Procurador-geral da República rebate críticas de Gilmar Mendes

O procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, rebateu nesta quarta-feira (1/4) as críticas feitas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, ao funcionamento do Ministério Público Federal. Mendes defendeu na terça-feira (31/3) a criação de uma Corregedoria judicial para a Polícia Federal a fim de haver controle externo das atividades.

Gilmar Mendes disse que considera ser ineficiente o atual controle externo do Ministério Público sobre a PF. Na opinião do presidente do STF, a implementação da Corregedoria Judicial de Polícia pode ocorrer "sem maiores dificuldades".

Antonio Fernando Souza afirmou que a avaliação do funcionamento do MPF é feita pela própria população, e é uma boa avaliação. “Essa questão do controle externo é uma atribuição expressamente atribuída ao MP, pela Constituição, de certo que o MP vem exercendo plenamente em todo o território nacional essa atribuição”, disse.

Para procurador-geral da República, a criação de um órgão com essa finalidade não cabe na estrutura do Judiciário. “Ao Judiciário deve ficar reservada a questão de julgar com imparcialidade”, disse. “Se o Judiciário desempenhar bem a sua função, já presta à sociedade um relevante serviço. O MP se encarrega do controle externo e fará bem isso”, concluiu. Com informações da Agência Brasil.

olhovivo disse:
01 de abril de 2009 às 19:00

O PGR tem razão. O MPF está realizando com sucesso o controle externo da PF. Basta ver que não há mais abusos, desvios e ilegalidades. E ela, a PF, está eficiente até demais. Conseguiu diminuir drasticamente o tráfico de drogas, de armas, crimes financeiros e tudo o mais. Tudo por conta do excelente controle externo exercido pelo MPF. Está lindo demais!

Senhora disse:
01 de abril de 2009 às 21:01

Temos que criar um órgão para controlar a boca de Gilmar Mendes.
Muito bem, Dr. Fernando! Quem fala o que quer escuta o que não quer. Dr. Gilmar Mendes, vai trabalhar, julgar as centenas de ações que tramitam no STF, tem muito criminoso para V.Exa condenar, pare de dar entrevistas. A sociedade não paga seu salário para isso.

Armando do Prado disse:
01 de abril de 2009 às 21:23

Com razão o Procurador. Se o Judiciário cumprisse com sua obrigação já estaria de bom tamanho. GM foi chamado às falas. Mereceu.

A.G. Moreira disse:
01 de abril de 2009 às 22:08

Um deles diz :
.
"O MPF está realizando com sucesso o controle externo da PF. Basta ver que não há mais abusos, desvios e ilegalidades."
.......................
Tem gente que tem relógio, mas não sabe que horas são ! ! !
..........................

Senhora disse:
01 de abril de 2009 às 22:42

A. G. Moreira,
Pelo jeito Vossa Senhoria não sabe nem interpretar um texto. O olhovivo é fã número 1 do Gilmar Mendes, ele estava apenas ironizando. Se existisse só o Gilmar Mendes no mundo,olhovivo seria o ser mais feliz do planeta.
E muito obrigada pela parte que me toca, prefiro ser mosqueteira do que cega e baba-ovo de Gilmar Mendes.

A.G. Moreira disse:
02 de abril de 2009 às 00:44

Não aceito reparo à minha interpretação ! ! !
.
Porque a minha interpretação do texto está correta ! ! !
.
V.S. é que interpretou o comentador ( seu desafeto ) e não o comentário ! ! !
.
Quanto à sua expressão, de baixo calão : "baba-ovo de Gilmar Mendes" , é inaceitável que esta tribuna jurídica, seja utilizada como "blog" da mais baixa categoria ! ! !

João disse:
02 de abril de 2009 às 02:06

Olho vivo é babona eehehehhe.
Quem discute com olho vivo perde tempo.....
Ela tem a radiografia da dentadura do Gilmar Mendes e do FHC...ehehehehehehhe

olhovivo disse:
02 de abril de 2009 às 13:47

Engano seus, "senhora" e "joão", não sou puxa-saco do min. Gilmar Mendes. Na realidade, tenho ojeriza do fã clube daquele que se intitula membro da "brigada dos tigres" e escreve carta a Obama. Ou daqueloutro que fala que "igualar" é também prender e que considera ideal a sociedade dos índios. Não tenho culpa dessa minha ojeriza. A culpa é do tamanho do meu cérebro, que não me deixa entrar no fã clube dessa dupla. O problema é anatômico.

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