O Estado de Israel não comete crimes de guerra na sua ofensiva à Faixa de Gaza, porque está agindo em legítima defesa. Para o advogado Nilton Aizenman, presidente da Associação Nacional de Advogados e Juristas Brasil-Israel, os crimes, na verdade, são cometidos pelo Hamas que ataca civis israelenses, tenta destruir um Estado membro da ONU e usa civis como escudos. “Quando o Hamas dispara foguetes contra cidades de Israel onde não há bases militares, eles estão cometendo crimes de guerra”, afirma.
O advogado rebate o argumento de que, pela Convenção de Genebra e pelo Estatuto de Roma, Israel comete crime de guerra ao usar a força aérea contra a população civil. “Eles estão armazenando e fabricando os foguetes em locais ocupados por civis. Usam a população como escudo”, diz, classificando a questão como um sofisma. Aizenman cita como exemplo de uso de escudo o caso do dirigente do Hamas, Nizar Rayan, morto em um ataque aéreo no dia 1º de janeiro. Com ele, morreram duas de suas quatro mulheres e oito filhos.
Por isso, segundo ele, o cessar-fogo, que vigorava nos últimos meses, era legalmente desproporcional. Em sua opinião, Israel deixou de se autodefender suspendendo ações militares legitimas para que o Hamas deixasse de matar civis inocentes.
Israel ataca o Hamas na Faixa de Gaza há 12 dias. Já morreram, pelo menos, 670 palestinos e dez israelenses. Sobre a desproporção no número de mortes, Aizenman a classifica como uma questão subjetiva. “O Hamas não mata mais porque não pode. Se tivessem, eles mandariam mil foguetes por dia. É preciso falar em eficiência militar”.
Aizenman contesta ainda afirmação dos juízes Ali Mazloum e Nadim Mazloum, no artigo Conflito em Gaza — Holocausto de judeus não permite o de palestinos, publicado neste site no dia 2 de janeiro (clique aqui para ler). Segundo o advogado, “é um sacrilégio fazer esse tipo de comparação. No Holocausto, ninguém estava agredindo ninguém. Os judeus não tinham direitos reconhecidos”.
Para Aizenman, o momento na Faixa de Gaza é de guerra. “Podemos dizer que uma das partes está adotando os procedimentos de guerra”, afirma. Segundo ele, no entanto, o lado palestino age com agressão em uma atitude tipicamente terrorista. “Se eles disparassem foguetes em uma base militar, seria uma guerra convencional”,
O advogado lembra que não se trata de uma disputa entre dois Estados, mas de combate ao terrorismo já que o Hamas se recusa a reconhecer formalmente o direito de Israel existir. “Israel tentou negociar com a Autoridade Palestina. Mas, enquanto o Hamas não retirar do seu estatuto que é contra a existência do estado de Israel, é claro que eles continuarão a ser um grupo terrorista. A questão é que eles se colocam uma hora como militantes, outra como vítimas”, argumenta.
Segundo ele, o estado de pobreza em que se encontra a Faixa de Gaza é causado pela corrupção endêmica dos próprios dirigentes palestinos. “Recentemente, Israel deu uma ajuda de US$ 100 milhões a eles. O dinheiro simplesmente sumiu”, diz.

Mas bota excesso nisso, heim?
Então, se usam escudos humanos, basta que as "forças de defesa" atirem em todos...Mas que falta de vergonha, já são mais de 200 crianças mortas! Isso, esse artigo, confirma a comparação feita pelos irmãos Mazloum: seria o mesmo que bombardear os morros do RJ.
Em termos. Disparar uma metralhadora contra um batedor de carteira também é legítima defesa ?
Antes de qualquer outra manifestação, quero deixar claro que não tomo lado e nem opinião política nessa guerra de gerrilha urbana na Faixa de Gaza.
Apenas observo a marcha de uma total insanidade. De um lado o Egito é o primeiro a não querer abrir sua fronteira com a Faixa de Gaza, que o Hamas quer derrubar o governo egípcio e implementar um "governo islâmico".
De outro lado a população palestina vive o que é mostrado, aquela situação que o sujeito vê que não tem mais nada a perder que sua própria vida, e como a sua vida não vale efetivamente nada, então que o sacrifício da própria vida leve o maior número possível de inimigos.
Como aplicar a Convenção de Genebra se não há dois exércitos regulares, e sim um exército extremamente bem treinado contra milícias? Qual Direito aplicar? O Direito de Guerra, ou o Direito Penal?
E a propósito da tal "bomba demográfica" não é privilégio dos palestinos, os judeus ultra radicais, aqueles que nem aceitam o Estado de Israel que só acontecerá com a "vinda do Messias", não prestam serviço militar, não se inserem na sociedade de Israel, esses também usam os mesmos métodos, gerar o maior número de filhos para ter maioria numérica.
Se pudéssemos apenas observar sem a certeza de que isso não vai acabar respingando aqui... Por outro lado só nos está sendo possível olhar, observar. Belíssimo século XXI já delineando seus contrastes.
O que realmente é preocupante que a próxima bomba matando civis num metrô qualquer de uma capital européia, o conceito de genocídio pode sofrer mitigações... E pergunto, quem duvida de uma próxima bomba contra civis numa capital da Europa?
(continuação)...
Essa ação israelense é irresponsável e afeta a paz e a harmonia em todos os cantos do mundo, porque o terror que dissemina repugna a todos e pode gerar a eclosão de um sentimento anti-semita coletivo que desestabiliza o equilíbrio social em diversos pontos do Globo, exigindo dos governos, das polícias, e dos Poderes Judiciários mais atenção e intensificação de suas atividades, o que representa um prejuízo para as sociedades de muitos países, pois muita gente do vulgo atribuirá aos judeus, indiscriminadamente, a responsabilidade pelo que o exército e o governo israelense estão fazendo com os palestinos.
É preciso um trabalho intenso da imprensa para esclarecer a população brasileira, a todo momento, que mesmo em Israel há judeus contrários a essas nefastas e devastadoras ações militares, e que os judeus, de um modo geral, não são responsáveis pelos atos do governo e do exército israelense.
(a) Sérgio Niemeyer (descendente de ventre judeu)
Advogado – Diretor do Depto. de Prerrogativas da FADESP - Federação das Associações dos Advogados do Estado de São Paulo – Mestre em Direito pela USP – Professor de Direito – Palestrante – Parecerista – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br
Gostaria que o advogado respondesse quantos civis israelenses foram vitimados pelos ataques do Hamas e quantos civis palestinos foram vitimados pelos ataques israelenses. O argumento utilizado pelo Dr. Aizenman é um acinte à inteligência coletiva internacional. É uma falácia para encobrir aquilo que o relator da ONU classificou, hoje, segundo notícia da rádio CBN, como crime contra a humanidade praticado por Israel. A seguir pela senda da tese adotada pelo Dr. Azeinman, de que Israel está exercendo direito de legítima defesa, pode-se inferir, sem muito esforço e até com certa facilidade, a partir dos números de vítimas de cada lado e da tecnologia e armas empregadas por cada parte, que Israel incide em manifesto excesso de legítima defesa. Aliás, em intenso e sobejo excesso.
Vale lembrar que das mais de 700 vítimas fatais dos ataques israelenses, mais de 1/3 (um terço) é de crianças indefesas que não representam nenhuma ameaça, nem para Israel, nem para quem quer que seja.
(continua)...
Apenas para complementar meu comentário anterior, arrisco um palpite de que a proporção é de algo em torno de 70 para 1, isto é, Israel mata 70 palestinos, indiscriminadamente, adulto ou criança, homem ou mulher, jovem ou velho, para cada israelense morto em ataque do Hamas.
Quanto a observação de Leila, um fato. Conheci como taxista um ex-PM que não aguentou o tranco. Quando a polícia sobe o morro os traficantes jogam no caminho as crianças e mulheres, e ficam atirando em tese "por cima" da população. Qualquer duvida pode ser consultado o pessoal da CORE e do BOPE que enfrentam tais problemas. No caso da morte do Ben-Te-Vi na Rocinha, ação de inteligência, o tráfico matou com requintes de crueldade quem alugou a casa aos policiais que ficaram na espreita, o morto nem sabia que eram policiais. No caso desse PM, era Governo Nilo Batista, até a perícia demonstrar que o projetil que atingiu uma criança não foi da arma da polícia, PMs comeram cadeia administrativa.
Permita-me o Dr. Niemeyer que eu faça uma observação. A guerra mostrada em tempo real pela TV tem suas consequências. Um ataque "cirúrgico", alvejando os militantes, exigiria um combate corpo a corpo, viela a viela, que causaria baixas israelenses. O que significa que pode gerar perda de votos. Sem tomar partido, apenas analisando, toda população que vive sob uma democracia é responsável por tomar uma posição pragmática, qual o governo que elege e quais políticas este implementa visando novos votos.
Meu caro Ramiro,
O problema é que numa democracia os representantes não são eleitos à unanimidade, mas por maioria. E mesmo os que elegeram o governo podem não concordar com certas ações que não foram objeto do debate político ou de explícita divulgação durante a campanha, e ainda, mudar de opinião para não mais apoiar alguma ação positiva com a qual antes concordavam. Não se pode responsabilizar genericamente os eleitores pelos atos dos eleitos, como se houvesse aí o mesmo vínculo que permeia as relações entre mandante e mandatário. O mandato político é diferente, possui outra natureza, por isso que, em certo sentido, desvincula mandatário e mandante. Além do mais, é perigoso render ensanchas a tal argumento, pois é exatamente nele que os terroristas se baseiam para invocar a legitimidade para a prática dos seus atos contra a população, não distinguindo entre esta e os membros do governo, como se fossem atos de guerra e todos, povo, governo e Estado, seus inimigos. Por isso, levado às últimas consequências, esse argumento elimina o tipo penal de terrorismo, pois a conduta terrorista passaria a ser classificada como ato de guerra.
(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Diretor do Depto. de Prerrogativas da FADESP - Federação das Associações dos Advogados do Estado de São Paulo – Mestre em Direito pela USP – Professor de Direito – Palestrante – Parecerista – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br
Claro que está ocorrendo um massacre na faixa de Gaza. O Dr. Nilton é parcial por ser presidente da associação de advogados de Brasil-Israel. O Conjur deveria deixar isso claro no título da reportagem.
Dr. Niemeyr,
Pelo que se vê há forte ranço anti semita sobre este assunto, pois só se fala das "vitimas" em tom absolutamente parcial, mas nem uma palavra sequer sobre a jihad para excluir o Estado de Israel, bem como o finaciamento pelo Irã para que os terroristas continuem a usar o escudo humano. Parabens por suas colocações.
O povo tem o Governo que merece. Os palestinos tem um governo terrorista, e os judeus tem um governo assasino e impiedoso. Deveriam fornecer bombas atômicas aos dois lados, como a Índia e o Paquistão, como foi o caso da ex-União Soviética e dos EUA. Eles aprenderiam a viver em paz ou iriam todos se matar de vez por todas.
Dr. Niemeyr,
Pelo que se vê há forte ranço anti semita sobre este assunto, pois só se fala das "vitimas" em tom absolutamente parcial, mas nem uma palavra sequer sobre a jihad para excluir o Estado de Israel, bem como o finaciamento pelo Irã para que os terroristas continuem a usar o escudo humano. Parabens por suas colocações.
"No Hospital Kamal Odwan, em Beit Lahiya, o vice-director, Saied Jouda, disse que pacientes admitidos nos últimos dias ainda mostram sinais de lesões inabituais. O ministro da Saúde em Gaza relatou que estas lesões vêm de um "tipo de projétil sem precedentes" e também notou queimaduras severas e órgãos internos seriamente danificados.
Um laboratório italiano que analisou as amostras confirmou que os resultados eram compatíveis com a hipótese de uma arma DIME.
A arma ainda está na fase preliminar de desenvolvimento nos EUA. Ela tem uma cápsula de fibra de carbono e contem partículas de tungstênio fino ao invés de fragmentos metálicos. Ela provoca uma explosão muito poderoso, mas com um raio muito mais limitado do que outros explosivos. A médio prazo o tungstênio (ou volfrâmio) pode provocar leucemia".
As informações são do portal Resistir.info.
Pergunto: se isso não é crime de guerra, o que é então?
Assassinar 205 crianças até agora é o que?
Respondo: o advogado em questão pratica o cada vez mais usual razão cínica.
Conjur, entrevistem um advogado de origem palestina, ou melhor reproduzam artigos de jornalistas israelenses. Têm vários na Carta Maior.
Para entender essa "guerra", seria importante ler "The ethnic cleansing of Palestine" (A limpeza étnica da Palestina). O autor não é árabe, nem inglês, nem alemão. É ninguém menos que um dos mais renomados historiadores israelenses - Ilan Pappé -, ex-professor da Universidade de Haifa. O historiador baseou sua obra em documentos oficiais israelenses, que depois de 30 anos foram liberados à consulta, por força de lei daquele país. Conforme o autor, desde 1948 as autoridades de Israel procuram tornar realidade o lema "um povo sem terra para uma terra sem povo". Vale a pena ler. E não se venha com o maçante clichê de que criticar Israel é sintoma de anti-semitismo. Aliás, os palestinos também são semitas.
A situação atual foi definida muito bem por uma judia nos anos 60: "banalização do mal". Arendt analisava a prisão e enforcamento do nazista Eichmann. É isso. Vítimas ontem da "banalização do mal", praticam-na hoje contra os palestinos no "Gueto" de Gaza. Aprenderam com arte a técnica do genocídio.
Pergunto: o que 205 crianças mortas têm a ver com a defesa do Estado terrorista de Israel?
Quem ocupa quem? É o Hamas que está ocupando o território israelense?
O Hamas pode ser o que for, mas foi eleito democraticamente com fiscalização da ONU e dos EUA. E quem autorizou Israel a cometer tamanho crime? Javé?
Comparando-se a situação com o tráfico no Rio, pode-se concluir que Israel não violou a lei, pois, antes de bombardear, lança avisos aos civis, aconselhando-os a abandonar a cidade. Assim, comparativamente, se a Polícia do Rio avisa os moradores a saírem, mas eles ficam, assumem o risco de serem alvejados junto com os traficantes. A propósito, exemplos como o de Israel deveriam ser aplicadas nos morros do Rio (e de outras cidades) para desalojar traficantes, agentes de Satã na Terra.
Mentira em cima de mentira. Israel destruiu a Autoridade Palestina e assassinaram Yasser Arafat. Sim, seu assassinato foi decidio em Telaviv. Fizeram tudo para sabotar a OLP. Conseguiram. Esqueceram de "combinar com os russos", pois não admitiam que o povo elegesse esmagadoramente o Hamas.
Terrorismo? O advogado judeu sabe fazer conta? Quase 800 mortos para 10 israelenses. E destes, 6 são militares, sendo que 4 deles foram mortos por fogo dos próprios judeus. Quem é terrorista?
Editorial do Haaretz (jornal israelense) declarava a poucos meses:
"Em suma, qualquer criança de quatro anos que examinasse este padrão de acontecimentos concluiria que este governo, conscientemente ou não, simplesmente não está interessado na cessação dos ataques terroristas, pois eles constituem a sua raison d'etre".
desculpem-me, há poucos
A política do Estado terrorista de Israel é homicida e suicida, pois comete genocídio e planta o ódio permanente para as próximas gerações.
A mídia nojenta repete à exaustão as notícias preparadas pelo Estado Maior judeu, uma vez que a mídia, inclusive judia, está proibida de acompanhar a "britzkrieg" dos nazi-sionistas.
Praticam a política do apartheid em território palestino exigindo do Hamas que reconheça o Estado de Israel. Essa exigência é estúpida, pois tem a mesma validade do reconhecimento do Brasil, pelo "Likud", por exemplo.
Essa "Operação Chumbo Fundido - Cast Lead" é um crime de guerra contra o povo palestino e o Hamas, simplesmente porque Israel teme um Estado Palestino, e como interlocutor preferem o "quisling" palestino Abbas.
Parabenizo o CONJUR por mostrar 2 posicionamentos: dos árabes (primeiro artigo) e dos judeus (este artigo).
Somente pode ser avaliada uma questão, como sabemos, ouvindo os 2 lados: princípio do contraditório.
Afinal, somos brasileiros, esperando que a PAZ chegue ao Oriente Médio, embora pareça algo distante, não é impossível: basta haver boa vontade dos 2 lados.
Ambos os dirigentes dos dois países só tomam essas atitudes porque não são os seus respectivos parentes que estão na linha de guerra...É facil fazer justiça com a vida dos outros...porque os respectivos Presidentes não alugam um ringue de boxe e brigam até um deles morrerem ? Ah...isso ninguem quer né ? Agora a vida de crianças, idosos, trabalhadores..isso não tem valor nenhum...Acho que as populações de ambos os lados deveriam se revoltar contra seus próprios dirigentes e assim mudar a historia da humanidade
Esses povos confiam muito em seus governantes...um belo dia o filho de um operario a favor da guerra vê seu filho voltando morto da mesma...dai ele muda de idéia...Mude de idéia antes, indo contra a idéia da guerra !
Esses povos em conflito, têm o direito de continuarem brigando e se matando, como o fazem há muitos séculos ! ! !
O que deve ser combatido, repudiado e nunca poderia ter acontecido, é potências estranhas, ( especialmente os americanos ) que não têm nada a ver com a região nem com o conflito, fomentarem a "matança", apoiando um lado ( a troco de bons lucros ), tornando a luta tão desigual, que está virando um "massacre" e uma vergonha para a ONU e para as nações que a compõem ! ! !
Está na hora de se colocar a ONU na "UTI", por absoluta "falência do Órgão" ! ! !
Torço que países sérios, iniciem o "desligamento" daquela organização falida, que "obedece" , sabuja e permanentemente, ao "tolitarismo" norte americano ! ! !
Se solto um morteiro na casa do vizinho e este joga uma bomba que destroi minha casa e minha família. ISTO é chamado de legítima defesa? EM QUE DIREITO MATERIAL? O DE LÁ?
Dr. Niemeyer, li sua observação e temos um ponto de concordância. Terrorismo não pode ser classificado como ato de guerra, merece tratamento nos códigos penais. O problema é que os Tribunais de Guerras são sempre constituídos pelos vencedores. Infelizmente temos uma única potência hegemônica que quer julgar os crimes de guerras alheios, mas não aceita ter os seus ou de seus aliados julgados por Tribunais Internacionais.
AÇÃO X REAÇÃO - Boa tese do autor. Mas.
Com o dinheiro gasto neste conflito melhoria em muito a vida deste sofrido povo palestino. Ninguém quer isso ?? Até o sofrido povo prefere ser governado pelo sacana que chamam de Hamas (covardes mascarados que tomam seu dinheiro para comprar armas e depois os usam como escudos para se defender)
Infelizmente, por costume, eles tem por prazer a guerra e a lembrança de poder ter um martir na família.
Somente uma força internacional poderia tentar (só tentar) acabar com este conflito. Mas como poderia servir de proteção a Israel querem descartar a ONU daquele local.
Enquanto isso impera a legítima defesa (tese do autor), mas esta se aproveita para aprimorar a precisão das armas usando excesso de explosivo.
Hum... falei em excesso?
Não posso concordar com a posição do colega Nilton Aizenman: ainda que se reconheça o direito de Israel `a auto-defesa, no caso em tela está patente a desproporcionalidade entre a agressão praticada pelo Hamas (que matara dois israelenses antes da invasão), e a reação de Israel, matando centenas de pessoas, a maioria das quais não-combatentes. No Direito Intenacional, assim como no Direito interno, a reação deixa de ser justa quando existe o excesso entre o dano sofrido e a resposta impingida ao agressor, como ocorre neste caso. Ademais, a própria ação ofensiva do Hamas teria sido causada pelo bloqueio israelense à Faixa de Gaza, em violação às regras da trégua previamente acordada entre as partes.
ART. FOLHA SP 7.1.08, de J.P. COUTINHO
PARTE 3:
Pergunta: o que faz o presidente do Brasil?
Esqueçam o presidente real, que pelos vistos jamais defenderia o seu povo da agressão.
Na minha história imaginária, o presidente brasileiro entenderia que era seu dever proteger os brasileiros e começaria a bombardear as posições dos terroristas uruguaios. Os bombardeios, ao contrário dos foguetes lançados pelos terroristas, não se fazem contra alvos civis -mas contra alvos terroristas. Infelizmente, os terroristas têm por hábito usar as populações civis do Uruguai como escudos humanos, o que provoca baixas civis.
Perante a resposta do Brasil, o mundo inteiro, com a exceção dos Estados Unidos, condena veementemente o Brasil e exige o fim dos ataques ao Uruguai.
Sem sucesso. O Brasil, apostado em neutralizar a estrutura terrorista uruguaia, não atende aos apelos da comunidade internacional por entender que é a sua sobrevivência que está em causa. E invade o Uruguai de forma a terminar, de um vez por todas, com a agressão de que é vítima desde que retirou voluntariamente da região em 2005.
Além disso, o Brasil também sabe que os terroristas uruguaios não estão sós; eles são treinados e financiados por uma grande potência da América Latina (a Argentina, por exemplo). A Argentina, liderada por um genocida, deseja ter capacidade nuclear para "riscar o Brasil do mapa".
Fim da história? Quase, leitores, quase. Agora, por favor, mudem os nomes. Onde está "Brasil", leiam "Israel". Onde está "Uruguai", leiam "Gaza". Onde está "Argentina", leiam "Irã". Onde está "América Latina", leiam "Oriente Médio". E tirem as suas conclusões. A ignorância tem cura. A estupidez é que não.
ART. FOLHA SP 7.1.08, de JOÃO PEREIRA COUTINHO
PARTE 2:
Dito e feito: em 2005, o Brasil se retira do Uruguai convencido de que essa concessão é o primeiro passo para a existência de dois Estados soberanos: o Brasil e o Uruguai.
Dito e feito: em 2005, o Brasil se retira do Uruguai convencido de que essa concessão é o primeiro passo para a existência de dois Estados soberanos: o Brasil e o Uruguai.
Acontece que os uruguaios não pensam da mesma forma e, chamados às urnas, eles resolvem eleger um grupo terrorista ainda mais radical do que o anterior. Um grupo terrorista que não tem como objetivo a existência de dois Estados, mas a existência de um único Estado pela eliminação total do Brasil e do seu povo.
É assim que, nos três anos seguintes à retirada, os terroristas uruguaios lançam mais de 6.000 foguetes contra o Sul do Brasil, atingindo as povoações fronteiriças e matando indiscriminadamente civis brasileiros. A morte dos brasileiros não provoca nenhuma comoção internacional.
Subitamente, surge um período de trégua, mediado por um país da América Latina interessado em promover a paz e regressar ao paradigma dos "dois Estados". O Brasil respeita a trégua de seis meses; mas o grupo terrorista uruguaio decide quebrá-la, lançando 300 mísseis, matando civis brasileiros e aterrorizando as populações do Sul.
FOLHA SP 7.1.08, de J.P. COUTINHO
PARTE 1:
ISRAEL ESTÁ novamente em guerra com os terroristas do Hamas, e não existe comediante na face da Terra que não tenha opinião a respeito. Engraçado. Faz lembrar a última vez que estive em Israel e ouvi, quase sem acreditar, um colega meu, acadêmico, que em pleno Ministério da Defesa, em Jerusalém, começou a "ensinar" os analistas do sítio sobre a melhor forma de acabarem com o conflito. Israel luta há 60 anos por reconhecimento e paz.
Mas ele, professor em Coimbra, acreditava que tinha a chave do problema. Recordo a cara dos israelenses quando ele começou o seu delírio. Uma mistura de incredulidade e compaixão.
Não vou gastar o meu latim a tentar convencer os leitores desta Folha sobre quem tem, ou não tem, razão na guerra em curso. Prefiro contar uma história.
Imaginem os leitores que, em 1967, o Brasil era atacado por três potências da América Latina. As potências desejavam destruir o país e aniquilar cada um dos brasileiros. O Brasil venceria essa guerra e, por motivos de segurança, ocupava, digamos, o Uruguai, um dos agressores derrotados.
Os anos passavam. A situação no ocupado Uruguai era intolerável: a presença brasileira no país recebia a condenação da esmagadora maioria do mundo e, além disso, a ocupação brasileira fizera despertar um grupo terrorista uruguaio que atacava indiscriminadamente civis brasileiros no Rio de Janeiro ou em São Paulo.
Perante esse cenário, o Brasil chegaria à conclusão de que só existiria verdadeira paz quando os uruguaios tivessem o seu Estado, o que implicava a retirada das tropas e dos colonos brasileiros da região.
Ah! Como o anti-semitismo explica tão bem o que é o assédio moral (coletivo, no caso), para quem ainda não sabe.... E aos leitores que desejam de verdade entender essa guerra -- e também aos enrustidos anti-semitas de plantão, que vêem nessa guerra a chance de sair do armário, segue esclarecedor artigo da FOLHA SP 7.1.08, de JOÃO PEREIRA COUTINHO. Tento facilitar a leitura, de cima para baixo, em 3 partes.
Sob este mote - "escudos humanos" -tragicômico e repetido à exaustão até virar verdade, tudo fica justificado. Se aqui virar moda, os parentes de vítimas feitas refens por assaltantes podem encomendar caixões por antecipação.
A estória da difícil convivência entre porcos-espinho, se aplicaria melhor a esse terrível e infindável conflito, cujas partes jamais encontrarão justificativas plausíveis para seus eternos erros.Não há como justificar as atrocidades cometidas por ambos. Que tristeza! E no dia em que o Brasil resolver combater seus reais criminosos: como será?
As crianças de ambos os lados ja nascem culpadas.....
Infelizmente, ambas as partes sempre viveram sempre em "guerra". A única diferença é que no presente momento Israel decidiu de vez contra-atacar o Hamas.
De modo geral (não estou a favor de qualquer das partes), o número de israelenses mortos por ataque de homens-bombas nos últimos 10 anos, com CERTEZA, não foram somente contra "militantes israelenses" e, sim, em qualquer lugar, contra qualquer cidadão - indiferente de idade ou sexo, mesmo que inocente.
Talvez eu esteja sendo um pouco "radical" com a presente conclusão mas, ao meu modo de ver, a melhor opção é: ACABAR DE VEZ COM ISSO, pois de qualquer forma sempre haverá civis inocentes mortos, sempre!
Todos agem em legitima defesa para justificar a barbarie. Quase cem crianças que atacavam israel pondo em risco a vida de seus cidadãos foram mortas. Isso é barbarie, não importa que razão tenham. Legítima defesa tem delimitações. Como Israel segue os passos de seu mentor EUA, e a exemplo do Vietnam e do Iraque, terão guerra por muitos anos. Só que é preciso analisar que a guerrilha Vietnamita derrotou o poderoso exercito americano.
Olho!!Parece que Golias quando levou a pedrada de Daví, também agia em legítima defesa. É preciso observar as desproporções.
Pelo visto Dr. Nilton Aizenman, seus entendimentos são isolados por aqui, para não dizer único.
ALGUÉM ME CONVENÇA DO CONTRÁRIO.
Defender seus familiares e sua casa é terrorismo?
Defender seus direitos é terrorismo?
Defender sua dignidade é terrorismo?
Defender seu País é terrorismo?
O que os Estados Unidos vêm invadindo, matando, se apossando de bens, torturando, prendendo sem um julgamento legal, desrespeitando a ONU, entre outras atrocidades isso é o que?
Os alemães na 2a. Guerra prenderam torturaram e mataram Judeus, isso eu escuto diariamente que é um absurdo, mas, os Judeus de hoje, podem fazer a mesma coisa é muitos "filho de Deus" defendem uma tese que eles estão apenas defendendo seu território, isso caro leitor você também acha?.
Destruir dois prédios e matar 3000 pessoas isso é terrorismo, mas, invadir vários países destruir centenas de prédios e matar mais de 50.000 pessoas, isso é o que?
Já estar na mira dos tanques de guerra das grandes potências: a AMAZÔNIA e o PRE-SAL, quando eles vierem se apossar desses nossos patrimônios, isso nos vamos classificar como NORMAL ou ação TERRORISTA? De que lado você nobre leitor brasileiro vai ficar?.
Tome uma decisão logo, pois, este dia já esta bem próximo de acontecer, você vai morrer defendendo seu país ou vai aplaudir os IANQUES se apossarem e matarem todos os patriotas brasileiros que irão defender nosso território?
ALGUÉM ME CONVENÇA DO CONTRÁRIO, POIS, PRECISO SER CONVENCIDO QUE ISRAEL ESTA CERTO.
Editorial do Haaretz (jornal israelense), declarava há poucos meses:
"Em suma, qualquer criança de quatro anos que examinasse este padrão de acontecimentos concluiria que este governo, conscientemente ou não, simplesmente não está interessado na cessação dos ataques terroristas, pois eles constituem a sua raison d'etre".
"Escudos humanos"? Só a mídia nojenta e midiotas podem acreditar nessa bobagem. Ninguém consegue sair de Gaza, nem para fazer pós-graduação nos EUA, como foi o caso de um palestino que ganhou bolsa da presidência norte-americana.
E os jovens judeus que estão presos em Israel porque se recusam a servir o exército israelense?
E as 205 crianças (até ontem) assassinadas pela britzkrig sionista?
E o Estado Palestino que Israel não deixa nascer?
corrigindo, britzkrieg
Assim como os demais, não me convenço que a morte de crianças, mulheres e inocentes tenha qualquer justificativa plausível.
A comunidade, ou melhor, a humanidade não pode aceitar que inocentes morram, que feridos sejam privados de ajuda humanitária. Isso é inaceitável!
É a tipica noticia plantada, pior que a propaganda nazista.
Daniel Roncaglia, vc deve ser um grande especialista.........né????. Me diga de que forma vc justificaria a legitima defesa em ataque a uma escola infantil (com as crinaças dentro),?
É uma pena que não se possa inserir fotos neste comentário. Recebi cerca de 21 fotos de CRIANÇAS palestinas do Hamas, bem pequeninas, sendo treinadas para o ódio e para matar. Recebi fotos de crianças palestinas, entre apenas 5 e 10 anos, sentadas em bancos escolares, aprendendo o AUTO-FLAGELO e a ideologia dos "mártires", cada uma com um chicote nas mãos. É daí que saem os pobres coitados que Israel está REVIDANDO, depois de 7 anos.
Uma maneira prática e honesta, para os indignados, de usar sua energia humanitária seria convidar famílias do Hamas, do Hezzbolat, xiitas etc, para virem rápido para o Brasil e ficarem a salvo em suas casas. E depois de uns 2 meses, caso estejam vivos e inteiros, que voltassem aqui na Conjur para dar o seu relato. Afinal, nós no Brasil estamos mesmo carecendo de heróis, ou pelo menos de pessoas que façam ou pensem algo diferente.
Incrivel a defesa............. então crianças palestinas...não são crianças....já são terroristas!!!!!????????
Se fosse possível...não pensaria duas vezes em trazer estas crianças para o meu lar....assim livraria elas da carnificina de israel.
Prezado Daniel.
Se invadissem sua casa e contra sua vontade se instalassem na parte principal, o que você faria?
Se o invasor determinasse que agora você só pode ficar no corredor dos fundos, o que você faria?
Se o invasor construisse um muro, isolando-o do resto da casa, o que você faria?
Se sistematicamente o invasor passasse a te atacar, o que você faria?
Se o invasor assassinasse seu filho, sua filha, sua esposa e as pessoas que você mais ama, o que você faria?
Se diante da sua frágil resistência, o invasor lhe acusasse de terrorismo, o que você faria?
Se o invasor argumentasse que o número de mortes entre aqueles que você ama é maior porque você é ineficiente, o que você faria?
Se, por fim, ele dissesse que não se trata de uma luta contra sua família, mas simplesmente uma luta contra os seus atos de resistência (que o invasor denomina de terroristas), o que você faria?
O que recomendo para a psicóloga Sra. Ana Só, nunca vi um Só tão apropriado, é um monte de roupa (pode ser israelense), e um tanque para que ela as lave.Ou talvez tentar outra profissão.Mas por favor, com competência!!!
Dr. Nilton Aizenman.Nunca ouvi falar do sr.O problema é que o Conjur, por ser democrático, permite que o sr. exponha a sua opinião que aliás acho que mesma não encontra respaldo nem em sua casa.
Afinal tenho que acreditar que o mundo não está perdido ainda.
Sr. Nilton Aizenman. Explicação a gente dá para porteiro de hotel (olha vai passar um senhor de chapéu vinho com uma pena verde, por favor o sr. pergunta pra ele se ele conseguiu falar com a moça que pedi).Ou então a gente explica para guardador de chapéu em baile.(Olha o sr. coloca meu a chapéu na prateleira de cima, pra não amassar e não confundir com o chapéu de outros, certo.Obrigado)Falar que o Hammas pratica crimes de guerra!!!Conta mais uma!!!Ha!Ha!Ha!."Se eles disparassem "foguetes" em direção a uma base militar seria uma guerra convencional"Ha!Ha!Ha!Ha!O sr.é uma piada igual uma pequena (graças a Deus) parcela de judeus indignos!!!O sr. também deve ter assinado a "Carta de Absolvição" de Hitler!!Parabéns.
Meu Zeus!! a vanguarda do atraso resolveu baixar por essas plagas: o Daniel Roncaglia (cujo texto parece, com todo respeito, ser encomendado) e a dona Ana Só.
Sob o pto de vista de diretos humanos, não há mais o que se falar da chacina que está sendo cometida pelo Estado de Israel.
Mas é no ângulo geo-político (e do mercado)que reside o X da questão: petróleo, petróleo, petróleo. Ind. bélica e todos os outros setores as guerras movimentam. O interesse fundamental é o petróleo.
No futuro, a água doce. Nosso Aquífero Guarani será uma tentação.
O que será que o Dani e a Ana vão achar caso os EUA invadam a terra de Macunaíma.
PS: A Ana Só se diz psicóloga??
É muito triste e lamentável constatar que um advogado tem este conceito de "legítima defesa".
Nada como um dia depois do outro. Os judeus e seu holocausto fundaram um estado sob os auspícios da ONU baseado na amargura e na vinganca. Esta é a base do estado judeu. A dupla covardia esta fundamentada na vinganca contra um inimigo imposto pelas potencias ocidentais, presentemente os palestinos. Por que o estado judeu nao se voltam contra aqueles que impingiram a dor a seu povo. Triplamente covardes pois usam os mesmos métodos condenados em tribunais como o de Nuremberg. Nao ha diferenca entre os generais de Hitler e os generais do estado terrorista judeu. Quanto a ONU esta terá o mesmo fim da liga das Nacoes....
Me assusta saber que existem psicólogos do nível da Sra. Ana Só.
Israel (a máquina de guerra concebida pelos EUA), está despejando sua fúria em civis, mas, o que me deixa extremamente triste é saber que diariamente morrem criancinhas palestinas, inocentes crianças(sempre elas que pagam).
Ana Só, você só pode ser psicóloga de canil. Antes de vomitar suas baboseiras neste espaço democrático, vá consultar um psiquiatra.
CONSULTOR JURÍDICO:
Registro meu espanto pela publicação desse artigo parcialíssimo, sem o contraponto (com hífen, sem hífen?)de outra perspectiva.
Um verdadeiro desserviço à democracia e aos direitos humanos ficar veiculando um lixo desses.
Cintra,
Por favor, não deseje isso aos cães....Eles são ótimos, como todos os bichos. Bichos não fazem mal a ninguém. O mal pelo mal, não. Nem torturam ninguém.
A Ana Só deve estar bem só mesmo.
Nada como um dia depois do outro. Os judeus e seu holocausto fundaram um estado sob os auspícios da ONU baseado na amargura e na vinganca. Esta é a base do estado judeu. A dupla covardia esta fundamentada na vinganca contra um inimigo imposto pelas potencias ocidentais, presentemente os palestinos. Por que o estado judeu nao se voltam contra aqueles que impingiram a dor a seu povo? Triplamente covardes pois usam os mesmos métodos condenados em tribunais como o de Nuremberg. Nao ha diferenca entre os generais de Hitler e os generais do estado terrorista judeu. Quanto a ONU, esta terá o mesmo fim da liga das Nacoes....
O mundo assiste perplexo o crime de guerra contra crianças e civis, com a desculpa de autodefesa. O terrorismo se volta contra os próprios israelenses, pois em Israel mesmo, existem os Shministim que são jovens estudantes israelenses, todos com idade entre 16 e 19 anos, que se recusam a servir o exército sionista que assassina inocentes.
Até quando a barbárie prevalecerá?
"Não é a imagem dos netos libertos, mas a dos ancestrais escravizados a que nos inspira, ensinou Walter Benjamin, esse genial pensador judeu que nunca caiu no conto do sionismo".
do Blog do Idelber Avelar
O que está faltando no planeta é esforço para ''LEGITIMAR A PAZ''.
SEJAMOS INTELIGENTES, FAÇAMOS A PAZ''
A historieta publicada transmutando Israel em Brasil começa com a existência do Brasil, abstraindo seu passado. Fazendo o trabalho inverso do autor, imaginem que...
Título: Um sonho judeu.
Era uma vez em um lugar chamado Oriente Médio. Lugar de muitos desertos, fartura de petróleo, perto do Mar Vermelho.
Lá havia um país denominado Brasil, cujo descobrimento ocorreu em 1948.
Após o descobrimento, houve a ocupação de todo o território com o genocídio da população nativa, anexação de áreas vizinhas, também mediante genocídio.
Quando a população foi homogenizada e as etnias minoritárias reduzidas a esparsos agrupamentos sem importância militar, o Brasil passou a conviver harmonicamente com seus vizinhos, Argentina, Uruguai e Paraguai.
Agora, substitua "Brasil" por "Israel"; "descobrimento" por "criação", "Argentina, Uruguai e Paraguai" por "Irã, Síria e Líbano".
Daniel Roncaglia, vc quer o último gole cair no chão.
Publicar o "pensamento" desse cara!!!
Não precisa não Daniel!!!Ele é muito verdadeiro e profundo em suas convicções que alguns de nós "incultos" não conseguiríamos entender.E ainda corre-se o risco de alguém, fora a Ana Só (arruma um namorado Ana!!!Vai)acreditar nesse cara.
Fala do Duda Mendonça que gosta de briga de galo.Falar nisso, um psiquiatra argentino defende a tese que cara com essa agressividade, pode ter problema sexual mal resolvido,sabe, aquele negócio de não saber bem o quer, e de repente querer o que antes não queira.Sabe como é!!
Ah a guerra!!!A agressão barata e covarde é o primeiro sintoma do medo!!E isso sabemos que o Estado de Israel tem de sobra!!Por isso se arma tanto!!Um dia ele terá que sair correndo. Como os americanos no Vietnã!!!.
O terrorismo se volta contra os próprios israelenses, pois em Israel mesmo, existem os Shministim que são jovens estudantes israelenses, todos com idade entre 16 e 19 anos, que se recusam a servir o exército sionista que assassina inocentes. PELA RECUSA ESTÃO PRESOS!
Quem são os terroristas? Quem matou mais de 200 crianças até agora?
O estado de Israel 'X' Vários grupos "tribais" religiosos:
..
Os livros me ensinaram que questões religiosas são as mais dificeis de serem resolvidas com blá, blá e blá, principalmente quando se trata de um radicalismo exacerbado ao que me parece de ambas as partes!
- Só dá para acabar no 'tapa' mesmo!
Eu ouvi dizer que não se mistura ovos com pedra sem quebrá-los,, mais isso vai ter o seu devido fim um dia não é!
Não é um problema nosso, afinal já temos o bastante por aqui e quanto a esse negócio da religião ACALMEM-SE os 'fiéis da balança', só uma questão de tempo e ainda vai dar muita 'dor-de-cabeça' para toda a humanidade, portanto o importante de verdade é que estejamos tomando conta do nosso próprio quintal e nos preparando para o que ha de vir em breve, visto que o 'efeito cascata das arabias' se prenunciam.
"A rapadura é doce mais não é mole não"
É um verdadeiro ABSURDO publicar uma opinião dessas, ainda mais completamente voltada apenas e tão somente para o lado daqueles que ocuparam a Palestina! Esse advogado, ao contestar o que foi escrito pelos Juízes Mazloum, esqueceu completamente de que israel nega complamente qualquer tipo de direito ao Povo Palestino! Vá se informar mais! Estude mais antes de falar tanta besteira!
A alegação do advogado é extremamente ridícula. Há crimes de guerra e isso está mais do que óbvio. Só não há qualquer punição a Israel pois este, como sempre, está protegido pelo seu maior aliado e outro grande autor de crimes de guerra, sempre impune, os Estados Unidos.
A verdade é uma só, a ONU e as outras entidades dependem de dinheiro e isso os americanos sempre tiveram e, por isso, fazem o que querem no mundo. Falar em legítima defesa de ataques que não acertam nada, é coisa ridícula.
Parabéns ao exército de Israel, especialista em matar mulheres e crianças.
E parabéns ao advogado entrevistado, pelo orgulho que sente do exército sionista.
1. Dr. Armando do Prado: A GRAFIA CORRETA EM ALEMÃO é "BLITZKRIEG" (guerra-relâmpago, ou guerrarrelâmpago pela nova ortografia Lulecular).
2. Ana Só - Você anda muito só Ana. Escreva um livro, arranje um namorado, faça um curso de corte e costura. Veja que você ficou realmente SOZINHA com sua tese no meio de todos os comentários. Disfarce e saia de fininho.
Ah como é fácil falar.... se o Sr. e a Sra. estivesse na região ouvindo sirenes e mísseis urdindo de um lado para o outro, aí sim poderiam dizer alguma coisa!!
Gente, vão conversar sobre futebol (o 'gordo' do Corinthians) da novela das oito, ou falar mal do vizinho, coisas que o Brasileiro é muito bom em fazer, em vez de se meterem em assuntos do outro lado do mundo.
Se metam a tornar o Brasil um país melhor para se viver, comecem por aí, depois terão capacidade de se meter em assuntos de adultos...
Israel... Líbano... Hamas.... ah me deixem em paz...
Luiz Fernando
Ana Só é "Só" de simples, e não de sozinha. Quanto às sugestões, já fiz todas elas e mais algumas coisas.
Recomendo para você, especialmente, o curso de corte e costura. Você pode vir a gostar! :))
Acabei de ler os demais comentários e pelo jeito, não me expressei bem. Lamento a situação de Israel e Palestina, como qualquer um. Mas quanto ao resto, deixa estar. Quem leu com atenção o artigo que eu postei (de JP Coutinho) e entendeu com clareza, não reagiu com essa fúria. Se num simples espaço de troca de idéias existe licença para tanto insulto (em geral), não sei o quanto estaríamos preparados, caso uma situação de real emergência nos viesse a acontecer e tivéssemos que tomar decisão.
Deus os abençoe e os ilumine a todos.
Nada como um dia depois do outro. Os judeus e seu holocausto fundaram um estado sob os auspícios da ONU baseado na amargura e na vinganca. Esta é a base do estado judeu. A dupla covardia esta fundamentada na vinganca contra um inimigo imposto pelas potencias ocidentais, presentemente os palestinos. Por que o estado judeu nao se volta contra aqueles que impingiram a dor a seu povo? Triplamente covardes pois usam os mesmos métodos condenados em tribunais como o de Nuremberg. Nao ha diferenca entre os generais de Hitler e os generais do estado terrorista judeu. Quanto a ONU, esta terá o mesmo fim da liga das Nacoes..... Quando o advogado comeca a falar de tratados e convencoes internacionais devia melhor refletir pois o estado judaíco é campeao em nao acatar as resolucoes dessa sigla de aluguel chamada ONU.
Com este sobrenome dificilmente este Adv.poderia achar diferente.
Só tenho a lamentar tamanha frieza
Outra coisa.
Quanta baboseira vindo de um cara só.
Voou me limitar somente a estes comentarios senão acabarei sendo prejudicado, mas pessoalmente ele ouviria um pouco mais.
O advogado devia esclarecer somente uma duvidazinha: Israel devolveu as áreas ocupadas para os palestinos? Israel pode matar civis, mulheres e crianças, porque eles foram feitos de escudo humano pelo hamas? Por que Israel não deixa os civis fugirem dos campos de refugiado ao invés de bombardear escolas da Onu?
Está aí, pronto, não gostaram do Ana Só (de simples, não de sozinha...), pois troquei de roupa... rsrs
Estou com meu nome mesmo. E muito grata pelas sugestões. Ser psicóloga de canil é uma idéia bem divertida. Está anotado. Quando tiver uma vaga, aviso quem deu a idéia.
(continuação do comentário acima)
Essa segunda questão é uma piada que parece tomar corpo na cabeça das pessoas, o que finalmente firmaria como lícita a situação em que o Hamas lança foguetes contra Israel e no máximo a reação de Israel deve ser fazer o mesmo contra o Hamas, num estado de eterna beligerância e perigo.
Ora, se o Hamas fosse um exército regular, que combatesse sem se aninhar entre os populares de Gaza, Israel jamais atacaria cidades. Junte-se todos os exércitos árabes, com direito a Iran e suas fanfarronice se Israel os enfrenta como sempre enfrentou a coalização deles todos, saindo vencedor, nas guerras em que os malditos territórios foram tomados depois de ter sido Israel atacado.
Já naquela época, não obstante, o mundo já recriminava Israel por ser atacado e fazer mais do que simplesmente revidar. Esse miasma hipócrita das potências cristãs não é nada novo.
Enfim, a proposta israelense é boa: fecham-se os túneis por onde entram as armas e o Hamas não ataca mais. Feito isto, assista-se depois o segundo capítulo: Iran X Israel. Seria mais corajoso por parte daquele idiota fantoche de Aiatolás, o sue presidente, mandasse seus próprios homens contra Israel em vez de financiar outros fanáticos em seu lugar.
(continuação do comentário acima)
Não custa repetir: genocídio caracteriza-se por ser a intenção de extermínio no todo ou em parte de grupo humano pela nacionalidade, etnia, religião ou raça. Israel não está tencionando exterminar ninguém por algum desses elementos, mas tão somente acabar coma estrutura de um inimigo que não cansa de declarar que deseja a extinção de Israel e lança ataques contra seu território.
A defesa que Israel faz é, sim, um ataque contra essa estrutura. Sucede que, contrariamente a todas as regras da convenção de genebra que querem acusar Israel de infringir, o Hamas não avisa sobre ataques, fazendo ainda praça de guerra da população civil entre a qual se esconde.
Surgem aí duas grandes questões:
a) O que fazer contra um inimigo que coloca a consciência humanitária do mundo como escudo pretendendo causar indignação quando, ao se esconder entre a sua população, o adversário termina por vulnerá-la? Deve Israel invocar uma força internacional e entregar sua segurança a um universo cristão que só lhe açoitou, perseguiu e finalmente quase o exterminou em holocausto?
b) Qual a legislação internacional que impõe que o revide deva se proporcional ao ataque? Isto legitimaria o ataque como um direito do agressor, de modo que pode permanecer incólume e livre de ameaças de perder território e independência, desde que não tivesse feito o mesmo com o país agredido.
(continua abaixo)
“DEFENDER ISRAEL É ‘CRIME DE OPINIÃO’?” OU TRATA-SE DE SUJEITOS IDIOTIZADOS PELO INSTINTO?
Ainda não ouvimos do Dr. Mazloum, nem do presidente Lula, nem do Bufão incendiário Chaves, nem dos Saderes da vida nenhuma palavra sobre o assassinato de 20.000 (!!!) membros da “fraternidade muçulmana” por ordem do presidente da Síria, Assad, em resposta a alguns atentados terroristas.
Ainda não ouvimos as mesmas pessoas, tão horrorizadas com as mortes de 200 crianças, abrirem suas bocas combativas para falar das centenas, senão milhares de crianças que o Iran mandava correndo nos campos de batalha contra o Iraque, para explodirem com os seus corpos minas e embaraçar o inimigo, que hesitava em atirar nelas por óbvias razões.
Não obstante, 700 mortos (e não 20.000) já fazem alguns se abalarem a qualificar de holocausto, genocídio, comprar ao nazismo, etc., o que ocorre em Gaza.
Esta é a medida exata do anti-semitismo travestido de politicamente correto, o anti-semitismo disfarçado de anti-sionismo (e para Luther King nenhuma diferença há entre os dois).
Em meio a isto, algumas pessoas muito mal disfarçadas pela indignação, dão voz àquilo que trazem dentro. Estes imbecis reagem instintivamente, tal é sua psicologia apalermada, já querendo atacar, como atacam a comentarista Ana Laura, porque simplesmente emite uma opinião; o fazem porque julgam eles, tal qual indicam seus instintos, ser uma “obviedade” que estão do lado certo.
Já dizia Stalin que milhares de operários mortos é uma estatística, enquanto um operário morto é uma tragédia. É sob este diapasão emotivo que os Mazloum escrevem artigos comparando o que há em Gaza ao Holocausto.
(continua abaixo)
para exemplificar os atos dos sionistas no mundo árabe, basta que lembremos a os últimos ataques em que mataram mais de 1000 mulheres e crianças no líbano há pouco , o fato é que na "fronteira" entre líbano e palestina , a resistência "hasbalah" inconformada com a invasão das fazendas de "chebaa" pelos sionistas e sua insistência em ocupar, ocupar, ocupar, teve um de seus invasores presos, para serem trocados pelos outros milhares de partidários "hasbalah" que estão presos pelos sionistas a espera de julgamento sem direito a advogado, que são a maioria dos leitores deste site.Ocorre que acostumada a assassinar a população civíl "crianças e mulheres", os sionistas inconformdos com a "surra" tendo os seus soldados truscidados em território libanês no sul do líbano território da resistência e o local da guerra , de imediato começaram a atacar a população civil em beirute bem como as infraestruturas do líbano inteiro cometendo crimes bárbaros. A resistência não é terrorista como querem quer fazer crer, este não é um site de leigos, quando quiser uma aula do modo covarde de agir dos sionistas , entre em contato comigo estou a disposição. O mundo não é cego, neste caso específico a história é contada pelos dono de jornal e a internet está aí para esclarecer qq. dúvida basta olhar as fotos no site aljazeera.net
lamentável que algumas pessoas pensem como se os palestinos não fossem humanos,ora o que vemos é uma desproporção absurda entre forças, ora a afirmação de que o ataque é para eliminar os terroristas, ora para destruir os dutos que trazem contrabando do egito, outro paradoxo pois é um grande "aliado de israel". O fato é que o ataque a uma população indefesa, embargada há muito, sem sequer o direito básico a "sonhar" só vem a insuflar a população árabe em geral contra "tudo e todos". Os seus governos na sua maioria ditatoriais não representam sua população, esta situação só vem a favorecer os extremistas e suas idéias, politica em que israel vem perpetuando sem qualquer avanço há muito. As opiniões radicais que estamos vendo não refletem a realidade da população que lá vivem, todos querem a PAZ, que contraria interesses específicos de grndes potências. Acordem o povo de Israel não quer mais esta guerra, todos querem criar seus filhos em paz, e sem a criação do estado palestino é impossível. Posições radicais a favor da guerra ou tentando justificar o assassinato da população civíl não merecem crédito e afastam o mundo da paz.
Israel usa famílias de palestinos como escudos humanos ! Isso é terrorismo de estado...
"Nossas fontes em Gaza informam que os soldados israelenses entraram e tomaram posições em várias casas palestinas, obrigando as famílias a ficar em um quarto enquanto utilizam o resto da casa como base militar e posição para franco-atiradores", disse Malcolm Smart, do Programa Regional para o Oriente Médio e o Norte de África da Anistia.
Ele ressaltou que "isto aumenta claramente o risco que as famílias palestinas afetadas correm e representa sua utilização, de fato, como escudos humanos".
Gaza se transformou no maior campo de concentração já visto pelo mundo. É o holocausto palestino.
Taís Marques Porto - Procuradora Municipal e Professora Universitária -
A atrocidade que está sendo cometida contra os palestinos não pode e não deve ser considerada legítima. Jamais a violência pode ser considerada legítima. Seja aqui no Brasil ou em qualquer outro lugar do mundo. A indagação constante do artigo " Conflito em Gaza" persiste sem resposta por parte do mundo "civilizado ".Por que o mundo está indiferente ao conflito em Gaza?Hipocrisia ou Covardia?
Dr. Sunda Hufufuur
Hombridade,raciocínio e delicadeza.
Obrigada.
Quanto aos insultos, é assim mesmo no group thinking. Todo mundo indo para Abilene, e ninguém sabe porquê.
O que me assusta é a agressividade mal contida, gratuita, sem freio. Na primeira esquina, são pegos por qualquer ideologia que lhes dê um pretexto para agir.
ALGUÉM ME CONVENÇA DO CONTRÁRIO.
Defender seus familiares e sua casa é terrorismo?
Defender seus direitos é terrorismo?
Defender sua dignidade é terrorismo?
Defender seu País é terrorismo?
O que os Estados Unidos vêm invadindo, matando, se apossando de bens, torturando, prendendo sem um julgamento legal, desrespeitando a ONU, entre outras atrocidades isso é o que?
Os alemães na 2a. Guerra prenderam torturaram e mataram Judeus, isso eu escuto diariamente que é um absurdo, mas, os Judeus de hoje, podem fazer a mesma coisa é muitos "filho de Deus" defendem uma tese que eles estão apenas defendendo seu território, isso caro leitor você também acha?.
Destruir dois prédios e matar 3000 pessoas isso é terrorismo, mas, invadir vários países destruir centenas de prédios e matar mais de 50.000 pessoas, isso é o que?
Já estar na mira dos tanques de guerra das grandes potências: a AMAZÔNIA e o PRE-SAL, quando eles vierem se apossar desses nossos patrimônios, isso nos vamos classificar como NORMAL ou ação TERRORISTA? De que lado você nobre leitor brasileiro vai ficar?.
Tome uma decisão logo, pois, este dia já esta bem próximo de acontecer, você vai morrer defendendo seu país ou vai aplaudir os IANQUES se apossarem e matarem todos os patriotas brasileiros que irão defender nosso território?
ALGUÉM ME CONVENÇA DO CONTRÁRIO, POIS, PRECISO SER CONVENCIDO QUE ISRAEL ESTA CERTO.
NOTÍCIA:
09/01/2009 - 07h51
Hamas considera que resolução da ONU sobre Gaza não lhe diz respeito
GAZA, 9 Jan 2009 (AFP) -
O movimento radical islamita Hamas, que controla a Faixa de Gaza, afirmou nesta sexta-feira que a resolução do Conselho de Segurança da ONU que pede um cessar-fogo imediato não o afeta, apesar de não ter rejeitado o texto de modo explícito.
Interrupção na ajuda humanitária
Nesta quinta-feira, a Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou ter suspendido suas operações de ajuda humanitária na faixa de Gaza devido ao perigo que seus funcionários correm com os ataques israelenses.
"Nós suspendemos nossas operações em Gaza até que as autoridades israelenses possam garantir a nossa segurança", disse o porta-voz da agência da ONU para refugiados palestinos (UNWRA, na sigla em inglês), Chris Gunness.
"Nossas instalações foram atingidas, nossos funcionários foram mortos, apesar do fato de as autoridades israelenses terem as coordenadas sobre nossas instalações e de todos os nossos movimentos serem coordenados com o Exército israelense", acrescentou.
"É com grande pesar que a UNWRA foi forçada a tomar essa difícil decisão", completou Gunness. A UNWRA comunicou a decisão depois que uma pessoa foi morta e duas ficaram feridas em um ataque israelense contra uma empilhadeira da agência, perto da passagem de Erez.
Também nesta quinta-feira, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha disse que Israel não está cumprindo sua obrigação de ajudar os civis feridos pelos ataques na faixa de Gaza. Segundo a organização, seus funcionários presenciaram cenas "chocantes". Em um incidente, uma equipe médica disse ter encontrado pelo menos 12 corpos em uma casa destruída por bombardeios em Zeitun, ao sul da Cidade de Gaza.
Junto aos cadáveres, segundo a Cruz Vermelha, estavam quatro crianças apavoradas, muito fracas para conseguir levantar, sentadas ao lado dos corpos de suas mães. A Cruz Vermelha afirma que os agentes humanitários foram impedidos de chegar ao local por dias após o bombardeio.
"Esse é um incidente chocante", disse o chefe de operações da Cruz Vermelha para Israel e territórios
Nada como um dia depois do outro. Os judeus e seu holocausto fundaram um estado sob os auspícios da ONU baseado na amargura e na vinganca. Esta é a base do estado judeu. A dupla covardia esta fundamentada na vinganca contra um inimigo imposto pelas potencias ocidentais, presentemente os palestinos. Por que o estado judeu nao se volta contra aqueles que impingiram a dor a seu povo? Triplamente covardes pois usam os mesmos métodos condenados em tribunais como o de Nuremberg. Nao ha diferenca entre os generais de Hitler e os generais do estado terrorista judeu. Quanto a ONU, esta terá o mesmo fim da liga das Nacoes..... Quando o advogado comeca a falar de tratados e convencoes internacionais devia melhor refletir pois o estado judaíco é campeao em nao acatar as resolucoes dessa sigla de aluguel chamada ONU.
Muito em breve, é o que esperamos, os combates cessarão. E muito rápido, é o que também esperamos, os comentadores se recuperarão. Eles vão descobrir, nesse dia, que Israel pode ter cometido erros ao longo dos anos (chances perdidas, longa recusa da reivindicação nacional palestina, unilateralismo), mas os piores inimigos dos palestinos são esses dirigentes extremistas que nunca quiseram a paz, nunca quiseram um Estado e nunca conceberam outro estado para seu povo que não fosse de instrumento e de refém (imagem sinistra de Khaled Mechaal que, no sábado 27 de dezembro, enquanto se determinava a iminência do contra-ataque israelense tão desejado, só sabia incitar sua "nação" a "oferecer o sangue de outros mártires" - e isso a partir de seu confortável exílio, seu esconderijo, em Damasco...).
Hoje, de duas coisas, uma. Ou os Irmãos Muçulmanos de Gaza restabelecem a trégua que eles romperam e, na sequência declaram inválida uma carta baseada sobre a pura recusa da "entidade sionista": eles reunirão esse vasto partido do acordo que não cessa, graças a Deus, de progredir na região - e a paz se fará. Ou, senão, eles teimarão em só ver no sofrimento dos seus um bom combustível para suas paixões requentadas, seu ódio louco, niilista, sem palavras - e não é somente Israel, mas os palestinos, que deverão ser libertados da sombria influência do Hamas.
(O filósofo e escritor francês Bernard-Henri Lévy é o autor dos livros "American Vertigo" e "Ce Grand Cadavre à la Renverse")
Tradução: Lana Lim
5. É preciso colocar os pingos nos "is": lembremos ainda um fato que estranhamente a imprensa francesa pouco repetiu, e sobre o qual não conheço, no entanto, nenhum precedente, em nenhuma outra guerra, da parte de nenhum outro exército: as unidades de Tsahal telefonaram de forma sistemática (a imprensa anglo-saxã fala de 100 mil chamadas), durante a ofensiva aérea, aos habitantes de Gaza que vivem perto de um alvo militar para convidá-los a evacuarem o local; é claro que isso não muda em nada o desespero das famílias, suas vidas destruídas, o massacre; mas que as coisas se passem assim não é, entretanto, um detalhe totalmente sem sentido.
6. E quanto ao famoso bloqueio integral, enfim, imposto a um povo esfomeado, desprovido de tudo e lançado a uma crise humanitária sem precedentes (sic), ele também não é factualmente exato: os comboios humanitários nunca deixaram de passar, até o início da ofensiva terrestre, no ponto de passagem Kerem Shalom; só para a jornada do 31 de dezembro, foram 100 caminhões de mantimentos e remédios que puderam, segundo o New York Times, entrar no território; e só estou puxando pela memória (pois é desnecessário dizer - ainda que, lendo e ouvindo alguns, talvez isso fique melhor dito...) o fato de que os hospitais israelenses continuam, neste momento em que escrevo, a receber e cuidar, todos os dias, dos feridos palestinos.
2. O fato de que os Qassam do Hamas e agora seus mísseis Grad tenham feito tão poucos mortos não prova que eles sejam artesanais, inofensivos etc., mas que os israelenses se protegem, que eles vivem isolados nos porões de seus prédios, abrigados: uma existência de pesadelo, em condicional, ao som de sirenes e de explosões - eu estive em Sderot, eu sei.
3. O fato de que os mísseis israelenses fazem, por outro lado, o mesmo tanto de vítimas, não significa, como bradariam os manifestantes desse fim de semana, que Israel se entrega a um "massacre" deliberado, mas que os dirigentes de Gaza escolheram a atitude inversa e expõem suas populações: velha tática do "escudo humano" que faz com que o Hamas, assim como o Hezbollah há dois anos, instale seus centros de comando, seus estoques de armas, seus bunkers, nos subsolos de prédios, de hospitais, de escolas, de mesquitas - eficaz, mas repugnante.
4. Entre a atitude de uns e de outros existe, qualquer que seja, uma diferença importante e que não pode ser ignorada por aqueles que se consideram justos, e a tragédia, e os meios de terminá-la: os palestinos atiram sobre cidades, ou seja, sobre civis (o que em direito internacional se chama "crime de guerra"); os israelenses apontam para alvos militares e fazem, sem mirar, terríveis estragos civis (o que em jargão de guerra leva um nome - "estrago colateral" - que, mesmo que seja horrível, remete a uma verdadeira assimetria estratégica e moral).
13/01/2009 - 00h41
Bernard-Henri Lévy: libertar os palestinos do Hamas
Bernard-Henri Lévy
Não sendo um especialista militar, vou me abster de julgar se os bombardeios israelenses sobre Gaza poderiam ter sido mais bem mirados, menos intensos.
Não tendo, há décadas, jamais me decidido a distinguir entre os bons e os maus mortos, ou como dizia Camus, entre "vítimas suspeitas" e "carrascos privilegiados", evidentemente eu também estou abalado pelas imagens de crianças palestinas mortas.
Dito isso, e levando em conta o vento de loucura que parece, mais uma vez, como sempre quando se trata de Israel, tomar conta de certas mídias, eu gostaria de relembrar alguns fatos.
1. Nenhum governo do mundo, nenhum outro país fora esse Israel vilipendiado, arrastado na lama, endemoniado, tolera ver milhares de mísseis caírem, durante anos, sobre suas cidades: o mais notável na questão, o verdadeiro motivo de espanto, não é a "brutalidade" de Israel - é, literalmente, seu longo castigo.
Acho que este forum se esgotou.Triste estado que ficam aqueles que só podem usar as palavras para denunciar tamanha atrocidade de Israel."Israel,nome bíblico usado por judeus covardes e assassinos de crianças".
Entristece-me saber que o nosso presidente, embora tenha se posicionado com indignação, ainda não expulsou o embaixador de Israel e staff deste país.Seria um recado direto para Israel, que aqui não se aprova isso.Aqui terá custo para eles.
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