O diretor da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, afirmou nesta quarta-feira (17/9) que a participação de agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) na Operação Satiagraha não passou pelo crivo da direção da PF. Corrêa depõe na Comissão de Controle de Atividades de Inteligência do Congresso. Já o ex-diretor da Abin, Paulo Lacerda, disse que a colaboração de agentes foi autorizada pela cúpula da Abin.
Na semana passada, o diretor de contra-inteligência da Abin, Paulo Maurício Fortunato, disse à CPI das Escutas Telefônicas Clandestinas que 52 homens da agência trabalharam na Satiagraha.
“A atuação da Abin foi legítima. Dentro da Abin, orientações de baixo para cima e as autorizações ocorreram. Se em relação à Polícia Federal não houve isso, eu lamento. Imaginava que isso estivesse ocorrendo”, disse Paulo Lacerda.
Já Corrêa informa que a cúpula não pediu a cessão de agentes da Abin. “Não houve nenhuma comunicação informal nas instâncias superiores da polícia deste procedimento”, disse o diretor da PF. Entretanto, Côrrea explicou que não houve “entrada clandestina” destes funcionários nas dependências da sede da PF em Brasília, onde foram feitas as investigações da Satiagraha.
O deputado José Edmar (PR-DF), preso em 2003 pela PF sob a acusação de grilagem de terras, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, criticou Corrêa, durante reunião. O deputado utilizou palavras ásperas contra o diretor e disse que a PF o prendeu para “acobertar o verdadeiro grileiro de Brasília”.
As declarações de José Edmar criaram um constrangimento que levou o presidente da comissão, senador Heráclito Fortes (DEM-PI), a solicitar ao deputado que moderasse a linguagem.

Claro que a PF não autorizou. Fui em quem autorizou esses agentes da ABin a participar da operação.
E vou autorizar mais.
O xis da questão seria apurar o por quê desse interesse todo da Abin em atividade que não é sua (atuar em inquérito policial)? Não me venha com essa de "amor à pátria"!
O Nelson Jobim não comanda nada. Militar só obecece à cadeia de comando . Este comando é a hierarquia da caserna . Nenhum militar participou de operação da polícia , uma vez que NÃO havia ordem do comando . Militar obedece ao seu superior hierarquico. O ministro da Defesa é "diretor administrativo" , sem poderes de comandante das forças armadas. Em tese, o "commander in chief" seria o presidente da República, conforme a Constituição, mas isto aqui não são os EUA . Como os oficiais-generais NÃO autorizam seus subordinados a trabalharem para "meganhas" (êles se referem assim à polícia desde o século XIX), fiquem certos que NÃO houve participação militar nesta espetaculosa operação sati não sei o quê . Apareceu , até o momento, um graduado da Força Aérea, que teria ajudado ao deleruska . Este , se trabalhou (posso afirmar que TRABALHOU) , ficará sem apoio do seu Comando e , por conseguinte , da FAB. Enquanto, isso o Jobim , com aquela arrogancia de velho maragato , trata de "você" aos deputados da CPI. Só medrou para o Deputado Itagiba, que é grande, forte e tem personalidade . Com este , foi V.Excia. para lá e para cá. Afinal, assombração sabe para quem aparece.Anotem que o problema dos xeretas clandestinos virá do excelente Deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR).Este é um investigador parlamentar completo . Vai criar sérios problemas para o Executivo e sua polícia sem comando. Quanto ao Jobim, fez , mais uma vez , o papel de rídiculo de forjicador confesso da Constituição ( dispositivo referente a dívida externa, segundo professores da USP).Em suma : as Forças Armadas NÃO participaram de escutas clandestinas de paisanos envolvidos em trambiques na orbita civil. Quem disser diferente está lançando cortina de fumaça para encobrir os proprios delitos
Trabalhar com informação é chato pra dedéu. Bom mesmo é investigar e fazer serviço policial.
Quando é que vão abrir concurso para delegado da Abin?
É preciso apurar quem é o pinóquio nessa história mal contada.
Enquanto houver comandos paralelos dentro do serviço público, não nos livraremos da promiscuidade funcional entre servidores de órgãos distintos, que tantos males causam ao funcionamento das instituições e à sociedade.
Parece que na Abin e na PF há pessoas que acham que em tudo os fins justificam os meios. É uma posição perigosa - Maquiavel, Hitler, Sadam, Mussolini, todos pensavam assim. Na administração pública há uma barreira para isso que é a lei. O particular pode fazer tudo o que a lei não proíbe, mas o administrador público só pode fazer o que a lei permite expressamente. Essa é a regra.
SEGURANÇA INSTITUCIONAL ESTA EM CHEQUE TODOS NÓS SABEMOS, IMAGINE O JUIZ De Sanctis , ABIN & PF !
A ABIN esta respaldada pela constituição para agir em face de risco a segurança institucional e nacional, portanto nessa parceria com a Policia Federal apenas cumpriu a sua função de investigar sob tais interesses. Ocorre que as autoridades envolvidas não querem vestir a carapuça de que no mínimo são suspeitos de fazer parte dessa esquema de Habeas Corpus, dessas negociatas e arrumadinhos em troca de favores cerceando e cercando a lebre em favores pessoais, etc. Vendilhões da pátria, INSERIDOS PODRES PODERES, estruturados numa quadrilha de cooptadores que cresce dia a dia em face da impunidade, sem uso de espionagem e grampos não chegaríamos a lugar algun, salvaguardando os interesses dessa imensurável quadrilha que se apoderou da nação.
Onde os “Capôs de tuti los Capôs” sequer podem ser algemados, julgados pelos seus pares e parceiros. Uma nação onde queimaram a imagem, a moral e acabaram com o poder das forças armadas, das legitimas policias, em detrimento das Guardas Municipais, das Milícias e seguranças particulares armadas e blindadas. Onde o Curral Eleitoral virou norma padrão, feudos amordaçados e consentidos por esse PODRE PODER JUDICIARIO.
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