A OAB de São Paulo criticou a manutenção do corte orçamentário do Tribunal de Justiça paulista. O governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), pediu aos deputados da base do governo na Assembleia Legislativa que não acolhessem nenhuma emenda proposta ao orçamento do Judiciário para 2011. O Legislativo paulista votou o orçamento na noite desta terça-feira (22/12).
Inicialmente, a fatia prevista para a Justiça era de R$ 12,3 bilhões, mas sofreu uma redução para R$ 5,7 bilhões. “A não aprovação do orçamento do Judiciário, que sofreu um corte histórico de 54% da proposta original do TJ-SP, deixa um sentimento de frustração diante do estado caótico em que se encontra a Justiça paulista, onde 200 varas criadas não foram instaladas, a informatização não está concluída, não há recursos para modernizar a gestão, aumentar o quadro de juízes e remunerar adequadamente os servidores”, avaliou o vice-presidente da OAB-SP e presidente da Comissão de Assuntos do Poder Judiciário, Marcos da Costa.
A OAB-SP reiterou a necessidade de fornecer ao Judiciário mais recursos para a Justiça andar. “A OAB empenhou-se nesse segundo semestre para que o orçamento estadual contemplasse as necessidades do Judiciário, uma vez que, em São Paulo, a autonomia financeira do Poder Judiciário não é cumprida, como prevê a Constituição Federal”, destacou o presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D’Urso. A OAB paulista se reuniu com o TJ-SP, com o Conselho Nacional de Justiça, com o Ministério Público, com deputados estaduais, com magistrados e servidores. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB-SP.

Eu continuo não entendendo o que o povo paulista enxerga na gestão do PSDB... não bastava ter destruído a educação do estado?
Os PTistinhas querem estatizar tudo, como defende a Carone.
Se tiver jeito até motel estatizam.
O PSDB faz uma gestão séria e não de mera queima de dinheiro para agradar setores sindicais e de servidores públicos.
Quer dizer que, para a comentarista "analucia", a educação, saúde, segurança e transporte públicos, geridos pelo PSDB em S. Paulo, são exemplos de boa gestão? E a falta de pagamento dos débitos de precatórios (em atraso desde de 2000) é exemplo de "casa em ordem", como tão repetido nas propagandas tucanas? Como já disse em outro "post", ou ela é ingênua ou não mora em São Paulo... Quanto ao erário público em S. Paulo, causa estranheza a falta de empenho do MPSP na investigação dos diversos escândalos da gestão tucana (Nossa Caixa, caso Alston, tráfico de influência na Sec. Segurança, "Paulo Preto", etc...). Será que a presença de vários promotores/procuradores de justiça no primeiro escalão do governo do PSDB exlica tal leniência?
Todos dão pitacos, mas ninguém faz nada contra esta gestão miserável do PSDB que já se arrasta há 16 anos e vai para 20 em SP;
Ninguém se pergunta como o servidor público paga suas contas, cuida de seus familiares, come, veste, usa o transporte.
OAB protesta, se reune com Deus e o mundo, e nada se resolve, é tudo papo; e não faz o básico: ensinar aos advogados que ao chegar em um balcão de cartório eles não são soberanos e os servidores que estão do lado de trás meros súditos, portanto, senhores, não é gritando que se obtém a prestação judicial. Lembrem-se que aquela pessoa que os está atendendo também é ser humano, também tem problemas vários, muitos causados pela falta de um salário digno, também adoecem, enfim, lembrem-se. Sem olvidar, claro, que esta assertiva NÃO VISA GENERALIZAR A CLASSE. Existem verdadeiros cavalheiros e damas que andam pelos corredores forenses e estes o servidor tem prazer de atender.
Porém, tornando à questão do orçamento: a sociedade como um todo enxerga o servidor público como dejeto social, e, no entanto, ainda quer uma justiça rápida, atendimento 100%, mas não se lembra que isto demanda $$$. A quem resta a escolha para que isto mude?
Acredito que o ato do governo de cortar o orçamento e não permitir emendas é um claro aceno de que ele está disposto, logo de cara, a enfretar greves.
Vamos esperar para ver.
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