blog V.Sa.comunica-se em Português mas neste fórum tenta comunicar-se em língua estranha?Será que quem aqui escreve ou transita não merece de VSa.que se expresse corretamente?Não se incomode com isto pois por mais tosco que seja sua ortografia e gramática,são melhores que o conteúdo dos seu raciocínios.Quanto a visitar seu blog vou declinar da cortesia porque estupidez pode ser contagiosa...
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