O comitê gestor do Sistema Nacional de Estatísticas da Justiça Federal (Sinejus) acaba de implementar a ferramenta que vai permitir acompanhar a produtividade dos juízes, elaborar indicadores sobre a movimentação processual, medir a arrecadação da Justiça Federal, o número de condenações e penas e a qualidade dos serviços prestados. Na terça-feira (18/11), os integrantes do comitê receberão treinamento para aprender a usar o sistema.
Nesta segunda-feira (17/11), representantes das unidades de estatísticas e tecnologia dos cinco Tribunais Regionais Federais se reuniram no Conselho da Justiça Federal (CJF) para conhecer o primeiro módulo da ferramenta, chamada Bussiness Intelligence.
Durante o encontro foi discutida a possibilidade de ampliar o número de indicadores elaborados, com o objetivo de contemplar os dados estatísticos necessários ao trabalho da Corregedoria-Geral da Justiça Federal. O Sinejus foi criado pela Lei 11.798, de 29 de outubro deste ano, que regulamenta os poderes correcionais do CJF e lhe confere novas atribuições.
A idéia, de acordo com as discussões desta segunda-feira (17/11), é também acompanhar de perto os dados administrativos, o orçamento de cada tribunal, a infra-estrutura e os recursos humanos.
Justiça aberta
Já está em funcionamento o Justiça Aberto, um sistema similar de avaliação de desempenho e produtividade dos juízes de primeiro grau das justiças estaduais. O sistema é monitorado pelo Conselho Nacional de Justiça.

Já estou vendo a cara de alegria dos ilustres ao ser exposta a produtividade respectiva.
Quero ver se este acompanhamento de produtividade vai chegar à 2a. instância. Os velhinhos vão ficar vermelhos de raiva ao se expor a sua incrível produtividade e rapidez nos julgamentos.
É um avanço, não obstante a previsão constitucional "c", II, art. 93 da CF. O sistema deveria ser acompanhado pela sociedade, pois são os destinatários e consumidores da prestação dos serviços. A transparência é fundamental para o serviço público de forma a premiar os bons e produtivos servidores públicos e ao mesmo tempo exigir daqueles que não tem compromissos com o cargo que ocupa ou função que exerce mais eficiência, com repercussão em promoções e até demissão.
Afinal a estabilidade e a vitaliciedade é para quem merece, devendo ser conquistada a cada dia e não nela se esconder ou se apoiar em detrimento do serviço público.
Será positivo?! hmm ..um quadro de estatísticas judiciais.
A criação de um 'novo quadro' nos cria novas expectativas!
- Torço para que seja um bom sistema.
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login